História Dias de Verão em Dallas - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jared Padalecki, Jensen Ackles
Personagens Jared Padalecki, Jensen Ackles, Personagens Originais
Tags Ackles, Jared, Jensen, Padalecki, Romance, Verão
Visualizações 22
Palavras 2.969
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Se você gosta de romance delicado e sensível veio ao lugar certo, escolha sua melhor trilha sonora e venha comigo acompanhar...

Capítulo 2 - Por onde andei?


Fanfic / Fanfiction Dias de Verão em Dallas - Capítulo 2 - Por onde andei?

Acordei com as risadas altas de Tom ecoando pelo corredor, ele devia estar correndo por aí feito louco. Levantei e me preparei para parecer minimamente sociável possível, tive sonhos estranhos a noite inteira com Danneel. Na maioria era uma falsa realidade onde nos casávamos e tínhamos filhos, encarei-me no espelho e inspirei profundamente tentando afastar ela dos meus pensamentos, mas era impossível.

Enquanto me vestia podia ouvir Tom fazendo sons estranhos pela casa, sorri pensando em como a vida dele era fácil e divertida, suas únicas preocupações eram comer e dormir, quando muito ir para a escola. O ouvi gritar. Assustei-me e sai rapidamente para fora, o vi saltando por cima da cama do quarto no fim do corredor e sair correndo entre risos de lá, não entendi o que estava acontecendo até que Brooke levantou-se do chão e veio correndo como uma criança atrás dele e dizendo com uma voz engraçada: - É bom você correr muito garotinho! Por que o tiranossauro rex aqui está com fome e vai jantar esse menininho!
Ele gritava enquanto descia as escadas desesperado: - Não tilanossauro! Não, por favor!
Ela passou por mim sorrindo e acenou minimamente sem parar sua perseguição, fiquei a observando descer as escadas, ainda estava de pijama e os cabelos presos em um coque frouxo lhe deixavam mais bonita ainda, não posso negar minha sexualidade e não posso negar o fato de que ela é o tipo de mulher que me chama atenção, entretanto, isso não significa que esqueci Danneel. De forma alguma. Apenas, significa que ainda não perdi o interesse pelas mulheres, é um bom sinal.

Fui até a cozinha e encontrei apenas alguns deles por ali.
- Bom dia! Onde está o resto do pessoal?
Gen que comia animada respondeu do seu jeito meigo: - Dylan, Arnie, Thomas precisaram ir embora, receberam uma chamada da universidade, parece que o projeto de doutorado deles vai sair, ai já viu!
- Ah!
- As meninas, Ellen e Elizabeth tiveram que sair ás pressas! Parece que a irmã delas ganhou bebê e elas terão que ajudar.
- Nossa! Parece que as coisas não saíram como vocês queriam...
Ela riu.
- Ah Jensen! Essas coisas acontecem, já foi bom termos ao menos visto eles. Ao menos os outros estão aí.
- E onde estão?
- Jared ainda não levantou, Brain e Scott foram correr, Nancy ainda está dormindo e Sam está descendo as escadas...
- Bom dia pessoal! Os outros já foram?
- Já!

Da cozinha era possível ouvir as risadas de Tom vindas do jardim dos fundos, hora e outra eu podia vê-los passarem correndo pela porta. Ele parecia realmente feliz por ter a madrinha por perto.
- Tudo bem! Agora a madrinha precisa comer. Estou faminta.
Tom riu alto dizendo animado.
- Eu também estou morto de fome madrinha!
- Ótimo vamos comer, até termos que abrir os botões da calça!
Sorri com o que disse, rapidamente entraram na cozinha e se jogaram nas cadeiras. Estavam suados e com os cabelos bagunçados.
- Bom dia!
- Bom dia!
Respondemos em uníssono.
- Como você consegue Brooke?
- O quê Sam?
- Ficar correndo a manhã inteira com esse pestinha?
- Não sou pestinha!
Rimos do pequeno.
- Não sei Sam! Só gosto do meu garoto, certo Tom?
- Certo tia!

Gen sorria para o filho quando desviou seu olhar delicado para mim e me pegou observando os dois, logo seu riso se alargou: - Tom! Você não esqueceu de apresentar alguém para a tia Brooke?
Gen mirou o olhar na minha direção e não resisti em sorrir.
- Verdade! Tia Brooke, esse aqui é meu tio Jensen. Sabia que ele é o melhor tio do mundo todo?
Ela espremeu os olhos e com as mãos na cintura retrucou: - Achei que eu fosse a tia melhor do mundo!
- Mas, você é tia. Só que o tio Jensen é o “tio” melhor do mundo e você a “tia”.
- Aaaah tá! Sendo assim, sim!
Não resisti a rir da conversa que acontecia entre eles, neste segundo ela virou-se para mim e sorridente falou: - É um prazer conhecê-lo “tio” melhor do mundo do Tom!
As aspas no tio não puderam faltar, a encarei e retruquei no mesmo tom de brincadeira: - O prazer é meu “tia” melhor do mundo!
Ela caiu na gargalhada, uma risada tão gostosa que me levou junto.

Por mais estranho que possa parecer, quando ela ria eu não lembrava de Danneel. Não lembrava das palavras duras que me disse aquele dia quando, pois fim no nosso amor. Brooke tinha um jeito animado e contagiante de ser, que fazia qualquer um sentir-se leve perto de si, entendi naquele instante por que Gen e Jared eram grandes amigos dela, por que ela afastava todos seus problemas só com um sorriso. Hoje em dia, quase não se encontra mais pessoas assim, atualmente todos andam cheios de escuridão e tristeza.

- Tia Brooke, eu vou desenhar, ok?
- Você nem comeu pequeno?
- Já comi sim, vou desenhar um desenho para você e para o tio Jensen!
O sapeca pulou da cadeira e correu para a varanda, iria passar correndo pelas pernas de Jared se ele não o tivesse segurado para dar-lhe um beijo de bom dia.
- Me solta pai! Eu vou desenhar...
Ele estava ligado no 220 e segurá-lo era como feri-lo.
Assim que encostou no chão continuou correndo.
- Bom dia para todos, inclusive para a senhorita tiranossauro rex aí!
Brooke lhe mostrou língua e Jared beijou Gen amorosamente. Aquilo lembrou-me de Danneel. Fiquei sério instantaneamente, lembrar dela me fazia mal agora.

- Mas, diz aí Brooke. Como vai o desenvolvimento do seu livro, saí esse ano?
Ela bebericou um copo de suco e sorriu para Jared animada.
- Não sei, sabe a arte é uma coisa que não se pode apressar! Estou me esforçando e carrego meus manuscritos comigo o tempo todo, por que nunca sei quando vou ter uma boa ideia...
- Sei.
- Mas, não garanto nada. Pode ser que eu termine em uma semana ou em mais três anos.
Ela riu levemente causando um formigamento estranho na minha barriga, seu olhar fez minha espinha sentir um calafrio desconhecido e eu não resisti em perguntar: - Então você escrever?
- É. Bom, tento.
- Não ligue para a modéstia dela Jensen! Essa garota tem um dom incrível de transformar palavras em lugares incríveis aos quais você com certeza vai querer visitar!
Gen interferiu enquanto segurava sua xícara próximo aos lábios, Brooke sorriu, entretanto desta vez seu riso era tímido, tão tímido a ponto de corar as maçãs do rosto dando-lhe uma feição de menina pequena.
- Gen! Por favor Jensen, não os leve a sério. Afinal, não há como saber se eu realmente mando bem nesse lance de escrever, só publiquei um livro até agora.

- Que vendeu mais do que os boxers exclusivos de fãs de supernatural!
Jared falou com o real intuito de deixa-la intimidada e estava dando certo. Em uma tentativa de ser cavalheiro e cordial o suficiente, mudei o rumo da conversa.
- Sobre o que é seu primeiro livro?
Seu olhar me encarou encantada e profundamente agradecida pela iniciativa.
- Nada muito novo ou motivador. Conta a história de um jovem rapaz escocês que foi para a guerra e se corresponde com a irmã contando todos os acontecidos.
- Como se chama? Parece interessante.
- Não sei se é, mas o nome é “Cartas para Justine”!
- É um belo nome...
- Bondade sua!
A forma gentil e educada com a qual ela falava era charmosa o suficiente para conseguir me prender por horas de bate papo, a voz era macia e aveludada, ela falava de um jeito antigo e já raro de se encontrar por aí, essencialmente nos Estados Unidos da América. Até poderia dizer que ela era inglesa ou algo assim.

- Mas, agora ela está trabalhando em um novo livro, fala mais dele Brooke!
- Ah, não é nada grandioso e talvez nem seja o meu melhor projeto. É algo sobre uma garota que enfrenta problemas com depressão...
- São temas bem intensos e extremos. A guerra e a depressão!
Falei enquanto passava geleia em uma torrada e a estudava por baixo dos cílios. Sua postura se tornou extremamente profissional e a menina risonha por alguns minutos desapareceu dando lugar à escritora profissional que diz só o suficiente para os jornalistas.
- Gosto de tratar das expressões dos sentimentos humanos e não há forma melhor de se tratar do que tocando em assuntos intensos...
Notei algo, que talvez ninguém mais na mesa havia percebido. A sua voz cair um tom e os ombros encolherem enquanto evitava me fitar diretamente, Gen e os outros continuaram a falar sobre os feitos da menina que ia aos poucos escondendo – se cada segunda mais em sua pequena caixa. Aquilo não era um bom sinal, algo me dizia que sua nova história tratava de algo mais do que isso, tratava-se especialmente dela...
Ou tudo isso não passava de um novo passatempo meu, um passatempo de pessoas deprimidas, estudar os outros e tentar identificar o que acontece dentro de suas mentes. De qualquer forma não me desrespeitava e eu não tinha nada haver com a vida de Brooke.

O café da manhã foi ameno e estranhamente distante depois do assunto. Mas, as horas passaram rápido e com ela logo veio a noite. Nos reunimos na sala e ao doce som do bom e velho Jazz conversamos sobre várias coisas, Tom logo tombou no sofá e assim que vi Brooke tentando leva-lo para o quarto, me prontifiquei para ajuda-la. Peguei o pequeno Padalecki e subi as escadas com ela em meu encalço levando os sapatos dele.

O coloquei na cama e a vi fechar a janela, colocar a coberta sobre ele e beijar sua testa delicada. Sussurrou um boa noite carinhoso e apagou as luzes. Caminhamos lado a lado no corredor, em silêncio. Eu estava constrangido por não saber exatamente o que dizer, acho que passei tanto tempo com Danneel que eu nem se quer sabia como conversar com uma mulher quando estava a sós com uma.
- Ele é um doce, né?
Ela se pronunciou antes de chegarmos as escadas.
- É.
Concordei com meu sorriso de costume ela sorriu educada e desceu as escadas pulando os degraus de dois em dois, sorri, a menina que habitava sua alma voltara.

- Aí está ela! A senhorita tiranossauro rex.
- Qual seu problema Jared?
Ela falou se jogando no sofá risonha, sentei-me na poltrona a sua frente e a vi encolher as pernas sobre o sofá e segurar firme uma das almofadas sobre as pernas, e devo dizer... que pernas! Muito bem desenhadas com as cochas grossas e os tornozelos suaves e meio roxeados, coisa de menina. O macacão jeans com a blusa branca suja de tinta tornava o ato de olhá-la ainda melhor, os cabelos dispostos em duas tranças bagunçadas sobre os ombros faziam seu sorriso parecer maior.
- Sabia Jensen?
Jared tirou-me do meu transe.
- O quê?
- Iiiih! Em que mundo você está cara?
- Nada, só estava pensando...
- O que a Gen falava era que Brooke é brasileira...
Jared já parecia animado demais e Gen tentava o controla-lo, era cômico.
- Sério? Do Brasil?
Perguntei só depois percebendo a pergunta idiota que fizera, ela sorriu largou deixando claro que não poderia deixar esse deslize passar em branco.
- Claro que é do Brasil! De onde mais eu seria brasileira?
 A baixei a cabeça assumir: - Tem razão, foi uma pergunta boba! Desculpe-me.
- Tudo bem senhor Ackles! Acho que posso perdoá-lo por isso...

Todos riram, inclusive eu. Mas, o riso que ela me deu foi diferente dos que tinha me mostrado até agora, pareci mais uma porta ou uma forma de dizer: “Entre estranho, fique a vontade!”
- Não conheço o Brasil tão bem quanto gostaria, mas Brooke não é um nome muito comum lá é?
Perguntei realmente curioso. Ela bebericou do seu vinho e sentou-se direito pronta para responder-me.
- Não é não! Mas, minha mãe gostava muito da atriz Brooke Shields e ai colocaram meu nome de Brooke.
- A garota da Lagoa Azul?
- Isso! Minha irmã dizia que, eu tinha o nome da musa, mas não chegava nem perto de ser uma!
Ela falou aquilo rindo e evitando me encarar, era mentira. Ela precisava saber, que era tão linda quanto, se não dizer mais que a antiga musa do cinema. Minha língua fora mais rápida que o juízo.
- Óoh! Não diga isso, você é muito mais bonita e charmosa que Brooke Shields!
Todos me encararam estáticos e sorridentes, inclusive ela que tinha um riso tímido e encantado nos lábios, bebi mais da minha cerveja para controlar o nervosismo e a timidez que chegara de repente.

Praguejei minha língua por dizer o que passa em minha mente. Gen deve ter percebido meu nervosismo, pois logo mudou o rumo do assunto, fazendo outras perguntas para a jovem. Agradeci mentalmente a ela por me ajudar.

Ajudei Gen levar Jared para o quarto, já que ele estava alterado depois que decidiu abrir um uísque. Caminhei para meu quarto a passos lentos, a porta no fim do corredor estava entre aberta e havia um abajur acesso lá dentro, aquele era o quarto de Brooke. Somente quando ela suas costas apareceram desnudas foi que me dei conta de que estava a observando, o short leve de pijama preso na cintura curvilínea, as costas sem nada impedindo que meus olhos explorassem cada centímetro de pele, causou-me um arrepiou. Abaixei os olhos, onde eu estava com a cabeça? Tinha me tornado um menino mal criado? Que espécie de homem eu sou? Espionando uma mulher?
Minha testa suou e eu entrei depressa em meu quarto, onde eu estava com a cabeça? Será que o término com Danneel tinha me tornado um pervertido?

Levei a mão ao bolso em busca do celular e ele não estava lá, revirei o quarto até me lembrar que havia deixado o mesmo sobre o sofá onde estive sentado.
Desci as escadas devagar e entrei na sala, o encontrei onde me lembrara ter deixado. Assim que o peguei ouvi um barulho na cozinha, poderia ser Gen ou Jared que sempre após uma bebedeira fazia sequestros na ladeira, mas por via das dúvidas resolvi ir averiguar. A passos lentos e silenciosos entrei na cozinha e o que encheu meus olhos foram os quadris bem definidos e avantajados em um short fino, empinados para a porta dentro da geladeira.

Quando se levantou ela assustou-se sorriu com as mãos no coração, era ela. Brooke.
- Quer me matar do coração?
- Me desculpe. Não foi intencional.
Ela riu sentando-se no balcão.
- É eu sei! Quer bolo?
Ia dizer que não quando ela me alcançava outra colher.
- Não vai recusar, certo?
Peguei a colher e sentei ao seu lado no balcão, começamos a comer lentamente e em silêncio, eu sempre me senti constrangido se ficasse mais do que alguns segundos em silêncio ao lado de alguém, mas ela? Ela parecia bem com o silêncio, aquilo parecia ser fácil para ela.

- Adoro bolo! Se tem algo que eu realmente adoro no mundo é bolo...
Ri de sua afirmação, ela parecia uma menina comendo animada.
- É sério! Olha só, me diz uma pessoa que fique triste com bolo? Tudo pode estar péssimo, mas se tiver bolo? Será suportável.
- Acho que você tem razão...
- Não ache, eu tenho.
Falou-me confiante, meus olhos encontraram os dela. Tão brincalhona e tão sensível que eu poderia muito bem ser seu amigo também.
- Você é engraçada!
Falei instintivamente, provocando risos nela.
- Que bom que acha! Essa é a segunda coisa que eu gosto.
- O que? Ser engraçada?
- É.
- Por que?
Perguntei sinceramente curioso.
- Ah! Jensen... posso te chamar assim né?
- Pode, claro!
- O mundo é realmente triste e cruel com as pessoas e isso as deixa muito mal, isso as deixa tristes e com seus mundos cinza...
Ela deu uma longa garfada no bolo me dando tempo para digerir as palavras que saiam naturalmente de seus lábios.
- Imagine se todos fossem tristes e se ninguém desse cor aos dias? Imagine que depressivo isso aqui seria? Gosto de ser aquela que deixa tudo mais feliz, gosto de ver as pessoas rirem... por que isso, meu caro. Isso é algo que dinheiro algum pode lhe dar! A grandiosa satisfação de fazer alguém rir e se sentir bem...
As palavras nunca fizeram tanto sentido para mim na vida.
- Uau!
Falei pensativo.
- O que foi?
Ela encarou-me com seus olhos grandes e alegres.
- Jared e Gen tinha razão quanto a você...
- O que?
Era ela quem estava curiosa agora.
- Você sabe mesmo usar as palavras!

Seu olhar tímido se abaixou deixando ainda mais esplêndida. Ela realmente era uma boa pessoa.
- Sabe! Eles também tinham razão sobre você. É realmente encantador!
Sorri educadamente e timidamente, e voltei a comer bolo.
- E muito tímido para o flerte.
A encarei e nos lábios dela tinha um sorriso sapeca, tinha alcançado seu objetivo, me deixado curioso sobre sua última fala. Flerte? Ela saltou da banqueta e lavou a colher a guardando e me deixando estático no mesmo lugar, caminhou na direção da porta e antes de desaparecer voltou-se para mim e sorrindo falou: - Boa noite senhor encantador!
Piscou para mim desaparecendo logo em seguida, talvez eu não estivesse indo tão bem assim com as mulheres quanto pensava, ela teve que me dizer que estava flertando comigo para que eu percebesse e quando o fiz agi como quando tinha dez anos, Danneel com certeza não me fizera tão bem quanto eu pensava.


Notas Finais


Se gostou já sabe o que fazer e já aproveita e deixa seu comentário eu leio e respondo todos...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...