História Die In Your Arms - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kristina Bazan
Tags Ciumes, Justin Bieber, Loucura, Romance
Exibições 240
Palavras 2.762
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieeeeeeeeeeeeeeee 😚
Como estão?
Então, obrigada pelos comentários do capítulo anterior. Amei! 😊😊

Ótima leitura a todas, ignorem os erros, please. 😂😂

Fui. 💥

Capítulo 9 - Daddy?


Fanfic / Fanfiction Die In Your Arms - Capítulo 9 - Daddy?

Justin’s P.O.V

Eu me sentia um pouco incomodado com os olhares sobre mim, sem contar no mico que eu estava pagando, ajoelhado em frente a Natasha. Sério, ser romântico não faz o meu tipo. Mas eu sei que ela gosta dessas coisas.

Natasha tirou as mãos do rosto, estava com vergonha, pois as bochechas dela nunca mentem, estavam coradas. Umedeci os lábios a olhando, ela parecia apreensiva.

- Aceita. – Ouvi gritarem.

- Se não aceitar, eu aceito. – Outra disse, ri fraco a olhando.

- Eu... – Natasha disse.

- Quero pedir perdão, pelo que fiz. – Falei a cortando, suspirei. – Eu te machuquei, não só fisicamente, mas também verbalmente. Acabei sendo um filho da puta, eu sei que não teve culpa das coisas que aconteceram e mesmo assim, te culpei. – Senti um nó na garganta, eu ainda me sentia culpado. - Eu sei que não merecia, sei que te magoei, eu te conheço, amor. Mas eu te amo tanto, que não imagino a minha vida, sem você. – Todos na volta emitiram um som, que a Natasha faz, quando aperta as minhas bochechas.

Natasha sorriu entre lágrimas, que rolavam em seu rosto.

- Eu também amo você, Justin. – Ela disse baixo.

Vacilei e deixei uma lágrima rolar, respirei fundo e a limpei rapidamente.

- Então, aceita se casar comigo? – Perguntei.

- Aceita de uma vez, porra. – Ouvi Khalil falar alto. – Já estou com câimbra por ele.

- Cala a boca, Caralho. – Ouvi Chaz o repreender.

Mas todos riram, soltei uma risada e Natasha ficou toda vermelha.

- Aceita? – A olhei.

- Sim. – Ela disse rindo, Natasha estava nervosa.

Ela estendeu a mão direita para mim, tirei o anel da caixinha e coloquei em seu dedo anelar, beijei o mesmo. Me levantei e a puxei, beijando seus lábios. Todos bateram palmas, ouvi os moleques assoviarem, só eles fazem isso, rompi o beijo e a abracei.

- Porque você fez isso? – Ela perguntou em meu ouvido.

- Porque eu te amo. – Respondi, ela me abraçou mais.

- Tá já chega de tanta melação, vocês me dão nojo. – Khalil disse e Natasha deu risada.

Rompi o abraço.

- Sai do meu colo. – Falei e os caras riram.

- Podemos ir comer, agora? – Chaz perguntou.

- Demorou. – Ryan disse.

- Onde? – Jasmine perguntou. - Restaurante, ou Mc Donald’s?

- Tanto faz. – Natasha disse.

- Por mim em qualquer lugar, desde que o mesmo tenha comida. – Chaz disse.

- Morto de fome. – Khalil disse.

- Me larga de mão. – Chaz disse a Khalil.

- Vamos no Mc, então. – Natasha disse.

- Pode ser. – Falei.

Andamos até o Mc Donald’s, entramos na fila rindo e falando alto, Natasha aceitou se casar comigo, mas acho que perdoar mesmo, ela não perdoou.
Mal abria a boca, para falar alguma coisa.
Fizemos nossos pedidos, esperamos ficarem prontos e fomos sentar em uma das mesas.
Enquanto comíamos Ryan e Chaz ficavam falando merda e fazendo nojeiras.
Meu celular começou a vibrar, o peguei do bolso, no visor marcava Carter, um dos meus seguranças, atendi.

- Fala.

- Só para avisar que o filme já acabou, senhor. – Carter disse.

- Ok. Traga ele para mim, estamos no Mc Donald’s. – Avisei.

- Sim, Senhor. – Ele disse e desliguei.

- Estava torcendo, para você não aceita-se. –  Ouvi Jasmine dizer a Natasha, fiquei as olhando.

- Porque? – Natasha perguntou rindo.

- Porque ela tem medo de mim. – Debochei.

Jasmine soltou uma risada escandalosa, todos olhamos para ela.

- Eu? Sonha, Bieber. – Ela disse rindo.

- Então porque estava torcendo, para que ela não aceitasse? Quer dar pro Bieber? – Khalil soltou essa.

- Nossa. – Ouvi Natasha dizer baixo e me olhou.

- Que? – Ryan perguntou sério.

Jasmine começou a tossir, já que estava tomando refrigerante, não me segurei e comecei a rir, Jasmine ficou toda vermelha, foi engraçado.

- Não fala bobagem. – Ela disse sem jeito.

- Poderia ter ficado sem essa. – Ryan disse a Jasmine e se levantou bravo, saindo.

- Ryan. – Jasmine o chamou.

- Volta aqui, cara. – O chamei, mas ele deu de ombros, sumindo. – As vezes, você perde a oportunidade de ficar quieta. – Encarei Jasmine.

- Cala essa boca. – Ela disse estressada e foi atrás do Ryan.

Khalil, Chaz e eu nos entre olhamos e caímos na gargalhada, senti a minha barriga doer de tanto rir.

- Já chega, Justin. – Natasha disse me olhando.

- Ah, amor. – Falei tomando folego. – Foi engraçado. – Limpei as minhas lágrimas.

- Ainda estou procurando a graça. – Ela disse séria.

- Deixa de ser chata. – Ela franziu o cenho me encarando.

- Ryan morre de ciúmes da Jasmine. – Chaz disse rindo.

- Também, olha o que esse garoto disse. – Natasha se referiu a Khalil.

- Desculpa, essa garota só fala merda. – Khalil disse rindo.

- Só quero ver, quem vai se desculpar com eles. – Natasha disse.

- Eu não fiz nada, não vou me desculpar com ninguém. – Falei.

- Nem eu. – Chaz disse.

- E muito menos eu, a mina viaja e não quer tomar? – Khalil disse de boca cheia.

- Que nojo, porra. – Joguei um papel nele. – Fecha essa boca.

- Cala essa boca. – Ele disse com a voz fina, imitando a Jasmine.

Começamos a rir, até a Natasha riu dessa vez. David chegou ao nosso lado, Natasha deu espaço para ele sentar.

- E os pirralhos? – Perguntei a Carter.

- Eles avisaram, que iam voltar a mansão de táxi, senhor. – Carter respondeu.

- Graças a Deus. – Chaz disse e Khalil riu dele.

- Como são educados. - Natasha disse a eles.

- Alice é chata pra caralho, fica fazendo várias perguntas sobre o Bieber, não sabe nem disfarçar. - Khalil disse e revirou os olhos.

Natasha me olhou.

- Quê? Eu não sei de nada. - Dei de ombros.

E não sabia mesmo.

- Khalil queria dar uns pegas nela. - Chaz disse.

- Ele quer pegar todas. - Natasha disse.

- Desisti dela, quando ela abriu aquela boca. Só fala besteira, inclusive só falou de você. - Khalil me olhou e começou a rir.

- Tô rindo? - Perguntei sério, Khalil riu mais. - Se você fosse ganhar a vida, como piadista, iria morrer de fome. - Disse e ri da cara dele.

- Tô rindo? - Ele me imitou.

- Dois idiotas. - Chaz comentou.

- Meu caralho. - Falei.

- O que é caralho? - David perguntou e Natasha arregalou os olhos, me olhando.

- Justin.  - Natasha disse.

Os moleques se mataram de tanto rir.

- Bom... - Eu ia explicar.

- Como foi o filme? – Natasha perguntou a David, mudando o rumo da conversa.

Agradeci e depois ri, foi engraçado.

- Foi bem legal, tem uma televisão enorme lá dentro, ela é muito grande. – Ele disse animado.

- Que legal. – Ela disse animada.

- Aé? – Perguntei o olhando, ele assentiu. – Está com fome? Quer um desses? – Mostrei o hambúrguer a ele.

- Quero. – Ele disse e me levantei. – Onde vai?

- Comprar um hambúrguer, para você. – Falei.

- Não precisa, eu como esse aqui mesmo. – Ele se debruçou sobre a mesma e pegou o resto de Jasmine.

- Não, amor... Esse é resto. – Natasha disse a ele.

- Eu não me importo, já comi restos, muitas vezes. – Ele disse inocente. – E esse tá limpinho.

Senti um nó na garganta, eu não acredito que ouvi isso. Os moleques se entre olharam.

- Olha só, carinha. – Chaz o chamou. – Enquanto estiver com a gente, não vai precisar comer resto de ninguém, beleza? – David sorriu e mostrou os dentinhos pretos.

- Mas não precisa gastar mais dinheiro, posso comer esse aqui. – Ele disse.

Voltei até a mesa e tirei da mão dele o Hambúrguer, ele ficou me olhando.

- Não vai mais comer resto, vou comprar um pra você, ok? – Disse o olhando, ele assentiu.

- Quer ir com ele? – Natasha perguntou a David. – Você pode escolher um brinquedo.

- Posso mesmo? – Natasha sorriu, assentindo. – E o brinquedo vai ser só meu?

- Claro, bebê. – Natasha respondeu.

David quase caiu do sofá, pois desceu animado demais, sorri pelo nariz. Ele me estendeu a mão, engoli seco e peguei na mão dele. Justin, Justin. Não vai se apaixonar pelo garoto!
Ele era tão pequeno para a idade dele, aparentava ter cinco até mesmo seis anos, frágil demais.

Passava das sete horas, quando resolvemos voltar para mansão. Natasha subiu para o quarto e David estava reclamando de dor nas pernas, também ele não parou um minuto de brincar, nos brinquedos infláveis, que tinha no shopping, chatos pra porra.
Mas vi, que ele tinha se divertido bastante, não sei porque, isso me deixava feliz.

Fui até a cozinha e pedi que Marta preparasse algo para ele comer, enquanto o colocava para tomar banho.

- Pode levar o lanche no quarto? – Perguntei a Marta.

- Claro, senhor. – Ela disse e sai da cozinha, David estava sentado no sofá, me esperando.

- Vem. – Disse e ele desceu, me estendeu a mão e a peguei.

Já percebi que ele sempre dá a mãozinha, para ir nos lugares. Ele é uma graça.

- Senhor? - O olhei, enquanto subiamos as escadas. - Eu vou morar aqui? - Senti meu rosto queimar.

- Porque? Você não quer morar aqui?

- Não quero voltar para rua, eu gosto de estar com o senhor. - Ele disse e beijou a minha mão, franzi o cenho.

- Nao se preocupa com isso. - Baguncei seus cabelos, ele sorriu.

Entramos no quarto e ele sentou no chão, para tirar os tênis. Entrei no banheiro e liguei o chuveiro, regulei a temperatura e sai, David já estava nu, me esperado. Ele era bem magrinho.

- Pode vir. – Ele pegou as roupas que tinha tirado, entrou no banheiro, as colocou no sexto e foi direto para debaixo do chuveiro. – Você sabe tomar banho, sozinho?

- A tia Naty disse... – Ele pegou um pouquinho de shampo e colocou na mão. - Que eu tinha que lavar bem a cabeça. – Franzi o cenho o olhando, ele lavou a cabeça. -  O meu sovaco e o pescoço. – Ele lavou as axilas e o pescoço, cruzei os braços. – E que tinha que lavar bem o bumbum, porque se não fica com cheiro ruim. – Ele virou a bunda pra mim e lavou com a espuma do sabonete, dei risada. David se virou de frente – E que tinha que lavar o pinto e o...

- Saco? É, tem que lavar mesmo. – Disse e ele deu uma risadinha. - E as orelhas?

Ouvi baterem na porta.

- Termina aí e pega a toalha aqui. – Apontei para a pia, ele assentiu.

Sai do banheiro e Marta abriu a porta, com uma bandeja nas mãos, tinha leite e sanduiche na mesma. Ela colocou sobre a mesinha.

- Pode enxugar ele? Quero tomar um banho. – Perguntei.

- Claro senhor, eu fico aqui com ele. – Assenti.

- Já volto. – Falei e sai do quarto.

Caminhei até o meu quarto e entrei, Natasha estava com uma toalha, enrolada em seu corpo, tagarelando no celular. Nem dei ouvidos e fui direto para o banheiro, me despi e tomei um banho, estava cansado.
Terminei e me enxuguei, enrolei a toalha na cintura e sai do banheiro, entrei no closet e Natasha estava de lingerie, ela me olhou.

- Estava falando com a Jasmine? – Perguntei a ela.

- Estava, ela disse que Ryan ainda está puto. – Franzi o cenho.

- É um veado, mesmo. – Disse e fui pegar uma boxer, Natasha se escorou na parede de frente para mim, me encarando. – Que foi?

- Porque Khalil disse aquilo? – Ela perguntou e cruzou os braços, me livrei da toalha.

- Você sabe como o Khalil é. – Vesti a boxer. - Ele fala o que acha, sem se importar.

- Como você! – Ela disse e ri fraco.

Peguei uma calça de moletom.

- Ele só calou aquela bocona dela, Jasmine parece criança. – Vesti a calça.

- Porque não gosta dela? – A olhei.

- Porque Jasmine só fala merda de mim, para você. – Ela riu.

- Não fala besteira, Justin. – Ela se aproximou de mim, envolvi sua cintura. Ficamos nos olhando por segundos. – Eu te amo.

- Eu também te amo. – Encarei seus lábios e a beijei, calmamente.

Natasha era tudo que eu queria, tudo que eu tinha. Seria exagero dizer, que sou louco por ela? Não, eu sou louco por ela.
Rompi o beijo e a olhei, eu estava curioso.

- O que estava fazendo do outro lado da cidade? – Perguntei calmo.

- Só queria ficar longe de você. – Ela disse baixo, me olhando.

- Eu fiquei que nem um louco, procurando você. – Ela tentou se soltar de mim, mas a segurei firme. – Quer fugir do assunto? - Ela bufou. - Como conseguiu chegar lá?

- Apenas pedi que o taxista, me deixasse o mais longe que pudesse. Não ia voltar para casa, queria ficar longe. - Revirei os olhos. - Mas no meio do caminho senti uma dor horrível e comecei a sangrar, o taxista se desesperou, queria voltar, mas pedi que me deixasse em algum hospital, então ele me deixou naquele, era o mais próximo.

Relembrei aquele dia infeliz.

- Quando ia me dizer, que estava grávida? – Ela ficou me encarando.

- Eu não sabia que estava grávida, fiquei sabendo no hospital. – Ela baixou a cabeça.

A abracei forte, segurei o choro.

- Eu sei que sou o culpado, me perdoa. – Disse baixo.

Ela ficou em silêncio, por segundos.

- Eu já perdoei. – Ela cochichou. – Só quero esquecer isso, por favor.

A olhei e a selei.

- Tudo bem, não vou mais falar disso. – Ela assentiu. – Vou ver o David, já volto.

Sai do quarto e fechei a porta. Soltei o choro, a quem eu queria enganar? Estou me sentindo horrível, em saber que provoquei um aborto na minha garota. Matei o meu filho? Deus, que dor é essa, que não passa? Limpei as lágrimas rapidamente, quando vi minha mãe sair do quarto dela.

- Oi filho, está tudo bem? – Ela perguntou preocupada.

- Sim, porque? - Respondi meio grosso.

- Estava chorando? Aconteceu alguma coisa? – Neguei com a cabeça e dei as costas a ela. – Justin? – Me virei para olha-la.

- Fala.

- Podemos conversar? – Ela parecia aflita.

- Pode ser amanhã? Agora eu não estou com cabeça. – Ela assentiu, dei as costas e abri a porta do quarto de David.

Só a luz do abajur estava ligada, ele já estava dormindo. Me aproximei da cama, por impulso beijei sua testa e apaguei luz do abajur.

- Senhor? – Ele disse baixo, acendi o abajur novamente e me ajoelhei ao lado da cama dele.

- E aí, carinha. – Falei e funguei. – Achei que estivesse dormindo.

- O senhor está bem? – Enchi meus olhos de lágrimas.

Deixei as lágrimas rolarem e neguei com a cabeça, baixei a mesma e senti o desespero, a culpa me consumia e eu sentia uma vontade do caralho de arrancar a dor inexplicável, que eu estava sentindo. Que isso, Bieber? Estava chorando feito criança, não conseguia controlar o choro, me sentia um monstro.
Sentia David acariciar meus cabelos e segurar uma de minhas mãos, engoli o choro e levantei a cabeça para olha-lo, ele beijou meu rosto.

- Não se preocupa, seu segredo está guardado comigo. – Ele cochichou e limpei meu rosto.

Ele me abraçou rapidamente, ri pelo nariz, ele era tão pequeno. Rompi o abraço e me recompus, me levantei, o ajeitei na cama novamente e o cobri.

- Agora dorme, amanhã vamos dar uma saída. – Ele assentiu, desliguei o abajur.

- Podemos deixar ligado? – O liguei novamente.

- Podemos, sim. – Ele fechou os olhos. – Dorme bem.

Me afastei da cama, abri a porta...

- Boa noite, papai... – Ele cochichou, senti um frio na barriga e engoli a seco.

- Boa noite, campeão. – Sorri e fechei a porta.


Notas Finais


Nossa, que lindo. 😢😭😭


Desculpem o capítulo pequeno, não preciso dizer que foi necessário, neah? 🙄😂

Espero que tenham gostado...☺
Beijo na bunda. 😚😚😚


#Decolei 😪😴


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