História Dias de tormento - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Visualizações 67
Palavras 1.623
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OI GENTE, ESTOU MUITO FELIZ PELOS COMENTÁRIO E FAVORITOS. ENTÃO FIZ MAIS ESSE CAP PARA AGRADECER, ESPERO QUE GOSTEM ;)
BJS

Capítulo 8 - Uma Luz


Rin saiu de lá acabada, com uma ‘’mão na frente e outra atras’’, sem dinheiro nenhum. Sua consciência estava doendo, seu corpo estava ferido, sua honra subjetiva mais ferida ainda. Para sesshoumaru, ela valia apenas 5 dolares.  O rapaz não teve sequer a gentileza de levá-la para casa. Ela teve que ir a pé, porque nem dinheiro a jovem tinha para pagar o ônibus. Como não tinha mais casa também, começou a andar sem destino certo. Era de manhã, ela não tinha mais a faculdade para ir, perdeu a bolsa de estudos, seu trabalho era apenas a tarde e shippô estava internado. Como sesshoumaru não cumpriu com o combinado, rin não tinha ‘’um centavo’’ para pagar o hospital e portanto não podia comparecer lá.

O investimento que seu pai lhe deixou no banco no valor de 10 mil dólares foi confiscado por causa da dívida de 500 mil dólares pelos serviços prestados a sua mãe. Ela estava com fome, mas só ia poder comer no restaurante quando desse 15 horas e eram apenas 6:30 da manhã.  Teria que agüentar a fome até aquele horário.

Ela andava pelas ruas meio que desnorteada. Se sentia um lixo, se sentia culpada, se sentia fracassada. Por um momento, um breve pensamento de suicídio passou pela mente de rin. A jovem se assustou, jamais imaginou que desejaria a morte. Isso indicava que ela estava em um estado de profunda angustia para não querer mais viver. Sesshoumaru conseguiu, ele não tirou apenas o alegre sorriso de seu rosto, mas o de sua alma também.

Foi andando pelas calçadas  que ela começou a ouvir uma musica. A medida que prosseguia o som aumentava. Ela chegou em frente a uma Igreja, subiu as escadas e sentou no ultimo banco. Rin  se sentia suja demais para se aproximar do altar.

 

(meus fardos, eles ficam tão pesados,

Parecem tão difíceis de suportar,

Mas eu não vou desistir, porque o Senhor me prometeu

Que me encontraria no Altar de Oração.....)

 

Ouvindo a canção e não conseguindo segurar as lagrimas, a morena se levantou do banco e com a cabeça baixa  se aproximou do altar, depois se ajoelhou, fechou os olhos e começou a falar com Deus.

_ Acorde-me por dentro Senhor, chame por meu nome e salve-me desta escuridão, eu te peço. Obrigue o meu sangue a fluir novamente antes que eu me desfaça. Salve-me do nada que eu me tornei, por favor.  Estou congelada por dentro sem o Teu Toque, sem o Teu Amor. Só  Tu és a Vida entre os mortos, então traga-me para a vida Senhor, por favor. Salva-me, eu te peço(...)

Depois que terminou a sua oração em choro e agonia de alma. Rin se sentiu alegre e renovada. Aquele era o sinal de que ela poderia seguir em frente, de que as suas palavras foram ouvidas. Ela então se levantou, agradeceu a Deus e foi embora se sentindo em paz.

A jovem não sabia o que ia fazer, mas estava com a intuição de que ia acontecer algo bom. Logo seu celular toca, era um numero estranho, ela atende.

_alô.

_senhorita rin_ voz masculina.

_ sim, sou eu, quem está falando?

_ você não me conhece, eu sou o diretor geral da universidade de Harvard. Meu nome é inu taisho, você deve conhecer o meu filho, sesshoumaru taisho, acredito que ele tenha sido seu professor e agora é o atual coordenador do curso de direito.

_ sim, ele foi. Em que eu poderia ajudá-lo?

_ é que hoje eu cheguei na minha sala e encontrei a sua tese em cima da minha mesa. Como eu não tinha nada para fazer, eu comecei a ler e gostei muito do que eu li. A nossa universidade vai apresentar um artigo internacional justamente sobre esse tema. Eu gostaria que você viesse aqui para discutirmos,  tem como?

_ claro, tem sim. já estou indo agora. Chego em 30 minutos (...)

A jovem desligou o celular com um sorriso imenso nos lábios. Foi para a universidade, chegou na sala do diretor geral e deu de cara com sesshoumaru e inu taisho sentados na mesa conversando. Ela olhou para cara do taisho filho, ele retornou com um olhar mortal. Rin tomou coragem e entrou mesmo assim.

_ sente-se senhorita rin_ disse  inu taisho_ eu estava aqui conversando com o meu filho. Ele disse que você foi uma das melhores alunas da turma. Essa tese está magnífica e vai contribuir muito para o artigo que nossa universidade vai publicar.

_ mas senhor, eu fui reprova(...)_ foi interrompida por sesshoumaru

_ a rin é uma aluna excelente. Ela realmente faz jus a essa bolsa de estudos. Ela tirou A e eu a aprovei para o próximo ano muito confiante de que ela ainda ia se tornar uma aluna promissora.

_ o que?_ indignada olhando para ele.

_ela não deveria ter tirado A, deveria ter tirado A+_ disse inu taisho entregando o trabalho para sesshoumaru.

_ mas o que é isso pai?

_ eu quero que você arrume a nota dela.  Coloque A +

_ mas (...)_ tentou retrucar.

_ você está pensando em desrespeitar o seu pai?_ sério.

_ não, não senhor_ disse o rapaz sem graça, pegando uma caneta na bolsa de sua camisa e depois arrumando a nota.

Rin queria rir por dentro. Teve que se segurar ao máximo para não soltar uma gargalhada. Sesshoumaru levando uma bronca? O grande chefão que mandava em todo mundo? Isso era fato que deveria ser gravado e colocado nos outdoores.

_ pronto rin, agora você ganhou a nota merecida_ disse inu taisho entregando o trabalho para a moça.

_ olha senhor, eu não queria falar nada, mas o seu filho tinha me dado..._ naquele momento ela parou de falar e olhou para sesshoumaru com uma cara de satisfação. Agora ela ia ferrar com  ele do mesmo jeito que o rapaz fez com ela. Mas porque? O que rin ganharia com isso? Lembrou-se da Pregação que ouviu na igreja que não se deve pagar mau com mau.

_ quer me falar alguma coisa senhorita? Eu sou todo ouvido, principalmente porque eu sei que meu filho não é flor que se cheire_ lançou um olhar mortal para sesshoumaru.

_ não senhor, eu só ia dizer que seu filho deveria ter me dado essa nota antes, porque ai nesse caso eu poderia me preparar mais para ajudar na publicação do artigo, pois eu me sentiria mais motivada.

_ sim, com certeza. Presumo que ele não deve ter feito isso por orgulho, mas garanto que isso não vai mais se repetir. E se você tiver alguma reclamação em relação ao sesshoumaru, não hesite em me procurar. Se for preciso, eu dou o castigo que ele merece.

_ claro. Eu só queria falar também sobre a minha amiga kagome (...)­_  interrompida.

_ falar o que rin? Ela tirou B+, passou de ano também_ disse sesshoumaru, lhe lançando outro olhar mortal.

_ tudo bem, se é assim, eu me contento_ respondeu ela, olhando  para seu professor com ar de satisfação e saiu da sala

A vontade que sesshoumaru teve naquele momento foi de esganar rin. Ele foi humilhado pelo seu pai por causa dela. Mas ele não ia ficar só na vontade. O rapaz ia achar um jeito de ter uma ‘’conversinha’’ com a pobre moça.

_ pai, eu já estou saindo também_ se levantou da cadeira_ eu tenho uma audiência daqui uma hora, preciso estar no fórum com antecedência_ saiu da sala.

A jovem estava no banheiro. ela tinha ido lá porque não conseguiu direito se arrumar hoje cedo na casa do canalha. Ela estava no espelho passando um pó para esconder a olheira. Tinha chorado muito aquela manhã, mas logo sacripanta entra e fecha a porta.

_ rin, minha cara, o que eu faço com você? Se aproximou do espelhou e ficou atras dela. A moça não estava com medo.

_ olha senhor taisho, vamos esquecer tudo o que aconteceu.  Vamos fingir que nós nunca nos conhecemos. Eu estou conseguindo o que eu quero, o senhor já teve o que quis. Agora por favor me deixe em paz. Eu prometo que não vou contar para ninguém sobre o que houve_ sesshoumaru imediatamente  cravou ‘’suas garras’’ em um dos braços de rin. O pó dela caiu no chão e quebrou.

_ como você consegue estar sorrindo depois de tudo o que eu lhe fiz? Como você vem falar de esquecimento, se eu devo ter deixado feridas em seu corpo e em sua alma? Eu usei o seu corpo como eu bem quis, te humilhei, te esnobei, agora como você pode estar assim tão serena, mantendo esse brilho no olhar?

_ me solta, porque o senhor está me machucando_ ele cada vez apertava mais o braço da moça_ me solta, por favor ou eu vou gritar.

_ sabe qual é a minha vontade agora rin, eu vou apertar esse seu pescoçinho até tirar esse sorrisinho da sua face, até você me implorar por piedade_ sorriu maleficamente. Depois  cravou ‘’ suas garras’’ no pescoço da moça.

_ p...p..para sesshou...maru_ falava com dificuldade tentando empurrá-lo,  mas o rapaz não cedia, apertava cada vez mais o pescoço de rin. Mas de uma hora para outra, sem saber explicar como, ele se sentiu atraído por ela e em um impulso contraditório,  sesshoumaru a solta e lhe força um beijo, mas a jovem vira a face e com as unhas da mão lhe arranha o  rosto . Ele se afasta. Ela sai pelo lado, vai até a porta, a destranca e sai correndo.

_ o que será que deu em mim?_ falou a si mesmo se olhando no espelho e vendo três arranhões em sua bochecha direita_ essa mulher, eu preciso acabar com ela. Rin, você me paga(...)

 

CONTINUA..................

 

 

 

 

 


Notas Finais


OI GENTE. EU ESTOU AQUI ANSIOSA PARA SABER SE VCS GOSTARAM DO CAPITULO. ENTÃO EU PEÇO QUE SE INTERESSARAM POR ELA, DÊ O SEU APOIO PARA A CONTINUAÇÃO DA HISTÓRIA FAVORITANDO E COMENTANDO.
VAI ME DEIXAR MUITO FELIZ.
BJS


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