História Diferenças Iguais - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Jacob Black
Visualizações 67
Palavras 3.305
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


I'm sorry pela demora! (Tive uns paranauê aí em relação a fazer merda também e o castigo do teu lado ksksks.) Vou fazer o máximo que posso para postar minhas Fanfics o mais rápido que posso.

Espero que gostem desse capítulo. É um tanto "sério", porque vocês vão ver (sou mal né?).
A partir daí, irão conhecer o passado de Norah, o que tem por trás daquele rosto, olhos lindos e cabelos vermelhos. Eu, particularmente, gostei bastante desse capítulo - que estou confessando ser meu favorito -, e espero que vocês também gostem.
Bom... Preciso saber - do fundo do core - se estão gostando. Se tão achando a história massa, ou uma merda.
Então, vamos ler né?
Beijocas amo vocês!
P.S.: Eu recomendo vocês escutarem Mercy - Shawn Mendes, durante o período aí de leitura.

Capítulo 6 - Capítulo 06


Fanfic / Fanfiction Diferenças Iguais - Capítulo 6 - Capítulo 06

*POV NORAH*

Depois que Jacob saiu, subi para meu quarto. Enquanto subia as escadas - com muita preguiça. É evidente -, escutei vozes.
Eram Charlie e Bella.
- Ela precisa saber, pai! - Bella insistia. O que me deixava inquieta - e curiosa - era que Bella não se importava comigo; não mais. Charlie tentava convencer Bella, que o quer que seja que eles estivessem conversando, não era a "melhor" alternativa.
- Não precisa, não! - Charlie rebatia. - Sol e Harold são os pais de Norah, Bella - ele disse calmamente. - E já basta! - eu ouvi meu nome?  O que eu tenho haver com isso?!
Decidi entrar naquele quarto, e acabar logo com aquilo.
- Ouvi meu nome - digo sarcástica. - O que tem eu? - revezo meus olhares para Charlie e Bella.
- Você é adotada! - Bella solta antes de qualquer coisa acontecer. Me viro, ficando de frente para ela, a fitando.
- Como é?  Repete, não ouvi direito. - Semicerro os olhos, respirando fundo. Eu não tinha nenhum problema com essa parada de adoção. O "importante" é que Sol e Harold cuidaram de mim...e é o que importa. Tenho quase certeza de que eles me mandaram para cá com essa intenção: eu saber que não era filha biológica deles.
Desde minha infância, sempre escutei que, depois que nasci, minha mãe não pôde ter mais filhos. Era mentira - ela nunca pôde. Ela recorreu à adoção. Eu me achava maluca... Nunca me pareci com nenhum dos dois. Nem aparência, nem manias ou sei lá. Nunca pareci com eles. Os olhos, a feição, corpo... Jeito...
Era estranho. Saber que sua família não é realmente sua família - é um impacto e tanto. Tanto faz se sou adotada ou o quê quer que seja; ao menos recebi carinho, uma casa, e pessoas que até onde sabia, me amavam.
- De acordo com meu pai, você é adotada... Então... - ela abaixa a cabeça, fungando. Sinceramente, eu não sabia se era verdade ou mentira. - Não somos prima...
- São. - Charlie a interrompe, com a voz grave. - Não importa se não é de sangue. Mas vocês foram criadas juntas! - ele diz e vem até mim. - Me perdoe, Norah. Não era pra ser assim. - Ele afaga meu ombro e sai porta a fora. Fito novamente o vazio e caminho para meu quarto.

"A infância não vai do nascimento até certa idade, e a certa altura a criança está crescida, deixando de lado as coisas de criança. A infância é o reino onde ninguém morre." - Edna St. Vicent Millay 
 
Eu me lembrava desta frase. Sempre que eu dizia a minha mãe que eu não era mais criança, ela dizia isto. Eu estava crescida, e com isso o fardo da minha vida adulta estava próxima. Eram só alguns anos... Passavam correndo; e ficavam para trás.
Eu relembrando meu passado, era como assistir um filme de terror, ação  e muito, muito drama. Não era um filme de cinema, era apenas um filme estreando para mim mesma - como lembranças. Eu não me lembro de nada, antes dos meus 2 - 4 anos. Era um tanto confuso.
Era tão confuso, que eu comparava o que eu sentia por Jacob Black. Seria sincero, eu dizer que sou apenas humana?
Desde o acontecimento do... "Prometi a mim mesma - não iria mais lembrar disso", assalto, eu não havia sentido algo assim.
Só por Levi.
Ainda acho que por Jacob, é ainda maior. Estou confusa.
Tirei minha roupa, e passei meus dedos pelas cicatrizes em meu corpo. Eram quatro. Uma nas costas, uma na perna - perto do tornozelo.
Minha costela foi marcada por uma faca em brasa, que além de cortar, queimou, é claro. Em minhas costas, havia uma marca no final da coluna - uma marca de tiro; no tornozelo também foi um tiro.
Eu perdi meu melhor amigo e namorado, por vingança. O que adiantaria eu ter me vingado, e perdido meu namorado?! Eu o amava... Naquele maldito dia, estávamos fazendo 1 ano de namoro... E foi o dia em que o perdi. A culpa ainda reina em mim, é irreversível. Quando o perdi, jurei que ele seria o único que teria meu amor. Manti a promessa.
Mas acabei com ela, quando conheci Jacob Black.
Vesti minha calça jeans e meu inseparável All Star - ainda com a marca da bala, no pé direito -, meu arco e flecha, e minhas flechas.
Desci as escadas e coloquei em cima do sofá, e fui até o quarto de Isabella.
Entrei no mesmo a procura dela, e não a vi. Apenas um papel um pouco amassado em cima da cama. Como meu maior defeito é a curiosidade, fui devagar até a cama e peguei o papel.

"Bella", haviam escrito.

" Não sei porque você está fazendo Charlie levar bilhetes ao Billy como se estivéssemos na segunda série - se eu quisesse falar com você, teria atendido o

"Foi você quem escolheu, tá legal? Não pode ter as duas coisas quando

"Que parte de 'inimigos mortais' é complicada demais para você

"Não podemos ser amigos quando você fica o tempo todo com um bando de

"As coisas só ficam piores quando eu penso demais em você, então não escreva mais

 

"Sim, eu sinto sua falta também. Muito.

Isso não muda nada. Desculpe

Jacob", li aquilo com uma dúvida bem visível.


Até onde sei, Jacob e o tal de Edward Cullen, não se bicam. Será por isso?
Bella namora Edward, mas Jacob sempre gostou dela - ou a amou, se entendi bem -, então eles tem essa rixa. Eu tento entender como Bella conseguiu escolher o Cullen, sendo que o Jacob sempre esteve com ela - eu não sei o ponto de vista do Edward!
Aquele papel estava amarrotado demais para ter sido enviado a ela a pouco tempo. As partes riscadas, diziam o quanto ele lutava com as palavras. Ele não queria machucá - la. Afinal ele à amava. Mas era a verdade... Não tinha como Bella escolher os dois, pois um sairia machucado nesse jogo de triângulo amoroso.
- Norah? - Bella diz meu nome, mas assustando. Sento na cama, disfarçando  e colocando o papel em baixo de mim, para ter a impressão que sentei em cima dele.
Não que o li.
- O que faz aqui? - ela chega perto de mim, examinando - me.
- Vim falar com você - revelo e vejo sua expressão de surpresa. Ela se senta ao meu lado, assentindo. - Bella - começo, enrolando (sendo que eu odeio rodeios), para inventar algo decente. - Por qual motivo o Jacob chama seu...
- Namorado - ela me interrompe.
- É. Tanto faz. Por que ele chama o seu namorado - não consigo deixar de fazer careta, ao me lembrar da confusão entre eles. - De parasita, e o seu namorado chama ele de vira-lata? - era uma dúvida decente.
Eu estava com essa pergunta na cabeça, mas pensei que fosse só implicância dos dois. Apelidar o outro de algo idiota.
- Você sabe que eles não se dão bem - ela abaixa a cabeça. Isso já me convence.
Mentira. Ainda estou curiosa.
- Hmmm... - fingi ter entendido e me levantei.
Saio porta a fora e pego o que deixei no sofá, indo em direção à floresta. Parei ao ver os garotos que conheci na casa de Emily. É comum as pessoas não usarem camisas aqui? Até onde sei, a turma do Jacob não usa. Eu estava a pouco metros da entrada da floresta, e sinto um puxão. Uma mão agarra meu braço, puxando para si.
- Sim?! - falo irritada quando vejo o idiota do Black. Infelizmente tenho que confessar: ele é bonito. Mas ainda sim, é um idiota.
- Aonde pensa que vai? - ele fala rudemente. Dou uma risada sarcástica e olho pra aquilo que ele chama de cara. - Não te interessa. - Falo e ouço uma gritaria de seus amigos que estavam perto de nós dois. - Como ficamos então? - vejo ele trincar o maxilar e me olhar de cima.
É um saco ser menor que ele. Pelo menos eu devia alcançar o rosto ou sei lá, dele!
- Sim, me interessa Walens - ele diz irritado. - Você é como sua prima, um ímã de problemas -ele diz e me afasto bruscamente dele.
- Não me compare a ela, Jacob - digo indiferente. - Não me surpreende, mesmo. Seu mundo gira em torno dela. - Falo me afastando, ainda o encarando. - Não sou como ela ou como essas garotas, sou diferente - balanço a cabeça em negação e entro na floresta, sem me importar com quem estivesse me olhando.
Não me importo se agi como criança. Só deixei claro a ele - não gosto de comparações. Ainda consigo ouvir seus passos atrás de mim, e apresso o passo.
Eu sou boa de corrida mesmo, fazer o que.
- O que quer com isso, Norah? Chamar atenção? - quanto mais ele falava, mais me irritava. - Te dou os parabéns! Mas infelizmente não está conseguindo! - respirei fundo pra não ir até ele e espancá - lo.
- Tá me seguindo porque quer. Não te pedi pra vir comigo, Jacob Black - falo indiferente e ouço seu andar parar. Respiro feliz, mas minha alegria acaba quando sinto me puxarem violentamente contra seu corpo.
Essas pessoas gostam de me puxar! Dá pra parar?! Na real?

Jacob Black
Eu estava cansado. Cansado de ter que sempre obedecer as ordens de Sam. Isso é no mínimo idiota! De acordo com Bella, ela irá ser transformada depois do casamento - e já não basta ela estar noiva de um sanguessuga! - e Sam aceitar isso.
Mas tudo bem. Não para por aí! Ainda tem a prima dela.
Essa garota enche a paciência. Primeiro, com seu jeito de ser. Não se importa com a opinião das pessoas, e não se importa, quando se preocupam com ela. (O que é o meu caso.) Segundo, ela é como uma força que atraí os problemas. Qualquer um. Ela sempre tá metida, e eu tenho que dar meu jeito pra tirar ela dessa. Terceiro que eu tenho que confessar: eu tive Imprinting. E foi com a garota encrenca.

Estávamos voltando de um almoço da casa de Emily, e então vejo quem?
Ela.
A bendita garota estava com uma espécie de bolsa, com arco e flecha, indo pra floresta.
Além dela me responder e dizer que o que ela faz não me interessa, ainda tenho que aguentar os garotos me enchendo o saco. Isso que é ruim, ter sua cabeça sem tranca. Tudo ali. Tudo que você se envergonha, ali, exposto pra todo mundo ver.
Norah não me escutou, então tive que tomar medidas drásticas.
- Tá me seguindo porque quer. Não te pedi pra vir comigo, Jacob Black - fala grossa como sempre. Perdi o resto da paciência que eu tive, e a puxei forte. Ela veio com tudo de encontro ao meu peito. Sorri vitorioso quando a vi cerrar os punhos.
- Eu só não te dou um soco, porque tenho mais o que fazer - ela diz e eu rio alto.
- Como é? - falo a provocando - Só não me dá um soco porque sabe que vai se machucar e sabe que me ama... - falo sorrindo de lado e ela me olha sem expressão.
- Sonhar é bom, sabia? - ela diz, puxando o braço bruscamente. - Mas toma cuidado pra não confundir realidade com seu mundinho fantástico, Black. - Arqueei a sobrancelha e cruzou os braços, encarando aquele pingo de gente.
- Sei não, mas acho que você não levou lições quando criança  - vejo ela respirar fundo e colocar a tal bolsa com o arco e as flechas no chão.
- Que pena. Se minha mãe biológica não me deu uma lição, quem dirá minha mãe adotiva, idiota - ela diz encarando o chão.
Encaro aquela garota de cabelos cor de fogo. O motivo pelo qual não consigo dormir... e acordo todo assustado - sem tirar, todo suado. Por trás daquela garota durona, que tem sempre uma resposta na ponta da língua, Norah é frágil (por mais que ela diga que não). Precisa de colo, precisa de carinho. Talvez seus pais - os que criaram ela - não deram a devida atenção, ou o devido carinho que ela realmente precisa. Por isso ela criou essa cápsula: ser fria, não se importar com as pessoas e não querer dar uma chance à aquelas que querem de verdade, fazer a diferença em sua vida.
Por trás dessa garota, eu sinto que existe alguém extremamente necessitada de coisas que não se podem comprar - algo que nós temos e podemos transmitir.

Cheguei perto de Norah, mas a mesma recuou. Toquei em seu braço e ela afastou o mesmo.
- Sei exatamente o que está pensando. Não preciso da pena de vocês. Estou feliz mesmo - ela diz com desdém e recua para pegar a bolsa. - Quer fazer alguma coisa por mim? - assinto cuidadosamente. Vai saber o que essa maluca iria pedir. - Me deixa em paz. É isso que me machuca - ela mostra com o queixo em minha direção. - Olhar de pena, de querer ajudar. Estou bem desse jeito, Black - ela diz e pega a bolsa com uma mão.
- Nor...
- Não. - Ela me interrompe, dando passos para trás. - Já chega. Cuide de sua - ela faz aspas nessa frase. - Bella. E eu? - ela dá um sorrisinho sarcástico. - Cuide de sua própria vida - Norah me dá as costas e começa à andar sem olhar para trás.
- Não. - Digo grave, encarando o chão. - Não tem como eu cuidar de minha própria vida, se ela já pertence a outra pessoa. - Ela se vira, cautelosa, me encarando. - Bella já não é mais minha - dou um sorriso sem humor -, aliás, nunca foi. - sinto meus olhos marejarem e os obrigo a não descer uma lágrima sequer.
- E quem disse que estou sentindo pena de você? - falo a desafiando e ela dá de ombros, indiferente. - Estou avaliando as chances que tenho em tentar te convencer. - Norah cruza os braços, arqueando uma sobrancelha, me encarando. Seu rosto não havia nenhuma expressão.
- Te convencer a tentar. A tentar dar uma chance pro futuro. - Vou direto ao ponto, como ela gosta de fazer. - Se o passado não foi lá essas coisas, o presente é a passagem pro futuro ser bem melhor. - Ela abaixa a cabeça, e vejo de relance, morder os lábios com força. - Não precisa ser dura, ser fria. Seja quente. - Aponto para mim mesmo, após ela levantar a cabeça. - Não precisa criar um escudo pra não se machucar. Eu estou aqui! - encurto a distância com três passadas, e ela me encara surpresa. - Prometo não te machucar. Prometo não deixar que te machuque... E prometo não deixar que o tempo, e as pessoas que estão ao teu redor, te machuquem também. - Falo e pego seu rosto com as mãos, fazendo ela me encarar com aqueles olhos lindos. - Tenta. Por favor. - Norah se afasta de mim, e me olha sem nenhuma expressão.
Fria. Dura.
- Se sua meta era me fazer gostar de você, ou no caso lhe dar uma chance - ela sorri com cinismo -, eu sinto muito. Fez com que eu queira ainda mais distância de você. Te peço uma última vez: me deixa. Finge que eu nunca vi para Forks, finge que eu nunca te conheci. É como se eu nunca tivesse existido.
Aquelas palavras tinham doído como chicotadas. Até pior.
Por mais que eu me curasse rápido, aquelas palavras criaram feridas em meu pensamento, em meu coração. E eu tenho certeza que as cicatrizes irão demorar para surgir.
Ela estava certa. Não faça escolhas... Porque no final, elas irão ter um preço alto.
Meu preço havia sido alto. Ela levou comigo o que restava de mim. Ela havia levado meu amor... E eu estava aqui: tentando entender o porquê que ela se foi.

*POV NORAH*
Saí dali com o coração cortado a pedaços pequenos. A tortura tinha sido enorme... quase não restava esperança.
É claro que o que Jacob disse, me tocou. É claro. Doeu dizer aquilo - mas doeria ainda mais se acontecesse algo com ele, e se eu não pudesse protegê - lo.
Cada frase que ele proferiu, meu coração saltava do peito. Pulava de um lado pro outro, querendo sair. Eu estava me sentindo como ele: quente. O calor havia invadido meus pensamentos e meu corpo, fazendo com que eu o amasse ainda mais.
Foi preciso. Eu dei as costas, pois não aguentaria vê - lo chorando. É claro quê o que eu disse, era mentira! É claro que eu queria ele!, é claro que gosto dele!, é claro que quero uma chance!
Eu desperdicei. As inúmeras palavras ditas ao vento, fez com que o juramento se cumprisse, e meu passado viesse à tona. Eram apenas promessas... que eu não iria descumprir. Eu tive que pagar o preço - machucando quem eu amo e me machucando.
Ele prometeu não deixar ninguém me machucar, mas eu e meu passado estavam fazendo o trabalho de me torturar direitinho.

*Memórias Norah Walens*
"Estávamos na casa de Levi, vendo quanto tínhamos conseguido com o assalto."
"'Mais de mil reais, galera', grita Charles.
"'Ninguém é páreo para nós, meu amor!', diz Levi me beijando, após eu chegar na sala com um cigarro aceso.
"'Vocês são uns loucos. Vai que a polícia pega a gente', digo me sentando na roda.
"'Culpa de Nevaeh. Eu mandei ele vigiar a entrada do hotel! Parece que é lerdo', diz Levi novamente, enquanto eu olho Nevaeh. Eu o entendia perfeitamente. É novo nesse ramo, ainda não sabe o quanto cuidado temos que ter.
"'Sabe que sou iniciante nisso, Levi Walker!', e começaram a discussão.
"Apenas sinto mãos fortes em minha cintura, e me puxando contra seu corpo.
"'Sabe que não irei deixar ninguém te machucar, não é loirinha? Estamos juntos nessa. Sabe que te amo, gostosa', ele diz em meu ouvido, enquanto beijava meu pescoço, causando arrepios.
"'Se quiserem transar, o quarto do Charles tá disponível. Tem camisinha e tudo', diz Sophia - a namorada de Charles. O mesmo taca um travesseiro nela.
"'Obrigado, Sophia. Mas eu tenho minha casa e Norah gosta da nossa cama, não é amor?', afirmo com a cabeça, sorrindo.
"'Ele faz muito barulho', digo recebendo um peteleco de Levi. 'O.K. Parei', disse o beijando.
"'Somos um só, Norah. Eu nunca irei te deixar', disse ele, enquanto atacava meu pescoço.

*Memórias Norah Walens Off*


- Você mentiu! - coloco mais uma flecha no arco, a soltando. Ela para três árvores depois. - Disse que iria ficar comigo...Disse que éramos um só. Eu sei quando a pessoa só faz as coisas pra si mesmo. - Dou um soco na parede, fechando os olhos com força.
Encosto a testa na árvore, respirando aquele cheiro de terra molhada e folhas...
- Desculpe, meu amor. É difícil sem você aqui... As promessas não são mais as mesmas desde que você se foi. - Uma brisa passa, e eu estremeço com o frio. - Eu prometo tentar ser feliz. Por você. Por nós - falo enquanto beijo meu dedo e toco nas letras "LW", esculpidas no casco da árvore.
Pego minhas coisas, e minhas flechas, indo pra casa, enquanto as nuvens cobrem a Lua e escuridão toma de conta da floresta.

Tá difícil sentir amor e ser feliz, se aquele que tinha teu amor, e trazia tua felicidade se foi. E você ficou assim - à deriva. Sozinho... Apenas com o frio da floresta escura, que chegava mais perto de mim.


Notas Finais


Eu sou uma pessoa que amo fazer teorias, pra tudo. Então... Qual a de vocês?
Tanto sobre o passado de Norah, ou do que aconteceu, ou do que ela sente...
Digam aí.
Amo vocês.


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