História Different Summer - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Matthew Gray Gubler
Personagens Matthew Gray Gubler, Personagens Originais
Tags Amanda Seyfried, Dr Spencer Reid, Matthew Gray Gubler, Romance, Spencer Reid
Exibições 67
Palavras 1.031
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 19 - Butterflies


Fanfic / Fanfiction Different Summer - Capítulo 19 - Butterflies

Nós dois riamos e contavamos histórias engraçadas que tinham acontecido com nós dois. Ele me contou sobre casos que ele havia resolvido com o pessoal, e isso era uma das coisas que eu mais adorava. Caso eu não tivesse feito medicina veterinária, com certeza iria escolher trabalhar com criminologia. O que me assustava, em uma maneira boa, é o quão inteligente o Spence é e ele não se gabava disso. Percebi que eu deveria ter ficado calada por um tempo durante a conversa, pois ele me olhava com um sorriso e me chamava pelo meu nome. 

Ficamos nos encarando por um tempo e percebi que estavamos nos aproximando mais. Foi como se a cena da piscina estivesse sendo rebobinada na minha mente. Meu coração começou a acelerar e eu não conseguia tirar meus olhos da sua boca, vice-versa. Parecia um momento mágico, com aquele cenário onde a Lua brilhava e refletia no mar, como em um filme. Ele colocou a mão na minha cintura e me aproximou mais e agora nossas respirações estavam fortes e em sincronia. Eu queria me afastar mas algo dentro de mim não queria. Até que ele se afastou. 

- D-desculpa, eu, eu não posso fazer isso. - ele falou levantando e passando a mão na calça para tirar a areia. Fiquei vermelha, e apenas me levantei junto. 

- Tá tudo bem - falei baixo, colocando meu cabelo atrás da orelha. Limpei meu short que estava melado de areia e fiquei sem saber o que falar.

- Com certeza seria um erro - falou e foi como se eu tivesse levado um soco no estômago. A única coisa que eu queria naquele momento é sumir. 

- É.. hm, eu acho melhor eu ir embora - comecei a andar no sentindo de volta a festa. 

- Sof.. - ele tentou pegar minha mão, mas eu soltei. Vi que ele pareceu magoado, mas eu também estava. É óbvio que pra ele seria um erro, eu sou a irmã mais nova dele. 

Chegando na festa, meus olhos tentavam procurar Harry, mas não saia da minha cabeça o que tinha acontecido minutos atrás. Vi Spencer vindo atrás de mim, parecendo que tinha corrido e então tentei o máximo só não chegar perto dele. Eu sentia vontade de chorar e não queria que ele me visse chorando. Mandei uma mensagem para Harry avisando que eu ia pra casa, e segui meu caminho saindo da festa. Enquanto caminhava pela calçada, estava como uma cidade fantasma. Tentei andar rápido porque queria chegar o mais rápido possível em casa. 

Vi as luzes apagadas e entrei de fininho, para não fazer nenhum barulho. Vou até a cozinha pegar um copo de água e acabo levando um susto. Vejo Spencer entrando pela porta de trás da casa e me olhando com uma expressão de preocupação. Suspiro fundo e apenas vou até as escadas para ir tentar dormir, o dia havia sido cheio e longo. 

Quando chego até a porta do quarto, sinto uma mão pegar meu braço e me virar. Era o Spencer que parecia ofegante. 

- Eu não quis dizer que seria um erro, porque eu não queria, eu só estava pensando na sua irmã e na situação que ficaria entre nós dois - ele falou rápido. Olhei para baixo e olhei para ele em seguida. 

- Boa noite, Spence - assim que ia me virar eu tive uma surpresa. 

Ele me puxou, deixando nossos corpos colados, logo em seguida me beijando. Seu beijo era assim tão forte como suave, seus lábios eram macios, fazendo-me sentir como se estivesse voando e com borboletas no meu estômago. Eu nunca tinha sentido isso antes na minha vida, e era com certeza uma das melhores sensações da vida. Sorri entre o beijo, fazendo-o sorrir em seguida. Continuamos naquele beijo por um tempo e não queriamos parar. Me levantou e me segurou no seu colo e beijou meu pescoço, logo depois dando vários selinhos na minha boca. A sensação é que apenas existia nós dois ali e que nada poderia nos separar. Até que escutamos um barulho de porta se abrindo, logo fazendo com que ele me soltasse, nos afastassemos e eu me virasse para porta atrás de mim. Minha cabeça começou a girar, tentando entender o que tinha acabado de acontecer. 

- Amor? você chegou só agora? - era Luiza no quarto ao lado. 

- Sim, sim, a gente acabou perdendo a noção da hora -ele então coçou sua nuca. Ela o puxou para dentro do quarto, enquanto eu não sabia o que sentir. Nós dois haviamos cometido um erro que não poderia se repetir, mas eu queria de novo. Eu definitivamente não iria conseguir dormir, meu coração ainda estava a mil, e sentia ao mesmo tempo uma certa vontade de chorar. Na minha vida, eu nunca havia me sentido tao afetada por alguém assim. Spencer realmente mexia comigo, com minha cabeça, com meu corpo, com meu coração e isso era uma coisa terrivelmente assustadora. E se ele tivesse apenas sentido um desejo? Minha mente criava expectativas, como mostrava a realidade. 

Vi amanhecer e resolvi apenas que iria passar o resto do dia deitada. Não queria sair do quarto e encarar tano o Spencer, como minha irmã. Eu teria que esquecer ele e realmente esquecer. 

7 horas da manhã

- Filha, tem certeza que não quer que eu te leve ao hospital? - minha mãe perguntava enquanto eu fingia estar sentindo muita dor. 

- Ta tudo bem, mãe - ela assentiu e saiu do quarto. Gabi tinha acordado mais cedo para correr na praia, eu até fiz piada. Ela notou que tinha algo de estranho comigo e antes de sair, disse que conversariamos depois, mas eu não queria falar sobre essa madrugada. Estava bem claro pra mim que eu teria que apagar tudo na minha mente, mas como apagar algo que fazia meu coração quase sair pela boca só de pensar? Me estressei por perceber que não parava de pensar nisso, me cobrindo então com o cobertor e fechando os olhos, tentando dormir. 

- Não mãe, eu não quero ir, tá tudo be... - falo por escutar a porta abrir. Mas para meu inferno particular, não era minha mãe. 


Notas Finais


Imaginem no gif, que é o matthew gente <3


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