História Diferente de suas expectativas - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Exibições 55
Palavras 1.346
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


...

Capítulo 26 - Capitulo 26- O grande dia.


Capitulo 26- O grande dia.

Sesshoumaru – fique quieto Inuyasha – ajudava o irmão com a gravata.

Inuyasha – eu estou nervoso.

Sesshoumaru – eu também ficaria se fosse para forca.

Inuyasha – é hoje, finalmente é hoje.

Sesshoumaru – não sei por que está tão ansiosa.

Inuyasha – ora Sesshoumaru, eu vou me casar com a mulher que amo.

Sesshoumaru – ainda assim, eu não ficaria tão animado com isso.

Inuyasha – Naraku foi mesmo embora?

Sesshoumaru – sim.

Inuyasha – e como você está?

Sesshoumaru – bem e com muitos plano para depois do casamento.

Inuyasha – o que você vai aprontar?

Sesshoumaru – querido irmão, hoje aquela garota não tem desculpa.

Inuyasha – de quem você está falando?

Taisho – ei vocês dois, é a noiva que se atrasa e não o noivo.

Sesshoumaru – já estamos prontos.

Taisho – então vamos para a igreja.

Inuyasha – finalmente chegou o dia.

Sesshoumaru – por que o senhor não contou para ele como é na verdade o casamento? Não simboliza o amor, é apenas para a mulher se exibir para as amigas e inimigas. O noivo não é importante e sim o tamanho da calda do vestido. E o pior vem depois. Horas de DRs, sexo sem graça, encontro entre casais e o pior de tudo, filhos melequentos, que vão chorar bem na hora da foda.

Taisho – pior que é verdade.

Inuyasha – pai!

Taisho – vocês dois sempre choravam na hora errada.

Inuyasha – eu não preciso saber disso.

Taisho – vamos logo embora antes que Sesshoumaru faça você desistir.

#-#

A igreja estava linda, todos os convidados estavam presente. O noivo esperava pela noiva. E não demorou muito para que ela chegasse.

Todos foram para a sua posição. Kagome esperava no carro enquanto Inuyasha entrava na igreja com a sogra, mãe de Kagome. Logo em seguida, como ensaiado, entrou os pais do noivo e depois os padrinhos.

Sesshoumaru – sabe o que vai acontecer depois? – disse baixo, só para ela ouvir.

Rin – não... o que?

Sesshoumaru – nos dois, sem roupas, transando a noite inteira.

Rin – cala a boca Sesshoumaru... – tentando sorrir enquanto chegava ao altar – a noiva está entrando.

Logo apareceu Kagome com o avô lhe conduzindo, em sua frente estava Souta, seu irmão carregando as alianças. A noiva chorava e todos na igreja estavam emocionados. E Sesshoumaru não via a hora daquilo acabar para levar Rin para outro lugar e poder realizar seu desejo.

O padre começou a cerimônia, e Sesshoumaru estava entediado com aquilo. Tudo em que ele pensava era em Rin, nas suas curvas em baixo daquele vestido.

Rin – para Sesshoumaru... – sentiu uma mão descer pela sua cintura – seu você ousar passa a mão ai... – mas ele não deu importância, passou a mão na bunda da garota – eu vou te bater de novo Sesshoumaru, e dessa vez eu mato o seu “passarinho” – já estava bem irritada.

Sesshoumaru – sorria Rin, todos pensaram que você não está feliz com o casamento.

Após um longo discurso do padre e todos os juramentos de amor eterno dos noivos, troca de alianças e o beijo entre o casal, finalmente estavam casados. Todos bateram palmas e os noivos saíram felizes.

Sesshoumaru – vamos Rin... – a pegou pela mão.

Rin – para onde está me levando? – ela a levava para uma saída lateral da igreja – espera Sesshoumaru...

Sesshoumaru – vamos para a nossa festinha particular.

Rin – opa... espera, quem disse que eu queria ir com você?

Sesshoumaru – você disse que depois que eu me entendesse com Naraku, ia rolar algo entre nos dois.

Rin – eu disse que ia pensar – cruzou os braços.

Sesshoumaru – não precisa pensar Rin, vamos, você vai gostar – ela suspirou.

Rin – uma noite e você me deixa em paz?

Sesshoumaru – uma noite e será você quem vai correr atrás de mim.

Rin – convencido... - revirou os olhos – ta, para onde você vai me levar?

Sesshoumaru – tem um motel bacana aqui perto – a levou ate o carro – madame! – abriu a porta para ela entra.

Rin – se lembre Sesshoumaru... uma noite – entrou no carro com medo de se arrepender depois.

#-#

E logo entraram no quarto de motel. Era bonito, Rin ate se impressionou por não ser um lugar cafona.

Rin – então... – nem pode falar, pois sua boca já foi tomada pelo homem.

Um beijo intenso, cheio de luxuria, e Rin não resistiu mais, retribuiu o beijo com a mesma intensidade. E ela mesmo que tomou iniciativa para tirar a roupa de Sesshoumaru, que logo foi toda parar no chão, o deixando apenas de cueca.

Sesshoumaru – eu estava louco por isso – se livrou do vestido que a garota vestia e ficou admirando aquele belíssimo corpo – você é muito gostosa...

Rin – para de falar Sesshoumaru, e vem logo – ela deitou na cama com os joelhos flexionados, exibindo toda a sua intimidade.

Ele, sem dizer mais nada, começou beijando as coxas de Rin, depois indo em direção a intimidade dela, a saboreando. Beijando, passando a língua, sungando com desejo, enquanto Rin gemia com o toque da língua do homem.

Sesshoumaru a penetrava com a língua, provando o mel que escorria de tanto prazer. Era tão saboroso o quanto ele imaginava.

Rin – hum...hã... hã... – ela gemia sem parar.

Sesshoumaru – eu vou te foder todinha... mas primeiro, vem me chupar – mostrou o seu membro que estava duro feito pedra.

Rin – nossa... – sentou na cama – é bem grande – o membro ereto bem perto de seu rosto, de cabeça rosada, e latejando de desejo.

Sesshoumaru – vai, coloca na boca.

Ela então pegou o membro e colocou na boca, chupando com vontade, esquecendo todo o resto, e curtindo apenas aquela noite ao lado de Sesshoumaru.

Ele segurou nos cabelos da garota e fazia ela engolir quase que por completo o seu membro. Era pura excitação naquele quarto de motel. E claro que Sesshoumaru não aguentou por muito tempo, era queria penetrar seu membro em Rin, ele sonhou com isso por varias noites.

Sesshoumaru – fica de quatro... – ele então pegou uma camisinha.

Rin – nada disso, você vai fazer o que eu mandar – jogou o homem na cama e pegou a camisinha da mão dele – eu não sou o teu objeto sexual – ela abriu a embalagem da caminha e colocou no membro de Sesshoumaru. logo em seguida, encaixou bem na sua entrada e começou a sentar, ouvindo ele gemer.

Sesshoumaru – hum... – mordeu os lábios – você pode fazer comigo o que quiser – ela cavalgava em seu membro. Ele apenas colocou os braços atrás da cabeça e deixou ela se divertir.

E Rin rebolava, subia e descia, estava delirando naquele membro, também pudera, já fazia um bom tempo que não tinha relações sexuais. E tinha que admitir para si mesma, estava muito prazeroso.

Depois de cavalgar bastante, Rin virou ao contrario, sentando agora de costas para Sesshoumaru, empinando sua bunda para ele, e então voltou a subir e descer.

Ele, com aquela maravilha de visão, a bunda redondinha de Rin, apertou bem forte aquele pedaço de carne, deixando a marca vermelha de seus dedos. Depois abriu bem as nádegas, exibindo o pequeno orifício de Rin. Tão pequenino e rosadinho, aquele buraquinho pedia por atenção. Então o homem começou a circular seu dedo ali.

Rin – nem pense nisso... – ela saiu de cima dele – ai é local proibido.

Sesshoumaru – você nunca fez anal?

Rin – não, e se insistir, pego minhas coisas e vou embora.

Sesshoumaru – tudo bem, sua bucetinha é tão deliciosa que me contento só com ela mesmo.

Rin – é tão bom quanto imaginou que seria? – deitou de pernas abertas.

Sesshoumaru – melhor... – se encaixou na intimidade de Rin e a penetrou com força, arrancando um grito dela.

Ele metia com força e ela gemia alto. As vezes tirava quase que por completo, e depois voltava a introduzir tudo de uma vez. A penetrava em ritmo acelerado, trocando beijos na mesma intensidade, misturando as suas línguas.

Rin – hum... hum... isso... hum... eu vou gozar... – gemeu loucamente quando o homem começou a esfregar clitóris enquanto metia fundo o seu membro – hum..ai... – e ela gozou, e logo em seguida, Sesshoumaru também gozou, deitando-se ao lado da garota – já acabou?

Sesshoumaru – não... – retirou a camisinha usada e jogou por ali no chão mesmo – só vou deixar você descansar um pouco.

Rin – quem disse que eu preciso de descanso?

Continua... 


Notas Finais


...


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