História Dias quentes Noites frias - Capítulo 5


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Tags Tema
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Palavras 2.602
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, desculpe mesmo a demora, mas eu tinha muita coisa para fazer e ainda tenho, então muito obrigadado por esperarem, pelo maior capitulo que já criei

Capítulo 5 - Nem tudo está pior


Fanfic / Fanfiction Dias quentes Noites frias - Capítulo 5 - Nem tudo está pior

QUARTEL GENERAL 07H00MIN AM DO DIA SEGUINTE

 

VIC 2.330 ou "cachorrinho"

 

Acordei pelo som estridente de uma corneta, que por coincidência estava nas mãos da mulher que acredito ter escutado antes de desmaiar, me virei e ela estava sentada em uma cadeira, seus braços e pernas cruzadas, ela realmente parecia uma general : sua calça era cheia daquela pintura militar para disfarce, mas sua camiseta apresentava estar totalmente limpa apesar de ser branca. Seu cabelo: amarrado para traz e parecia ser castanho ou marrom, com nenhum enfeite a cabeça ou coisa assim. – Acho que você acordou! Então por que não levanta?- ela diz olhando diretamente para meus olhos e sinto a real vontade de obedecê-la, realmente ela é boa no que faz. –Então? O que está esperando? Um café da manha? Pois saiba que isso eu não lhe darei, você fez mais bagunça que os outros. –logo eu me levanto e pergunto. – Como assim... Os outros?- ela se levanta e vai até a porta, que logo se abre quando se aproxima. Enquanto a luz do lado de fora a iluminava resolvi tentar encontrar algo de diferente, mas minha visão normal tendia a ser péssima comparada a que eu tenho quando viro... Aquilo. -Você vem? Ou que ficar trancafiado nessa sala para sempre?- eu olho para traz e respondo com sarcasmo. – Tenho bastante interação com essa sala!- ela resolve se virar para mim e diz. –Então vou deixá-los sozinhos! – ela continua seu caminho e quando a porta está fechando. –Espere! Claro que eu vou!- ela faz um sinal com a cabeça dizendo para segui-la e a obedeço.

“Nem posso acreditar, estou fora e talvez livre para sempre, mas nem tudo é para sempre”

Próximos a uma torre bem na lateral do esquadrão ou o que seria esse lugar, nem sei o que poderia acontecer ou porque ela estaria me levando para esse lugar, talvez seja melhor perguntar:

- Com licença?! Para onde estamos indo? –Pergunto me colocando na frente dela

-Onde estão os outros. –Responde me empurrando para o lado e é impressionante, ela é muito forte por mais que tenha seu corpo com aparência frágil.

Quando subimos pelo elevador com visão panorâmica até o topo da torre nos entramos em um quarto elegante, tinha todos os cômodos e paredes usando as colorações de branco e cinza, eu também percebi que a cama estava devidamente desarrumada e parecia que tinha rolado uma guerra naquele lugar. Enquanto observava o local onde à manda chuva me deixara ela estava dentro de um dos quartos exatamente o que ficava a minha direita em um corredor.

Depois de alguns minutos eu estava desesperado e querendo saber o que ela estava fazendo, mas ela sai de dentro do quarto totalmente diferente: seu cabelo ainda estava amarrado para trás, mas agora era um rabo de cavalo que chegava a seu pescoço, sua camiseta totalmente branca se tornou uma camisa branca, mas nem um pouco limpa igual à outra. Sua calça não era a mesma, agora ela usava um shortinho que passava de seu joelho (obviamente, afinal é um shortinho), suas pernas realmente... *sacudi a cabeça* ela estava realmente muito linda, “ela está muito s... L- Linda obviamente”. Ela olha para mim com as duas mãos ainda ajeitando o rabo de cavo e diz:

- Tudo bem, você não é o único. Der repente fico corado e resolvo tentar me defender:

-O q-que? Do que você está falando? Eu estava olhando a para a... A... A Parede atrás de você. - Ela parece não acreditar e resolve termina de arrumar o cabelo. Descemos-nos até o final da torre e ela diz me levar para fora do quartel general exatamente para responder minhas perguntas.

 

                    CÚPULA DE VIDRO 3h30min PM Ainda no mesmo dia

 

Depois de horas caminhando e sem nenhum minuto para descanso nos chegamos a uma espécie de Cúpula de contenção, mas poderia ser outra coisa, afinal era totalmente feita de vidro e parecia quase invisível, nem percebi direito que estava lá até ela me dizer que chegamos, mas isso não era o suficiente eu tenho que saber mais do que pequenas palavras que pareciam ser enigmas para eu descobrir, por mais que tudo aquilo fosse novo eu não estou assustado para não perguntar o que ocorria:

-Chegamos onde?

 Pergunto enquanto ela coloca uma espécie de senha do lado de uma porta verde, devia ser para evitar que as pessoas vissem aquilo, hum! Acredito que não vai funcionar.

-Onde acha que estamos? -Ela pergunta de costas para mim e quase parecendo terminar a senha "realmente essa senha deve ser enorme", mas respondo mesmo assim.

-Estamos em um lugar que qualquer um pode encontrar! - falo a ela com um tom quase sarcástico, depois de alguns segundo ela termina a senha e abre a porta esverdeada com apenas uma mão e me responde:

-Nem chegou perto, parece até que nunca ouviu a expressão "não julgue um livro pela capa". - ela entra e mais uma vez nesse dia faz um sinal com a cabeça me alertando para entrar, eu não tenho nada a temer e realmente aquilo me despertou curiosidade, então a sigo.

Dentro daquele lugar eu não encontro um vazio, eu conseguia ver quase uma floresta inteira lá dentro, tinha coqueiros altos, macieiras, abacateiros, outras arvores que estavam mais ao longe não consegui identificar, mas eram muitas. Tinham pessoas vestidas com uniformes azuis regando as plantas de diversas cores no local, alguns estavam limpando os lindos lagos que estavam mais ao longe de tudo e espalhados pelo campo, aquilo parecia muito diferente do que tinha fora da cúpula, realmente aquilo estava lindo, mas não conseguia ver nenhum animal, parecia uma reserva ambiental, mas nenhum animal a vista, quilo acabara de ficar estranho.

-Cachorrinho! Poderia parar de seguir a trilha e vir até mim? - ela não parecia estar pedindo, ela estava dando uma ordem, eu logo a obedeci e sai da trilha que tinha marcada no chão e fiquei atrás dela como mandara, estávamos na grama verde e limpa. Depois de dois segundo da ordem que obedeci, uma flecha vinda de muito longe acerta o chão onde antes eu estava e logo escuto alguém gritando de muito longe um pedido de desculpas, como ela saberia disso?.

-Como você sabia disso? - Ela se manteve em silencio profundo até chegarmos em um paralelepípedo a nossa frente, nos logo entramos e um guarda chama a minha tenção:

-Quem é este general Linz?- ele fala mirando sua arma em minha cabeça, acho que para ameaçar, pois ele estava em uma cabine. Ela responde:

-Ele não é diferente dos que estão aqui! Mas também não é igual a eles. -ele parece não entender, mas fica procurando alguma coisa, então ele tentou informar a manda chuva:

-desculpe senhora, mas não enco... - ele é interrompido por ela que diz:

-a chave está na frente do seu pé esquerdo, você deixou a cair faz uma hora, mas como percebeu que ninguém ia vir resolveu deixá-la ai mesmo. - Ele parece se impressionar com tudo e logo pega a chave e a chave para abrir a porta. Mai uma vez ela me faz entrar no local apenas com um sinal de cabeça, mas não me esqueço de perguntar:

-Como sabia de tudo isso? O que é você? Alguém como eu?- ela continua seu caminho, mas resolve me responder:

-Aqui é sempre a mesma coisa todos os dias que chego nesse local. -não consigo entender então resolvo perguntar outra coisa:

-Como assim? Esso é algum lugar onde o tempo não passa? Ela me responde rapidamente, parecia estar chateada por eu não conseguir entender, mas eu entendo o lado dela.

-NÃO! Eles são robôs programados para fazer tudo de novo no dia seguinte, assim os que estão presentes nesse lugar não morrem e esses robôs se reconstroem caso sejam destruídos na hora do lanche.

-Como assim destruídos. Pergunto antes de passarmos por uma grade que parecia nos levar a uma prisão.

-Os que estão presentes aqui não são como você. Você pode ficar sem seus poderes se quiser, mas estes aqui não podem ligar e desligar suas anomalias.

-Eles são monstros iguais a mim? -Ela finalmente para e se vira, olha bem nos meus olhos e diz:

-Se você é um monstro eles são muito piores que isso, eles não se controlam e o único jeito de tentar impedi-los de matar as pessoas inocentes, é deixá-los aqui e tentar conseguir a confiança deles, pelo menos isso eu estou tentando. - Sua voz estava tremula e seus olhos estavam lacrimejando, mas acho que não gostou de contar isso e continuou seu caminho à frente, mas eu tenho que saber mais que isso, Quem eram eles e por que ela os mantém aqui? Eu preciso saber. Eu corro para frente dela interrompendo seu percurso e pergunto:

-Se eles são tão perigosos, por que ainda não os matou  invés de deixá-los aprisionados e gastando seu tempo e dinheiro tentando conquistar monstros?

 Ela nem quer mais me encarar, mas ela tinha que dizer na minha cara, mais uma vez me olha bem fundo nos olhos, mas agora estava seria a manda chuva estava mais seria que em todos os outros momentos que a vi.

-Porque eles já foram pessoas normais, eles já tiveram sonhos iguais aos meus e aos seus, nenhum deles escolheu essa vida e por isso eu estou aqui para gastar tudo o necessário para acabar com essas experiências que os poderosos fazem, quero acabar com o sofrimento deles!

-então por que me trouxe aqui?

Ela me empurra para o lado continuando seu caminho, mas mesmo assim me responde.

-o trouxe aqui, pois quero que veja o quanto você é privilegiado.

O nosso percurso era sempre o mesmo, seguir em frente, mas eu espero realmente não ver uma situação tão grave quanto imagino,acho que a manda chuva que agora sei que se chama Liz, não é apenas uma general esforçada e querendo proteger seu quartel, mas ela quer proteger a todos do mundo, ela que realmente encontrar a paz que o mundo nunca alcançou e a realidade onde viveu acabou deixando ela escura por dentro, mas isso não forte o suficiente para destruir a sua humildade, generosidade e principalmente seus ideais pelos quais ela está sempre lutando... General Liz vai ser a partir de agora, alguém que realmente quero seguir e obedecer, a general pode não parecer à melhor pessoa do mundo, mas ela é.

Após mais alguns minutos caminhando, nos realmente chegamos às selas onde se encontravam os monstros, eram vários, mas não milhares. Quando perguntei quantos eram ela me disse que era um de cada espécie, pois mais que isso nunca conseguiu, mas sempre eles tiravam dela algumas coisas.

As espécies eram muito diferentes umas das outras, todas diferentes, uma estava a minha direita estava me observando com seus olhos negros, e der repente eu estava me olhando no espelho, a criatura tinha se transformado em mim mesmo ou pelo menos eu acho:

-tudo bem esse não é o mais preocupante, suas transformações só funcionam quando está olhando nos olhos da pessoa. Antigamente eles invadiam o Quartel facilmente, mas descobrimos que podemos identificá-los pelos olhos... Os olhos sãos sempre da cor negra. São os T.O transformadores para ser mais precisa.

A minha esquerda tinha um homem extremamente forte e enorme, parecia ter um metro de altura, mas ele começou desaparecer e retornar em outro lugar da sala, ele parecia se tele transportar.

-Esse é bem perigoso, ele não se tele transporta, apenas corre rápido demais, a altura e os músculos são apenas para disfarce, mas bem fracos. São os velocistas ou V.S.

Ainda na minha esquerda, mas um pouco a frente existia uma criança jogada para o canto da cela, estava deitada, mas sombra dela estava deformada, parecia que tinha alguma coisa grande e magra dentro da sala, mas não conseguia ver aquilo.

-Não se deixe levar pela criança, eles fizeram esse para espionagem, mas na verdade eles serviam para matar pessoas discretamente, mas sempre carregam uma criança, parecem ter uma afinidade com crianças. Esses são os Homens do Saco, esse nome fui eu que dei.

Ela parecia orgulhosa por ter dado esse nome estranho a uma coisa que sempre carrega uma criança pelos cantos. Na minha direita tinha uma pessoa de corpo frágil grudada no teto, ela nem se movia, mas olhava fixamente para mim.

-Esse foi muito difícil de pegar e prender, ele pode escutar qualquer som em qualquer lugar, mas seu corpo frágil não deixa atacar, apenas usa sua audição exatamente como você usa sua visão, para acertar os pontos fracos. Eles são os O.U.V. eles também são conhecidos por fugirem muito rápido.

A cada criatura que eu via naquele corredor ela me dava informações, como se fossem meus colegas.

Em uma sela eu consegui ver duas criaturas que estavam do lado oposto uma da outra e quando tentaram se aproximar para me ver melhor acabaram se unindo e se tornando um:

- Esses foram os mais fáceis, podem se multiplicar, mas suas copias odeiam umas as outras e não podem ficar longes umas das outras, era muito mais fácil achar esses quando mortos pelas florestas.

-Eles não têm um nome?- então ela responde.

-Foi tão rápido achar esses que resolvi deixar para eles escolherem, pólo menos esses são um dos poucos que decidiram levar a sobrevivência a serio e não se separaram.

Logo após percebi a presença de vários outros, tinha um que conseguia ler nossos pensamentos e logo eles repetiam com a mesma voz de quem estava pensando. Liz disse eram usados para arrancar informações de espiões ou governantes, mas eles não controlam de quem eles estão lendo, são os Leitores.

Outro tinha o nariz mais apurado que o de qualquer ser vivente. Era quase como um cachorro. Outro tinha uma força sobre humana, mas como conseqüência era muito lento. Outro tinha dentes afinados em sua boca e por isso usava uma mascara que o impede de morder as barras da cela. Esses eram todos e todos feitos em anos diferentes. Parece que os “poderosos” criavam sempre um de cada vez, mas o mais impressionante é que usavam as mesmas roupas que a mim, estavam com um casaco ou sei lá, uma calça azul pareciam diferentes de mim, afinal todos me olhavam como se eu fosse uma presa fácil e que poderia saciar a fome deles.

-Você da comida para eles? –pergunto sem nem pensar se aquilo fazia sentido.

-Obviamente que sim, eles são monstros com aparência humana, mas mesmo assim ainda merecem comer, mas eu não os deixo presos o tempo todo, na hora do lanche eles podem sair. – Naquele momento eu estava pesando “Liz você é loca? Como você os deixa sair?”, mas logo sou respondido:

-Eles têm chips em seus pescoços que os deixam intangíveis, e apenas podem tocar nas frutas que estão espalhadas por esse lugar, a cúpula também é algo que eles podem tocar, ou seja, eles não saem de verdade é apenas uma ilusão, mas assim os deixo protegidos, afinal são os únicos da espécie deles. –Liz fica de cabeça abaixada, parecia estar pensativa, mas o “Leitor” logo disse o que ela estava pensando:

-Espero que um dia eu possa ajudar essas pessoas, espero que um dia eles possam ser libertos dessas maldiçoes e talvez possam encontrar suas famílias. –logo ela percebe o que está acontecendo e o “leitor” Diz;

-Vai tomar no cu Leitor filho da puta. –ela olha para mim com um sorrisinho parecendo estar envergonhada e diz:

-Por isso que eu gosto de vir aqui sozinha, mas falando em leitor é exatamente hora do lanche.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.


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