História Diferente de suas expectativas - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inuyasha
Exibições 35
Palavras 1.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


...

Capítulo 16 - Capitulo 16- A visinha.


Capitulo 16- A visinha.

Sesshoumaru ficou sozinho, vendo televisão e com um pouco de tédio. Talvez sair e encontrar velhos companheiros do passado fosse a solução para o seu tédio, mas seus planos foram mudados quando alguém toca a campanhinha do apartamento. Ele então foi ver quem era. E para sua surpresa era a garota do elevador de mais cedo.

Rin – por favor, me ajuda... – ela estava molhada, com espuma no cabelo e apenas enrolada em uma curta toalha de banho – eu estava tomando banho, quando de repente um rato enorme apareceu no banheiro – estava agitada – e eu tenho pavor de ratos.

E gentilezas não era muito a sua praia. O que queria responder na verdade era “ e eu tenho cara de dedetizador?”, mas a garota era bonita, iria fazer um esforço.

Sesshoumaru – quer que eu mate o rato?

Rin – por favor!!! – implorava.

Então a moça o levou ate o seu apartamento e lá Sesshoumaru percerbeu que a garota não era muito organizada, mas não ligou para isso, apenas prestou atenção no belo corpo que ela tinha.

Rin – o banheiro é naquela porta – subiu em cima de uma cadeira com muito.

E Sesshoumaru achou isso engraçado, principalmente ao ver o tal animal, “enorme?” não se podia chamar aquilo nem de rato, era tão pequeno. Mulheres e seus escândalos exagerados. Ele então matou o rato com uma vasoura e depois o jogou no lixo. Depois aproveitou para dar uma pequena olhada nas calcinhas da garota que estavam penduradas em um varal no banheiro. Pensou que a garota poderia ser uma boa para lhe tirar do tédio.

Sesshoumaru – pronto! Já me livrei do bicho – ela saiu de cima da cadeira.

Rin – ufa!!! Obrigada. Agora eu posso terminar o meu banho.

Sesshoumaru – se quiser eu posso tomar banho com você, assim se outro rato aparecer estarei por perto – com um sorriso malicioso nos lábios.

A garota demorou um pouco para perceber a proposta indecente naquelas palavras. Ela só pediu um favor, e agora estava sendo cantada.

Rin – obrigada pela ajuda, mas você já pode ir embora – corada e emburrada.

Sesshoumaru – um banho comigo será muito mais prazeroso.

Rin – você é muito atrevido. Sai por favor.

Sesshoumaru – que pena – deu de ombros e saiu, logo ela bateu a porta atrás dele – ela só está fazendo doce – e voltou para o seu apartamento.

Sem nada para fazer, havia perdido a vontade de sair, o jeito era ficar em casa sem fazer nada. Ou melhor, iria ter que se divertir sozinho.

Ficou apenas de cueca, pegou um lubrificante e foi para a cama. melou sua mão com um pouco de lubrificante e colocou seu membro para fora da cueca e começou a acaricia-lo. estava excitado, ver aquela garota só de toalha lhe deu um tesão.

Lhe deu uma vontade de “fode-la”. Por que ela tinha que se fazer difícil? Seria tão mais simples se ela admitisse que também queria. Já conhecia aquele truque de pedir ajuda do vizinho. No prédio onde morava com Naraku nos EUA, as mulheres sempre usavam essa mesma desculpa para se oferecer para ele.

É claro, quando Naraku não estava presente. E Sesshoumaru sempre “ajudava” as mulheres, solteiras, casadas, novinhas, umas mais maduras. Todas elas lhe procuravam para satisfação.

E pensando nisso, Sesshoumaru começou a imaginar a vizinha nua, molhada debaixo do chuveiro. Passando sabonetes em seu corpo. Tocando em suas partes intimas. E o homem ficava cada vez mais excitado.

Naraku – Sesshy! ? – o homem entrava no quarto, interrompendo o outro – o que está fazendo?

Sesshoumaru – nada... estava sozinho e só me deu vontade mesmo.

Naraku – se eu soubesse não tinha nem saído – já tirando sua roupa – posso te ajudar?

Não era bem o que Sesshoumaru queria naquele momento, mas em todo caso, um bom sexo sempre é bem vindo, não importa com quem seja.

Naraku se aproximou já pegando no membro de Sesshoumaru, o masturbando. Beijos intensos foram trocados, com mordidas nos lábios. Logo Naraku começou a morder todo o corpo de Sesshoumaru, começando pelo pescoço, descendo pelo peito, abdômen, ate chegar no membro, o colocando na boca.

Colocava fundo da garganta, sendo ajudado por Sesshoumaru, que forçava sua cabeça para baixo e depois puxava seu cabelo. E depois de um tempo, Sesshoumaru gozou e Naraku lambeu todo o seu membro.

#-#                

No dia Seguinte, Sesshoumaru levantou cedo, Naraku ainda dormia e ela já estava pronto para sair. Queria sair sozinho, sabia o quando Naraku era possessivo, não lhe deixaria em paz naquelas férias.

Saiu sem fazer barulho e no corredor deu de cara com Rin, que também saia cedo do seu apartamento.

Rin – bom dia! – ela disse um pouco sem graça.

Sesshoumaru – bom dia! – entraram juntos no elevador.

Ficaram em silencio, o homem apenas a observava, tentando imaginar ela sem aquelas roupas. Tentando imaginar como ela seria na cama. Que tipo de mulher ela era.

Logo a porta do elevador se abriu, os dois caminham quase juntos ate sair do prédio. Rin tomou o mesmo caminho que o outro dia, e Sesshoumaru ficou olhando ela se afastar, ate que tomou uma decisão.

Sem mais nem menos ele começou a seguir. Não sabia o porquê de está fazendo isso, mas apenas a seguia. Acompanhava seus passos. Seguindo o rebolado da mulher, que andava distraída. Nem percebia que era seguida.

Logo a garota entrou em um prédio, na fachada dizia ser uma escola de dança. E Sesshoumaru resolveu entrar também. Uma moça lhe abordou.

 – precisa de ajuda senhor?

Sesshoumaru – a Rin... – não sabia o que perguntar, não sabia nem o sobrenome da garota.

 – é só subi as escadas, segunda sala – lhe indicou simpática.

Sesshoumaru – obrigado – seguiu o que ela tinha indicado e logo chegou a sala.

As portas eram de vidro, dava para ver tudo que acontecia dentro da sala. E lá dentro Sesshoumaru viu Rin, o que parecia ela dando aulas de balé para crianças. Meninas por volta de 4 a 6 anos de idade.

E Rin sorria e brincava com as crianças, parecia que estavam se divertindo bastante. Na verdade ele nem sabia indentificar quem era a professora, Rin mais parecia uma das meninas. Brincalhona, entre uma instrução ou outra sempre arrancava gargalhadas de suas alunas.

Sesshoumaru ficou encantado com Rin. Aquela garota parecia diferente de todas que já conheceu. Diferente de tudo que já experimentou. Ficou a admirando por um bom tempo.

Continua... 


Notas Finais


...


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