História Diferenças Iguais - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Jacob Black
Visualizações 51
Palavras 1.787
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Fiz com carinho!
Teremos só o ponto de vista do Jacob (será que ficou pequeno?)
Infelizmente não tive tempo de revisar... I'm sorry pelos erros
Beijocas

P.S.: Recomendo escutarem Starboy - The Weeknd
(As músicas que eu recomendo escutarem enquanto lêem, é como se fosse uma trilha sonora da Fanfic ksksks)

Capítulo 7 - Capítulo 07


Fanfic / Fanfiction Diferenças Iguais - Capítulo 7 - Capítulo 07

Jacob Black

Minha respiração estava descompassada - eu não estava bem. Eu tinha certeza. Voltei pra casa de Emily, com um aperto no coração. Eu já não conseguia segurar o choro... As lágrimas caiam, sem eu perceber. Eu já nem ligava - era fruto de um engano. Cheguei na casa de Emily, transtornado... O quê aquela garota fez comigo? A única pessoa que amei de verdade, foi Bella.
E agora, Norah.
Ao sair da casa de Emily, a vi sair da floresta, e a mão estava cortada. Descia por seu braço; escorria por ele, sangue. Olhei aquilo ali, como se eu tivesse levado um soco na barriga.
Não tinha como escapar, eu estava preso à ela de qualquer jeito... Mesmo se ela pedisse para eu me afastar dela, ou esquecê - la.  Era impossível ficar longe dela. Eu estava preso -para sempre.
Eu não havia ficado à deriva.  Um novo fio me prendia à ela. Não importava... Era ela que eu queria. E seria ela que eu iria ter.
Eu não havia percebido, mas agora eu posso perceber: como o Universo girava em torno daquela garota marrenta, de cabelos vermelhos. Eu nunca tinha enxergado a simetria do Universo, mas agora ela era clara.
A gravidade da Terra não me prendia mais ao lugar em que eu estava. Era aquela garota - aquela garota, o único motivo que me faz perder noites de sono.

Foi aí que ela me viu.

Ela correu pra porta dos fundos - que dava acesso a cozinha -, e eu a segui.
- Norah! - eu gritei, correndo atrás dela. Ela entrou com tudo na casa de Charlie, e pude ouvir a mesma abrir o armário com força, a procura de algo.
- Quer que eu desenhe?! Me esquece, Black! - Norah fala de cara amarrada. Ela enfia a mão dentro do mesmo, e tira de lá, álcool.
Norah abre a torneira e enfia a mão debaixo da água, que escorre pela pia; vermelha. A ouço respirar fundo, e derramar álcool em cima do corte em sua mão. Era longo, e profundo. A mesma fez cara de dor, e mordeu o lábio com força - que pude ver um pouco de sangue no mesmo.
- Deixa eu te ajudar, Norah - falo suplicante e ela me ignora e passa por mim, esbarrando ombro a ombro. Respiro fundo, cerrando os punhos e puxo seu braço com força.
- Já chega - falo rudemente, a encarando. - Já chega de agir como criança, e deixa eu te ajudar, Norah. - Ela tenta puxar o braço, mas o aperto com mais força.
- Não preciso de sua ajuda, Black. - Norah olha em meus olhos, e eu me perco neles. A ignoro a coloco em cima da mesma, a segurando pela cintura, pra ter a certeza que ela não irá sair dali.
Pego uma gaze na caixa de primeiros socorros, esparadrapo e uma pomada. Norah me encara de cara feia, e eu a olho com um sorriso de lado. A mesma vira a cara e encara o chão.
- Se doer, me fala - me sento em sua frente, e tento pegar o mais delicamente possível.
Limpo com uma espécie de soro, e "enxugo" com a gaze, e passo a pomada. Ela suspira pesadamente, e morde o lábio inferior.
Pra ela é uma mania - mas por favor! Ela não sabe o quanto essa "mordidinha" mexe comigo.
- É hoje ou tá difícil? - ela pergunta, de cara feia. Rio sem humor algum, e balanço a cabeça, enrolando a gaze e o esparadrapo em sua mão. É estranho... Ver as pessoas se machucarem, e não se curarem rápido, como eu. Ou como os lobisomens.
- Já terminei garota - falo colocando a mão no bolso da bermuda, e ela desce da mesa, olhando pro curativo.
- Não tá nada mal - ela diz indiferente e eu reviro os olhos.
- Como se machucou? - pergunto me encostando na bancada. Ela dá de ombros e se vira, como se não tivesse me ouvido. Respiro fundo, e contenho a vontade de dar uma resposta. Em um movimento rápido, a puxo pela cintura, fazendo ela vir de encontro ao meu peito, com tudo.
- Tá fic...
- Eu te fiz uma pergunta, Norah - falo sério, olhando e seus olhos. Ela me ignora novamente. - Vai se fingir de muda, garota? - falo já irritado. 

Calma, Jacob, penso para mim mesmo, tentando me controlar.
- Falo se eu quiser. A boca é minha, e você não manda em mim, garoto idiota! - ela diz brava.
Quando mais o tempo passa... mais perdido por ela eu fico. Ela fica linda brava.
- Não perguntei se a boca é sua. Só pedi pra responder minha pergunta - rebato no mesmo tom, a fazendo me empurrar. Olho pra ela de cima, a vendo cerrar os punhos.

- Se quer me bater, nem pense. Você vai se machucar - digo me lembrando do dia em que Bella me deu um soco, e quebrou a mão.
Ela dá de ombros.
- Bato se eu quiser também. Não te disse que iria te bater, idiota - ela diz, tentando puxar o braço.
- Só conhece esse xingamento? Não sabe de outro, não? - pergunto a desafiando.
- Conheço  - ela diz me encarando. - Mas não irei dizer, porque o bebê pode ficar magoado - ela faz uma cara de choro.
Rio alto.
- O único bebê aqui é você - digo a encarando, e revezo o olhar para sua boca.
- Você nem deve ter 18 anos - ela diz e sorri sarcasticamente.
É a verdade. Eu ainda tenho 16, mas minha aparência é de uns 20 - 25 anos.
- E você? Tem 18 anos, mas é um cotoco de gente - falo rindo e ela trava o maxilar.
Ela me fuzila com os olhos e eu sorrio vitorioso.
- Você parece criança, Jacob - ouvindo ela pronunciar "Jacob", é tão gostoso quanto a ouvir dizer "Black". Respiro fundo e olho para seu tênis.
- Não sou criança, Norah - falo grave. Ela dá um soquinho em meu ombro e ri.
- Prova - ela me desafia. Levanto a encarando, e seus olhos tinham um brilho que não era normal.
Ou estava tão louco, que via coisas.

- Como? - pergunto curioso.
- Não sei - ela dá de ombros, e um sorriso brincava em seus lábios.
A olho, e tomo a decisão.
Era tarde demais.
A puxo mais forte pela cintura, a fazendo ficar colada em mim. Ela me encara, como se ainda estivesse processando o que iria acontecer.
- Isso n... -  ela iria dizer algo, mas como disse: era tarde demais.
Colei nossos lábios, iniciando um beijo lento e doce. Apertei sua cintura com mais força, a impedindo de sair. Suas unhas perfuram minha nuca, a arranhando - fazendo - me arrepiar de imediato. Sorrio entre o beijo e a mesma puxa minha nuca, quebrando única distância. Éramos um só - aquele era meu lugar. Sempre foi.
Era com ela.

Peço passagem e ela cede rapidamente - acho que ela precisava daquele beijo tanto quanto eu. A coloco em cima da mesa, e ela enlaça as pernas em minha cintura.
Meus beijos são passados para seu pescoço, e ela grunhiu algo inaudível.
- Pescoço - ela resmunga -, área sensível. - Ela diz, fazendo - me rir abafado.
Ela dá o troco. Desce por meu pescoço, e beija o mesmo - me arrepiando do fio do cabelo até o dedo do pé -, logo dando uma mordida no mesmo.
Sinto um arder em meu abdômen - ela havia arranhado ele. Balanço a cabeça, sorrindo. Seus dedos enlaçam nos fios de meu cabelo, puxando para trás e morde meu lábio inferior.
Até aí,  minha sanidade estava inteira - até quando?
Foi aí que a linha que definia o limite: sinto sua mão descer por minha barriga, indo de encontro a barra de minha calça.
- Não é melhor pararmos? - digo pegando sua mão e balançando a cabeça, negando.
Ouço ela bufar.
- Comigo, nada fica no meio do caminho. Ou não começa, ou termina - ela diz rouca. Meus pelos se eriçam e ela sorri com malícia.
Ela me puxa pela nuca, colando nossas bocas novamente. Sinto sua língua molhada e doce adentrar em minha boca e aperto sua cintura, a trazendo para mim... Até que ouço a porta abrir.
- Norah?! JAKE - ouço a voz de Bella e minha respiração para. Abaixo a cabeça, encostando a testa no ombro de Norah.
Eu parecia um garoto do primário, quando dá o primeiro beijo, e pegam ela no flagra.
Sinto Norah travar e suspirar pesadamente. Saio da frente dela, e ela desce, ficando em minha frente.
- Alguma explicação? - ela olha para mim e para Norah com um olhar mortal. - Jacob? Nor...
- Não tenho. - Ela diz e Bella sorri. - Porque não te interessa - o sorriso de Bella some na mesma hora, e eu encaro Norah incrédulo.
- Norah - diz Bella a encarando. -Você beijou meu amigo!
- Beijou, vírgula! - Norah avança um passo, e eu seguro seu braço. - O beijo não teria rolado até agora, se ele não quisesse! Além que, foi ele quem me beijou - ela diz e sinto uma pontada de irritação em sua voz.
- Jacob - profere Bella, incrédula.
- Você não deve pedir explicação alguma à ele - diz Norah é a vejo cerrar os punhos. - Ele não é seu filho ou namorado! E você tem o seu, Bella. Será que tem como não ser egoísta e ser feliz só com um? - Norah diz me fazendo arfar de surpresa.
Bella fica calada, enquanto Norah pega em meu braço e me coloca ao seu lado.
- Foi o que pensei - Norah me empurra até a porta, e antes de sair diz: - Cuide do que é seu. Do que é meu, deixa que eu faço o trabalho. - Ela sai comigo, e deixa uma Bella paralisada. Norah bate a porta com força e soca o parede do lado de fora, com a mão boa.
- Norah... - a pego pelo braço e a abraço.
- Não sei o que ela quer comigo, Jacob. É difícil ser feliz? - murmura em meu pescoço e eu a aperto com força. - No meu caso, deve ser impossível, já que ninguém me deixa em paz! - ela resmunga.
Apenas a abraço e a deixo dizer o que a incomoda.

Eu estava perdido. Perdido nos braços daquela garota. Era verídico. Era real.
Meu coração pertencia a Norah - não havia como mudar o futuro.

Era ela ou nada. 

   


Notas Finais


Ui, ui! Teorias?
Algum shipp já pronto? (Sou apressada gente, fiquem sabendo)

Adoro a química entre eles... Ao mesmo tempo que eles são diferentes, eles se completam por serem iguais...
Beijocas!


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