História Die In Your Arms - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kristina Bazan
Tags Ciumes, Justin Bieber, Loucura, Romance
Exibições 216
Palavras 3.969
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieeee, como estão?
Me desculpem pela demora. 😅
Queria agradecer ao comentários anteriores, ameei 😍

E vamos ao que interessa...

Boa leitura a todas, ignorem os erros.

😘😘

Capítulo 8 - Unknown...


Fanfic / Fanfiction Die In Your Arms - Capítulo 8 - Unknown...

Justin’s P.O.V

Devo admitir que David me deixou sem palavras. Caralho, que garoto é esse? Ele conversava com Natasha, como se a conhecesse a anos, era uma figura, esse moleque. Estava feliz por vê-la sorrir e até mesmo esquecer nossos problemas. Problemas que eu mesmo provoquei, estou ciente disso.

Estacionei em frente a porta principal e sai do carro, David desceu e logo Natasha. Peguei a mochila e entreguei para um dos seguranças.

- Pode guardar o meu carro e manda colocarem no meu quarto. – Ele assentiu.

Subi na frente deles e abri a porta, entramos e a casa estava silenciosa. Bati a porta, minha mãe apareceu e foi direto abraçar Natasha.

- Como você está, querida? – Minha mãe perguntou.

- Estou bem, não se preocupe. – Natasha rompeu o abraço.

As amigas da minha mãe apareceram também, cumprimentaram Natasha, como se fossem intimas, falsidade da porra. Puta que pariu, revirei os olhos.

- Afinal o que aconteceu? – Edna perguntou.

- Bom, para começar não é nada da conta de vocês. – Disse fazendo todos ficarem sem graça.

- Justin... – Minha mãe me olhou, com um olhar matador.

- Mas não é verdade? – Dei de ombros.

- Desculpa. – Edna se encolheu.

- MARTA. – Gritei.

Olhei na volta e notei David escondido atrás das pernas de Natasha. Sorri, ele parecia estar com vergonha. Marta apareceu na porta da sala.

- Me chamou, Senhor? – Marta perguntou.

- O que é isso? – Stefanie perguntou com aquela voz irritante.

Ela se referia a David, Natasha o pegou pela mão, o fazendo sair de trás de suas pernas.

- Esse é David. – Natasha disse com um sorriso nos lábios.

Minha mãe ficou apenas observando.

- Porque? – Edna perguntou.

- Porque é o nome dele. – Natasha disse o óbvio.

- Porque o trouxeram com vocês? – Minha mãe me olhou. - Ele é um mendigo? – Edna perguntou com nojo.

David colocou suas mãos no rosto, se escondendo.

- E o que isso te interessa? – Perguntei a ela.

- Justin. – Ouvi minha mãe me repreender.

Revirei os olhos.

- Marta, pega o David. – Marta pegou na mão dele. – Dá um banho nele, joga essas roupas ai, fora. – Peguei minha carteira e tirei algumas notas da mesma, entreguei a ela. – Manda um daqueles imprestáveis fazer alguma coisa que preste e comprar algumas peças para ele poder vestir, sapatos também. – Ela assentiu. – E não esquece da alimenta-lo, deve estar faminto.

David me olhava atento.

- Sim, senhor. – Marta disse.

- Tudo bem, carinha? – Ele sorriu e ver seus dentinhos pretos, me doeu por dentro.

- Senhor... Não precisa gastar dinheiro, essas roupas são novas. – Ele disse inocente.

- Novas? Sujas dessa maneira? Que nojo. – Edna disse e David colocou suas mãos em frente ao rosto novamente.

Respirei fundo, tentando me controlar e me agachei em frente a David.

- Não dê ouvidos para ela, tudo bem? – Cochichei em seu ouvido, o olhei e ele assentiu.

O vi olhar para Natasha e ele sorriu mostrando os dentinhos.

- Vai lá Marta, faz o que eu pedi. – Me levantei. - E manda alguém arrumar um dos quartos, para ele poder dormir. Depois eu resolvo o resto.

- Tudo bem. – Marta disse e pegou na mão de David novamente. – Vamos, David? – Ele assentiu e me olhou.

- Depois nos vemos. – Pisquei para ele, David deu tchau com a mão para mim.

Marta o levou para a cozinha. Olhei para Edna e ela cochichava com a tal Alice. Nem tinha percebido que Natasha não estava mais ali.

- Porque o trouxe, Justin? – Minha mãe perguntou.

- Porque eu quis. – Dei de ombros e fui para a escada.

- Mas ele é um mendigo? – Alice perguntou e me virei para olha-la. – Costuma trazer mendigos, para a sua casa?

Alice era linda, mas de boca fechada.

- Disse bem, minha casa. Eu trago quem eu quiser e pare de chama-lo dessa maneira. – Falei tentando me manter calmo.

- Mas ele é... – Edna se pronunciou.

- Ele é David. – A cortei. - Se mencionarem a palavra mendigo novamente na frente dele, vou por todos vocês para fora. – Avisei.

- Justin... – Minha mãe me repreendeu.

A tal Edna não sabia nem onde enfiar, aquela cara de cu dela. Foda-se!

Subi as escadas pisando firme, estava todo molhado e isso era irritante, sentia meu corpo gelado. Entrei no quarto e Natasha estava sentada na poltrona, perto da janela ela mexia no celular.

- Porque não está na cama? Tem que fazer repouso. – Fechei a porta e ela se levantou, passou por mim sem falar nada. - Estou falando com você, Natasha. – Peguei em seu braço, ela me olhou.

- Eu já estou bem, não vou ficar deitada. – Ela disse séria e se soltou de mim.

- Não perguntei se está bem, mandei deitar. – Tirei aquela camiseta molhada.

- Eu não vou deitar, já disse que estou bem e você não manda em mim.

- Não testa a minha paciência, porra. – Ela me olhou.

- Me esquece. – Ela disse e me deu as costas, indo até a porta.

Cocei a nuca nervoso, me segurei para não estourar de raiva. Mas lembrei das recomendações da doutora. Resolvi deixar para lá e fui para o banho. Alguns minutos depois, sai e me enxuguei, enrolei a toalha na cintura e sai do banheiro, entrei no closet, vesti uma boxer e uma calça de moletom preta. Nem arrumei o meu cabelo, estava com muita preguiça, sai do closet, descalços mesmo.

Natasha estava sentada na poltrona novamente, olhando para a bandeja com comida, que estava sobre a mesinha, Marta deve ter mandado. Ela parecia estar com os pensamentos longe, seu nariz estava vermelho.

- Não vai comer? – Ela limpou o rosto, estava chorando.

Vê-la chorando me deixa incomodado, ainda mais quando eu sei que sou o culpado. É eu sou o culpado, o que eu fiz? Eu ia ser pai e agora deixei essa chance escorregar das minhas mãos.

- Estou sem fome. – Ela olhou para a janela, respirei fundo.

Fiquei a olhando por alguns instantes, só queria saber o que ela estava pensando, queria poder ler cada pensamento dela.

- Me desculpa? – Ela me olhou. – Eu vacilei e acabei machucando você.

- É... Você me bateu. – Ela disse me olhando e deixou as lágrimas rolarem.

- Me perdoa, amor... – Coloquei as duas mãos sobre o rosto, controlando a vontade repentina de chorar.

- Você sempre faz isso, me machuca e depois vem pedir desculpas, como se isso fosse apagar cada palavra, cada ato seu.  – Ela disse entre o choro.

- Eu perdi a paciência por segundos...

- Que paciência, Justin? Me diz, quando você foi paciente comigo? – Ela limpou as lágrimas. – Porque é sempre assim? Quantas vezes vai me machucar e pedir desculpas depois?

- Eu acabei me descontrolando, quando vi aquela foto... – Ela se levantou.

- Acha que eu faria isso? – Neguei com a cabeça. - Me bateu porque, então?

- Eu já pedi desculpas, porra. – Disse.

- Ok. – Ela disse e saiu do quarto.

- Natasha. – A chamei, mas ela nem deu ouvidos.

Que ótimo, ela vai continuar brava comigo.

[...]

Acordei e olhei a hora no visor do celular, dez e meia. Me levantei e fui para o banho, Natasha ainda dormia. Nem a vi voltar para o quarto ontem, acabei apagando eu acho.
Terminei o meu banho e fui para o closet, vesti minha boxer, uma calça jeans, uma camiseta preta e calcei meus supras preto. Arrumei meu topete, borrifei perfume e coloquei meus cordões. Peguei meu celular e minha carteira, sai quarto e desci até a cozinha, Marta estava dando café para David, ele estava sentado no banco da bancada, totalmente limpo e com cheirinho bom, de roupas limpas e chinelos nos pés. Ele era branquinho, com os cabelos pretos e lisos, era uma graça.

- Bom dia, senhor. – Marta disse e pisquei para ela. – Café? – Neguei com a cabeça.

- E ai, carinha? – David me olhou. – Dormiu bem? – Ele sorriu de boca cheia. – Desculpa não ter vindo te ver ontem, estava...

- Cansado? – Franzi o cenho e assenti. – A tia Naty me disse, ela me colocou para dormir num quarto muito grande. – Ri do jeito que ele disse. – Quer, senhor? – Ele me ofereceu bolo.

- Não, come você. – Afaguei seus cabelos. – E pode me chamar de Justin.

- Justin Drew Bieber. – Ele disse me olhando.

- Quem disse? – Perguntei rindo.

- A tia Naty, perguntei qual era o seu nome e ela disse. – Sorri fraco.

- Mas pode me chamar só de Justin. – Ele sorriu e pude ver os cacos de dentes que ele tinha, aquilo me doeu demais, fechei os olhos rapidamente.

- Tudo bem, senhor? – David perguntou e abri os olhos, o olhando.

- Sim. – Sorri fraco. – Marta, compraram tudo?

- Só algumas peças de roupas, chinelo e um par de tênis. – Assenti.

- Ok. Depois eu compro mais. - umedeci os lábios.

- Senhor, eu vou morar aqui? – David perguntou.

- Bom...

- Justin. – Olhei para trás e era meu pai. – Sua mãe disse, que tinha trazido um rapazinho para conhecermos. – David o olhou.

- Esse é David. – Meu pai se aproximou dele e afagou seus cabelos. – David, esse é Jeremy, meu pai.

- Oi senhor, Jeremy. – David disse.

- Oi, cara. – Meu pai disse rindo. – Pode me chamar de tio Jeremy. Melhor que senhor, isso me faz sentir velho.

Rimos dele.

- Queria conversar com você, se poder. – Meu pai disse e assenti. – Vou te esperar lá em cima. – Ele saiu da cozinha.

- Marta, pode ficar com ele? – Perguntei.

- Eu fico. – Natasha entrou na cozinha, já de banho tomado.

Vestindo um short, que puta que pariu. Ela estava gostosa e cheirosa demais.

- Esta linda. - David disse a ela.

Esse garoto é esperto demais.

- Você também está, lindo. - Natasha disse rindo.

- Natasha, qual a parte do repouso, você não entendeu? – Cruzei os braços a olhando.

Que ótimo, ela acabou de ter uma hemorragia e fica borboleteando para lá e para cá. Natasha me ignorou e continuou olhando para David que ainda comia.

- Como passou a noite? – Ela perguntou a ele.

Bufei e sai da cozinha, subi no escritório, entrei.

- Que foi? – Perguntei ao meu pai.

Fechei a porta.

- Sua mãe, está incomodada com o garoto. – Fui sentar na minha cadeira.

- Sério? – Ri fraco.

- Porque o trouxe? Está fazendo caridade? – Ele perguntou.

- Que isso? Claro que não. – O encarei. – O moleque ficou debaixo de uma chuva fodida, para cuidar do meu carro. Apenas me senti mal em deixa-lo voltar para sua casa de papelão, ensopada debaixo da arvore. – Cruzei os braços.

- Nossa que situação. – Ele sentou-se na poltrona, em frente a minha mesa. – Mas você sabe, que pode ter problemas por isso, não sabe?

- Que tipo de problemas? - Revirei os olhos.

- Não pode simplesmente pega-lo da rua e colocá-lo dentro da tua casa, como se a lei não existisse. – Fiquei o olhando. – Ele é de menor, não responde pelos atos. Isso seria sequestro, filho. – Ri dele.

- Eu não sequestrei ninguém. – Disse rindo. - Foi a dona Patricia, quem mandou você falar isso para mim? – Franzi o cenho.

- Não queremos, que tenha problemas com as autoridades. – Ele disse.

- Eu sei me cuidar, pai.

- Então o que pretende? Adotá-lo? – Ele perguntou e a porta foi aberta.

Era Chaz, Khalil e Ryan.

- E aí, veados? – Meu pai disse a eles.

- Teu filho. – Ryan respondeu e ele riu.

- Te fode, Ryan. – Disse.

- Fala aí. – Chaz disse e o cumprimentou.

Nos cumprimentamos com toque.

- Khalil, que milagre te ver aqui. – Meu pai brincou.

- Ele veio me lamber um pouquinho. – Comentei e eles riram.

Meu pai levantou.

- Não achei minha língua no lixo, tá louco? – Ele disse e gargalhamos.

- Vou dar um pulo na gravadora, fui. – Meu pai disse e saiu.

- E aquele moleque na cozinha? – Ryan perguntou.

- David. – Disse. – É um hospede muito especial. – Disse senti minhas bochechas queimarem.

- Que lindo. – Khalil disse rindo.

- Me deu até vontade de chorar. – Ryan disse, fingindo limpar as lágrimas.

Eles sabiam zoar comigo, dei risada.

- Adota o moleque de uma vez. – Chaz disse.

- Cala essa boca. – Khalil jogou a almofada na cara dele.

- Para, caralho. – Chaz o xingou e ele riu.

- E como a Natasha está? – Ryan perguntou.

- Bem, eu acho. – Respondi.

- Acha? – Khalil perguntou.

- Ela não fala comigo, está me ignorando. – Dei de ombros.

Confesso que odeio, quando ela fica dessa maneira comigo, agindo como se eu não estivesse presente, como se não se importasse.

- Bem feito, vacilão. – Chaz me jogou a almofada na cara.

- Porra, Chaz. – O xinguei, eles riram. - É vacilei. – Joguei a almofada no sofá.

- Afinal, porque bateu nela? – Khalil perguntou.

- O filho da puta do Dylan, tem uma foto da Natasha de quatro, nua. – Os garotos arregalaram os olhos.

- Me mostra? – Ryan perguntou e os caras se mataram rindo.

- Vou te mostrar meu caralho, quer ver? - Fiz menção de baixar o zíper.

- Sempre ele, né. – Khalil jogou a almofada em Ryan.

- Para com isso, cacete. – Ryan disse e jogou a almofada em Khalil.

- Mas onde ele conseguiu essa foto? – Chaz perguntou. – Não está achando que a Natasha posou pra ele, né otário?

- Não, eu acho. – Falei. – Um dos meus Iphones sumiu, desde aquele dia na boate. Tô achando que aquele imbecil pegou e lá tinha muitas fotos da Natasha. – Senti a raiva tomar conta de mim, só de imaginar aquele cara vendo as fotos dela. – Eu vou matar ele.

- Vai matar ninguém. - Khalil zoou.

- Bateu nela por nada, então? – Chaz perguntou.

- É você é um idiota mesmo. – Khalil disse.

Bufei.

- Já tentei conversar, me desculpar, mas ela não quer falar comigo.

- Bem feito. – Chaz disse. – O imbecil que está com o teu celular e ela que apanha, você só pode ser doente.

- Doente uma porra. - Me estressei.

- Acho melhor, você dar um jeito de fazer as pazes com ela, pois meio que ouvi ela falar com a Jasmine, sobre morar sozinha. – Ryan disse.

- Quê? – Perguntei.

- Cala essa boca. – Khalil atirou a almofada na cara de Ryan.

- Vai a merda, porra. – Ryan o xingou, Chaz e Khalil riram.

- Quer parar? – Perguntei a Khalil.

- Não, eu gosto de atirar a almofada na cara de vocês. – Ele deu risada da minha cara.

- É sério isso, Ryan? – Perguntei.

- É, cara. – Ele disse e se serviu uma bebida.

- Brincou comigo. – Disse baixo e me levantei, a porta foi aberta. Era a Natasha, ela estava arrumada.

- Pode bater as vezes, só por educação. – Falei e me sentei novamente.

Natasha deu de ombros me ignorando, ela estava linda demais, com aquele vestido preto, grudado em seu corpo, se equilibrando perfeitamente naqueles saltos. Os garotos a comeram com os olhos.

- E aí, garotos. – Ela disse simpática. – Como estão?

- E ai, gata? – Khalil disse e se levantou, deu um beijo no rosto de Natasha.

- Khalil, beija o meu saco. – Disse e os garotos riram.

- Te fode, já disse que não achei a minha boca no lixo. – Ele disse.

- De boa? – Chaz perguntou e piscou para Natasha, ela sorriu.

- Tá gostosa, em... – Ryan soltou essa.

- Caralho, as vezes você pede pra ficar sem os dentes, cara. – Fuzilei Ryan.

- Só falei a verdade. – Ryan disse rindo.

- Cala essa boca, antes que você fique banguela. – Chaz disse e atirou uma almofada na cara dele, Natasha soltou uma risada.

Risada divertida, ela estava linda, ela era linda. É eu sou um idiota, mesmo.

- O que você quer? – Perguntei a ela, ela cessou o riso e ficou séria.

- Só avisar que vou sair. – Ela disse.

- Não, você tem que fazer repouso. – Falei.

- Não precisa me esperar. – Ela deu as costas, ignorando o que eu tinha dito.

- Ui. – Chaz disse.

- Hey, volta. – Disse firme e ela se virou. – Aonde pensa que vai?

- Você é surdo? Acabei de dizer que vou sair. – Ela disse e os caras me zoaram.

- Aonde você vai? – Perguntei.

- Sair? – Ela estava me testando e isso estava me irritando.

- Se não me falar, não vai sair. – Disse sério a olhando.

- Jura. – Ela debochou.

- Está duvidando? – Franzi o cenho.

Ela bufou brava.

- Vou no shopping com a Jasmine, a tal Alice e o Kim. Filhos das amigas da sua mãe, satisfeito?

- Ok. – Me levantei. - Vou junto com vocês.

- Mas eu não convidei você. – Ela disse séria.

- Eu não te perguntei, apenas disse que vou junto. – Peguei meu celular e minha carteira que estava na mesa. – Vamos dar uma banda moleques.

- Demoro. – Khalil disse.

Natasha não gostou nada da nossa companhia, caguei para ela.
Peguei David e saímos, Jasmine e Ryan foram comigo na Range Rover. Enquanto Chaz foi com Khalil, Alice e Kim. E dois carros de seguranças, nos acompanhando.

No caminho Ryan, Jasmine e eu fomos conversando, coisas aleatórias e engraçadas, David estava quietinho e Natasha não abriu a boca para falar nada. Até tentei puxar assunto, mas ela me ignorava totalmente e aquilo estava me deixando puto.

Chegamos no shopping, que por sinal estava cheio, coloquei David em meus ombros, ele era pequeno e nem pesava muito, tinha muitas pessoas transitando. Alice e Kim queriam ir no cinema, olhar um filme tosco de criança, o filme era de peixes. David quis ir junto, paguei a entrada dele e as pipocas. Mandei dois seguranças junto, não confio nesses dois, sozinhos com David.

- Quando o filme acabar me liguem. – Falei para um dos seguranças.

- Sem problemas, senhor. – Ele respondeu.

- E não deixa esses pirralhos, encherem a cabeça do moleque de merda. – Falei e ele assentiu.

David pegou na mão de um dos seguranças e adentraram na sala de cinema.
Os moleques resolveram comprar algumas roupas, acompanhei eles junto com as garotas. Falando nelas, Jasmine não saia de perto da Natasha e isso estava me deixando irritado, queria conversar, mas Jasmine não saia de cima.

Natasha’s P.O.V

Eu estava evitando o máximo falar com Justin, não para irrita-lo, mas sim porque estava magoada. Magoada por ter recebido aquele tapa no rosto, por ter perdido o bebê. Só de lembrar sinto um nó em minha garganta, eu sei que não sabia da existência dele, mas quando fiquei sabendo, me senti totalmente vazia. Eu não gosto de lembrar, eu queria poder esquecer... Mas sei que isso jamais vai sair da minha cabeça.

- Natasha? – Jasmine estralou os dedos, a olhei.

- O que? – Perguntei.

- Estava perguntando, qual dessas é mais bonita. – Ela mostrou duas blusas diferentes.

- As duas.

- É, acho que vou levar as duas. – Tentei sorrir. – Muda essa cara, te trouxe para você se distrair um pouco.

- Eu estou tentando. – Mexi em alguns cabides com roupas.

- Sério, Natasha. – Respirei fundo.

- Vai lá, experimenta essas. – Disse mudando de assunto, ela sorriu e saiu em direção ao provador.

Eu só queria ficar sozinha, mas ninguém me deixava em paz.
Jasmine saiu do provador e foi para o caixa, junto com os garotos. Fiquei esperando eles em frente a loja, admirando os casais que ali passavam, pareciam felizes.

- Não quis comprar nada para você? – Justin perguntou, ele entregou algumas sacolas para um dos seguranças.

- Tem que ver o Khalil. – Jasmine veio falando alto, Justin revirou os olhos. – Ele estava paquerando a menina do caixa. – Ela riu alto.

- Olha só, ninguém se importa. – Justin soltou a patada.

- Cala a sua boca. – Jasmine o xingou.

- Cala a boca. – Justin a imitou, com voz fina. – Parece uma matraca.

- Matraca é a... – Franzi o cenho a olhando.

- Hey, parou. – Ryan apareceu na hora a cortando.

Ela bufou e cruzou os braços, fuzilando Justin. Ri da cara de bunda dos dois.

- Hey, vamos entrar naquela ali. – Chaz apontou para a joalheria. - Quero comprar uma pulseira, para a minha namorada.

- Que namorada, Charles? – Khalil perguntou.

- Cala essa boca, não precisa explanar. – Chaz disse sério.

Rimos dele.

Entramos na joalheria, Jasmine ficou junto de Ryan, experimentando cordões de ouro. Justin foi para o lado dos relógios, junto com Khalil e Chaz. Como se eles não tivessem relógios, o bastante. Eu fiquei olhando os anéis e alianças, eram maravilhosos. Experimentei um anel lindo, era de ouro, com uma pedrinha solitária em cima, delicada.

- Essa pedrinha é diamante. - O atendente disse simpático.

- É lindo. - Fiquei o admirando em meu dedo, mas o tirei e devolvi.

Caminhei até as poltronas, que tinham em um canto da joalheria, me sentei para esperar todos terminarem suas compras.

- Vai ficar me dando gelo? – Justin perguntou.

Olhei por cima do meu ombro, ele se sentou na poltrona ao meu lado.

- Não estou. – Disse olhando para frente.

- Sério, amor... – Ouvi ele suspirar.

- Olha essa pulseira, Natasha. – Jasmine veio toda animada, me mostrando a pulseira.

- É linda. – Disse e Justin bufou, o olhei.

- Desculpa, atrapalhei? – Ela perguntou olhando de mim, para Justin.

- Não. – Respondi.

- O que você acha, cacete? – Justin perguntou entre dentes.

- Vai a merda, Justin. – Jasmine o xingou.

- Chata pra porra, puta que pariu. – Justin se levantou e saiu bravo.

- Porra, ta sempre estressado. - Jasmine disse e voltou para perto de Ryan.

Me levantei e sai, fiquei em frente a joalheria, escorada na parede, esperando aquelas lesmas, que demora. E pior que já estava morrendo de fome.

- Estou ficando louco. – Olhei e Justin estava ao meu lado. - Me perdoa, amor. – Ele fez uma carinha fofa.

- Eu estou pensando. – Respondi o olhando.

- Vai demorar muito? – Ele perguntou impaciente.

- Porque? Vai querer apressar a minha decisão, agora? – Perguntei grossa. Ele fechou os olhos e respirou fundo.

- Ok. Quando terminar de pensar, aceita se casar comigo? – Ele perguntou alto e arregalei os olhos.

Todos que passavam ali, pararam para nos olhar. Justin abriu uma pequena caixinha de veludo e ali estava o anel de diamante, que eu tinha experimentado a pouco. Gelei, quando ele se ajoelhou em minha frente e todos acharam fofo, pelo som que omitiam.

- Justin... – Coloquei as mãos no rosto, estava morrendo de vergonha.

- Aceita, amor?


Notas Finais


Oinn, que fofo. 😍
Mas não merecia. 🤔

Hey, espero que tenham gostado.😊
Até o próximo capítulo...
Beijo na bunda, fuii.😘

😪😴


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