História Diferente de suas expectativas - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Exibições 69
Palavras 1.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


...

Capítulo 28 - Capitulo 28- Sentimentos que não sei lidar.


Capitulo 28- Sentimentos que não sei lidar.

Jakotsu – então você vai embora amanhã? – estavam em uma lanchonete.

Sesshoumaru – sim – mexia o milkshake com o canudo, não parecia muito disposto.

Jakotsu – que pena, vai ter uma festinha bem badalada no final de semana, do jeito que você gosta.

Sesshoumaru – não estou interessado em festas.

Jakotsu – está com febre?! – colocou a mão na testa do outro – está passando mal? O que houve com você?

Sesshoumaru – eu não sei... – respirou fundo – não consigo parar de pensar em uma pessoa.

Jakotsu – em Naraku? Agora que perdeu ele, você se deu conta que o amava?

Sesshoumaru – claro que não.

Jakotsu – então está com peso na consciência por ter magoado ele?

Sesshoumaru – também não – o milkshake ainda continuava inteiro no copo.

Jakotsu – então quem é essa pessoa?

Sesshoumaru – uma garota... – era Rin – sua boca, o cheiro do cabelo, a maciez da pele, a voz... tudo não sai da minha cabeça. Pensei que transando com ela isso ia acabar, mas não. Só piorou.

Jakotsu – hum... eu acho que tem alguém apaixonado – o outro ficou pensando – e muito mais do que paixão meu amigo, isso me parece amor.

 Sesshoumaru – nem uma coisa, nem outra. É só um desejo, logo vai passar.

Jakotsu – tem certeza? Qual a cor dos olhos dessa garota?

Sesshoumaru – castanho... não... tá mais para chocolate.

Jakotsu – e o perfume?

Sesshoumaru – flores silvestres... – lembrando do aroma de Rin – mas por que essas perguntas?

Jakotsu – eu nunca vi você lembrar o nome de uma pessoa no dia seguinte, quanto mais tantos detalhes.

Sesshoumaru – eu decorei cada detalhe... cada detalhe de Rin é perfeito.

Jakotsu – Rin... eu tenho que dar os parabéns para essa garota, conseguiu fazer o que ninguém mais conseguiu, te deixar gamadinho.

Sesshoumaru – tá, mas o que eu faço agora?

Jakotsu – vai atrás dela.

Sesshoumaru – e o que eu digo?

Jakotsu – isso só você poderá saber.

#-#

Mas para Sesshoumaru aquilo não era tão simples. Agora estava em seu antigo quarto na casa de seu pai, deitado na cama, olhando para o teto, pensando se realmente devia ir atrás de Rin. Mas o que ele ia dizer? Sesshoumaru não sabia nem por onde começar.

Era noite, e Sesshoumaru não tinha vontade de sair, não tinha vontade de levar da cama nem para comer nada. Só pensava em Rin... em seu beijo, em seu toque, o cabelo... em sua cabeça só vinha a imagem de Rin.

Inuyasha – Sesshy... – o irmão entrava no quarto – papai me falou que você não saiu do quarto o dia inteiro. O que você tem? – sentou na cama.

Sesshoumaru – nada... só esperando a hora do voou. E voce, não devia está “curtindo” o casamento?

Inuyasha – só vamos para a lua de mel depois da formatura. E você, sumiu da festa ontem?

Sesshoumaru – tive umas coisas para fazer.

Inuyasha – com a Rin?

Sesshoumaru – ficou tão evidente assim? – sorriu.

Inuyasha – todo mundo ficou comentando.

Sesshoumaru – você ama a Kagome?

Inuyasha – muito. É a mulher da minha vida.

Sesshoumaru – e como você soube disso?

Inuyasha – você está me pedindo conselhos, é isso?

Sesshoumaru – mais ou menos...

Inuyasha – você está gostando da Rin?

Sesshoumaru – eu não sei...  – passou a mão no rosto – nunca me senti assim antes.

Inuyasha – eu me lembro quando me senti assim... minhas mãos suavam quando estava perto da Kagome, eu não sabia o que dizer, como me comportar.

Sesshoumaru – eu não sou mais adolescente, Inuyasha.

Inuyasha – tudo bem... – suspirou – não quer sair, beber alguma coisa?

Sesshoumaru – não obrigado, quero ficar em casa – o irmão deitou ao seu lado.

Inuyasha – você está estranho... – passou a perna por cima do outro – nem parece o mesmo Sesshoumaru pervertido.

Sesshoumaru – sabe que se você não fosse meu irmão, eu tinha namorado serio com você. Eu acho que foi por isso que fui logo embora para os Estados Unidos, queria fugir do que estava sentindo.

Inuyasha – como está fazendo agora? está fugindo do que sente pela Rin?

Sesshoumaru – é complicado.

Inuyasha – tudo na vida é complicado. Eu fiquei chateado quando você foi embora, mas agora entendo que era preciso. Eu também estava ficando envolvido demais. Somos irmãos, e devemos ficar só nisso, mas você e a Rin, não há nada que atrapalhe.

#-#

No dia seguinte, Sesshoumaru acordou disposto a procurar Rin. Isso depois de horas pensando se deveria mesmo fazer isso. Saiu de casa e foi direto ate o apartamento da garota.

E chegando lá, tocou a campanhinha, ansioso para que ela atendesse. Foram longos segundos de espera. Havia ensaiado o que dizer, palavra por palavra, ate que todas as palavras se perderam quando ela abriu a porta, e seus olhos se cruzaram com os olhos de Rin.

Rin – Sesshoumaru?! – surpresa ao vê-lo.

Sesshoumaru – Rin... eu... – as palavras ficaram presas – eu vim para te dizer...

 – Rin?! – mas ele escutou a voz de um homem vindo de dentro do apartamento.

Sesshoumaru – quem está ai? – e para a sua surpresa, ele viu Kohaku, sem camisa.

Kohaku – ah, oi Sesshoumaru, tudo bem?

Sesshoumaru – o que você está fazendo aqui? – enciumado.

Kohaku – ah, eu estava... – mas foi interrompido.

Rin – você não tem que responder, Kohaku. O que quer, Sesshoumaru? – encarou com firmeza o homem.

Sesshoumaru – eu... – engoliu tudo o que tinha para dizer – eu só vim me despedir. Meu voou sai em poucas horas.

Kohaku – boa viajem, Sesshoumaru. Que pena que você não possa ficar mais com a gente.

Rin – boa viajem, Sesshoumaru. Que você encontre tudo que procura... – ela continha as lagrimas.

Sesshoumaru – adeus Rin... – deu as costas e a porta foi fechada.

Ele esperou o elevador, ate que a porta se abriu. E solitário, Sesshoumaru entrou. A porta se fechou, e o homem, socou a parede do elevador.

Sesshoumaru – burro... burro... – desferiu mais dois golpes – idiota... – estava com raiva por não ter conseguido falar o que tinha ido falar.

#-#

Kohaku – Rin, você teve alguma coisa com esse cara?

Rin – isso não é da sua conta.

Kohaku – tudo bem. Eu já terminei de ajeitar o encanamento – vestiu sua camisa – se precisar de mais alguma coisa, é só chamar.

Rin – obrigada, Kohaku.

Kohaku – Rin, já a um tempo que gosto de você. Eu sei que se me der uma chance, eu vou te fazer feliz.

Rin – por favor, Kohaku, eu não estou com cabeça para isso agora.

Kohaku – tudo bem, eu vou te esperar, o tempo que for preciso – deu um beijo na testa dela e saiu.

Foi difícil para Rin ver Sesshoumaru partir. Mas ela tinha certeza que isso era o melhor. Enquanto Sesshoumaru só queria curtição, e não era fiel aos seus relacionamentos, Rin queria algo serio, um compromisso de verdade.

Ela não queria se envolver ainda mais com Sesshoumaru, e acabar sofrendo apaixonada por ele. Os dois tinham que ficar longe, para não se machucarem.

Continua... 


Notas Finais


...


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