História Dicotomia - Undertale - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Frisk, Mettaton, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Cecifrazier, Chara, Charaxfrisk, Charisk, Dicotomia, Drama, Undertale, Undertale Au
Exibições 69
Palavras 616
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


DESCULPADESCULPADESCULPA

EU SEI, QUASE DOIS MESES
PORÉM
ENTRETANTO
CONTUDO
TODAVIA
Eu precisei estudar pra umas mil provas, então, foi mal -q

E DESSA VEZ
PROMETO QUE O PRÓXIMO CAPÍTULO SAI LOGO

Esse tá meio curtinho, mas vocês entenderão o porquê

Boa leitura <3

Capítulo 15 - Madrugada Conturbada


 

(Narrado pela autora) 

 

Frisk franziu as sobrancelhas ao ver Chara sair de casa, então olhou para Asgore com ódio e fechou os punhos. Assim que ele fechou a porta, tratou de soltar um grito e dar um tapa no rosto de seu pai. 

 

— Por que fez isso?! — Ela gritou, já com lágrimas nos olhos. — Porra, ele não fez por ma... 

 

— Você me respeite! — Asgore exclamou autoritário, enquanto segurava com força o braço de Frisk. — Veja, Toriel! Ela já está até falando como aquele delinquente! Que tipo de exemplo ela dará pro nosso neto?! 

 

— Saia da minha casa, Asgore. — Toriel disse seriamente e em tom frio, tentando engolir as lágrimas. — Saia! 

 

— Por que? — Ele perguntou, franzindo as sobrancelhas. — Por que eu?! 

 

— Não vê o estado que você está? — Ela exclamou. — Saia logo antes que eu te expulse!  

 

Asgore não disse absolutamente nada, apenas ergueu o olhar e assentiu. Saiu de casa sem dizer uma palavra e bateu a porta. Toriel, de repente, começou a chorar, Sans, que ainda estava ali, correu até ela e a abraçou.  

 

— Kiddo...você tá grávida? — Sans perguntou para Frisk, enquanto fazia carinho nas costas de Toriel.  

 

— ....sim. — Frisk murmurou enquanto passava as mãos pela barriga. — Eu vou atrás do Chara.  

 

— Você não pode! — Sans exclamou. — Já está tarde, é melhor eu ir atrás e você fica aqui com sua mãe.  

 

— Não. — Ela disse firmemente. — Eu vou, você fica. Conheço ele, e pode ter certeza de que não vai querer te ver agora.  

 

— Filha...é perigoso. — Toriel murmurou.  

 

— Já passei por coisas piores no subsolo. — Frisk soltou uma risada baixa. — Eu vou, não se preocupem.  

 

Sans e Toriel entreolharam-se, então, assentiram. Frisk respirou profundamente, então pegou um casaco que estava pendurado no cabide e saiu de casa. 

 

E era verdade, passara por coisas assustadoras no subsolo e não se deixaria abalar pelos perigos de uma cidade qualquer. Estava determinada a achar Chara e não desistiria tão fácil assim, entretanto, não tinha ideia de onde procurar. Não poderia deixar que a situação de sua família ficasse assim. Ora, eram tão felizes! Sabia que Asgore não aprovava sua relação com Chara, ainda mais agora, que estava grávida. Talvez fosse por esse motivo que tudo estivesse tão conturbado. 

 

Foi aí que lembrou-se do bar do Grillbys. Claro! Ele deveria estar lá!  

 

Frisk sorriu, então apertou o passo em direção ao bar. Ela era observadora, então, quando passou em frente ao lugar de moto com Chara, decorou o caminho. Estava feliz, ela realmente achava que encontraria ele ali!  

 

O bar não era tão longe de sua casa, então presumiu que levaria uns 10 minutos para chegar lá, porém... 

 

Quando estava na metade do caminho, pôde ver um grupo de pessoas andar em sua direção na mesma calçada. Frisk respirou fundo, ela precisava manter a calma. Pôs as mãos nos bolsos, ergueu a cabeça e continuou a andar. Suspirou aliviada quando as pessoas passaram direto, entretanto, sentiu seu coração acelerar quando ouviu algumas risadinhas.  

 

— Ei, lindinha, tá perdida? — Um homem perguntou enquanto colocava a mão no ombro de Frisk. 

 

— Tá indo pra onde? A gente te dá uma carona. — Um deles disse com um sorriso malicioso. 

 

— ....lu-lugar nenhum. — Ela sussurrou, enquanto desviava o olhar.  

 

— Iiiih, tá com medo, é? — Um deles debochou, fazendo os outros rirem.  

 

— Se preocupa não... — O homem de antes passou a mão em sua cintura. — A gente não vai te machuc... 

 

Antes que ele pudesse terminar, Frisk chutou sua perna e tentou correr o mais rápido que podia. Sua barriga doía, mas não podia parar.  

 

— Que vadia! — O homem exclamou, então pegou a arma que guardava em sua calça e mirou em Frisk.  

 

Um tiro.  

 

Um disparo.  

 

Foi o suficiente para que Frisk caísse no chão. 

 


Notas Finais


NÃO
ME
MATEM


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