História Diferente de suas expectativas - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Exibições 28
Palavras 1.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


...

Capítulo 13 - Capitulo 13- 7 anos depois...


Capitulo 13- 7 anos depois...

Anos se passaram e Sesshoumaru, que já era um jovem bonito, agora estava um homem incrivelmente lindo. Formado, com um bom emprego, fazendo o que escolheu para a sua vida.

Trabalhava como biólogo em um parque aquático nos Estados Unidos. Chamava muita atenção, principalmente das mulheres, turistas, visitantes. Quem não notaria um homem alto, imponente?

 – Sesshoumaru? – um de seus colegas de trabalho lhe chamou – Naraku quer falar com você.

Sessshoumaru – já estou indo – estava no recinto dos pinguins.

 – algum problema com eles?

Sesshoumaru – não querem se alimentar. Talvez estejam estressados.

 – hum... irei terminar de alimenta-los, você vai falar com Naraku.

Sesshoumaru – certo... ate mais.

O homem estava mais maduro, nada como morar longe dos pais para lhe dar mais experiência de vida. E falando na sua família, Sesshoumaru, em 7 anos, nunca retornou para casa, nem para uma visita rápida.

Tinha uma incansável insistência de seu pai para que fosse ver a família, mas Sesshoumaru preferia manter distancia. E só se comunicava em breves ligações e E-mails que ele dificilmente respondia.

Sesshoumaru – queria falar comigo Naraku ? – entrava na sala de seu superior.

Naraku – sim... – era um homem bonito, moreno e de olhar malicioso – telefone para você.

Sesshoumaru – para mim? – entranhou.

Naraku – eu vou deixar você a vontade.

Sesshoumaru – obrigado... – o outro saiu da sala – alo?!

 – finalmente eu te encontrei Sesshoumaru! – disse a voz do outro lado da linha.

Sesshoumaru – pai?! – ficou surpreso – por que o senhor está ligando no meu trabalho?

Taisho – como por que? você não me atende... – começou a dar uma bronca no filho – não retorna minhas ligações, não responde meus e-mails.

Sesshoumaru – aconteceu alguma coisa? Inuyasha está bem?

Taisho – é justamente sobre ele que eu quero lhe falar. Seu irmão tem juízo, coisa que você não tem, e vai se casar.

Sesshoumaru – Inu vai se casar? Nossa... fico feliz por ele.

Taisho – e eu quero que você venha para o casamento.

Sesshoumaru – não pai, eu não posso. Eu tenho muito trabalho aqui.

Taisho – sem desculpas Sesshoumaru. Já falei com o seu chefe e ele lhe dará férias.

Sesshoumaru – você não pode falar com meu chefe sobre isso.

Taisho – está decidido Sesshoumaru, ou você vem para esse casamento, ou eu irei lhe buscar.

Sesshoumaru – tudo bem pai, eu irei.

Taisho – ótimo Sesshoumaru, não decepcione seu irmão.

Sesshoumaru – faz sete anos que Inuyasha e eu não nos falamos. Ele não deve nem me querer ai.

Taisho – já está na hora de vocês dois resolverem isso. ate hoje eu não entendo essa briga.

Sesshoumaru – não foi bem um briga. Mas eu estarei ai.

Taisho – te espero meu filho. Ate logo.

Sesshoumaru – ate pai... – desligou o telefone.

De verdade não havia tido briga. Sesshoumaru apenas não conseguiu se despedir e Inuyasha depois disso nunca mais quis falar com o irmão. Ficou uma magoa, um muro entre os dois.

Naraku – então... – o homem voltou para a sala – tudo certo com o seu pai?

Sesshoumaru – você falou para ele que ia me dar ferias?

Naraku – sim, conversei um pouco com ele. Me parece ser uma pessoas bacana.

Sesshoumaru – por que fez isso?

Naraku – você não pode perder o casamento do seu único irmão.

Sesshoumaru – é só um casamento, não tem importância nenhuma para mim.

Naraku – sei disso, por isso mesmo quero que vá para ver se muda de ideia – colocou alguns papeis sobre a mesa – assine esses papeis e você já está liberado – o outro suspirou.

Sesshoumaru – já que eu não tenho escolhe mesmo... – assinou rapidamente os papeis – os pinguins precisam de cuidado especial. Fale com o veterinário

Naraku – não se preocupe, eu resolve isso. pode ir para casa.

Sesshoumaru – ate mais...

Naraku – tchau.

#-#

Um belo quarto de motel, gemidos agudos, corpos suados. Inuyasha e Kagome desfrutavam juntos um fim de tarde.

Ela cavalgava no rapaz, subindo e descendo, enquanto ele apertava seus seios. Trocaram de posição, Kagome foi para baixo e Inuyasha começou a penetrar com fortes estocadas. Trocando beijos em meio a respirações ofegantes.

Alem de se amarem, formarem um bonito casal, os dois ainda se davam muito bem na cama. Inuyasha foi o primeiro homem na vida de Kagome, e juntos foram descobrindo sexualmente. Descobriram juntos o que cada um gostava no sexo, e se ajustaram para satisfazer um ao outro.

Não demorou muito gozaram juntos, em harmonia. Exaustos, deitaram lado a lado. Deram um suave beijo, e esperaram que a respiração se normalizasse.

Kagome – queria passar o resto da noite assim com você, mas não posso, ainda hoje tenho que provar o meu vestido – abraçada a ele.

Inuyasha – logo iremos passar o todas as noites de nossas vidas juntos.

Kagome – eu te amo Inu.

Inuyasha – também de amo Ka.

Kagome – Izayoi me contou uma novidade hoje. Seu irmão virá para o casamento.

Inuyasha – Sesshoumaru?! – arqueou uma das sobrancelhas – não acredito que ele venha.

Kagome – pois sua mãe garantiu que ele virá – o noivo se levantou da cama – finalmente irei conhecer seu irmão.

Inuyasha – não há nada de interessante em Sesshoumaru – vestiu sua roupa – não faço questão da presença dele.

Kagome – nossa Inu, você nunca fala do seu irmão e ainda não quer ele no seu casamento. O que aconteceu entre vocês dois?

Inuyasha – nada Kagome, vamos embora?

Kagome – sim meu amor.

#-#

Já a noite, no apartamento em que morava, Sesshoumaru terminava de fazer o jantar. Estava apenas de bermuda, sem camisa, cortando um tomate. Ate que chegou a pessoa com quem ele morava junto.

 – Sesshy!!! – entrava na cozinha – o que está fazendo? – o abraçando por trás.

Sesshoumaru – o jantar Naraku.

Naraku – hum... fiquei pensando em você depois que saiu. Não gostou da ideia de ter que ir para o casamento do seu irmão?

Sesshoumaru – eu só não gosto de decidam as coisas por mim – lavou as mãos.

Naraku – então você não vai gostar do que eu fiz – o outro lhe encarou – comprei nossas passagens.

Sesshoumaru – o quê?

Naraku – isso mesmo, eu irei com você.

Sesshoumaru – eu não acredito que você fez isso sem me consultar.

Naraku – estamos juntos a três anos, eu acho que já está na hora de sua família saber sobre nos.

Sesshoumaru – não é você quem decide isso – largou tudo o que estava fazendo.

Naraku – não vai terminar de fazer o jantar?

Sesshoumaru – perdi a fome, se quiser faça você – saiu do local.

Naraku – Sesshoumaru?! – o seguiu – por que sempre que toco nesse assunto você reage dessa forma? Não quer me assumir para a sua família?

Sesshoumaru – não é esse o problema – entrava no quarto.

Naraku – então me diz qual é?

Sesshoumaru – quer saber? Faça o que quiser – o deixou sozinho e foi para o banheiro.

Precisava de um longo banho. Tirou a bermuda e ligou o chuveiro, e logo deixou que a água caísse sobre seu corpo. Sua cabeça estava cheia de coisa.

Ele nem mesmo percebeu quando tinha caído nessa situação. O envolvimento com Naraku era para ser rápido, passageiro, apenas noitadas de diversão e prazer. Mas quando viu estavam morando juntos.

E aquilo já não estava agradando a Sesshoumaru.  Já não era tão divertido. Um compromisso serio era tudo que Sesshoumaru nunca desejou para si. Agora estava preso a Naraku, e não sabia como sair daquilo.

Aquele sentimento de gratidão pelo outro ficava sempre lhe impedindo de acabar com aquele “namoro”. Naraku havia lhe ajudado muito desde quando chegou ao país. Mas não suportava o fato de se sentir sufocado. Sua liberdade, o poder sair com quem quisesse era a melhor coisa do mundo. Iria se dar um tempo para pensar nessa situação, iria esperar que o casamento de Inuyasha passasse para se decidir.

Sesshoumaru terminou o banho e se enrolou em sua toalha. Voltou para o quarto e vestiu seu pijama. Queria dormir e esquecer um pouco aquele assunto. Ate que Naraku entra no quarto.

Naraku – trouxe para você Sesshy – vinha com uma bandeja nas mãos – terminei a omelete que você estava fazendo.

Sesshoumaru – estou sem fome – sentou-se na cama.

Naraku – vamos, coma um pouco comigo – sentou na frente do outro.

Sesshoumaru – tudo bem – os dois começaram a comer juntos – me desculpa por agir daquela forma.

Naraku – esqueça isso, eu deveria ter lhe consultando antes. Se quiser eu não irei mais.

Sesshoumaru – se já comprou as passagens, não me importo que vá.

Naraku – que bom, estou louco para conhecer a sua família.

Continua...


Notas Finais


...


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