História Diferente de suas expectativas - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Exibições 27
Palavras 1.089
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


...

Capítulo 14 - Capitulo 14- voltando para casa.


Capitulo 14- voltando para casa.

Naraku e Sesshoumaru estavam no avião, voltando para casa, e Sesshoumaru estava um pouco ansioso, fazia anos que não vi sua família. Apesar de ser o mais afastado, não podia negar que também sentia saudades de casa.

Iria ver seu irmão menor depois de tanto tempo. Confessar que estava sentindo algo especial por Inuyasha foi difícil, e ir para outro país foi o melhor a se fazer. Nunca se apaixonou e não podia acontecer justamente isso com o seu irmão.

Agora estava na hora de tudo ficar normal entre os dois, serem apenas irmãos. E o casamento de Inuyasha era uma boa oportunidade para esquecerem o que passou.

Já estava horas no avião, a viagem era longa. Uma comissária de bordo se aproximou com o carrinho das refeições. Sesshoumaru a observou, era uma mulher bonita, loira e olhos verdes e um intenso batom vermelho nos lábios.

 – os senhores desejam alguma coisa? – perguntou simpática.

Naraku – uma água – disse o homem.

Sesshoumaru – para mim nada – trocou olhares com a mulher.

 – aqui está sua água senhor – entregou um copo de água para Naraku – tem certeza que não quer nada? Algo especial talvez? – qualquer um diria que aquilo era um flerte.

Naraku – não, ele não quer nada – colocou a mão na coxa de Sessnhoumaru, enciumado – obrigado.

 – com licença – a mulher se retirou.

Sesshoumaru – não precisava falar daquele jeito.

Naraku – ela estava dando em cima de você.

Sesshoumaru – ela só estava fazendo seu trabalho.

Naraku – o trabalho dela não inclui flertar com os passageiros.

Sesshoumaru – ta Naraku, esquece isso. não vá fazer escândalos no avião.

E com certeza Sesshoumaru odiava escândalos e os ataques de ciúmes de Naraku. Tudo aquilo era desnecessário. Aquele relacionamento parecia mais uma prisão. E Sesshoumaru não se imaginava muito tempo em algo que já estava se tornando um sacrifício.

Mais algum tempo de viagem e a maioria dos passageiros dormiam, Naraku ao lado de Sesshoumaru parecia em um sono profundo. Aquele era o momento para uma diversão.

Afinal, quem não tem aquela famosa tara por uma transa em um banheiro de avião? E Sesshoumaru adorava uma boa tara.

Levantou-se com cuidado para não acordar o namorado e se dirigiu para os fundos do avião, onde ficava o banheiro, e ali perto encontrou a comissária de bordo de antes.

 – algum problema senhor?

Sesshoumaru – estive pensando naquilo especial que tinha para me oferecer? – mordeu os lábios.

 – talvez seu “amigo” não goste – maliciosa.

Sesshoumaru – ele não precisa ficar sabendo – sussurrou.

Os dois então entraram no banheiro, era um lugar pequeno e apertado, mas anda que impedisse o tesão. Logo deram beijos intenso. E sem cerimônia, Sesshoumaru levantou a saia do uniforme da mulher, ele não perdia tempo.

Sua mão foi de encontro a calcinha, colocando a mão por dentro da peça, estimulando o clitóris da mulher. Ela gemia baixo, enquanto a penetrava com um dedo. Não demorou muito para que Sesshoumaru colocasse seu membro para fora da calça. Ele a virou de costas, apenas afastou a calcinha para o lado e deslizou seu membro para intimidade da aeromoça.

A penetrava forte e rápido, estocadas intensas, sentindo ela melecar seu membro de prazer. Sesshoumaru apertou os seios da mulher. O avião mexia um pouco e tinham que ser rápidos, a qualquer momento apareciam alguém querendo usar o banheiro.

O homem então acelerou as estocadas, indo bem fundo, sem piedade, ate sentir que a mulher gozou. ele retirou seu membro e pediu para que a mulher se ajoelhasse, e com dificuldade, pois não tinha espaço, ela se ajoelhou na frente do homem.

Ele começou a se masturbar, e a mulher abriu a boca, esperando o “presente”. E logo ele saiu. Sesshoumaru gozou na boca da mulher, também sujando o rosto. 

 – hum... – ela engoliu todo o gozo do homem – pensei que você fosse gay quando te vi com aquele home.

Sesshoumaru – isso não é do seu interesse – saiu deixando a mulher para trás. E voltou para o seu assento.

Naraku – onde estava? – acordou.

Sesshoumaru – fui ao banheiro. É melhor se despertar, estávamos quase chegando.

Naraku – ainda bem, não me lembrava que a viagem era tão longa assim.

#-#

E finalmente estavam de volta ao país de origem. O “casal” foi direito para o antigo apartamento de Naraku, chegaram cansados da viagem.

Naraku – ainda bem que eu contratei alguém para limpar o apartamento antes da nossa chegada – colocando as malas no chão.

Sesshoumaru – você morava aqui sozinho?

Naraku – sim, vamos descansar que amanhã cedo iremos na casa da sua família.

Sesshoumaru – claro, você quem decide – ironizou.

#-#

E o dia amanheceu, iria encontrar seu pai, irmão e madrasta. Sesshoumaru já estava pronto logo pela manhã. Ele e Naraku então saíram juntos e entraram no elevador.

 – segura para mim... – uma garota correu para pegar o mesmo elevador, e Sesshoumaru segurou a porta para dar tempo dela entrar – obrigada – agradeceu com um sorriso, pois havia conseguido entrar no elevador – vocês são novos aqui?

Naraku – chegamos ontem.

 – meu nome é Rin, sou a visinha de vocês.

E Sesshoumaru não pode evitar de reparar na garota. Parecia muito nova, sorridente e atrasada para algum compromisso. Os cabelos estavam molhados, a roupa amassada e levava consigo uma grande bolsa. Grande demais para o seu tamanho. A garota não passava do peito do homem.

E alem de todos esses detalhes, o homem notou a beleza da moça. Rosto de traços delicados. Um corpo definido de coxas grossas. Um doce perfume de flores silvestres.

Rin – sejam bem-vindos – lhe ofereceu mais um sorriso e saiu com pressa do elevador.

Já os homens saíram com mais calma, e Sesshoumaru a via dar passos rápidos na direção oposta da que Sesshoumaru seguiria. Um ultima olhada para trás e ela sumiu de sua vista. Ele havia achado aquela garota interessante.

#-#

Izayoi – querido...atende a porta para mim... – gritou da cozinha – estou fazendo um bolo.

Taisho – claro amor... – o homem foi ver quem batia na porta – Sesshoumaru! ? – surpreso.

Sesshoumaru – por que a surpresa, você mesmo que me intimou para vim – abraçou o pai.

Taisho – meu filho, que bom lhe ver. Por que não me avisou quando chegaria, eu teria ido lhe buscar no aeroporto – deu passagem para que os dois entrassem – Iza, vem ver quem chegou – a mulher apareceu na sala.

Izayou – Sesshoumaru!!! – o abraçou também – está bonito como pai.

Sesshoumaru – obrigado Izayoi, você continua bela como sempre, meu pai deve morrer de ciúmes.

Taisho – isso sempre... – riu – esse é seu amigo?

Sesshoumaru – esse é... Naraku.

Taisho – seu chefe? – cumprimentou o homem.

Naraku – também, mas estou aqui como namorado de Sesshoumaru.

Continua... 


Notas Finais


...


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