História Diferente de suas expectativas - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Exibições 33
Palavras 1.513
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


...

Capítulo 18 - Capitulo 18- Coincidências da vida.


Capitulo 18- Coincidências da vida.

Já dava para imaginar que amanheceriam naquele dia com os corpos doloridos. A noite dos dois irmãos foi bastante quente e agitada. Tão agitada que mal conseguiam acordar no dia seguinte.

E foi com um barulho que Sesshoumaru acordou. A claridade do dia irritou seus olhos. olhou para o seu lado e o irmão caçula ainda dormia e aquele incomodo barulho continuava. Era seu batendo na porta.

Sesshoumaru – já vai... – correu para colocar a sua calça e depois foi abrir a porta – bom dia pai.

Taisho – finalmente, já estou batendo na porta a um tempão.

Sesshoumaru – ficamos conversando ate tarde, perdi o horário. Inu ainda está dormindo.

Taisho – acorda ele que hoje tem um dia cheio resolvendo as coisas para o casamento.

Sesshoumaru – tudo bem, eu vou acorda-lo.

Taisho – vou esperar vocês lá embaixo – e o filho fechou a porta.

Sesshoumaru – Inuyasha... acorde – mexia com o irmão na cama.

Inuyasha – hum... só mais cinco minutos – resmungou.

Sesshoumaru – vamos logo, você tem um casamento para organizar.

Inuyasha – ah meu Deus! – pulou da cama – o casamento. Eu tenho que encontrar a Kagome na floricultura – correu para tomar banho no banheiro.

#-#

Uma coisa era certa, não devia ter incitado Inuyasha a passar a noite com ele. Afinal, o caçula seguia um caminho mais correto. Iria se casar, formar uma família, ser fiel ate que morte os separe. Já Sesshoumaru era completamente o oposto. Não queria saber de casamento, fidelidade, compromisso.

Mas ele tinha um compromisso. Era certo que da parte dele aquilo não significava nada. Sesshoumaru ainda tinha suas loucas aventuras, e a companhia de Naraku não lhe satisfazia mais. Mas por gratidão, o aguentaria por mais alguns dias, só enquanto durasse aquelas férias.

Sesshoumaru – Naraku! ? – voltava para o apartamento.

Naraku – Sesshy! Onde você passou a noite?

Sesshomaru – na casa do meu pai.

Naraku – olha, eu sei que perco a cabeça de vez enquanto, mas me desculpa. Prometo me controlar.

Sesshoumaru – é melhor esquecemos esse assunto. Hoje a noite tem o ensaio do casamento na igreja, quer ir comigo?

Naraku – claro.

Iria tentar ficar de bem com Naraku, para pelo menos ter uma lembrança boa dos últimos dias juntos. Sesshoumaru tinha certeza que aquela relação terminaria em breve.

#-#

E lá estava ele em mais um evento chato de família, uma espécie de ensaio geral para o casamento. E o pior de tudo era as pessoas lhe olhando torto por ele chegar em uma igreja com o “namorado”.

Taisho – que bom que você veio filho – cumprimentou os dois – como está Naraku?

Naraku – bem, senhor Taisho.

Taisho – vem, eu vou apresentar vocês para a família da noiva – com certeza Sesshoumaru teria que ser simpático, e ele odiava isso. Odiava reuniões de família, odiava gente velha fofocando sobre a vida dos outros – Inu, seu irmão chegou.

Inuyasha – ah, Oi Sesshoumaru – praticamente ignorou o homem que estava ao lado do irmão – lembra da Kagome?

Sesshoumaru – a garota para quem você fazia homenagens no banheiro? – causou constrangimento geral. Inuyasha e Kagome ficaram vermelhos feitos pimentões.

Inuyasha – Kagome, vamos ali falar com o padre – saiu puxando a noiva.

Taisho – esse tipo de comentário não se faz em uma igreja – repreendeu o filho.

Sesshoumaru – foi só uma brincadeira.

Taisho – bem, só estamos esperando uma madrinha de Kagome chegar para começar o ensaio. Eu falar com Iza – saiu deixando os dois a sós.

Naraku – você deixou seu irmão constrangido.

Sesshoumaru – normal, eu sempre fazia isso com ele – era verdade que, acima de tudo, adorava implicar com o irmão – eu vou lá fora pegar um ar – e queria ficar um pouco sozinho, mesmo o casamento não sendo seu, aquilo já lhe causava uma mal estar.

#-#

Miroku – cara, se você me falasse eu não ia acreditar – conversavam em um canto – Sesshoumaru é mesmo gay?

Inuyasha – ele não é gay?

Miroku – como não? Se ate ta com o namorado e tudo.

Inuyasha – você não entenderia.

Miroku – o quê que eu não entenderia?

Inuyasha – nada, vamos esquecer esse assunto.

Ele sabia muito bem o que Sesshoumaru era. Um jovem aventureiro na arte do sexo, que gostava de experimentar coisas novas. Mas o que Inuyasha era? O que era essa atração que sentia pelo próprio irmão? O que aquilo significava? Ele não tinha as respostas para essas perguntas.

#-#

Já Sesshoumaru estava do lado de fora da igreja, andava de um lado para o outro pensando que logo seu irmão caçula casaria, o que era uma pena, tão novo e já preso a um modelo de família.

Sesshoumaru não pensava em se casar, pelo menos não tão cedo. Ainda tinha tanta coisa para viver, tantos corpos para desfrutar, para quê ficar preso a uma só pessoa?

E de repente ele ver uma garota se aproximando da igreja. Ela corria na calçada, apressada. Seus seios balançavam, os cabelos voavam com o vendo, e logo ela estava na sua frente.

Rin – você?! – surpresa – o que faz aqui?

Sesshoumaru – por um acaso a igreja é sua? – eles se encararam.

Kagome – RIN!!! – gritou da porta da igreja – como sempre atrasada.

Rin – desculpa Kagome, perdi o horário.

Kagome – você tem que organizar mais a sua vida menina – pegou na mão da garota – deixa eu te apresentar. Esse é o Sesshoumaru, irmão mais velho de Inuyasha. E Sesshoumaru, essa é a Rin, ela te acompanhará no altar – os dois ficaram surpresos.

Sesshoumaru – prazer em conhecê-la – com um sorriso nos lábios.

Rin – podemos começar Kagome? – o ignorou.

Kagome – eu vou chamar todo mundo para ficar em suas posições – entrou novamente na igreja.

Sesshoumaru – que adorável coincidência lhe encontrar aqui.

Rin – não digo o mesmo, afinal você me assediou.

Sesshoumaru – você foi quem bateu na minha porta só de toalha.

Rin – eu queria pedir apenas um favor, isso não significa que quero você na minha cama.

Sesshoumaru – não precisa ser cama. Pode ser no sofá, no chão, na cozinha.

Rin – não quero nada com você, eu mal lhe conheço.

Sesshoumaru – não seja por isso. Me chamo Sesshoumaru Taisho, tenho 27 anos, um metro e noventa de altura. Calço numero 44. Sou formado em Biologia marinha, moro em Orlando nos Estados Unidos... e... depois de uma noite comigo, nada será como antes.

Rin – você é sempre tão convencido assim?

Kagome – Rin!!! Sesshoumaru!!! – logo toda a família começou a sair da igreja – estamos prontos.

Taisho – primeiro entra Inuyasha com a senhora Higurashi.

Inuyasha – vamos sogrinha – deu o braço para a mãe de sua futura noiva e se posicionou na entrada da igreja.

Izayoi – nessa Hora Kagome ainda estará no carro esperando a hora de entrar.

Kagome – certo.

Taisho – depois entra eu e Iza, e logo em seguida os padrinhos, Miroku e Sango, Sesshoumaru e Rin.

Sesshoumaru – senhorita! ? – deu o braço para que ela segurasse, mas a garota relutou – não vai entrar com essa cara emburrada no dia do casamento, não é mesmo?

Rin – ora, cale a boca – segurou na braço do homem e se posicionaram atrás de Miroku e Sango.

Taisho – logo em seguida entra o irmão de Kagome, Souta, com as alianças.

Souta – onde estão as alianças?

Izayoi – só no dia do casamento que você as levará de verdade, por enquanto leve a almofadinha que será carregada as alianças.

Souta – tudo bem.

Taisho – depois que todo mundo estiver no alta, então começa a marcha nupcial e a noiva entra com o seu avô.

Kagome – vamos vovô, me der seu braço.

 – eu achei que morreria e não veria esse momento – o velho chorava – minha netinha se casando.

Kagome – calma vovô, é só o ensaio, não vá passar mal.

Taisho – então vamos começar.

Logo a porta principal da igreja foi aberta, como o ensinado, primeiro entrou Inuyasha com sogra. Depois os pais do Noivo, depois os padrinhos. Souta com as alianças e por ultimo a noiva.

A macha nupcial tocava. Cada um estava em seu lugar no alta. Naraku acompanhava a tudo sentado em um dos bancos da Igreja, apenas ele e algumas pessoas que estavam organizando o casamento.

E mesmo sendo um ensaio, a noiva já se debulhava em lagrimas. E para Sesshoumaru aquilo já estava uma chatice, o bom que tinha Rin ao seu lado. Ela era tão pequena em relação a ele, ficou imaginando se a intimidade dela seria pequena e apertada.

Logo a noiva estava ao altar e entregou o buque que segurava para Rin, que recebeu sorridente. O padre então comelou a dar instruções de como seria a cerimônia, o que aconteceria em cada momento, onde os noivos deveriam ficar, a hora de falar os votos, ele resaltou a importante dos votos escrito pelos noivos.

Sesshoumaru – que horas isso vai acabar? – sussurrou para a garota.

Rin – tudo tem que sair perfeito, será o dia mais felizes na vida deles.

Sesshoumaru – pura besteira – olhou para aquela igreja e imaginou algo – Será que eu vou para o inferno por imaginar está transando contigo no confessionário dessa igreja?

E Rin não se controlou, ficou extremante corada com o que o homem dizia. A raiva subiu a cabeça, e sem pensar duas vezes, deu um tapa em Sesshoumaru. Um estalo tão grande que todos olharam para os dois.

Continua... 


Notas Finais


...


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