História Dias de um garoto diferente! - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lírico, Pensamentos, Vida Adolescente
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Palavras 1.601
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Lírica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Fanfic Não revisada, qualquer erro, avisem! Essa obra não padroniza nenhuma região do mundo nem sobrepõe uma a outra!

Capítulo 1 - Meu eu em um lugar novo!


Fanfic / Fanfiction Dias de um garoto diferente! - Capítulo 1 - Meu eu em um lugar novo!


Era fim de tarde, a luz dourada do sol batia por entre as folhas das árvores aos olhos de Bartolomeu, que olhava pensativo para a janela do banco do carona, com a cabeça escorada no vidro, como gostava de fazer!. Era um rapaz bonito! 15 anos, Pele e olhos claros, cabelo liso castanho, alto e inteligente. O tipo de pessoa que se destaca em uma multidão. Mais bonito por fora, apenas por dentro! Bart era dotado de uma personalidade na qual poucos tem o privilégio de ter. Era calmo, pensativo, zeloso, cuidadoso, via arte e beleza até nas garras de um leão, além de ser meigo e respeitador, fora o cavalheirismo. Um perfeito príncipe! 
Estava mergulhado em seus pensamentos, como de costume. Observava coisas lindas em desastres, saídas até mesmo nos cantos mais apertados. Costumava ficar sozinho, mas nunca se achou só! Tudo o que ele precisava era uma boa trilha sonora, que ele achava até mesmo sem seus fones. O bater de asas de uma borboleta, o canto dos pássaros, o vento... Tudo para ele era música. Apesar de tudo, não estava rodeado de amigos. Mesmo sendo belo e inteligente, não estava sempre acompanhado. Geralmente, sentava no fundo e quebrava qualquer chance de ser popular nos primeiros instantes de aula, por conta de seu cavalheirismo e geito meigo. Os garotos tinham medo dele por ser gay, por isso evitavam contato, e as meninas, desiludidas, voltavam para a sua vidinha medíocre, afinal, passavam tanto tempo sendo tratadas como animais que se esqueciam que eram damas, ou melhor, anjos, como diria Bart!
Tinha acabado de se mudar de Nova York, sua cidade natal, para ir morar com seu pai, Joshua Ribeiro, divorciado da sua mãe, Helena há 2 anos, que morava em Boston. Por alguns motivos paternos, sua mãe achou melhor  mandar o jóvem para ir ver seu velho. O silêncio prevalecia entre os dois, quebrado apenas por uma musica baixa no rádio do carro e nos fones dele, que nem mesmo se olhavam. Josh de vez em quando olhava para o reflexo de seu filho pelo retrovisor, analisando-o, talvez orgulhoso da sua obra ou vendo um fio sonto em sua tapeçaria, por assim dizer, mas não se pode culpar, teria visto seu filho pela última vez em um momento de divórcio!  "O que falar?" "Como falar?" "E se eu for rude?" "E se ele quiser voltar?" "Estava com tanta saudades do meu menininho, mas o que eu falo agora?" eram dúvidas que pertubavam a cabeça de Josh. Ele estava perdido, incomodado, e Bart percebeu isso pelo modo com que apertava o volante:
- Pai, se continuar assim, vai acabar com as mãos doendo!  - Disse ele com voz calma, como de costume. Seu pai da uma leve risada!
- Melhor eu parar então! E ai? Como você está?
- É realmente isso que você quer me perguntar? - Bart ajeita a sua postura no banco e tira os fones de ouvido - É a primeira vez que te vejo em dois anos. Estou tão confuso quanto, mas acho que outras coisas rodeiam a sua mente. Pode falar!
- Eu não sei o que falar! Sinto como se não te conhecesse!
- Vamos nos conhecer então! Meu nome é Bartolomeu Connor Ribeiro, nascido em Nova York, na noite de 27 de outubro de dois mil e um, com signo de Escorpião e ascendente em Touro. Apesar de tudo, sou bem carismático. Pensativo, amigo e fiel. Amo ler e ouvir músicas e tenho medo de ser esquecido. Sua vez!
 - Bem... Joshua McCannon Ribeiro, nascido em Boston na manhã de 10 de setembro de 1977, signo de virgens e não sei que diabos é um ascendente, protetor, sincero, controlador, preocupado. Gosto de assistir televisão e tenho medo de palhaços.
- Palhaços? - Disse Bart com um tom de espanto!
- Já assistiu IT?
- Não!
- Um dia nos dois assistimos e eu te mostro o porque!
- Fechado! 
- Tem algo mais que eu deveria saber?
- Eu sou gay! Mas disso você ja deve saber, afinal, a mamãe deve ter te contado o motivo da minha vinda...
- Não! Não que faça diferença você ser ou não, mas ela não me falou nada!
- É por isso! Ela me pegou beijando outro garoto da minha turma. Sabe como ela é conservadora! Achou que isso era falta de exemplo masculino, já que ela é solteira, e aqui estou eu!
- Ele é seu namorado?
- Era! O Terrence era uma pessoa boa! Esportivo, dedicado, e muito mais, mas mãe contou para os pais dele, que o tiraram da escola, e tivemos que terminar!
- Já tinha muito tempo?
- Um ano de dois meses de namoro!
- Sinto muito!
- Vida que segue! Ainda somos amigos e talvez tenha sido melhor para ele! Ele era bí!
- Ah sim, entendo! Bem, espero que se dê bem na nova escola!
- Teve um duplo sentido! - Ele franze a sombrancelha
- Eu sei! - Josh da uma risadinha maléfica!
Chegando em casa, foi como se uma vida passada tivesse assumido o corpo de Bart. Ele teve, no mesmo momento que pisou pra fora do carro, visões de sua infância! Dos momentos em que passava naquela casa rústica, da rua com cheiro das folhas de outono ao chão, das brincadeiras... Memórias tão fortes que fizeram escorrer uma lágrima do canto de seu rosto!
- Seus olhos estão vazando! - Disse josh carregando uma caixa de Bart do carro pelos braços.
- Meu cérebro está inundado de lembranças e meu senso de maturidade foi afogado!
- Vamos te arranjar um bote!
Ao entrar, foi como se o tempo tivesse parado ali mesmo! Tudo estava como ele se lembrava, ou quase. Algumas coisas novas, a casa estava arrumada, tecnologia... Estava um pouco surpreso! Seu pai nunca foi um amante da tecnologia! Já ia perguntar o motivo quando se encontrou com ele na sala de estar! Seu nome era Jessica!
- Bart, essa é Jessica Fairbrooke, minha esposa!
- Um prazer te conhecer Bartolomeu! Pode me chamar de Jess. O Josh não parava de me falar sobre você! Já ia achando ele ele ia ter um ataque!
- Não exagera!
- Pode me chamar de Bart! É um prazer te conhecer! Gostei da decoração!
- Obrigado! Deu trabalho, mas tentei fazer com que se sinta em casa!
- Conseguiu! Obrigado! - Disse ele com um sorriso encantador, retribuído pelo mesmo!
Jessica era bonita! Tinha uma áurea leve! Cabelos curtos e louros e olhos verdes, possuía um sorriso angelical Não que Josh e seu cabelo ruivo longo e sua barba bem feita ficasse de lado! Era lindo! Como se fosse um lenhador de olhos verdes! Um urso, as vezes de pelúcia! Já estava acostumado, quando vê uma pequena figura loira de olhos grandes e azuis surgindo por detrás das pernas de Jess. Parecia ser vergonhosa, o que deixava ela ainda mais linda e fofa!
- Fale com Bart, Lizzie!
A jovem dama se aproximou calmamente e fez um gesto para que o alto rapaz se aproximasse, que foi dito e feito. Agachado, ela lhe deu um suave e doce beijo em sua bocheca e se afastou envergonhada!
- Que anjo! -  Disse Bart
- Essa é minha filha, Elizabeth, de sete anos! Acho que sua primeira  e mais nova irmã, mesmo não sendo biológica!
- Sangue de nada importa, eu já a considero!
- Infelizmente, Lizzie nasceu muda, mas isso não interfere em sua gentileza e bondade! - disse josh
- Ela é perfeita! Prazer em te conhecer anjo! - Disse bart, retribuído por um sorriso meigo e rosado!
- Bem rapazes, devem estar cansados, então coloquem as coisas lá em cima e eu, Josh e Liz vamos arrumar! Bart, já deve conhecer bem a casa! O jantar vai sair às 20:00. Tome um banho enquanto isso!
"Ela é realmente muito graciosa, e tem um anjo como filha! Parabéns Josh!"
Tomado banho e vestido uma roupa incrivelmente cheirosa, Bart se acomodou a mesa e jantou calmamente, observando seus novos e antigos familiares. "Já faz tempo que não sei o que é isso! Essa animação de muitas pessoas a mesa, esse sorriso sincero, esses olhos carregados de sentimentos, sem pesar, sem preconceito... acho que posso me acostumar" perdeu-se ele novamente em pensamentos, até o momento que Liz segurou a sua mão e ele, calmamente, a beijou! Naquele momento, ela o olhou e sorriu como se fosse uma princesa que achara seu príncipe!
Seu quarto estava muito bem arrumado! Decoração espacial, do jeito que ele gostava. Lembrou-se de um dia em que ele subiu ao telhado com seu pai e começou a ler e a contar as estrelas, e ficava com raiva quando não conseguia terminar. Vai ver foi daí que ele tirou a ideia do papel de parede cósmico! Era perfeito! Como se estivesse em seu próprio universo, literalmente! Deitou-se em sua confortável cama e, ao desligar a luz, viu o teto desenhado de estrelas fluorescentes, e uma mensagem do mesmo dizendo:
"Agora você pode conta-las"
Não era a toa que amava seu pai! Não era a toa que amava a sua nova família inteira! Também amava a mulher de cabelos castanhos enrolados na qual chamava afetivamente de mãe, amava seu comprometimento para com ele, mas sentia um pouco de falta de liberdade e afeição, já que ela passava maior parte do tempo fora de casa, trabalhando. As vezes, as noites eram e solitárias! Mas estava feliz e, ansioso pelo seu primeiro dia em uma escola nova, mas nem tanto, pois esperava a mesma coisa das outras, dormiu suavemente!
 


Notas Finais


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