História Die In Your Arms - Capítulo 66


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Ciumes, Justin Bieber, Loucura, Romance
Visualizações 969
Palavras 3.361
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie, como estão?
Demorei? 😶

Vcs por favor ignorem os erros? Mamãe agradece. 😏

Boa leitura! ❤

Capítulo 66 - Frailty...


Fanfic / Fanfiction Die In Your Arms - Capítulo 66 - Frailty...

Justin’s P.O.V

Vê-la beija-lo como antes me beijava simplesmente me destruiu. Eu sentia saudades, eu ainda a queria. Droga! Foi a primeira vez que senti raiva e não deixei o impulso me cegar, por que se não o desgraçado do Za já estaria morto ou na melhor das hipóteses, estaria agonizando no chão. Abri a boca para dizer algo e minha voz não saiu, foi estranho, pois eu pronunciei o nome de Natasha e a voz simplesmente sumiu. De repente o vi puxar seu cabelo, deixando seu pescoço a vista e ela sorriu, ele abocanhou o pescoço dela e fechei os olhos com força, o choro me tomou e tentei me levantar daquela cama, mas não conseguia me mexer. Pronunciei o nome de Natasha e minha voz novamente não saiu, me desesperei e coloquei as mãos no rosto, eu não queria ver a minha garota sentada no colo de outro cara, então chorei, chorei feito uma criança, chorei porque eu não tinha mais o controle daquela situação. Chorei por que sabia que era o fim da nossa relação, ela não me amava mais. Deus! Senti meu corpo queimar, era um calor fora do comum e algo beliscar meu braço. Parei de chorar e puxei o ar com força e abri os olhos, olhei na volta e tinha um médico tagarelando no quarto com duas enfermeiras, o calor ainda me incomodava e uma das enfermeiras tirava uma agulha enorme da minha veia, me mexi incomodado e puxei meu braço. Cadê a traira da Natasha? 

- Estou tirando um pouco de sangue, são para exames. – Ela disse calmamente.

Não respondi nada e levantei o meu corpo, procurei a tal poltrona onde Natasha estava a pouco e a mesma não estava ali. Caralho, eu sonhei?

- Senhor Bieber, fique deitado por favor. – Uma enfermeira espalmou o meu peito forçando-me deitar.

Deitei e percebi que estava nu.

- O que esta acontecendo? – Eu sentia meu corpo quente demais e isso não era normal. – Por que eu estou sem roupas? – Deitei novamente. – Por que eu estou aqui?

- Está sem roupas porque o aquecemos, o senhor teve uma queda brusca de temperatura, quase uma hipotermia eu diria. – Ela deu uma risadinha. – Mas os médicos foram rápidos e agora vai ficar tudo bem.

- Pode desligar o aquecedor, esse calor dos infernos vai me matar. – Disse e fechei os olhos.

Se antes eu estava congelado, agora ia morrer queimado.

- Claro. – Ela disse e se afastou.

- Como está se sentindo, Senhor? – O médico perguntou checando minha pulsação e meus batimentos cardíacos. 

Que besteira, eu estou bem.

- Torrando. – Passei a mão na testa e meu suor era evidente.

Que nojo! Odeio suar, essa porra é nojenta.

- Lhe medicamos e o aquecemos, até amanhã o senhor estará novo em folha. – Ele disse sorrindo.

Grande bosta!

- Por quanto tempo eu dormi? – Perguntei e sentei na cama, puxei o lençol para que não aparecesse mais do que queria.

- A tarde toda. – Ele disse me olhando.

Ouvi batidas na porta e uma das enfermeiras foi a abrir.

- Posso entrar? – Reconheci a voz da Natasha e bufei.

Relembrei o sufoco que eu tomei dela no corredor do hospital e o pesadelo desgraçado de vê-la beijando outro cara.

- Claro, já acabamos aqui. – A enfermeira disse e deu passagem para Natasha entrar.

- Volto mais tarde para vê-lo. – O médico disse e assenti.

Eles se retiraram levando alguns aparelhos e fecharam a porta, o quarto já estava em temperatura ambiente e eu todo molhado de suor.

- Como você está? – Natasha perguntou se aproximando da cama.

- Você se importa? – A encarei.

- Se estou perguntando acho que sim.

- Acha? – Perguntei.

- Eu me importo com você, não fica criando caso. – Ela disse e cruzou os braços.

- Ninguém está criando caso. – Falei.

- Criou quando não foi para casa trocar as roupas molhadas.

- Desculpa se eu quis só me certificar de que meu filho estava bem. – Rebati.

- Poderia ter pensado nas consequências, está frio lá fora e você simplesmente tentou ignorar as roupas molhadas, claro que ia dar nisso. – Ela disse irritante.

- Que porra você queria que eu fizesse, Natasha? Me entregaram ele na chuva todo machucado, acha mesmo que eu ia ficar me importando com roupas molhadas? – Perguntei irritado, ela fechou os olhos e suspirou. – E eu estava aqui, para de me tratar feito um doente.

- E o que adiantou? Mesmo estando aqui olha a merda que aconteceu com ele. – Ela disse alto.

- E que caralhos isso tem a ver? – Me estressei.

- Tudo, porra! Olha o jeito que ele está. – Ela falou com raiva.

- Está me culpando pelo que aconteceu? – Perguntei incrédulo.

- O que você acha? Quem ficou responsável por ele? – Ri de nervoso mesmo.

- Como é que eu ia saber o que iria acontecer, cacete? O moleque saiu apenas para ir na casa do Ryan. – Me irritei.

- Você deveria ter ido junto, deveria ter o largado lá. – Ela se alterou.

- Os seguranças estavam com ele.

- E o pai é quem? – Ela ficou vermelha de raiva.

- MAS NÃO FOI CULPA MINHA! – Gritei.

- E FOI CULPA DE QUEM? – Ela rebateu com raiva e deixou escapar algumas lágrimas.

- E COMO É QUE EU VOU SABER? – Senti meu coração doer. – Para de jogar a responsabilidade apenas no meu colo, porra, você não estava aqui.

- Justo por isso, eu não estava aqui e quem deveria ter cuidado dele direito era você, eu confiei em você. – Ela apontou para mim.

- PARA! – Gritei mais alto e minha voz falhou.

Senti o choro em minha garganta, mas o engoli de raiva.

- Eu quero ver quando ele acordar, se existir alguma sequela pode ter certeza de que eu vou fazer de tudo para você não ter mais contato com ele. – Eu não a reconhecia.

- Você não é nem louca de fazer isso! – Disse a encarando.

- Quer apostar? – Ela me desafiou.

- Faço a tua vida virar um inferno. – Disse entre dentes.

- Você já fez, não fará diferença alguma esquentar mais. – Ela rebateu e eu fiquei a olhando por alguns instantes.

- Que tipo de pessoa você acha que eu sou? – Perguntei com nojo, a raiva estava me incomodando e vontade de encher ela de porrada mais ainda.

- Irresponsável. – Fechei os olhos e lembre de Stevan em meus braços, suspirei. – Agora não adianta mostrar arrependimento, o tempo não volta mais.

- Você fala como se eu não tivesse feito nada, caralho. – Falei entre dentes de cabeça baixa, ela não precisava saber que estava conseguindo me machucar me culpando por tudo.

- E você fez? – A olhei.

Foi impossível não sentir mais raiva daquela desgraçada, ela estava me testando. Senti meu rosto queimar e com certeza o mesmo estava vermelho, eu poderia mata-la aqui mesmo, mas me segurei.

- Eu não vou nem falar nada. – Enrolei o lençol de qualquer jeito na cintura e me levantei dando as costas.

- Por que? Está com medo de admitir que perdeu o controle da situação? – Parei em frente a porta do banheiro. – Vai negar que foi isso que fez durante treze anos? – Ri, ela gosta de provocar. – Olhe para mim, eu não vou me surpreender se você me disser que não fez nada para ajuda-lo.

- Pena Chaz não ter gravado. – Falei baixo.

- Fala mais alto, Justin, porque eu não estou te escutando. – Ela estava chorando, enquanto eu segurava o meu choro de todas as maneiras. – Olhe para mim. – Ela repetiu entre o choro, só que alto.

- Pena Chaz não ter gravado. – Disse alto e me virei para olha-la. – Que pena ele não ter gravado o sufoco que eu passei tentando manter Stevan respirando. – Ela colocou a mão na boca para abafar o choro. – Embaixo de chuva, ele estava morto e eu respirando por ele. – Passei a mão no rosto com raiva e me aproximei dela. – Eu ouvi... – Engoli o choro mais uma vez, eu não ia chorar na frente dela. – Eu ouvi os paramédicos dizerem que não podiam fazer mais nada, eu tentei manter ele vivo, mesmo sabendo que ele não estava mais ali. Eu dei um tiro no pé do paramédico e vou levar um processo por ter feito isso, eu tentei da minha maneira fazer ele voltar e você onde estava? – Ela cobriu o rosto chorando. – ONDE VOCÊ ESTAVA? – Gritei com raiva bem perto de seu rosto.

Ela me empurrou e permaneceu chorando, respirei fundo e passei a mão na cabeça, eu ia explodir.

- Me desculpa. – Ela cochichou e baixei a cabeça. – Me desculpa, quando Za disse que... – Fechei um dos meus punhos, pois com a outra mão eu segurava o lençol e Natasha se calou.

- Como aquele filho da puta sabia que eu estava aqui com Stevan? – Perguntei entre dentes.

- Como eu vou saber? Ele estava na sua casa quando eu cheguei. – Ela disse limpando as lágrimas e fungou.

- Na minha casa? Quem deixou o arrombado entrar lá? – Perguntei irritado.

- Está perguntando para mim? A casa é tua! – Ela disse. – Quando entrei dei de cara com ele na sala, até tomei um susto. Ele disse que vocês estavam aqui e nem fiquei para escuta-lo, apenas sai correndo.

- E deduziu o que para me bater daquela maneira? – Perguntei.

- Que vocês haviam brigado... – Fiquei a encarando e ela baixou a cabeça.

Natasha acha que eu sou o que? Louco? Só pode!

- E que eu enchi o moleque de porrada, aposto. – Ela revirou os olhos. – Pode falar, eu sei que você imaginou isso. – Ela ficou quieta. – Quem cala consente. – Ela suspirou e se aproximou mais de mim.

- Me desculpa... – Ela me encarou.

Ela tocou o meu rosto e fechei os olhos, Natasha também machuca e depois se aproxima como se nada tivesse dito.

- Você viu ele? – Perguntei e tirei sua mão do meu rosto, ela assentiu. – Como ele está?

- Colocaram a haste de titânio na perna dele, ele está instável. – Ela encheu os olhos de lágrimas. – Não pude ficar muito tempo e nem pude entrar no quarto, só o vi através do vidro. – Ela deixou as lágrimas escaparem. – Quem fez isso com ele?

- Eu ainda não sei, mas pode ter certeza que eu vou descobrir. – Falei a olhando.

- Ele está todo machucado, Justin. – Ela disse com a voz embargada e meu coração se partiu em mil pedaços.

A puxei para um abraço, ela soltou o choro e a apertei mais contra meu corpo. Que saudade... Saudade do tempo que eu tinha a minha família. O choro estava trancado em minha garganta, mas eu não ia chorar, não aqui, não agora.

- Ele vai ficar bem. – Cochichei alisando suas costas.

- E se não ficar? – Ela perguntou entre o choro.

- Não pensa essas coisas, claro que ele vai ficar bem. – Disse.

Eu não sabia se isso aconteceria, mas eu tinha esperança de não estar errado. Ela rompeu o abraço e me olhou fixamente.

- Eu estou com medo. – Limpei seu rosto.

- Não precisa ter medo, eu estou aqui. – Falei e ela assentiu. – Não fica chorando, você sabe que odeio te ver desse jeito.

- Mas me dá agonia vê-lo daquela maneira e cheio de aparelhos. – Ela bateu as mãos nas laterais das pernas.

- Em mim também, porra! – Disse calmo. – Mas se ficar pensando negativo dará tudo errado e os aparelhos são para o bem dele. – Aproximei meu rosto e beijei sua testa. – Eu vou tomar um banho e vou vê-lo. – Disse.

- Só as onze agora, pois é a hora do plantão mudar e é quando deixam entrar um pouquinho. – Ela disse triste, bufei.

- E que horas são agora?

- Quase nove da noite. – Assenti.

- Igual vou tomar uma ducha, estou todo suado.

- Jazzy trouxe algumas roupas para você, vou pega-las. – Assenti e entrei no banheiro.

Tomei um banho bem demorado, cheiro de suor me incomoda, terminei e me enxuguei.

- As roupas estão aqui. – Natasha disse e deu batidinhas na porta, abri uma fresta e ela passou as peças para mim rapidamente.

Jazzy havia trazido uma boxer, uma calça de moletom cinza, camiseta de mangas compridas e um casaco, fora as meias e os vans, vesti tudo e sai do banheiro para esperar a hora de ver o meu filho.

[...]

Passamos a noite em claro naquele quarto, pedi que alguém colocasse uma poltrona ali, pois deixei a cama para Natasha e mesmo assim, não conseguimos dormir. Recebi a minha liberação no começo da manhã e pedi que deixassem o quarto reservado para mim ou Natasha, caso quiséssemos descansar.

Depois que vimos Stevan, Natasha chorou a madrugada toda e isso me deixava aflito. Ele já não corria risco de vida, mas ainda permaneceria em coma induzido por tempo indeterminado. A imagem dele morto em meus braços não sai da minha cabeça e isso me tirava o sono, fora a maldita vontade de chorar que eu estava desde ontem, Natasha jogou tudo em cima de mim e é impossível não sentir aquilo me matando por dentro. Suspirei e levantei da poltrona, entrei no banheiro e urinei, dei descarga e lavei as mãos, assim o rosto para tentar espantar a vontade de chorar. Ela me jogou a culpa e funcionou. Agora eu me sentia culpado e não era pouco. Sai do banheiro e Natasha estava sentada na cama olhando para o nada.

- Não quer dormir um pouco? – Perguntei e ela me olhou negando.

- Meu coração está doendo. – Suspirei.

 O meu também, mas eu não iria chorar.

- Já comeu alguma coisa? – Tentei mudar de assunto.

- Não, não consigo engolir nada. – Ela prendeu seu cabelo em um coque.

- Então não vem querer dar sermão sobre ser responsável. – Ela revirou os olhos e deixou escapar lágrimas, mas as limpou.

- Eu não consigo, fico pensando nele e tudo fica entalado na minha garganta. – Ela disse baixo.

Ficamos em silencio e caminhei até a janela, ainda chovia e parecia estar bem frio. A vontade de chorar ainda estava em mim, mas eu estava me segurando ao máximo. Era o meu filho quem estava lá, mas do fundo do meu coração - podre - eu queria poder trocar de lugar com ele.

- Você está bem? – Ela perguntou e assenti sem olha-la.

Puxei o ar, eu não estava bem. Fechei os olhos numa tentativa falha de segurar minhas lágrimas. Caralho!

- Justin? – Balancei a cabeça sem olha-la. – Não faz isso.

- Eu também sinto. – Eu tentei engolir o choro.

- Me desculpa... – Coloquei a mão no rosto, eu não queria, mas também não conseguia evitar, a culpa estava acabando comigo. – Eu não quis... – Meu choro saiu em soluços.

- Ele estava morto nos meus braços, Natasha. – Disse entre o choro.

- Eu não quis dizer aquelas coisas, eu não quis te culpar. – Ela disse tentando me acalmar. Ela não quis me culpar, mas acabou comigo quando fez. Ela se aproximou e colocou as mãos em meu rosto. – Não faz isso, amor... – Tirei a mão dela do meu rosto e me afastei, dei as costas. – Justin!

 Saí do quarto chorando feito uma criança, eu não conseguia controlar os soluços. Caminhei até a ala pediátrica ignorando todos que me olhavam com pena e quando me dirigi ao médico de plantão nem precisei dizer nada, ele viu o meu estado e me deixou entrar para ver Stevan. Fechei a porta e me aproximei da cama dele, vê-lo daquela maneira era agoniante. Seu rosto inchado e aparelhos o ajudando na respiração. Limpei o rosto e peguei em sua mão com cuidado, a beijei.

- Acorda bem, campeão. – Disse baixo. – Não quero ter que ficar longe de você.

Fiquei o olhando e fazendo carinho em seus cabelos, que saudade desse moleque.

Uma semana Depois...

[...]

Stevan’s P.O.V

Minha cabeça doía tanto que conseguia senti-la latejar, era uma dor intensa. Barulhos de bipe entravam rapidamente pelos meus ouvidos e soavam em minha mente feitos bumbos. Alguém desliga essas porcarias? Abri os olhos com dificuldade, tentei mexer meu pescoço, mas o mesmo estava imobilizado, fora o treco em minha boca jogando ar para mim de uma maneira desesperada, eu não conseguia controlar a minha respiração sozinho. Onde eu estou? Tentei me achar, mas o máximo que eu enxergava era o teto branco e não o reconheci, o angulo não estava ajudando muito e a dor dos infernos na minha cabeça me deixava incapaz de deduzir onde eu poderia estar.

- Stevan? – Ouvi falarem comigo e aquela voz foi a prova de que minha cabeça explodiria em segundos, ela latejava como uma bomba relógio. – Você consegue me ouvir? – É claro, eu não sou surdo.

Tentei responde-lo, mas aquele negócio em minha boca impedia que eu a abrisse, tentei levantar a mão para arrancar aquilo da minha boca, mas a senti dolorida demais e desisti de fazer tal ato. Tentei mexer meu corpo, mas parei rapidamente assim que senti dores que nunca havia sentido antes. Alguém anotou a placa do caminhão que me atropelou? Caramba, eu me sentia horrível.

- Você está no hospital, consegue me entender? – Tentei franzir o cenho, mas não consegui mover nada. Esse cara acha que eu sou doente? Espera, por que estou no hospital? – Vou te medicar, preciso te examinar e acordado sentirá muita dor. – Eu só conseguia o ouvir. – Você vai dormir agora, tudo bem? – Não, não está tudo bem, eu estou com medo.

Foi tão de repente que senti aquela bobeira, o sono era desgraçado e apenas fechei os olhos.

...

Alguém tocou minha mão e tentei mexe-la, mas não consegui. Abri os olhos vagarosamente e o local estava com a luz baixa, mas ainda só enxergava o teto. Tentei levantar o corpo e senti minha barriga doer, então parei. Queria chamar a minha mãe, mas ainda tinha algo na minha boca que me impossibilitava. Resumindo a merda toda, eu estava todo fodido, que nem o meu pai fala. Fechei os olhos e ouvi a porta ser batida, de repente a cama fez um barulhinho e aos poucos foi se inclinando, deixando meu corpo meio que sentado, isso doía muito. Eu queria gritar de dor, mas nem isso eu conseguia. Abri os olhos e com dificuldade enxerguei o quarto, tentei reconhecer a mulher em minha frente, mas estava difícil, pois ela usava mascara de médico e estava vestida como enfermeira.

- Oi, bebê. – Ela disse e apenas a segui com os olhos.  Vim cuidar de você. 

Ela se aproximou da cama e desabotoou dois botões de seu vestido branco, deixando seus seios quase saírem para fora, fechei os olhos.

- Não gosta do que vê? – Senti ela se aproximar e pegar em minha mão a conduzindo até seu corpo, gemi de dor, logo ela passou minha mão entre seus seios.

Puxei minha mão de volta e gemi, meu corpo doía muito. Me ajuda, Deus! Ela se aproximou do meu rosto, depositou um beijo no canto da minha boca e reconheci seu perfume, arregalei os olhos ou pelo menos tentei.

- Nuncaconsegui com o pai, então pensei, porque não com o filho?! – Ela baixou a mascará e sorriu acariciando meus cabelos.

Tentei me mater calmo, mas não tinha como, ela desabotoou o resto dos botões de seu vestido, meu coração acelerou e fechei os olhos quando a vi só de lingerie. Eu só queria saber, que merda ela está tentando fazer?! Abri os olhos e ela baixou um pouco do lençol  que me cobria, a senti acariciar meu amiguinho e nao me senti nada confortável. Gemi tentando repreende-la, mas ela ignorou e subiu na cama, em meu colo, colocando uma perna de cada lado. Eu não conseguia me mover um centímetro e estava apavorado. Ela mordeu os lábios e aproximou seu rosto do meu pescoço e depositou varios beijos ali, levantei minha mão e tentei empurrá-la, mas ela a colocou em sua parte intima, senti algo molhado e a puxei de volta, me arrependi, pois a dor estava demais, meus olhos se encheram de lágrimas. Ela puxou mais o lençol, eu vou morrer. Senti minhas lágrimas saírem, meu corpo estava dolorido e ela encima de mim me fazia sentir as dores três vezes piores. Ela levantou a merda do vestido que eu usava e só para ajuda-la, eu estava nu. Ela começou a masturbar o meu pênis e mordia os lábios feito uma louca tarada, meu choro aumentou. 

- Vamos lá, bebê, não chore. – Ela disse manhosa. – Só faça ele crescer para mim coloca-lo na boca. – Me desesperei.

Que merda essa mulher tem na cabeça? Será que era disso que meu pai falava, quando se referiu a ela como vagabunda? De repente a senti colocar a boca em meu pau, droga!

- Mais... – Levantei o olhar e reconheci o tio Ryan, ele se aproximou. – Que porra você está fazendo, Jasmine? – Ele falou tão alto que senti minha cabeça zunir, a dor era intensa e me fez sentir muito sono...


Notas Finais


Ooooon, Jasmine... 🙊😒

OBRIGADA PELOS COMENTÁRIOS, AMOOOOOOO. ❤

Espero que tenham gostado, fiquem com Deus e até o próximo capítulo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...