História Die In Your Arms - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kristina Bazan
Tags Ciumes, Justin Bieber, Loucura, Romance
Exibições 155
Palavras 3.263
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee.
PORRA, VOCÊS SÃO FODAS!
QUEREM ME MATAR, VEADAS? 18 COMENTÁRIOS? 😭😍
EU MORRI, SÉRIO. 😱😭😭
OBRIGADAAAAAAAAAA, AMEI CADA UM. 😊😋 😍

Vamos seguir aquele ritmo de ignorar os erros? Então, tá 😂

IGNOREM TBM O JEITO QUE FICAR A POSTAGEM, TENTEI ARRUMAR AQUI. MAS NÃO DEU MUITO CERTO. 😒😒

Tenha uma ótima leitura, atualizarei rapidamente, pois o próximo capítulo já está quase pronto. Depende de vcs... 😏😋
Não sou má, vocês sabem. 😏😏😏

Fui.😗

Capítulo 18 - Do not go, please!


Fanfic / Fanfiction Die In Your Arms - Capítulo 18 - Do not go, please!

Justin’s P.O.V

A raiva percorria meu corpo, não apenas por saber que ela me traiu, mas também por saber, que aquela desgraçada me escondeu novamente, que estava grávida. Porque eu não engoli, aquela desculpa fodida da primeira vez. Ela sabia, só que não quis me contar.   

- Vai ficar aí, parado? – Jazzy praticamente gritou e me empurrou.

Sai em disparada dali, consegui ver Ryan. Ele estava saindo com Natasha nos braços, nem sei como desci aquelas escadas tão rápido, sai da casa e Za entrava em seu carro. 

- Me dá ela, aqui. – Falei e ele se virou para me olhar.

- Tá louco? Qual é o teu problema, Bieber? – Ryan parecia estar bravo.

- Você. Não é porque dormiu com a minha mulher, que agora tem algum poder sobre ela. – Disse estressado.

- EU NÃO DORMI COM ELA, SEU FILHO DA PUTA. – Ryan gritou estressado e seu rosto ficou todo vermelho.

 - QUE SEJA. – Gritei. – Me dá ela, cacete. – Ordenei e a tirei dos braços dele. – Abre essa porra. – Chutei a porta do carro.

Ryan abriu a porta de trás, adentrei com Natasha e encarei Ryan. Ele adentrou no carro, ao lado de Za.

- Vou te dar um desconto, por estar nervoso. – Za disse sério.

Acho que não gostou do chute, na lataria do carro. Caguei, pra esse fodido!

- Pisa fundo. – Ryan disse para Za e o mesmo deu partida, raspando os pneus no chão, fazendo um barulho irritante, saindo em disparada para qualquer hospital.

Olhei para Natasha e ela parecia estar dormindo, seu short estava mais manchado de sangue, senti meu coração disparar. Bati de leve em seu rosto na tentava de que ela acordasse, pois, seu corpo estava mole em meus braços.

- Amor... – Bati novamente e ela abriu os olhos, mas os fechou rapidamente, os comprimindo.

Ela colocou as mãos na barriga.

- Está doendo demais. – Ela choramingou e aquilo acabou comigo.

Que porra eu fiz? A culpa começava a pesar, toneladas em minhas costas. Sentia a raiva, dar lugar ao nervosismo. Za derrapou o carro em frente ao hospital e abri a porta saindo, Natasha gemia muito. Sai correndo com ela nos braços, adentrando em desespero, para dentro da emergência do hospital.

- Me ajudem, por favor. – Disse alto, sentindo meus olhos marejarem. 

Qual é, Bieber? Não vai chorar. Recebi todos os olhares daquele lugar, duas enfermeiras se aproximaram rapidamente, com uma maca. Coloquei Natasha na mesma e meu coração se estilhaçou, ela estava chorando muito.

- O que aconteceu com ela? – Um cara que parecia o médico, perguntou.

Que merda você fez, Bieber? Congelei, olhando Natasha chorar, naquela maca. Enquanto um outro cara a examinava, ali perto da porta, mesmo.

- Senhor? Preciso saber, o que aconteceu com ela. – O mesmo cara, tornou a perguntar alto e impaciente.

- Ela se envolveu em uma briga. – Ouvi a voz de Ryan, atrás de mim. – E está gravida...

- Que tipo de briga? – Ele insistiu desconfiando.

Esse cara tá brincando, comigo?

- NÃO INTERESSA, PORRA. – Berrei estressado e o cara se assustou, bicha. – EXAMINA ELA DE UMA VEZ. – Todos me olharam rapidamente.

- Vamos logo, ela está abortando. – O outro médico disse alto. 

Eles saíram as pressas com Natasha na maca, desaparecendo em seguida em uma porta enorme, restrita. Abortando? Senti o choro em minha garganta.

- Eu não vou aguentar esperar... – Reclamei, sentindo meus olhos marejados.

Não vai chorar agora, engole esse choro, porra!

- Fica calmo, Bro. – Senti Ryan tocar o meu ombro, o olhei e ele estava descalços, com o canguru do Za, para disfarçar que estava de samba-canção. – Vai ficar tudo bem.

Deveria aproveitar a oportunidade e socar a cara desse traíra do caralho, mas estava preocupado demais, para fazer isso. Fora, que se eu começasse uma briga aqui, os seguranças me expulsariam. Mais que as minhas mãos estavam coçando, para quebrar a cara dele, estavam. 

Desviei o olhar e fui até a recepção, ceder algumas informações sobre Natasha. O ruim foi dar informações pela metade, pois não peguei nenhum documento dela.  

Respirei fundo e me joguei, em um daqueles sofás da sala de espera. Apoiei meus cotovelos em minhas pernas e repousei minha cabeça em minhas mãos, olhando para o chão. Caralho! Esperar era simplesmente desesperador, me dava agonia. Respirei pesadamente, a verdade era, que me sentia um monstro. Bom, nem assim eu poderia me chamar, seria uma ofensa aos monstros de verdade. Que tipo de homem você é, Bieber? Um lixo?

- Só uma pergunta... – Ouvi a voz de Ryan e nem me mexi.

- Se quiser manter os dentes, não fala comigo. – Falei com raiva, pausadamente.

- Qual é, Bieber? – O olhei. – Acha mesmo, que eu faria isso com você?

- Não acho! Eu vi, cacete. – Disse entre dentes, controlando o tom de voz.

- Você não viu nada! – Ele afirmou bravo. – E eu nunca faria isso com você, com um irmão. – O vi encher os olhos de lágrimas. - Você vai se arrepender, Bieber.

- Cala essa boca, não fode. - Disse irritado. Ele assentiu, se levantou e saiu. 

Esse filho da puta está sendo sincero, ou está fingindo muito bem. Bufei.

- Familiar de Natasha Bieber. – Ouvi falarem alto, me levantei percorrendo o olhar pelo hospital bagaceiro. Porque era um hospital bem bagaceiro, mesmo. 

Vi um cara sair de trás da porta restrita. Me aproximei e senti um frio na barriga, queria mesmo era sair correndo dali. Fugir, eu sempre faço isso.

- Sou o obstetra, Edward. – Ele me estendeu a mão, a peguei o cumprimentando e a recolhi rapidamente.

- Justin. – Disse.

- Você é o que, dá paciente? – Ele me olhou por cima dos óculos de grau.

Porque essa burocracia toda? Palhaçada!

- Bom... Eu... – Estava nervoso. – Ela é minha mulher. Como ela está? – Falei rápido demais.

O sentia o desespero me dominando.

- Bom, ela está bem. Agora está dormindo, mas ficará bem... - Ele respondeu assinando algo, em uma prancheta.

- E o meu filho? – Quase não me ouvi perguntar. 

Ele me encarou.

- Eu sinto muito, a gestação era recente... – Meu coração acelerou no momento que o ouvi falar, continuava o olhando, mas não estava prestando atenção, em nenhuma palavra. A dor começava a me consumir e a culpa já era presente, mais uma vez eu matei o meu filho? É isso, mesmo? Posso me considerar um assassino, agora? Porra, o que eu fiz? – Senhor?

- Sim? – Acordei dos meus pensamentos.

- Não precisa ficar aqui, a cedamos e provavelmente, só acordará a noite.

Como assim? Eu fico onde eu quiser, porra.

- Eu vou ficar, quero vê-la. – Disse sério, o encarando.

- Se prefere assim, me acompanhe. – Ele disse derrotado. 

Ele deu as costas, adentrado na área restrita, o segui. Era um corredor enorme e cansativo. No final do mesmo, tinha uma plaquinha onde indicava, que entraríamos na ala da maternidade e exigiam silêncio. Prendi a respiração, ao ver as pessoas em seus quartos sorrindo, segurando bebês. Pareciam felizes, baixei a cabeça...  Aquilo terminou comigo, literalmente! Senti que o choro estava próximo, porém, não queria chorar. Ninguém precisava me ver chorando, não queria ser fraco. Mas estava doendo!

O doutor parou em frente uma porta qualquer, a abrindo.

- É aqui, fique á vontade. – Ele disse e se afastou, o vi sumir do meu campo de visão.

Me aproximei da porta e fitei Natasha, que estava de fato, dormindo. Tomava soro, em uma das mãos e uma máquina ao lado da cama apitando, mostrava seus batimentos cardíacos, calmos. Tomei coragem e entrei, fechando a porta com cuidado. Caminhei vagarosamente até a poltrona, que tinha ao lado da cama dela. Me sentei a olhando, ela se mexeu e virou o rosto para mim, gelei completamente e me levantei rapidamente, em alerta. Mas foi à toa, pois ela ainda dormia, tranquilamente. Fiquei a observando e percebi o canto de seu lábio, cortado. E aquele rosto lindo, estava abatido. Me sentei, novamente e peguei em sua mão.

‘’- ELA ESTÁ GRÁVIDA, PORRA! ’’

Fechei os olhos, relembrando as palavras de Ryan. O remorso me deixava, inquieto. Baixei a cabeça e beijei as costas da mão dela.

- Me perdoa... – Sussurrei e meus olhos marejaram.

Estava morrendo por dentro, pois eu não sabia. Eu queria apenas, que ela me respondesse. Eu não queria ter batido, nela. Deus, ela nunca vai me perdoar! Balancei a cabeça, inconformado, eu não sabia... 

[...]

Passei a noite no hospital, acompanhando Natasha. Mas fiquei na sala de espera, não quis ficar no quarto, pois, me faltava coragem de olha-la. Acabei cochilando algumas vezes, mas aquelas pessoas não ficavam caladas, então os cochilos, nunca passavam de dez minutos.

Logo cedo Jazzy, apareceu no hospital com algumas roupas da Natasha, que eu havia pedido. Eu estava acabado, fisicamente e mentalmente. Enquanto Jazzy ia no quarto, onde Natasha estava, eu assinei a alta e paguei a conta do hospital. Meu corpo estava aflito, só de pensar, que eu ainda teria que encarar, Natasha. 

Sai do hospital e vi um carro piscar o farol, reconheci o carro de Za e me aproximei, adentrei no carro, me sentando ao lado dele.

- E aí, parece cansado. – Ele disse, me olhando.

- Não durmo a dois dias. – Bufei e senti meus olhos arderem. 

Meu corpo implorava por descanso.

- Tô sabendo, vou deixar vocês no aeroporto. – Assenti e olhei para a porta do hospital, Natasha caminhava vagarosamente, ao lado de Jazmyn. – Já falou com ela?

- Porque ? – Perguntei frio.

Porque ele quer saber?

- Foi mal! Não está mais aqui, quem perguntou. – Revirei os olhos e ele ligou o carro. 

As garotas entraram no carro, acompanhei Natasha pelo retrovisor. Ela nem me olhou, apenas ignorou a minha presença. Seu nariz estava vermelho, ela estava chorando. Apertei meus olhos, os fechando. A culpa só aumentava e nada amenizava, o que eu estava sentindo. Nem mesmo, a suposta traição. Porque ela me traiu, certo? Não sei. Mas nem pensar nisso, eu conseguia. Só me vinha a imagem dela, chorando quando a coloquei na maca e eu tenho certeza de que aquele choro, não era de dor. 

... 

Passava das três e meia da tarde, quando chegamos em Los Angeles. Nunca me senti tão mal, viajando com os caras, como me senti hoje. Cada um, em um canto, sem mencionar nenhuma palavra. Natasha quieta, chorando em silêncio. Sem falar que os caras me ignoraram, lindamente. Foda-se! Não queria falar com ninguém, mesmo. 

Carter estacionou em frente a mansão, Natasha saiu na companhia de Jazzy, adentramos e elas subiram. Não tinha ninguém em casa, bufei e mandei os seguranças colocarem as malas, nos quartos. 

Subi e vi Natasha entrar no quarto de Jazzy. Eu só queria tomar um banho e dormir um pouco. Adentrei no quarto e fui direto para o banheiro, me despi, entrei no box e liguei o chuveiro, deixando aquela água percorrer por todo o meu corpo, na esperança de que ela levasse consigo, a culpa de tudo que eu tinha causado. Meu corpo inteiro doía, eu só queria acordar e ter certeza de que tudo não passava de um pesadelo, tosco.

 Fiquei mais de meia hora no banho, eu ainda não tinha coragem de sair dali e encara-la. Desliguei o chuveiro e peguei a toalha, me enxugando. A enrolei na cintura, respirei fundo e sai do banheiro. Ouvi alguns barulhos vindo do closet, adentrei no mesmo e vi Natasha tirando algumas roupas dela do roupeiro e colocando na mala aberta, que estava no chão. Franzi o cenho.

- Que porra, você está fazendo? – Perguntei e a vi paralisar, pois estava de costas para mim.

- O que você quer? – A ouvi murmurar.

- Porque está arrumando essa mala? – Perguntei.

- Porque, Justin? – Ela fungou.

- Não sei, Natasha. Me diz você!

- Como você é cínico. – Ela pareceu cuspir as palavras, franzi o cenho.

Porque ela não olha, para mim?

-Tem certeza, que o cínico da história, sou eu? – Ri de leve. – Não foi eu, quem escondeu a gravidez. – Ela se virou para me encarar.

Ela estava chorando.

- VOCÊ ME BATEU. – Ela gritou entre o choro, senti meu sangue ferver.

- EU NÃO SABIA, CARALHO. – Esbravejei e ela colocou as duas mãos no rosto. – Você tem uma mania filha da puta, de esconder as coisas de mim, Natasha. Quando ia me dizer, que estava dormindo com o Ryan? – Me estressei.

Ela me encarou perplexa.

- Eu não dormi com o Ryan. – Ela disse estressada.

- Ah, não? - Debochei. - Então, se não foi com ele, foi com quem? 

Eu vi ela saindo da porra, daquele quarto.

- Como você é baixo, Justin. 

- Não foi eu quem traiu. - Disse sério.

- Eu não traí você, seu merda. – Ela jogou algo em minha direção, me esquivei rapidamente e só ouvi o barulho do objeto, se estilhaçando na parede. – Eu deveria ter dormido com ele mesmo, pelo menos você me apontaria, com a certeza da traição. – A voz dela quase não saia.

Fiquei a encarando, sem ter o que dizer. 

- Porque você faz isso? Porque não me fala, as coisas? – Agora eu me sentia, um idiota.

- Você não merecia saber. – Ela disse entre o choro.

Acabei vacilando, sentindo meus olhos marejarem, mas a raiva sempre fala mais alto.

- ERA MEU FILHO, PORRA. – Gritei irritado, tentei engolir o choro.

 Ela não tinha o direito de me esconder, isso.

- E você tirou ele de mim. – Ela jogou na minha cara, entre soluços.

Desviei o olhar rapidamente, sentindo algo escorrer por meu rosto. Agora não, Bieber! Era estranho para mim, não queria chorar na frente dela. Limpei o rosto em seguida, tentando engolir a porra do choro.

- Não fala assim, eu não sabia... – Disse baixo.

Ouvi alguém bater na porta.

- Senhora? – Era voz de Carter.

- O que você quer? – Perguntei irritado, aparecendo na porta do closet, Carter estava parado na porta do quarto.

- A senhora Natasha pediu, que eu a ajudasse com a mala. – Carter disse.

- Está aqui, Carter. – Natasha disse e a encarei.

- Com licença. – Carter disse e entrou no quarto, passando por mim e pegando a mala que estava no chão. 

Ele a fechou e saiu carregando a mesma do quarto.

- Porque ele levou a mala? – Perguntei e ela não me respondeu, passou por mim, saindo do closet, a segui. – Responde. – Disse entre dentes.

A vi respirar fundo.

- Eu vou embora. – Ela me olhou.

- Quê? – Ri, até que foi engraçado.

- Eu vou voltar, para casa da minha mãe. – Franzi o cenho.

Ela não teria toda essa coragem. Nunca que iria voltar para o Brasil, ela não suportaria viver tão longe de mim.

- Claro que não, você não vai a lugar algum. – Disse autoritário, passando a mão entre meus cabelos. – Você vai ficar, aqui.

- Como assim, não vou? Você não manda em mim e já está decidido! – Ela disse firme.

- Você não decide nada, caralho. – Disse irritado. – Você é minha mulher.

- Não! Não sou mais nada sua, Justin. – Ela disse estressada, travei o maxilar. – Acabamos, aqui. – Fechei os punhos e a vi engolir a seco. 

Ela estava com medo, era nítido. Respirei fundo e vi as lágrimas rolarem no rosto dela. Ela queria ir embora, seu olhar denunciava isso.

- Tem certeza? – Enchi meus olhos de lágrimas, mais uma vez vacilei. – É isso que você quer?

Porque não era isso, que eu queria. Caralho, eu a amo tanto! Ela hesitou e fechou os olhos.

- Tenho, a partir de hoje... – Ela me encarou, engoli o choro. – Você está livre. – Fiquei a olhando.

No fim, assenti.

- Tudo bem, pode ir. – Disse sentindo uma mistura de raiva, com dor. – Bate a porta, quando sair. – Dei as costas e entrei no closet. 

 Logo ouvi a porta bater e soltei o maldito choro, que estava trancado a horas em mim. Me escorei na parede e coloquei as duas mãos no rosto, sentindo os soluços me invadirem. Perdeu, ela foi embora, Bieber! E eu amo tanto aquela desgraçada, teimosa. Mesmo não sabendo, o que realmente aconteceu, sei que o que fiz pesa mais. Talvez ela queria, que eu a valorize mais. Mas confesso, que não consigo me ver longe dela... Não consigo imaginar ela livre de mim, podendo ter outra pessoa. E saber disso, estava me matando. 

Me levantei, cessando o choro. Tirei a toalha da cintura, vesti uma boxer, uma calça de moletom e uma camiseta qualquer, coloquei um boné e peguei óculos escuros. Calcei o primeiro supra que vi, sai do closet e peguei meu celular dentro da minha calça, que estava jogada dentro do banheiro. Sai do quarto e dei de cara com Jazzy, ela vinha das escadas.

- Sabe que horas, sai o voo da Natasha? – Perguntei.

- As seis. – Ela disse e sai em disparada, me odiando no momento, por ter mandado fazer, aquela merda de escada gigantesca.

Fui até a garagem, adentrei na minha Ferrari vermelha, olhei a hora no visor do celular e o mesmo marcava 05:09 p.m. Arranquei que nem um louco da mansão, pegando um transito do caralho, no caminho. Era só o que me faltava, esse povo escroto nunca sai de casa e hoje resolveram sair? Filhos duma puta!

- TOMAR NO CU, NINGUÉM QUER? – Berrei pela janela e apertei a buzina, seguido de um soco no volante.

Cheguei no estacionamento do aeroporto, passava das cinco e meia. Sai do carro o travando e adentrei no aeroporto. Caminhei rapidamente batendo nas pessoas. Que inferno, porque não saem da frente? 

- Atenção senhores passageiros, com destino ao Brasil. Por favor, dirijam-se ao portão de embarque, trinta. – A voz soou pelo aeroporto inteiro. – Essa é a penúltima chamada.

Caminhei até o maldito portão de embarque, a merda ficava do outro lado do aeroporto. Percorri meus olhos pelo local, procurando ela. Eu só queria ter a certeza de que ela iria realmente, ter coragem de deixar tudo aqui, de me deixar aqui... 

A fila de embarque era enorme e uma parede de vidro, nos separava. Sem citar os seguranças. Senti meu coração disparar, ela estava lá. Peguei meu celular e disquei o número dela, a vi recusar a chamada. Engoli a seco, tornei a ligar, mas desativei o identificador de chamadas, a vi olhar a tela. E logo atender.

- Alô? 

- Oi, sou eu. – Falei.

- O que você quer, porra? – Ela perguntou estupida. 

- Porque ignorou a minha chamada? – Perguntei irritado.

- Eu atendo quem eu quiser, Justin. O celular é meu! - Ela estava brava.

- Deixa de ser estupida! Você comprou essa merda, com o meu dinheiro. – Disse.

- Olha quem fala... E não se preocupa, assim que eu chegar lá, te devolvo ele.

- Eu não quero.

- Eu faço questão, Bieber. – Fechei os olhos, a ouvindo pronunciar o meu sobrenome. – Fala rápido, o que você quer? – Ela perguntou e simplesmente me calei. – Eu vou desligar... - Ela ameaçou.

 

- Fica. – Disse, sentindo a minha voz falhar.

 

Não vá, por favor! O orgulho estava me matando. 

- Quê? – Ela parecia não acreditar.

- Fica comigo, não vai embora. – Fechei os olhos.

- Para com isso, Bieber... Não combina com você. - Ela debochou.

- Por favor, amor... – Disse baixo.

- Então, me dê um bom motivo, para esquecer tudo. – Ela disse baixo.

- Eu te amo, Natasha. – A vi baixar a cabeça. Ela ficou alguns instantes, em silêncio. – Olha para trás.

Ela se virou rapidamente e logo encontrou o meu olhar, vi seus ombros desanimarem. Meu coração estava disparado, como se fosse sair pela boca. Porque ela não sai daquela fila e corre até mim?

- O que está fazendo aqui?

- Me perdoa, baby. – Pedi, sentindo o choro em minha garganta. - Eu não sabia, eu não queria. – Ela me olhava, mas não dizia nada. – Por favor... 

Como eu queria ler os pensamentos dela, como eu queria saber...

- Adeus, Justin. – Ouvi ela dizer baixo e o desespero me invadiu. 

- Natasha... – A vi desligar. 

Ela deu as costas, entregou a passagem para a aeromoça e desapareceu, entrando no portão de embarque. 

Que? Amar ela, não é o um bom motivo? A vontade que eu tinha, era de sair quebrando tudo. Para extravasar, toda a raiva que eu estava sentindo. Eu estava livre, ela estava livre e não era isso que eu queria. Como faz, para voltar no tempo?


Notas Finais


Ain, tadinho. 😭
NatNat foi embora. 😭😭😭😭😭😭
E agora? 👀😱

Espero que tenham gostado. Mil perdões, por ter conseguido atualizar, só agora. 😑

Então era isso, fiquem com Deus!
Suas goxxxxxxtosas. 😗😍

Decolei... 😴😪


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