História Digimon 100 -INTERATIVA - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Digimon
Exibições 24
Palavras 1.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola escolhidos, estou um pouco atrasado né hihi, é que eu tava sem tempo para escrever os capítulos, mas agora fiquem com a nossa programação normal.

Capítulo 5 - O digimon mais próximo de Deus


A lua cheia brilhava no zênite quando Lunamon viu Wizardmon caído no chão, Daisy e sua parceira tentaram de tudo para fazer o mago acorda.
-ele esta morto? Perguntou Lunamon.
-acho que não, vocês dissolvem em dados quando morrem, ele ainda esta vivo. Respondeu Daisy.
Daisy ativou o mapa do digivice e um grande holograma apareceu. O digivice de Kannon estava mais ao sul a cada dia que passa.
-droga, esse lerdo não olha o digivice não. Vociferou Daisy -preciso dele e ele vai cada vez mais longe.
-e quanto aos outros? Lunamon perguntou sentando na grama -eles estão perto?
-pelo que diz aqui o digivice do Ryu e do Kei estão andando pela floresta, acredito que o Kei esteja com o digivice do Ryu, ambos estão longe, Zoey e Shiky estão fora da floresta em uma praia literalmente e Haneul esta parado no meio da mata.
-vamos seguir Kannon. Determinou Daisy.
-nunca vamos alcança-ló ele esta muito rápido e temos peso extra. Disse Lunamon apontando para Wizardmon deitado no chão.
Daisy odiava admitir mas o digimon tinha razão, levaram Wizardmon para uma pequena casa de palha improvisada e trataram seus ferimentos.
Não demorou muito e o digimon mago acordou.
-onde estou? Perguntou levantando lentamente do chão de palha.
-no lado sul da floresta mais precisamente no território onde querem as nossas cabeças. Disse Daisy -consegue andar?
-claro, estou fraco mas ainda posso andar, vamos andando.
-nada disso, você tem que descansar. Falou Lunamon levando água para o mago.
-então tá, mas lembrem-se que estamos em território inimigo e aqui um segundo pode custar uma vida. Contou Wizardmon.
Ficaram no mesmo lugar ate Lunamon se convencer de que Wizardmon podia correr.
Caminharam por horas quando viram a construção estranha, uma grande casa de obsidiana estava na frente do trio, a luz dos archotes era de um tom verde-amarelo e balançavam para todos os lados, um letreiro estava escrito em uma lingua estanha.
-oque é isso? Perguntou Daisy.
-não sei, definitivamente não tinha nada assim na floresta antes. Respondeu Wizardmon.
-sera que é uma armadilha? Perguntou Lunamon.
-acho que não, esta escrito no idioma antigo, sou o único que sabe falar nesse idioma atualmente. Disse o mago.
-oque esta escrito? Quis saber Daisy.
-"essa é a casa da luz, dizem que qualquer um pode ver a luz na escuridão, mas nessa casa as coisas ficam mais difíceis que o normal, apenas humanos podem entrar, a esquerda é sempre a porta certa, aqui é onde será revelado o dom da visão". Traduziu o mago -acho que deve entrar, esse poder não parece com o de Mephistomon.
-tem certeza? Lunamon tentou entrar pela porta mas foi barrada por uma parede invisível -não vou poder te acompanhar.
-é perigoso demais. Daisy não queria ir, mas algo naquele lugar a chamava, será aqui onde Seraphimon estava todo esse tempo, olhou para o digivice que mostrava apenas árvores no mapa -eu devo entrar.
Daisy abraçou Lunamon e seguiu casa adentro.
O chão era tão escuro quanto o resto da casa, a única luz vinha dos archotes nas paredes, Daisy caminhou por um longo corredor ate encontrar duas portas, uma a esquerda e outra a direita.
-sempre a esquerda. A garota repetiu para si memas.
Entrou pela porta esquerda e chegou numa sala com quatro portas, novamente entrou na mais a esquerda.
Foi quando a coisa complicou, o corredor era longo com varias portas, o único problema era que não havia nenhuma porta do lado esquerdo, todas estavam no lado direito, nervosa, Daisy correu pelo corredor ate chegar no final onde bateu em uma grossa parede de obsidiana.
-mas como? Reclamou a jovem -não tem porta na esquerda.
Daisy parou para pensar e percebeu a resposta.
-é isso! Disse a garota com um tom alegre -a porta da esquerda é a ultima porta da direita.
Sem pensar duas vezes a garota entrou pela porta.
-sera que ela vai ficar bem sem você lá dentro? Perguntou Wizardmon.
-claro, ela não é tão indefesa assim. Respondeu Lunamon.
-ela está mais segura lá dentro do que nos aqui fora. Disse Wizardmon tomando uma posição de luta.
-também percebi. Lunamon se aproxima de Wizardmon.
Um rugido estridente corta o céu quando um Devidramon sai de dentro das sombras pairando acima dos dois.
- Thunder Cloud. Wizardmon lança uma esfera elétrica de suas mãos, Devidramon escapa do ataque e desce do céu arranhando o mago com suas longas garras vermelhas.
Devidramon volta para o céu e balança os braços criando uma grande ventania jogando Wizardmon contra a parede.
-droga, se eu tivesse ao menos meus 100%. Reclamou Wizardmon.
-eu cuido dele, Tear Shoot. Lunamon concentra energia na sua antena e dispara uma bola de água no Devidramon, o ataque acerta porem sem causar muito dano.
- Lop-ear Ripple. Lunamon gira suas orelhas criando um turbilhão de bolhas que aprisionam Devidramon.
A nova sala era na verdade um salão gigante, no chão tinha o mapa de todo o digimundo e no centro da sala existia um pequeno sol, sentado levitando acima desse sol tinha um digimon com armadura dourada e cabelos super longos, várias esferas de ouro rodavam ao redor do digimon como se fossem planetas ao redor do sol.
O digimon levantou uma das mãos e 10 esferas voaram ao redor de Daisy, as esferas começaram a brilhar e logo as visões vieram.
Um mago empunhando uma espada de fogo caminhava lentamente. Um cavaleiro com um dragão de fogo em suas costas conversava com um cavaleiro com três esferas flamejantes ao seu redor. Um anjo leva uma flechada no peito se dissolvendo em dados logo depois. Um digimon androide faz um favor para um escolhido. Um vulcão explode com um digimon enorme saindo de dentro dele. Um lobisomem corre por uma floresta incendiada. Sete portais abrem em sete locais diferentes do digimundo. Duas pessoas cavalgam em um digimon rápido como o vento sobre um deserto gélido. Uma vampira rir com um salão de espelhos ao seu redor. Uma velha senhora morre ao passa pela porta de casa.
Milhares de vozes gritavam nos ouvidos de Daisy.
-CADA MORTE SE TRANSFORMA EM PODER.
-ELE FICA MAIS FORTE CADA VEZ QUE PERDE.
-ELE JÁ ULTRAPASSOU O LIMITE.
As vozes eram tão altas que Daisy teve de tampar os ouvidos para não enlouquecer.
Quando se deu conta de si, as vozes tinham parado e o digimon sumido, seu digivice brilhava como nunca, a casa se desfez em sombra e Daisy estava atrás de Lunamon com um Wizardmon desmaiado no chão e um Devidramon pairando no céu.
-não posso deixar vocês sozinhos nunca? Daisy caçoou de Lunamon.
Um pilar de luz branca saiu do digivice e se espalhou no céu como uma vasta nuvem de brilho, um raio desce da nuvem acertando Lunamon, o digimon se desfaz em dados e se reconstrói em um digimon novo.
- LEKISMON. Gritou a nova digimon, tinha tomado a forma de um coelho bípede com luvas de couro com desenho de lua crescente, também possuía mascara e uma pequena armadura azul na parte do abdômen, sua pele tinha um tom rosa esbranquiçado.
- Moon Night Bomb. Lekismon cria uma bolha de água ao redor dos punhos, salta até Devidramon e o soca, o jogando longe.
- Moon Night Kick. Desce do céu com um pontapé em Devidramon o reduzindo a dados, os dados voam ate o digivice.
-oque houve lá dentro? Perguntou Lekismon.
-eu vir visões. Disse Daisy -não sei se aquilo já aconteceu ou se vai acontecer, pode estar acontecendo nesse momento, eu vir algumas coisas. Explicou Daisy.
-porque parece tão perturbada? Perguntou Lekismon.
-a ultima visão, era... Lagrimas encheram seus olhos e Daisy abraçou Lekismon -era minha vó morrendo.



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