História Dias quentes Noites frias - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Tema
Exibições 8
Palavras 1.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ola! estou muito feliz com o progresso dessa fanfic e vou me dedicar bastante nela

Capítulo 6 - Família


Fanfic / Fanfiction Dias quentes Noites frias - Capítulo 6 - Família

             CUPULA DE VIDRO as 5:00 AM Ainda no mesmo dia.

 

      General Liz:

                          Talvez a breve notícia que dei o deixou meio que assustado, pois estava ofegante e me olhando de forma diferente, como se fosse morrer. Resolvo olhar para ele com o olhar de confiança e um tapinha nas costas dizendo. –Vai ficar tudo bem, afinal nós não vamos morrer. – Aquelas palavras não devem ter adiantado muito, pois ele ainda estava ofegante, mas parou de me olhar estranho “uh esse veio meio que fresco de mais.”-Acho que você deveria observar à hora do lanche. – O VIC estava ainda com medo da morte então demorou alguns minutos para me seguir até o final do corredor. Chegamos à porta para avisar ao soldado que estava tudo bem para começar a hora do lanche, e ao sairmos daquele lugar, pude ter orgulho da minha criação, estava tudo perfeito para minhas crianças, estava apenas esperando para ouvir o som das grades se abrindo e ele saírem para se alimentar das frutas que estavam em volta até que o VIC me pergunta:

-Você realmente tem orgulho disso- parecera que tinha lido meus pensamentos e eu realmente estava orgulhosa.

-Você poderia estar agora mesmo entrando e matando todos os vilões do mundo, pois tem um exército inteiro ao seu lado, poderia estar agora mesmo ganhando uma medalha por heroísmo, poderia estar relaxando em uma mansão do futuro, mas você está aqui, você está ajudando as pessoas que talvez não possam mais ser ajudadas, está tentando ganhar a confiança de quem não quer ter amigos, está me ajudando, ajudando alguém que queria te matar. – Olhando para o horizonte ele esperava que eu o retribuísse, acho que esperava que eu o agradecesse, mas acho que por mais que minhas atitudes sejam bonitas, elas também são erradas. –Todos esses, eu mesma capturei, eu mesma prendi nessa cúpula, por mais que essa atitude minha seja bonita ela é vergonhosa, pois estou aprisionando mais de uma pessoa. – Ele ainda olhava para o horizonte enquanto eu tentava olhar mais de perto o seu rosto, ele não podia dizer mais nada, pena que não pude impedi-lo.

-Tão humilde que me deixa comovido, mas nem todos teriam a coragem de se meter com as feras mais temidas e inteligentes desse lugar, apenas para ajudá-las. – estávamos em silencio, apenas o som do vento fazendo a grama se mexer de um lado para o outro, apenas o bater das frutas nas arvores, estava em um silencio tão profundo que parecia me corroer por dentro. –Por que estamos em um silen... – minhas palavras estavam sendo impedidas pela sirene que indicava que os monstros acabaram de sair. O VIC se assustara me fazendo dar umas boas gargalhadas:

-HAHAHA! Ai, Ai, não existe VIC mais Frouxo HAHAHA! –

Não parecia ter sido uma boa idéia deixá-lo zangado, mas aconteceu e ainda bem que isso não despertou suas loucuras e seus olhos avermelhados.

-Claro,Claro me irrite! Afinal nada pode acontecer se você fazer isso. – ele realmente parecia chateado, suas sobrancelhas estavam totalmente para baixo, realmente irritado. – Não fique assim antes de terminar o show. – Eu disse de forma tão tranqüilizadora que ele parecia ter dado um sorriso, ele não quer mesmo virar aquilo.

-Que show seria esse? – então o mostro com as mãos o que estava a ocorrer. Para mim era lindo ver todas as minhas “crianças” se deliciando com as frutas, era lindo ver o como eram diferentes, mas iguais de certa maneira.

O campo estava livre e debaixo de todas as arvores ao fundo estavam eles, alguns como o leitor e os que se multiplicam apenas estavam relaxando nas sombras que as arvores proporcionaram, mas nem todos eram assim, o mais forte e o mais rápido estavam lutando, mas como não se tocavam então tentavam se bater. Os com olfato apurado estavam se alimentando e apreciando todas as frutas que viam, nenhum estava criando uma confusão real, apenas estavam vivendo suas vidas normalmente. – Eles são muito pacíficos, por mais que não saibam. Quer chagar mais perto? – sua cara parecia mostrar que não, mas eu sei que ele quer conhecê-los e chamá-los de família. Coloco meu braço nas costas dele e o empurro para frente, acho que talvez ele não esperasse que eu fosse forte, hum Homens!

Nos aproximamos, parecia que realmente ele não queria, mas eu sei que quer.

Os monstros não pareciam ligar com nossa presença, todos estavam normais como se nada tivesse ocorrido, apenas o VIC estava preocupado em estar entre eles, nos nem tínhamos nos aproximado direito deles e o leitor já estava louco para ler nossas mentes e acabou que pegando os pensamentos do VIC:

-Mais uma vez estou presente de monstros, talvez eles sejam menos monstros que os que eu conheci, pelo menos estarei próximo de outros iguais a mim. – Percebe que estava sendo vigiado quando era tarde demais, acho que pela cara feia que fez para o leitor deu para saber que ele não gostou do que ocorreu, mas realmente por mais que não seja o mais forte, ele é o mais irritante de todos eles, afinal ele fala em voz alta o que você está pensando.

-Não se deixe abalar por esses jovens, são nada mais que crianças.

-Crianças com habilidades diferenciadas. – disse ele com objetivo de me fazer rir, mas não conseguiu.

-Acho melhor deixar essas piadas para outros, vamos está ficando tarde e é melhor deixá-los aproveitar esse dia. – Eu segui meu caminho até a porta de ferro, o QG precisa de mim e eu preciso desse VIC vivo para tentar alguma coisa contra a DDJ.

-Mas tem certeza que podemos deixá-los sozinhos?

-Tenho certeza de que eles podem se cuidar, eles são crianças inteligentes, que um dia nos ajudarão ou estarão salvos e livres dessas coisas que os prendem. –Realmente estava ficando tarde e nos não podíamos perder tempo para voltar para o QG, não podia ficar tão longe de meus soldados, eles também são minha família.

       QUARTEL GENERAL 20h20min PM Ainda no mesmo dia

 

Após uma longa caminhada na trilha para chegar ao QG, estávamos finalmente nele, meu limpo e branco Quartel, continuava como o avia deixado, logo se aproximaram de mim minhas assistentes:

-Senhora precisa de alguma coisa?- Perguntou a primeira

-Não obrigada.

-Tem certeza senhora?- Perguntou à segunda.

-Tenho absoluta certeza, então a única coisa que peço é que arranjem roupas apropriadas para esse homem.

-Mais um de seus amantes, senhora? –Olhei bem nos olhos dela e disse.

-Não é da sua conta porra! Agora vá fazer o que eu lhe pedi, acredito que ele deve estar apreçado. – O Cachorrinho não estava apreçado, acho que com medo de banho, hahaha! a não esses são os gatos ;-;

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado desse capitulo e se acham que está em emoção apenas esperem para ver.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...