História Die In Your Arms - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kristina Bazan
Tags Ciumes, Justin Bieber, Loucura, Romance
Exibições 153
Palavras 4.274
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieeeeeeeeeeeeeeee.
Demorei? É claro que não.😋

**Obrigada pelos comentários, suas divas, maravilhosas e gostosas.😍😗

VOCÊS ME DESCULPEM POR NÃOTER POSTADO A TARDE, COMO RESPONDI EM ALGUNS COMENTÁRIOS. SÓ QUE TIVE UM COMPROMISSO E O MESMO ME ROUBOU A TARDE TODA. 😒

*Ignorem os erros e tenham uma ótima leitura. 😊

Próximo capítulo, quase pronto.👌

Segue o barco! 😘👇

Capítulo 19 - She came back?


Fanfic / Fanfiction Die In Your Arms - Capítulo 19 - She came back?

Justin’s P.O.V 

Ela vai voltar, eu tenho certeza disso! Ela não aguentaria ficar tanto tempo, longe de mim. Estamos juntos a quase cinco anos, ela não jogaria tudo fora, como se tudo que vivemos, fosse nada. Eu tenho certeza disso! Mentira! Ah quem voce quer enganar, Bieber? Você não tem mais certeza, disso. 

Parece que os dias não passam e isso me incomoda, pois ela não volta. Também não sai da minha cabeça, vou acabar pirando de vez. Porque a falta que ela me faz, está me agoniando. Natasha é tudo que eu tenho, de mais valioso. Sei que é meio gay, pensar assim. Mas a verdade é essa! Ela foi a única que me suportou por tanto tempo, me amou, me provocou e me enlouqueceu. E é a única que consegue me irritar, até mesmo arrancar o sorriso mais sincero de mim. Sem ela aqui, nada tem a mesma graça. 

- Amor? – Era a minha mãe. 

- Quê? – Perguntei com a voz abafada, por estar com um travesseiro, sobre o rosto.

- Está tudo bem? – Senti a cama afundar, ao meu lado.

- Porque não estaria? – Perguntei de qualquer jeito.

- Ok. – Ela disse e percebi que ela se levantou.

Tirei o travesseiro do rosto, minha mãe estava se aproximando da porta.

- Ela foi embora, mãe. – Disse, sentindo o choro em minha garganta.

Minha mãe se virou e suspirou, me olhando. Ela se aproximou novamente e se sentou ao meu lado.

- E como queria que ela reagisse, depois de tudo que aconteceu? – Ela perguntou calmamente.

- Eu sei, que pisei na bola. – Me sentei na cama e passei as mãos entre os cabelos. – Ela só não precisava ter ido embora.

- Mas ela está magoada, filho. – Suspirei. – É a segunda gravidez, que ela perde e isso dói até em mim. - Ela colocou a mão sobre o peito.

- Não me diz isso. – Disse baixo a olhando. – Me sinto a pior pessoa desse mundo.

- Já experimentou ligar para ela? – Neguei com a cabeça.

- Eu não consigo falar.

- Deveria tentar, se a ama de verdade... – Ela se levantou da cama. – Aproveita esse tempo sem ela, para refletir em tudo que a fez passar. – Ela disse séria e saiu do quarto.

Me joguei na cama novamente, fitando o teto. Eu já estou refletindo, eu sei que fui um filho da puta, com ela. 

[...]

Porra! Natasha acabou comigo, completamente. Estou tentando não demonstrar, a falta que ela me faz. Mas não consigo esconder, o sentimento de mim mesmo. Porque ela não volta? Ela não me ama, mais? Ouvi a porta ser aberta.

- Ok, Justin. Já chega, levanta dessa cama. – Ouvi a voz de Jazmyn, logo a claridade tomou conta do quarto, por ela ter aberto as cortinas.

- Porra do caralho, Jazmyn. – Disse alto e irritado. - Fecha essa merda. – Reclamei.

- Não! Agora, levanta. Já chega de ficar enfurnado nesse quarto, feito um doente.

- Doente é o teu pai. – Disse de olhos fechados. – E eu fico onde eu quiser, o quanto quiser, a casa é minha, porra. - A xinguei.

- Não te perguntei, mandei sair dessa cama. – Ela disse e puxou o lençol de mim.

Sorte a dela, que eu estava de bermuda. 

- Vai se foder, porra! – Disse estressado. – Sai daqui.

Joguei um travesseiro nela, ela se esquivou.

- Coloca uma coisa, nessa tua cabeça de vento... – Jazmyn pareceu irritada. - Ela não vai voltar. – Ela disse convicta.

- Cuida da tua vida, garota. – Disse com desdém, me levantando.

- Trate você de cuidar da sua. Já faz mais de um mês, que ela foi embora e a única coisa que você sabe fazer, é beber e ficar trancado nesse quarto.

- Fora do meu quarto, Jazmyn. – Disse entrando no banheiro, dando a mínima, para o que ela acabará de dizer.

Era verdade, já faz mais de um mês, que ela se foi. Porém, eu estava pouco me fodendo, para a preocupação de Jazmyn. Urinei e dei descarga, lavei as mãos e depois o rosto. Enxuguei, sai do banheiro e a chata Jazmyn, ainda estava ali.

- Mais que cacete! Eu não mandei você, meter o pé?

- Por favor, Justin... – Ela pediu manhosa.

- Qual é o teu problema, garota? – Fiquei a encarando.

Ela bufou e saiu do quarto pisando firme. Natasha costumava fazer isso, sorri espontaneamente. Sacudi minha cabeça, me livrando daqueles pensamentos. Porra, Natasha! Sai da minha cabeça. Voltei ao banheiro e tomei um banho demorado. O que eu vou fazer? E se ela já se apaixonou, por outro? Eu não consigo me ver sem ela e meu sangue ferve, só de imaginar outro tocando naquele corpo. Desde que ela foi, não me liga e ao menos me atende. Ela não se importa? É isso mesmo? Seria impossível. 

Vesti uma bermuda, uma regata e desci, estava cheio de fome. Adentrei na sala de jantar, me deparando com Khalil, Ryan e Chaz. A trupe toda tomava café, na companhia do meu pai, desde a volta de Miami, que não os via. Na verdade ignorei todos, depois daquele dia.

- Como você está, Bro? – Ryan perguntou na maior cara de pau.

- Não te interessa, não fala comigo. – Disse me aproximando da mesa, peguei um pedaço de bolo.

- Que isso, Justin? – Meu pai perguntou.

- Qual é, Bieber? – Ryan perguntou. – Pensei que já tivesse superado.

- Como superar, que o meu melhor amigo, fodeu com a minha mulher? – Perguntei irritado e vi Chaz se engasgar. Khalil começou a rir. – E você. – Olhei para Khalil. – Tira a porra desse riso da cara. – Khalil ficou sério.

Foi engraçado.

- Já chega, Justin. – Meu pai disse irritado.

- Já chega, um caralho. Esse filho da puta, fodeu a tua princesinha. – Disse com ironia, apontando para Khalil. 

- Eu não fiquei com ela, cara. – Khalil disse bravo. Será que é difícil de acreditar?

Sim!

- Assim como Ryan, não fodeu a Natasha? – Perguntei rindo. – Acredito! Quero vocês, fora da minha casa. - Eles ficaram me olhando.

- Claro que não, eles são os meus convidados. – Meu pai os defendeu.

É um veado vendido, mesmo.

- Mas a casa é minha e eu quero eles fora. – Disse ignorante.

- Fala direito comigo, moleque. – Meu pai bateu na mesa e se levantou. – Tá achando, que eu sou quem? Não sou a Natasha, eu meto a mão nessa tua cara, seu bosta. E te ensino como tratar as pessoas na marra. Está pensando o que?  – Apertei meus punhos, esfarelando todo o bolo em minhas mãos. – Sai da minha frente. – Ele disse entre dentes.

Dei as costas e sai da sala de jantar, bufando. Que ódio! Subi aquelas escadas pisando firme, fui para o meu escritório e bati a porta com força. Caminhei até a minha mesa e me sentei em minha cadeira, precisava me acalmar, se não, eu ia acabar socando a cara do meu pai, também. Respirei fundo e relaxei o meu corpo na cadeira. Sem ela aqui, fica tudo mais difícil. Sem ela aqui, me sinto fraco. Na verdade, ela é o meu ponto fraco.  Ouvi alguém bater na porta, logo a mesma foi aberta, era Jazmyn. Ela entrou e a acompanhei com o olhar, sempre faço isso sem piscar e ela a mesma coisa. Jazzy se sentou na poltrona, em frente a minha mesa.

- Quer parar? – Ela perguntou rindo. – Meus olhos estão ardendo. – Ri de leve e pisquei.

 Ela não consegue ficar, muito tempo longe de mim. 

- Você nunca consegue. – Ela riu. – O que você quer?

- Conversar sobre Miami. – Relaxei meu corpo na cadeira, novamente.

- O que tem Miami?

- Natasha não dormiu com Ryan e Khalil não dormiu, comigo. – Ela disse, rapidamente.

- Uau e quem te mandou, aqui? Ryan ou Khalil? – Desconfiei.

- Ninguém, só quero que pare de acusar eles. – Ela disse simples. – A única coisa, que aconteceu naquela noite, foi o quase strip de Natasha. O resto você que fantasiou!

- Quase strip? – Franzi o cenho, ignorando a parte da tal fantasia.

- Ryan foi o único que não bebeu. Quando ele viu, o que Natasha estava fazendo, a tirou da mesa e colocou a camiseta dele, nela. Depois cuidou dela, pois ela começou a vomitar muito. E eu cuidei do Khalil, você o encontrou no meu quarto, porque aquele idiota acabou desmaiando ali, mesmo. – Fiquei a olhando, estático. – Então, deixei Ryan cuidando da Natasha no meu quarto e fui para o quarto do Khalil. Estava morrendo de sono.

- Pensou nisso tudo, sozinha? – Ela me fuzilou e revirou os olhos. – Tem certeza, disso?

- Eu não preciso mentir, Justin. Entanto que naquele dia, eu bebi, mas não para cair como Chaz e Khalil, sem contar no Za. Eu me lembro do que aconteceu. - Ela apontou para si mesma.

- E só agora você me diz, isso? – Perguntei estressado.

- Por acaso, você deixou alguém explicar? - Ela perguntou estressada. - Saiu socando todo mundo, enlouquecido. E você não parava de gritar...

- Tá, tá. Eu sei, não precisa lembrar essa parte. – Disse a interrompendo e liguei o notebook. – Então, os garotos não fizeram nada. Para de pegar no pé, dos anjinhos. – Franzi o cenho.

- Anjinhos? - Perguntei rindo e ela deu de ombros.

Jazzy e seus apelidos carinhosos.

- Já podem entrar, a barra está limpa. – Ela disse alto e a olhei.

Chaz, Ryan e Khalil entraram no escritório, com as caras de cachorros arrependidos.

- Eu não esqueci do soco, pode ter certeza. – Khalil disse bravo, me olhando e se jogou no sofá.

- Eu não fiz nada. – Chaz disse e se sentou ao lado de Khalil.

- E sobre ter me visto no mesmo quarto, que a Natasha... – Ryan começou.

- Eu não quero saber. – O cortei. - Esse assunto já deu o que tinha que dar e eu não quero mais falar. – Disse os olhando.

- Que ótimo! Porque eu não estava afim de me explicar, também. – Ryan disse, dando de ombros

Eu sei que esse puto não ficou com ela, pois, Natasha se entregaria. Ela não sabe mentir para mim, foi eu que viajei legal.

- Você quase quebrou o meu nariz, pau no cu. – Khalil disse do nada e revirei os olhos. 

- Ainda? – Jazzy perguntou o olhando. E os caras riram, menos Khalil. 

- Parece uma puta, reclamando. – Disse e ele me lançou um olhar matador.

- Vai ter volta, pode esperar. – Ele disse bravinho.

- Ui, a bicha é vingativa. – Chaz fez graça.

Soltei uma gargalhada, Khalil ficou o encarando.

- Sorria... – Chaz falou para Khalil, ele revirou os olhos.

- A propósito, eu queria falar com você. – Khalil disse sério e me olhou.

- Fala. – Disse.

- Quero saber, se posso levar a tua irmã, para sair. – Franzi o cenho. – Não sou homem de ficar dando beijinho escondido, não quero ter que socar a tua cara, bom na verdade, eu quero. Mas não por esse motivo, pois, somos amigos. Apesar de ainda estar te odiando, pelo soco. – Ri fraco, ele não vai superar o soco. – Quero saber se tem algum problema, para você?

Olhei para Jazzy e a mesma estava um pimentão, estava com vergonha. Ri fraco, Khalil é corajoso.

- Por mim, nenhum. – Dei de ombros.

Tô nem aí. Como eu disse, nada tem a mesma graça. Nem mesmo implicar com Khalil, por causa de Jazzy.

- Que bom! Porque se me respondesse não, eu ia sair com ela, igual. – Ele disse se achando o fodão, Chaz e Ryan começaram a rir. – Porque não tenho medo de você. – Tive que rir.

- De boa, Khalil! – Ele estava muito engraçado bravo. – E para de falar comigo desse jeito, me desculpa pelo soco, trouxa. – Disse rindo.

- Não sei se desculpo, ainda estou magoado. – Ele disse manhoso, que nem uma puta.

- É uma bicha, mesmo. – Ryan disse.

- Seu cu. – Khalil disse sério e rimos.

Ficamos jogando conversa fora, Jazmyn já tinha saído. Pois disse que ia ao shopping, com a minha mãe. Como gastam, essas mulheres! Depois de um tempo, os caras voltaram para a gravadora. Alguém tinha que trabalhar, naquela porra. E esse alguém não era eu, pois, fiquei trabalhando no meu escritório, mesmo. 

Logo senti meu celular vibrar, peguei ele de cima da mesa, era uma mensagem de Chaz. Dizendo que ia me mandar alguns contratos importantes, por email. Sai da caixa de mensagem e me deparei com a foto da Natasha, em minha tela. Que saudade que eu estou, da minha garota! Por impulso, disquei o número dela e desativei o identificar de chamada. Queria apenas ouvir a voz dela, era pedir muito? Demorou um pouco, para ela atender.

- Alo? – Ela disse em português.

 Reconheci a voz de sono dela. Eu nem sei, que horas são lá no Brasil. Foda-se!

- Porra! Que saudade dessa voz. – Disse baixo, sem pensar.

- Justin? – Senti meu coração acelerar, não queria que ela desligasse. – É você, Justin? – Ela perguntou em inglês. Sim amor, sou eu. Queria dizer que estou morrendo de saudades... Fechei os olhos. – Alo? – Desliguei rapidamente, pois algo me impedia de falar. 

De todas as vezes que liguei, esse foi a primeira vez que vacilei e acabei me entregando. Eu a amo muito e parece que esse sentimento, me machuca. Que porra essa garota fez, comigo?

.

.

.

UM ANO, DEPOIS. [...]

Senti alguém me balançar.

- Acorda, amor. – Reconheci a voz de Nicolle, ela me sacudia. 

Porra do caralho! Odeio que me acordem. Ainda mais, me balançando.

- Me deixa, porra. – Resmunguei a xingando. 

- Acorda, Baby. Seu celular está tocando, faz tempo. – Ela me sacudiu novamente. 

Bufei e abri os olhos, dando de cara com Nicolle. Ela estava de joelhos na cama, ao meu lado, vestindo apenas uma lingerie, branca e segurava o meu iphone. O peguei das mãos dela.

- Alo. – Disse irritado.

- E aí, vagabundo? – Reconheci a voz de Ryan. – Estou te ligando a horas, porque não atende, esse caralho?

- Vai se foder, arrombado. – Disse com a voz rouca. – Hoje é sábado e cala essa boca, vagabundo é você. – Ele riu alto. – O que você, quer?

- Chaz precisa de você, aqui na gravadora. – Bufei irritado. – Parece que é urgente. 

- É tão urgente, que ele mandou o porta voz dele, dar o recado. – Falei.

- Cala essa boca, otário! Eu só estou fazendo um favor. – Revirei os olhos.

- Vai tomar no seu cu, Ryan. – Disse aborrecido.

- Vai você, que está acostumado. – Ele disse. - Esta sempre estressado, puta que pariu. 

- Cuida tua vida, trouxa. - Disse e ele desligou. 

Que merda, estava morrendo de sono e com uma dor de cabeça dos infernos. Isso me deixa com um humor, complicado. Não deveria ter bebido tanto na boate, ontem. Agora tenho que aguentar essa ressaca, fodida. Me levantei e olhei para Nicolle, ela estava deitada e mexia em seu celular. 

- Aconteceu alguma coisa? – Nicolle perguntou e me olhou.

Nicolle é uma amiga, que Chaz me apresentou, a uns dois meses. Ela é gata, morena e gostosa, mas só serve para foder. Interesseira pra caralho, minha mãe e nem Jazmyn, gostam dela. Eu também não, mas estou tirando uma casquinha, no momento. Sem contar, que foi fácil demais, ficar com ela. E pessoas fácies, são sem graça e chatas, como Nicolle.

- Nada que te interessa! – Respondi. - Vou ter que dar uma saída. – Ela assentiu. – Então se veste aí, que vou tomar um banho. – Disse e entrei no banheiro.

Nem precisei me despir, pois estava nu. Adentrei no box e liguei o registro, regulando a temperatura da água. Sentia minha cabeça latejar e era horrível. Terminei meu banho e me enxuguei, enrolei a toalha na cintura e sai do banheiro, dando de cara com Nicolle, ela ainda estava jogada na cama, bufei irritado. Essa garota é surda?

- E aí, caralho? – Ela me olhou. – Eu não pedi para se vestir? - Perguntei estressado.

- Pensei que pudesse te esperar, amor. – Revirei os olhos.

Como assim me esperar? Não gosto de pessoas desconhecidas, perambulando pela minha casa, quando não estou.

- Não sou o teu amor e pensou errado. – Me aproximei da cama e peguei o vestido dela, que estava jogado no chão, o jogando na cama. – Agora levanta e se veste. – Disse estupido.

- Está me expulsando, Jus? – Ela perguntou manhosa, se levantando.

- Sim, tenho um compromisso. – Disse entrando closet. - E meu nome é Justin.

Vesti uma calça de abrigo, mesmo. Uma camiseta e coloquei um casaco, estava frio. Pois o tempo aqui, é indeciso.

- Você poderia me dar uma carona, não? – Ouvi Nicolle perguntar.

 Essa garota não desgruda.

- Volta da mesma forma que veio, de taxi. – Disse alto. 

Arrumei meu topete, calcei supras cinza, coloquei meu relógio e sai do closet. A porta do quarto, estava escancarada e Nicolle não estava mais ali, ótimo! Peguei meu iphone e minha carteira, sai do quarto e Marta me esperava no final da escada.

- Bom dia, senhor. – Assenti com a cabeça. – Vai tomar café?

- Não, cadê a Nicolle? – Perguntei.

- Saiu, faz alguns minutos. – Ela respondeu.

- Ok. – Respondi e peguei uma das chaves, em cima da mesinha.

Fui direto para a garagem e acionei a minha Lamborghini, adentrando na mesma e dando partida.

 ...

Entrei na gravadora e a movimentação era a mesma de todos os dias. Essas pessoas não cansam? Cumprimentei alguns empresários, meus puxa-sacos. Alguns funcionários e subi para o meu escritório, adentrei e Ryan estava esparramado em minha cadeira, folgado da porra. E Chaz estava em uma das poltronas, anotando alguma coisa em seu tablet. 

- Vaza. – Disse para Ryan, ele levantou o olhar. Já que estava mexendo, em seu celular.

- Bom dia pra você, também – Chaz disse.

- Dormiu comigo? – Ryan perguntou, se levantando.

- E eu sou veado, para estar dormindo com macho? – Perguntei e Chaz riu alto.

- Trouxa. – Ryan disse rindo. 

- Já estou aqui, vacilão. – Disse olhando para Chaz. – O que de tão urgente, você queria? Me chupar?

- Vai se foder, Bieber. – Chaz disse e soltei uma risada, alta.

- Que nojo – Ryan disse rindo.

- Não foi isso, que você me disse ontem. – Maliciei o olhando e ele fez uma cara de bunda.

Chaz e eu rimos.

- Você está bem engraçadinho, hoje. – Ryan disse e revirou os olhos.

- Esses aqui. – Chaz colocou sobre a minha mesa, alguns contratos. – Precisam da tua assinatura, pois o dinheiro está atrasado e tem que entrar em conta, hoje.

- Quem deixou atrasar? – Perguntei, revisando os contratos.

- Khalil achou que seu pai, poderia assina-los e ficou tempo demais na mesa do Jeremy, acabaram sendo esquecidos. – Chaz disse. 

- É trabalho seu, ir atrás dos contratos perdidos, não? – Perguntei olhando para Ryan.

- Eu sei, mas Khalil disse, que esses estavam resolvidos e assinados, só hoje que seu pai disse, que estavam na mesa dele, a semanas. - Ryan se explicou.

- Sei. – Disse desconfiado e Ryan bufou.

- Assina essas porras de uma vez e volta para a tua foda. – Ryan disse.

- Que foda? Eu estava dormindo, otário. – Disse rindo.

- Quem consegue dormir, tendo a gostosa da Nicolle ao lado? – Ryan perguntou.

- Bieber. – Chaz zoou.

- Cala essa boca, quem disse que eu não afofei? – Eles riram alto. – Só que a hora, que você me ligou, eu estava dormindo. - Disse olhando para Ryan.

- E quando vai pedir ela em namoro? – Chaz perguntou.

- Quando meu pau falar. – Falei e rimos.

- Sério? – Ryan perguntou.

- Não estou afim de ser corno. – Fui sincero. - Nicolle serve apenas para foder e olhe lá.

- Nicolle? Ela é gata e gostosa. – Khalil disse, entrando no escritório. – Mas também, não namoraria ela.

- Ninguém gosta de estar com a cabeça, enfeitada. – Chaz disse e entregou uma folha, para Khalil.

- Não, ele não namoraria Nicolle, porque Jazmyn o mataria. – Disse rindo e os caras riram.

- Cala essa boca, Bieber! – Khalil disse sério e saiu da sala.

- O papo ta bom, mas tenho que levar essas porras. – Chaz se referia aos documentos, que eu estava assinando.

Terminei de assinar e os entreguei, para Chaz.

- Hey, Bieber. – Ryan me chamou e o olhei, ele estava parado na porta. – Vou fazer uma social na minha casa, hoje. Eras? 

- Está me pedindo permissão? – Perguntei rindo. 

- Não, seu otário. – Ele disse bravo, ri mais. – Estou te convidando.

- Vamos? – Chaz perguntou, se aproximando da porta.

- Não, estou legal de festa. – Disse e relaxei meu corpo na cadeira. – Além do mais,  estou com uma ressaca dos infernos. Minha  cabeça está doendo, pra caralho.

- Toma um remédio e vamos, deixa de ser veado. – Chaz disse.

- Veado é o teu pai. – Disse e ele riu.

- Deve ser. – Chaz disse e saiu. 

Rimos.

 - Vamos, leva a Nicolle. – Ryan maliciou.

- Claro que não, tá louco? Ela é chata, pra porra. – Reclamei. - Acha que é minha namorada, ela não desgruda. - Fiz careta.

- Que seja! Se você não aparecer, eu mato você. – Ryan disse apontando para mim.

Ri fraco.

- Eu já disse que não vou. – Falei. - Então, não me espere.

- Você quem sabe, Bieber. – Ryan deu de ombros. - Depois não reclama, se acordar morto. – Ele deu as costas.

- Como vou reclamar se estiver morto, seu doente? – Perguntei alto.

- Te vira, trouxa. – Ouvi Ryan gritar do corredor. Ri alto, é um burro mesmo. 

Terminei o que tinha que fazer na gravadora e voltei para minha mansão. 

Passava das três horas da tarde, quando entrei em casa, fui comer alguma coisa e pedi a Marta, algo para dor. Ela me alcançou dois comprimidos, os tomei. Subi para o quarto, me despi ficando apenas de boxer e me joguei na cama, precisava dormir.

...

Acordei com o celular tocando, mais que porra. Tateei a cama e encontrei o celular embaixo do travesseiro, olhei a tela e atendi, era Chaz. 

- O que você quer, filho da puta? – Perguntei rouco.

- Estava dormindo? Te acordei? – Ele perguntou alto.

- Para de gritar, arrombado. – Disse de olhos fechados. – Eu não sou surdo.

- Vem para festa, veado. – Ele gritou, parece que está bêbado.

- Vai se foder, Charles! Me ligou para isso? – Perguntei irritado. - Eu já disse que não vou, porra! 

- Eita, mau humor tá tendo. – Ele zoou.

- Vai a merda, tchau...

- Não, espera filho da puta! Adivinha... - Ele disse.

- Adivinhar o que, doente? Sou adivinha, agora? - Ele riu, tudo era engraçado pra ele.

Revirei os olhos.

-Adivinha quem está, aqui?

- Meu caralho que não, porque está grudado em mim. – Disse e o ouvi rir.

- Não trouxa, ela está aqui. – Ele disse rindo.

- Quem? Nicolle? – Perguntei. - E eu com isso? Manda ela pro inferno, por mim.

- Não seu otário, a Natasha. – Senti um frio na barriga. – A Natasha está, aqui. – Ele brincou comigo, ri alto.

- Vai pra puta que te pariu, Charles. – Disse rindo e desliguei.

Ele está podre de bêbado e acha que vai me tirar de casa, me falando isso. Chaz apelou, agora. Logo meu celular vibrou, o peguei e era uma mensagem do Chaz, que cara chato, abri.

" Não vai vir? Ela está com o Dylan, otário! "

Dei um pulo da cama, eu vou matar o Chaz, se ele estiver mentindo. 

Adentrei no banheiro e tomei um banho rápido, me enxuguei e vesti uma calça jeans preta, uma regata da mesma cor, uma flanela xadrez azul e meus supras azul, coloquei meus cordões e arrumei meu topete, optei por colocar óculos escuros, pois minha cara, ainda estava amaçada do sono, espirrei perfume. Peguei meu celular, o mesmo marcava onze da noite, nossa dormi demais, peguei minha carteira e uma chave, qualquer.

 Desci e fui para a garagem, acionei o alarme do carro, que revelou a minha Ferrari, preta. Adentrei na mesma e sai, cantando pneus. 

... 

Adentrei na mansão de Ryan, estacionando o carro no jardim, tinha muitos carros ali. Sai do carro, travei a Ferrari e sai caminhando, tinha bastante gente se pegando nos cantos, nossa aquilo estava o verdadeiro puteiro, duvido muito que Natasha esteja realmente, aqui. O som alto, estava me incomodado! Esse puto do Ryan, não tem bom gosto, para músicas. Avistei Chaz conversando com alguns caras e me aproximei, peguei uma cerveja com o garçom, que passava. A abri e tomei uma boa parte do liquido.

- Grande, Bieber. – Chaz disse e beijou minha bochecha.

- Beija meu saco, Charles. – Disse e ele riu, limpei a baba que ele deixou em meu rosto. 

– É só falar da Natasha, que o Bieber vem correndo. – Ele disse rindo.

- Eu sabia, seu filho da puta! Você mentiu só para mim vir? – Perguntei sério.

- Claro que não. – Ele disse rindo.

- Vai a merda, Charles. – Disse dando as costas.

- Espera, porra! – Ele disse. – Ela está lá dentro. Vai lá ver, trouxa.

Terminei de tomar a cerveja de uma vez só e joguei a latinha, num canto. Azar, todos estavam fazendo o chão do jardim do Ryan, de lixo.

- Se estiver brincando comigo, mato você. – Apontei para ele e dei as costas.

Caminhei até a entrada principal e entrei na mansão.

Estava escuro e as luzes coloridas, atrapalhavam um pouco, a minha visão. A casa estava cheia e abafada, isso explicava algumas pessoas suando, enquanto dançavam. Caminhei com dificuldade no meio daquele povo, todo. Vi Ryan quase se comendo, com uma loira, detalhe muito importante: Ela é mais alta, que ele. Ri alto e subi alguns degraus da escada, queria poder enxergar melhor. Não deu muito certo, pois a sala estava escura. Fiz um tour só com o olhar, nada dela. Chaz só me trovou, é um filho da mãe! De repente, a vi passar rapidamente, perto das escadas. Senti um frio na barriga. 

Ela voltou? 

Desci e a segui de longe, vi Natasha entrar no corredor e o seguiu, ela estava sozinha. A vi parar em frente a uma porta, aleatória.

Fiquei a observando. Porra, ela continua linda e mais gostosa, ainda. Sentia que meu coração, iria sair pela boca. Notei seus cabelos mais escuros, puta que me pariu. E aquelas coxas, mais grossas? Aquele corpo perfeitamente desenhado, no vestidinho preto. Céus! 

A porta se abriu, a pessoa saiu e ela entrou, caminhei até a porta e coloquei a mão na maçaneta, a forçando, estava destrancada. Fechei os olhos, pensando se entrava ou não. Azar, entrei! A sequei descaradamente, que bunda era aquela? Wow! Natasha estava de costas, mexendo em algo, acho que na bolsa.

- Porra, está ocupado! – Ela disse sem virar.

Aquela voz, que saudade. 

- Então dá próxima vez, tranca. – Disse e ela se virou rapidamente.

- Justin? 

Caralho! Ela estava mais gata, ainda.


Notas Finais


Ela voltou, aceitem! 😎
E essa Nicolle? Sinto cheiro de treta, vocês também estão sentindo? 😏🤔

Espero que tenham gostado, como eu disse o próximo capítulo, está quase prontinho. 👌😊

Fiquem bem, fiquem com Deus! ❤


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