História Digimon Destiny - Capítulo 16


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Categorias Digimon
Tags Aventura, Comedia, Digimon, Gay, Hetero, Luta, Mistério, Romance
Exibições 23
Palavras 3.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sim se passaram dois dias já, mas o final do semestre está realmente me consumindo muito tempo e energia, logo ele acaba e posso postar mais frequentemente. Mesmo que eu já posto mais frequente do que nunca kkkkkkkk
O capitulo de hoje foi se escrevendo sozinho ele seguiu um caminho que eu não planejava, mas que eu acho que ficou bem divertido. Espero que gostem.

Capítulo 16 - Cemitério


Digimundo – Savana Digital – Final de tarde

                O bonde com os 10 Destinados e seus parceiros rumava em direção a Cidade Arquivo. A noite caía lentamente e eles conversavam tentando conhecer mais de seus companheiros.

                - Eu trabalho numa loja de eletrodomésticos – Gabriel fala e flexiona o braço – Esse muque aqui é de tanto levantar geladeira.

                - Eu sou vendedor – Oliver fala no seu tom desinteressado.

                - Eu trabalho no circo – Leona fala e atrai olhares curiosos dos outros.

                - Eu estudo biologia e trabalho num zoológico – Gabe fala abraçado em Palmon.

                - Eu faço Odontologia – Guto fala e sorri mostrando seus dentes perfeitos.

                - Eu trabalho num escritório – Kelvi fala meio dando de ombros.

                - Eu estudo arquitetura – Cauê fala.

                - Eu sou hacker profissional – Paula fala estufando o peito e abrindo os braços.

                - Eu estudo direito – Ana fala sem vontade.

                - E tu Aquino? – Gabriel fala para Aquino que estava na frente do bonde nos controles olhando para o horizonte sem perceber que falavam com ele – Aquino? Ta viajando?

                - Han? – Aquino finalmente acorda do transe e presta atenção na conversa – Ah! Eu estudo publicidade.

                - Nossa como cada um é diferente – Leona fala sorrindo.

                - Hashtag viva a diversidade - Cauê fala no seu tom debochado.

                Eles continuavam a conversar e interagir e Aquino volta para seus pensamentos. Witchmon percebe isso e se aproxima de seu parceiro.

                - Tudo bem? – Ela pergunta – Geralmente você é o primeiro a estar no meio dessas interações.

                - Eu sei, - Aquino fala meio decepcionado consigo mesmo – mas é tanta coisa acontecendo, a todo momento estamos em perigo. Eu me preocupo demais, ainda mais agora lembrando que a gente se conhece a 10 anos.

                - Lucas – Witchmon olha para seu parceiro tentando o confortar – Não precisa se preocupar tanto. Se vocês quando eram pequenos conseguiram salvar o Digimundo, agora vai ser fácil. Vocês são adultos agora, mais fortes e preparados do que nunca.

                - Obrigado Lil... – Aquino para antes que falasse demais – Witch, obrigado Witch.

                - E aí Aquino o que tu tava fazendo antes de vir parar no Digimundo – Gabriel trazia Aquino de volta para o assunto.

                - Bah – Aquino se lembra de tudo o que aconteceu – vocês podem até me chamar de louco, mas eu tava perseguindo uma guriazinha que eu sonhava todas as noites. Não de um jeito romântico, mas de um jeito estranho. Eu sonhava todas as noites que eu corria no meio de uma nevoa e que essa garotinha estava lá pedindo ajuda, mas eu sempre acordava quando alcançava ela. Na verdade, ela que me alcançava. E no dia que eu vim parar aqui, o meu sonho aconteceu de verdade, eu saí da faculdade e ela estava lá do outro lado da rua. Eu persegui ela e eu acabei no meio da nevoa e eu cheguei num abismo e ela me empurrou e daí eu acordei aqui.

                O silencio reinou no bonde, Aquino que estava de olho na estrada se virou para ver o rosto de seus amigos e eles estavam chocados e se olhavam estranho.

                - Tá bom podem falar, eu sou louco – Aquino fala.

                - N-não é isso – Leona fala levemente assustada – aconteceu o mesmo comigo.

                - Comigo também – Kelvi fala e todos concordam.

                Todos eles haviam sonhado com a misteriosa garotinha e ela havia trazido todos para o Digimundo.

                - Isso é muito estranho – Oliver fala – Tipo será que ela é um fantasma?

                - Ai gente será que tinha mais um de nós só que ela acabou morrendo e por isso assombra a gente? – Guto pergunta com medo.

                - Não é possível – Patamon fala de cima da cabeça de Guto – eram só vocês 10, não tinha mais ninguém.

                - Mas as memorias foram apagadas – Kelvi fala com teorias em mente – e se ela apagou nossa mente pra esquecermos que ela estava com a gente 10 anos atrás e trouxe a gente até aqui pra se vingar de nós.

                - Isso já é exagero – Ana fala – É impossível que tenha um fantasma digital querendo matar a gente.

                O bonde para de repente fazendo todos se assustarem. Muitos gritam e se agarram na pessoa ou digimon mais próximo. Eles se olham e Impmon está agarrado em Witchmon com a cabeça encostada nos seios dela. Ela dá um tapa na cabeça dele o fazendo cair sentado no chão do bonde.

                - Sua criatura tarada! – Ela fala irritada.

                - Eu só queria um pouco de conforto – O digimon se levanta do chão passando a mão onde levou o tapa.

                - Por que a gente parou? – Leona pergunta se desvencilhando do abraço de Gabriel.

                - Eu não sei – Aquino mexia nos controles e nada do bonde funcionar.

                Já era escuro e mal podia se ver o lugar em volta. Aquino desse do bonde acompanhado de Witchmon, Oliver e Impmon para ver o que aconteceu em volta. Impmon iluminava com uma chama em seu dedo.

                - O que aconteceu? – Oliver pergunta se sentido confortável no escuro da noite.

                - Não consigo ver – Aquino fala – Impmon ilumina aqui.

                - Com prazer – o digimon se aproxima de Aquino e ilumina o chão.

                Eles percebem que a linha do bonde acaba bem ali, mas um metro a frente ela continuava.

                - Que estranho – Aquino fala.

                - Vai ver precisa acionar alguma alavanca ou apertar algum botão para conectar os trilhos sei lá – Witchmon fala pensando em como sair dali.

                - Talvez – Aquino fala pensando.

                - Quem sabe alguém no cemitério pode ajudar a gente – Oliver fala tranquilamente.

                - Que cemité... – Aquino olha para o lado e percebe um enorme cemitério que não tinha percebido antes – Ah! Esse cemitério.

                - É uma ideia – Witchmon fala tranquilamente.

                - E-e-entrar nesse cemitério? – Aquino fala levemente com medo.

                - Tá com medinho é – Impmon fala provocando Aquino.

                - P-por que a gente não pergunta pro resto pra saber o que eles acham? – Aquino fala tentando ser racional ou pelo menos conseguir apoio.

                -Aaaaaaaaaaaaaaah! – Eles escutam gritos vindo de dentro do bonde.

                Eles voltam correndo pro bonde e descobrem que ele está vazio.

                - Ai meu santo Cristo! – Aquino fala assustado – Cadê o povo?

                - Gente que legal todo mundo sumiu – Impmon fala dançando, ele leva outro tapa de Witchmon.

                - Isso não é hora de dançar seu demente – Witchmon fala irritada – Isso é sério.

                - Onde eles estão? – Aquino pergunta preocupado.

                - Talvez a menininha fantasma está fazendo sua vingança agora – Impmon fala de maneira assustadora tentando assustar Aquino.

                - Eu tenho uma ideia melhor – Oliver fala – Eu acho que sei onde eles podem estar.

                - Não vai me dizer que... – Aquino fala ainda com medo.

                - Sim, o cemitério – Oliver fala sorrindo levemente enquanto Aquino parece apavorado.

                Eles descem do bonde e procuram a entrada do cemitério, eles caminham ao lado das grandes grades de metal, elas eram velhas e enferrujadas. Oliver caminhava na frente com Impmon iluminando o caminho. Witchmon caminhava atrás deles com Aquino colado nela, encolhido de medo. Eles finalmente encontram a entrada do cemitério que era um grande portal de metal tão enferrujado quanto as grades que cercavam o local. O portão estava aberto e dava um ar ainda mais sinistro para o local.

                - A gente tem mesmo que entrar aí? – Aquino pergunta apavorado.

                - Prefere ficar sozinho aqui fora? – Oliver pergunta rindo de Aquino.

                - Ok – Aquino suspira e segue os outros para dentro do cemitério.

                O ar era pesado dentro do cemitério, havia uma nevoa baixa e fina, eles caminham lentamente por entre as lapides procurando por seus amigos. Aquino tenta olhar o mínimo possível para os lados. Witchmon percebe o estranho comportamento de seu parceiro.

                - Lucas o que tá acontecendo? – Ela pergunta espantada com a atitude de seu parceiro – Eu nuca te vi assim.

                - É que eu tenho medo do escuro – Aquino fala baixinho.

                - O quê? – Witchmon pergunta, sem conseguir ouvir o que ele falava.

                - Eu tenho medo do escuro tá legal!? – Ele praticamente grita envergonhado de si mesmo.

                - Hahahahahahaha! Que piada! – Impmon debocha de Aquino – O líder dos Destinados tem medo do escuro.

                Aquino olha para Impmon ao mesmo tempo com raiva e com vergonha de si mesmo.

                - Eu não tenho culpa, é algo que eu não controlo – Aquino fala nervosamente – Ainda mais no meio de um cemitério. Mas peraí! Por que tem um cemitério no Digimundo se digimons viram dados e renascem?

                - É uma boa pergunta – Witchmon fala pensativa.

                - Vai ver quem mora por aqui gosta desse tema de decoração – Oliver fala tranquilamente – eu sei que eu tô amando.

                Eles continuam a caminhar e Aquino de repente vê um vulto passando em algumas lapides a sua direita. Ele abraça Witchmon por trás tremendo de medo.

                - O que foi? – A digimon pergunta sem paciência.

                - Eu vi um vulto – Aquino fala sem tirar a cabeça das costas de sua parceira.

                - Nossa que líder mais cagão – Impmon fala debochando – Foi só tua imaginação medroso.

                Oliver vê um passando na sua frente.

                - Eu acho que não foi só imaginação dele não – O garoto fala desconfiado.

                De repente eles percebem vários vultos em volta deles, como se vários seres não identificados os rondassem. Aquino olha para os vultos apavorados e não decide ficar ali para ver o que vai acontecer e começa a correr em frente. Oliver e os outros decidem ir atrás dele. Os quatro correm pelo cemitério, mas os vultos continuam os perseguindo. De repente um vulto passa bem no meio do grupo e leva Impmon com ele, deixando os outros três no escuro. 

                - Impmon! – Oliver grita para eu parceiro, sem resposta.

                - A gente vai morrer! A gente vai morrer! A gente vai morrer! – Aquino fala repetidamente num tom nervoso com as mãos na cabeça encarando o chão.

                Oliver vai até ele e dá um tapa na sua cara que deixa Aquino em choque.

                - Para com isso viado! – Oliver fala irritado -  Tem possíveis digimons atacando a gente e tu dando esse piti! Acorda pra vida!

                - Ok – Aquino respira fundo – tô mais calmo.

                Outro vulto passa e Witchmon some.

                - Ah que se foda! Eu vou morrer aqui! – Aquino fala e sai correndo novamente.

                Oliver segue Aquino e puxa ele para trás de uma grande lapide, eles estavam escondidos ali, aparentemente os vultos não os encontravam. Oliver estava com a mão na boca de Aquino para prevenir que ele não fizesse barulho. Eles perceberam então que os vultos eram digimons mesmo, mas eles tinham a forma de fantasmas. Eles olhavam os cantos do cemitério procurando por eles, mas não os encontravam. Oliver checa seu digivice.

                Digidex

                Bakemon – Champion – Digimon do tipo fantasma. Digimon com a aparência de um fantasma, não possui ataques muito fortes, por isso prefere atacar em grupo ou despercebidamente. Técnica especial: Zombie Claw.

                - São digimons mesmo – Oliver fala baixinho para Aquino.

                Ele percebe que os Bakemons desistem de procurar e seguem até uma mansão que parecia assombrada. A mansão ficava no meio do cemitério.

                - Eles devem ter levado o povo pra lá – Oliver fala deduzindo – A gente tem que ir lá pra resgatar eles. E pra isso eu preciso do Aquino que enfrenta os digimons de frente, já que ele tem uma espada. Posso contar com ele?

                Aquino balança a cabeça que sim e Oliver solta sua mão da boca de Aquino.

                - Eu vou tentar – Aquino fala tendo um conflito interno entre medo e coragem.

                Os garotos saem de trás da lapide e caminham silenciosamente na direção da mansão. Eles vão até uma das janelas e espiam dentro da casa. Lá eles veem seus amigos amarrados em cadeiras que estavam de frente para um digimon sinistro. O digimon lembrava um ceifador e tinha uma foice dourada em uma mão, mas não tinha mãos, nem corpo visível apenas seu manto vermelho. Aquino checa seu digivice.

                Digidex

                Phantomon – Ultimate – Digimon do tipo fantasma. É um digimon fantasma mais poderoso que Bakemon, diz que pode ver quando alguém está próximo da morte. Técnica especial: Shadow Scythe.

                Os Bakemons estavam atrás de Phantomon e eles se preparavam para algo, uma espécie de cerimônia. O lugar estava iluminado por várias velas. Aquino e Oliver tentam escutar o que eles falavam.

                - Onde estão os outros humanos? – Phantomon pergunta irritado para os Bakemons.

                - Nós os procuramos mestre, mas não os encontramos – Um Bakemon fala nervosamente.

                - Incompetentes! – Phantomon grita fazendo os Bakemons se encolherem de medo – Agora eu vou ter que fazer o ritual de sacrifico sem todos os Destinados.

                - Por que estamos fazendo isso mestre? – Um Bakemon pergunta curioso.

                - Por que com o sacrifício deles eu vou conseguir evoluir para minha forma mais poderosa – Phantomon fala malignamente.

                - Não se eu puder evitar! – Aquino fala na porta da mansão com a Eclipse em mãos.

                - Um humano! – Phantomon fala contente em ver que ainda pode fazer seu sacrifício – peguem ele!

                Aquino treme levemente e corre para dentro da mansão desviando dos Bakemons e acertando golpes de espada em alguns, ele faz com que os digimons o sigam subindo as escadas para o andar superior. Phantomon se junta seus lacaios e segue Aquino. Oliver entra sorrateiramente na casa e liberta Impmon.

                - O que fez pra convencer ele a lutar? – Impmon pergunta se lembrando do quão assustado ele estava.

                - Não tive que fazer nada, assim que ele ouviu que Phantomon ia sacrificar vocês ele se encheu de coragem.

                Oliver solta Witchmon que rapidamente invoca sua vassoura e voa na direção dos Bakemons para ajudar seu parceiro. Ela alcança Aquino, passando por Phantomon e o resto dos Bakemons. Ela olha para seu parceiro e sorri, ele retribui o sorriso, eles entram em um quarto e rapidamente escoram a porta com tudo que encontram, eles podem ouvir os Bakemons batendo com toda sua força.

                - É bom ver que você voltou ao normal – Witchmon fala enquanto força um guarda-roupas contra a porta.

                - Não é bem assim – Aquino fala ajudando ela a segurar a porta – Eu ainda tô cagado de medo, mas não ia deixar ele machucar vocês.

                Ele olha para dentro do quarto e percebe algo que lhe chama a atenção. Sob uma escrivaninha empoeirada estava um cinto de couro com quatro pingente pendurados que lembravam armas. Aquino pega o cinto e sabe exatamente o que é.

                - Apocalipse – Ele fala sorrindo para Witchmon.

                Do lado de fora da porta os Phantomon brigavam para tentar abrir a porta.

                - Saiam da frente seus estrupícios! – Phantomon fala irritado – Eu vou usar minha foice e destruir essa porta.

                Phantomon levanta sua foice e antes que ele pudesse acertar a porta ele ouve algo que o faz parar.

                - Baluluna Gale! – Witchmon de dentro do quarto lança seu ataque.

                O ataque dela acerta a porta e empurra Phantomon e os Bakemons para longe com o vento poderoso. Ela e Aquino saem voando do quarto montados em sua vassoura. Eles passam voando pelos digimons que recobram sua consciência e seguem eles. Aquino e Witchmon chegam ao hall de entrada onde Oliver e Impmon estão tentando soltar o resto do grupo ainda.

                - Oliver! – Aquino grita do alto do segundo andar com o cinto na mão – Pega!

                Oliver olha para Aquino e vê o cinto que ele lança, ao cinto se aproximar de suas mãos Oliver pôde ouvir a voz da garotinha.

                - Me ajude! – A voz soava na cabeça de Oliver – Me salve! Se salve! Se lembre.

                Oliver agarra o cinto com as duas mãos. Ele se lembra de tudo. Aquino finalmente chega ao primeiro andar e desce da vassoura de Witchmon. Phantomon e os Bakemons também chegam e os encaram de frente. O resto do grupo continuava fortemente amarrados.

                - Acham que só vocês dois podem me derrotar e derrotar meus lacaios? – Phantomon fala zombando de Oliver e Aquino.

                - Pode ter certeza – Oliver olha para Phantomon sorrindo.

                Ele coloca o cinto em sua cintura e o afivela. Ele coloca suas mãos dos lados de sua cintura e o cinto brilha, dois dos pingentes somem do cinto e nas mãos de Oliver duas pistolas aparecem, uma era branca e a outra preta.

                - Peste! Fome! – Oliver fala levantando suas pistolas – Como eu senti saudades de vocês.

                Oliver engatilha as pistolas e aponta para os inimigos com o punho e as armas brilhando com sua Digisoul.

                - Que bom que voltou – Impmon fala flutuando ao lado de seu parceiro.

                - É bom estar de volta – Oliver fala sorrindo – Mas antes do show, vamos evoluir.

                - Carregar Digisoul! Evolução!

                Impmon Digivolve para >>> Wizardmon

                - Parece que a equipe Wizard/Witch está reunida – Wizardmon fala sorridente.

                - Parece que sim – Witchmon fala se colocando em guarda ao lado de Aquino – Mas é equipe Witch/Wizard.

                Os quatro correm na direção dos inimigos. Aquino acerta uma sequência com sua espada destruindo um Bakemon distraído. Oliver começa a atirar com suas pistolas acertando vários Bakemons. Wizardmon e Witchmon se colocam de costas um para o outro acertando golpes nos Bakemons. O número de Bakemons começa a aumentar e eles se veem na desvantagem.

                - Hora de aumentar o nível! – Oliver fala colocando suas pistolas ao lado do corpo.

                O cinto brilha mais uma vez e os pingentes que sumiram voltam a seu lugar, mas outro some e nas mãos de Oliver aparece uma metralhadora vermelha.

                - Hora da Guerra! – Oliver fala e aponta sua metralhadora na direção dos Bakemons.

                Ele começa a atirar e rapidamente vários Bakemons são destruídos. Aquino correm e acerta mais um no ar enquanto Witchmon e Wizardmon destroem os dois últimos. Phantomon se vê cercado e sem apoio.

                - Vocês não vão me destruir! – Ele avança na direção de Aquino com sua foice.

                Aquino para o ataque de Phantomon com a Eclipse e defende dos ataques seguintes com a mesma. Witchmon voa e acerta um chute em Phantomon o afastando de Aquino. Eles correm juntos e acertam um chute duplo no inimigo. Wizardmon lança um raio de seu cajado e acerta Phantomon em cheio. Aquino corre e acerta mais uma sequência de golpes de espada no digimon, Wizardmon e Witchmon se juntam e atacam.

                - Baluluna Gale! – Witchmon lança uma poderosa rajada de vento cintilante.

                - Electro Squall! – Wizardmon cria uma nuvem que lança um poderoso raio.

                Phantomon se levanta lentamente após os ataques. Ele olha e percebe Oliver parado em sua frente. Em suas mãos estava uma lança-misseis de tom esverdeado.

                - Phantomon chegou a hora de eu te apresentar a Morte – Oliver fala sorrindo para o digimon que parecia apavorado.

                Oliver atira e um misses de energia negra acerta Phantomon e o carrega através da parede da velha mansão e se explode no céu do Digimundo. Oliver sorri, sua arma brilha e retorna para o cinto.

                - Bom trabalho Oliver – Aquino fala sorrindo.

                - Eu digo o mesmo – Oliver retribui o sorriso – não só por ter encontrado Apocalipse, mas por ter enfrentado seus medos pelo grupo.

                Eles escutam um barulho de algo batendo no chão. Era Gabriel que pulava em sua cadeira irritadamente. Ele estava amordaçado e fuzilava os dois com os olhos como se dissesse “me tirem logo daqui”. Aquino e Oliver soltam o resto do grupo. No caminho de volta para o bonde eles encontram uma pequena cabine de comando e de lá liberam a linha do bonde que agora pode seguir livremente. Eles sobem no veículo e rapidamente se afastam do cemitério. Agora Oliver se lembrava de tudo e aos poucos as memorias de todos voltariam. Eles seguem na direção da Cidade Arquivo. Será que finalmente vão chegar lá sem problemas?


Notas Finais


E é isso, mais uma arma destinada encontrada e eu realmente não planejava que fosse desse jeito, mas fico feliz com o resultado e espero que vocês também kkkkkkkkk
Mas há muita coisa pra acontecer, então fiquem ligados, porque o destino deles está só começando.


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