História Diavolo - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias AvelCain, The Gallo
Personagens Andy, Byou, Jojo, Kaede, Kaede, Karma, Wajow, Zen
Tags Avelcain, Diavolo, Jojo, The Gallo
Exibições 10
Palavras 1.352
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eeeeeu voltey!!! Quase estourando o prazo, mas sábado ainda é dessa semana!!!
Desculpem fazer esperar! -_-

Kyouma - Behemoth
Disaster Demon

Capítulo 4 - Behemoth


Fanfic / Fanfiction Diavolo - Capítulo 4 - Behemoth

Eram seis da manhã de uma sexta-feira. E eu não iria para a escola. Eu não queria ir.
Estava sentado no canto mais distante da porta que havia em meu quarto, segurando os joelhos e chorando. Eu estava fazendo isso todas as manhãs desde aquele dia. Eu não conseguia mais olhar para meu pai. E nem para minha mãe...
Estava tremendo de frio, mas não tinha capacidade de pegar um cobertor. Não havia colocado pijama, pois estava indo dormir de roupas e sapatos, para fugir o mais rápido possível caso fosse necessário. Só tomava banho quando não havia mais ninguém em casa, e, caso ninguém saísse, não tomava. Era sempre difícil comer. Passava o dia todo dentro do quarto. Essa semana, havia dito para minha mãe que não me sentia bem, então ela permitiu que eu faltasse à aula.
Ela me trazia café da manhã todos os dias, mas nunca perguntava absolutamente nada.
Dei um pulo ao ouvir o som do celular vibrando. O coração disparou e minhas pernas travaram, mas logo me aliviei ao perceber que era apenas uma mensagem. O peguei e liguei. Era Karma.
"Você está bem?! Vai na aula hoje? Estamos sentindo sua falta"
Respondi imediatamente.
"Não..."
"Pq?"
"Você pode vir até minha casa hoje?"
"Que horas?!"
"Venha as sete da noite"
"Conta comigo"
Eu queria que ele viesse a noite pois sabia que meu pai não faria nada com alguém além de nós no apartamento. Na verdade, eu queria que Karma ficasse o dia todo, todos os dias, lá... Talvez que todos os meus amigos ficassem. Mas eu teria vergonha demais de olhá-los nos olhos.
Cerca de meia hora depois, consegui me levantar. Olhei pela janela. A neve cobrindo a rua deserta. Eu não conseguia me lembrar da criança que fui, correndo alí. Não me lembrava o que eu pensava naquela época.
E agora não conseguia conter as lágrimas. Tudo estava acontecendo tão rápido... Por que estava acontecendo comigo?!
A manhã passou. Na hora do almoço, minha mãe bateu na porta.
-Jojo?... Você está bem?...
-Sim... - Estava embaixo das cobertas, com a cara no travesseiro.
-Seu almoço... Você vai querer?...
-Eu... Eu estou com fome... Coma por mim...
-Certo... Mas não passe fome, ok?... Tem comida na geladeira caso precise mais tarde... Eu vou trabalhar agora. Seu pai vai sair e só volta mais a noite. Você vai ficar bem?...
-Vou... Não se preocupe...
Pude ouvi-la destrancando a porta. Os dois desceram as escadas falando sobre as infiltrações nas paredes. Ela foi com o carro dela, e ele com sua caminhonete.
Agora a casa era só minha. Peguei o celular.
"Pessoal? Qual a matéria?"
Kaede: "Então você ainda está vivo?!"
Andy: "Apareceu"
Kaede-chan: "Prova de matemática na segunda, páginas 20 até 45, mais o trabalho das páginas 60 - 65"

Wajow: "Que saudade! Vc tá bem?"
"Claro que eu tô... Só passando um pouco mal..."
Karma: "Melhora logo"
Hikaru: "hdbnajjJhbsbnhdbvak"
"Bem, depois a gente se fala... Segunda feira eu tô de volta"
Eu chorava enquanto lia. Enquanto respondia. Meus olhos ardiam.
Saí debaixo dos lençóis. A luz da janela iluminava exatamente minha cama. Fui até ela. Havia alguns carros na rua. As luzes de Natal adornavam os postes e as outras construções. Eu teria que me acostumar com esse cenário até as sete. Então ele estaria aqui para me ajudar.

--

Já era hora. Eu ficava olhando a rua e o celular. Tentando ouvir as escadas. Todos os passos me deixavam alerta.
O vi entrar no prédio. Fui para a porta. Prestava atenção em seus pés a cada degrau. Então ele tocou a campainha.
Abri no mesmo momento, abraçando-o.
-Hey... Calma... Tá tudo bem?...
-Vem!
O puxei pela mão. Fomos direto para meu quarto. Pela primeira vez no dia, e talvez na semana, acendi a luz. Estava tudo bem bagunçado. Karma se sentou numa cadeira perto da cama, onde me deitei. Ele carregava Seiko.
-Então... Me conta o que está havendo. Por favor.
-Eu... Eu estou bem!... - Minha voz era trêmula demais para que isso parecesse verdade.
-Fala sério. Por favor, me conta o que está acontecendo... Eu não gosto de te ver assim...
Saiu da cadeira. Colocou sua boneca sentada sobre meu criado mudo.
-Assim como?
-Você sabe, Jojo! Você está mal!... E eu não sei o por quê... Mas quero te deixar melhor...
-Karma-san, está tudo bem... Não precisa fazer isso por mim...
Seu olho descoberto brilhava. Eu não entendia o que ele queria.
Então seus lábios selaram os meus.
-Karma! - Me afastei.
-Me desculpe! Eu... Eu só...
-Karma, isso... Isso foi...
Eu não sabia o que falar. Não precisava falar. O beijei. Dessa vez, a língua em sua boca. Elas se massageavam. Eu puxava seus cabelos e ele os meus. O derrubei sobre a cama. Ele ofegava. Mais um beijo. Gemíamos. Olhei para o relógio.
-07:07...
-O que tem?... - Ele murmurou.
-Meus pais só vai voltar depois das dez...
Apertei sua cintura. Ele me despia desesperadamente. Tive certa dificuldade ao abrir sua calça, mas consegui tirá-la.
Era estranho... Eu estava sobre ele. Eu o olhava nos olhos e lambia os lábios. Eu mandava nisso tudo.
-Abra as pernas...
Ele obedeceu.
-Abra a boca...
Obedeceu.
Ele obedecia a tudo...
Eu estava sentindo o calor lá embaixo. Estava ficando mais duro...
Olhei para o íntimo dele. Era tão pálido e delicado... Me encaixei entre suas coxas e puxei seus quadris, inserindo-me em sua umidade... Ele gemeu.
Comecei a me mover, levemente, para frente e para trás. Ele revirava os olhos e mordia os lábios. Tentei ir mais forte. Acelerando...
Assumi um ritmo erótico e excitante. Saindo até quase a metade e entrando inteiro. Eu nunca havia sentido isso, e ele também não. Eu apenas sabia como era ficar embaixo. Agora, eu controlava. O suor começou a escorrer. Junto a ele, a saliva. Karma começou a se mover, rebolando. Seu membro ficava ereto e mais rosado. Ele estava fervendo. As mãos tremiam. Abri sua blusa e a tirei. Seu corpo era tão branco... Levei a boca, sentindo seu gosto. Era doce. O lambi, subindo desde seu umbigo até os mamilos cor-de-rosa. Comecei a chupar o esquerdo, passando a língua. Mordiscando. Ele se arrepiava, gemendo mais alto. Segurei sua cintura, forçando mais para dentro. Subi a boca para seu pescoço, mordendo e chupando. Suas pernas tinham espasmos.
Acertei uma estocada mais forte, fazendo-o quase gritar.
-Faz de novo...
Repeti. A mesma reação. Fiz novamente, até que ele estivesse quase enlouquecendo. Tremia descontroladamente. Agarrei suas pernas, ainda entrando e saindo. Eu queimava. Estava pulsando. Olhei seu rosto... O tapa olho ainda estava lá... Eu queria ver o que havia por baixo!
Num movimento rápido, o rasguei. Seu olho esquerdo era de um cinza opaco.
-Karma-san...
-Não olhe... - Engasgava.
-É lindo...
Vi um leve sorriso surgir antes de um grito desafinado. Apertou as coxas em torno de minha cintura, fazendo movimentos sensuais. Começou a escorrer, aquele líquido esbranquiçado. Senti fazer uma força para se virar. Me deitei, deixando-o sobre mim. Ele voltou a se mover, para frente e para trás, como que cavalgando. Segurava meus cabelos. Eu sentia seu sémen sobre minha barriga. Era quente... Seus olhos lacrimejavam.
Lá embaixo, eu fervia demais para aguentar por muito tempo.
Ele gemeu quando eu terminei em seu interior. Em seguida, caiu sobre meu peito. Ofegávamos muito, e o cheiro de sexo e suor nos impregnava.
Agora eu entendia porque isso era tão bom para eles.
O olhei. Piscava lentamente. Estava com sono.
-Karma... Você tem que ir embora...
Se levantou com dificuldade. Pegou a boneca sobre o criado mudo e se sentou na cadeira, recuperando o fôlego. Alguns minutos se passaram.
-Jojo...
-Tchau... Se ficar mais, meu pai vai nos matar...
Karma se ergueu e foi até a porta. Eu o segui e me despedi. Estávamos muito calados. Era certo que havia bons motivos para isso.
O observei descer as escadas, então fechei a porta.
Fui direto para o banheiro. Um banho gelado para tirar todo o calor que havia em mim.
Depois, voltei para a cama. Pensava em tudo, menos no que havia acabado de acontecer.

 


Notas Finais


Bem. Este é meu primeiro Jojo x Karma.
Espero que tenham gostado!!!


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