História Diferente de suas expectativas - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Exibições 43
Palavras 1.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


...

Capítulo 27 - Capitulo 27- Uma noite apenas.


Capitulo 27- Uma noite apenas.

Lá estava ela, com os pés no chão e as mãos apoiadas na cama, atrás de Rin estava Sesshoumaru, que lhe penetrava com força. Já haviam perdido as contas de quantos orgasmos tiveram naquela noite.

Uma noite incrível de puro sexo, sem descanso, inúmeras posições, pelo quarto inteiro. Com gemidos altos e escandalosos. Alguns puxões de cabelo e mordidas. O rastro daquele desejo ficaria marcado nos corpos de ambos. Um ultimo e intenso orgasmo, e os dois caíram exaustos na cama. satisfeitos em pleno gozo.

Rin – eu tenho que admitir... – ofegante – foi incrível.

Sesshoumaru – eu te disse... – também tinha a respiração pesada – que você não se arrependeria de uma noite comigo. Rin... – mas ela não respondeu – Rin?! – olhou para ele e notou que Rin dormia em seus braços.

Ela ate parecia um anjo. Devia está cansada que logo pegou no sono. Seu rosto corado, seus olhos fechados, seu cabelo macio. Sesshoumaru ficou observando cada detalhe da mulher ao seu lado. Ela estava com a cabeça apoiada em seu peito, a respiração lenta, o corpo, nu, quente.

O homem ser perdeu em cada traço de Rin. Era tão bonita, radiante como o sol. Perfeita, que Sesshoumaru não resistiu e depositou na testa da garota um beijo suave. Ele se reencostou e fechou os olhos para descansar também.

#-#

O dia amanheceu, claro como um belo dia de primavera. Rin despertou de seu sono como o corpo pesado, cansada ainda das horas de sexo na noite anterior. E logo reparou que estava envolvida nos braços de Sesshoumaru.

Um grande erro. A noite passada foi um grande erro? Talvez. Rin não acreditava em sexo casual. Ela era uma mulher que se apaixonava muito facilmente. E estava sendo difícil para ela comprovar que estava gostando de Sesshoumaru, apesar de todas as irritações que ele lhe causou.

O jeito único e convencido dele, o sorriso de dentes brancos, o olhar penetrante e o físico tentador. Tudo era excêntrico em Sesshoumaru, de uma forma que Rin estava gostando. Mas como ela mesmo havia dito: uma noite e nada a mais. Ela não podia deixar aquele sentimento crescer, Rin não queria sofrer.

Ela então se levantou com cuidado da cama, sem acorda-lo, recolheu seu vestido e peças intimas. Tomou um rápido banho e foi embora, sem olhar para trás.

#-#

Quando Sesshoumaru acordou, tateou a cama procurando pela mulher, mas não a encontrou, olhou e m volta e estava sozinho.

Sesshoumaru – Rin?! – ela já não estava mais ali.

Pela primeira vez ficou decepcionado por não encontrar alguém no dia seguinte. Geralmente era ele que ia embora antes do dia nascer, e agora tudo que ele queria era ver Rin.

Se levantou, tomou um banho, notando em seu corpo as marcas deixadas por Rin. Marcas essas que não só ficaram em seu corpo, mas também em seu coração.

O que havia de errado com Sesshoumaru? ele não sabia. Tudo que ela tinha certeza naquele momento era que o sexo com Rin não tinha comparação com nenhum outro que teve em sua vida.

Já fez varias coisas, vários fetiches, conhecia tudo sobre esse mundo. Não foi uma orgia, não foi completamente novo ou surreal. Foi apenas um sexo com uma garota, que relevou não apenas um desejo momentâneo, mas algo que Sesshoumaru não sabia identificar.

Ele estava apaixonado... rezando para o céus para que aquilo não fosse verdade. Mas infelizmente era a mais pura verdade. Rin não saia de sua mente. Após uma noite com ela, ele queria outras mais.

#-#

Já de volta ao apartamento, Sesshoumaru ficou tentador a ir bater na porta ao lado. Falar com Rin, abraça-la, beija-la, ter de novo para si. Mas Sesshoumaru estava se segurando, ele não queria ceder tão fácil aquele sentimento que relutava para não sentir.

Resolveu fazer suas malas, logo iria embora para longe, para longe de Rin, para longe daquela paixão. Fugir seria a melhor solução.

#-#

Rin – e por hoje e só... – as meninas da turma, em que Rin dava aula de bale, todas correram para abraçar a professora – tchau... ate amanhã! – se despedia de todas com um sorriso – tchau... – logo ela ficou sozinha no estúdio de dança.

 – Rin! Queria falar comigo? – uma moça ruiva entrava.

Rin – ah Ayame, queria sim. Eu preciso que me cubra amanhã.

Ayame – está doente? – colocou a mão na testa da outra – você me parece um pouco acabadinha mesmo.

Rin – não, eu não estou doente – mas estava exausta pela noite passada – eu só preciso descansar um pouco, meu corpo está todo dolorido.

Ayame – a noite foi boa então.

Rin – do que está falando?

Ayame – você sumiu ontem, nem para a festa depois do casamento. Alguma coisa você estava fazendo. O que é muito bom, já faz muito tempo que você não tem ninguém.

Rin – eu não tenho ninguém... – começou a arrumar a sua bolsa – foi só uma noite, não passou de sexo entre dois adultos descomprometidos.

Ayame – eu te conheço Rin, você nunca foi de ficar com alguém só por ficar.

Rin – mas foi justamente isso que acontece. Ele é lindo, tem um beijo maravilhoso, um corpo delicioso, mas sempre me irrita, é arrogante, prepotente. Se acha o único homem da terra... com aqueles olhos que parecem que vão me despir... o cheiro de sabonete, a barba bem feita, o peitoral forte...  – se perdendo em seus pensamentos – eu e Sesshoumaru não temos nenhum futuro – voltando a si.

Ayame – eu acho que alguém está apaixonada.

Rin – eu não estou apaixonada... – pegou a bolsa e saiu – eu não estou apaixonada! – repetiu para si mesma.

Ela não queria está apaixonada. Rin sabia que não poderia ter esperanças com Sesshoumaru, afinal, ele sempre deixou bem claro que queria apenas sexo e que depois iria embora. Rin não podia deixar seu coração se apaixonar, para depois sofrer por alguém que não a ama.

Caminhou de volta para casa, sem conseguir tirar Sesshoumaru da sua cabeça. ainda podia lembrar de casa detalhe da noite passada, o que lhe deixava com vergonha. Nunca foi tão selvagem e safada com alguém como foi com Sesshoumaru. mas não podia negar, cada minuto foi intenso e recheado de puro prazer.

E com esses pensamentos logo chegou no prédio onde morava. Entrou no elevado, se reencostou e fechou os olhos. ainda podia sentir os lábios de Sesshoumaru, ainda podia sentir seu cheiro.

A porta do elevador se abriu no andar onde morava, e coincidência ou não, deu de cara com Sesshoumaru. Se encararam. Ele estava com uma mala.

Rin – vai embora?

Sesshoumaru – vou ficar na casa do meu pai ate amanha, quando volto para os Estados Unidos – segurou a porta para que não se fechasse – por que você foi embora sem falar comigo?

Rin – eu tinha que trabalhar – saiu do elevador – tenha uma boa viagem – deu as costas.

Sesshoumaru – Rin... – soltou a porta do elevador para segurar no pulso da garota – sem duvidas, a melhor coisa que me aconteceu nessa viagem, foi conhecer voce – se aproximou dela para um beijo, mas Rin se desviou, soltando-se dele.

Rin – foi legal te conhecer também Sesshoumaru. Adeus – entrou em seu apartamento, lançando um ultimo olhar para o homem.

Continua... 


Notas Finais


...


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