História Digimon Destiny - Capítulo 42


Escrita por: ~

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Categorias Digimon
Tags Aventura, Comedia, Digimon, Gay, Hetero, Luta, Mistério, Romance
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Palavras 5.769
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha quem não demorou 3 meses pra postar um novo capitulo kkkkkkkk
isso mesmo! Eu! Hhahahahaahhaaha
Vou tentar postar pelo menos um a cada 15 dias, com sorte um por semana kkkk
Ah e esse tá enorme, ainda compensando pelos 3 meses sem capitulo kkkkkkk

Capítulo 42 - Shopping


Fanfic / Fanfiction Digimon Destiny - Capítulo 42 - Shopping

Mundo Real – Porto Alegre – Noite

                Lopmon estava deitada em uma enorme cama, num quarto bem decorado em tons de rosa claro e branco, havia um grande espelho que era uma porta entre aberta para o que parecia ser um closet, uma enorme janela de vidro que estava coberta por uma grossa cortina, uma televisão de última geração que tomava quase toda a parede oposta a cama. Lopmon olhava qualquer coisa que estava passando na TV sem prestar muita atenção. Lola entra no quarto e fecha a porta rapidamente. A garota segurava uma bandeja prateada com comida. Lola suspira e assim que olha para Lopmon sorri.

                - Trouxe o jantar Lopmon – Lola fala alegremente.

                - Oba! – Lopmon praticamente pula na cama.

                As duas comem, até que Lopmon percebe o olhar distante de Lola.

                - Você está bem? – Lopmon pergunta.

                - Ah, sim. Eu tô bem. – Lola responde num tom preocupado – É só a mamãe. Desde que eu soube o que aconteceu com o Cauê eu tento fazer ela desistir de procurar por ele, mas ela não desiste. Se bem que eu faria o mesmo se estivesse no lugar dela.

                - E por que não conta a verdade?

                - Ela não entenderia. Seria complicado demais explicar tudo. Explicar você, os outros. É coisa demais pra ela entender.

                - A mãe do Aquino entendeu.

                - A mãe do Aquino é diferente da minha mãe. Pra começar os pais do Aquino sempre aceitaram ele, os meus nunca aceitaram o Cauê. Imagina eles aceitarem que existe um mundo diferente do nosso. E também que eu sou um dos criminosos que o prefeito está caçando.

                - Verdade.

                - E outra, eu não sei como me enturmar com o grupo sabe? Eles agem tão naturalmente perto uns dos outros.

                - É porque os Destinados existem a dez anos do Mundo Real e quase um século do Digimundo. Todos passamos por muitas coisas juntos. Mas você consegue Lola, é só tentar conhecer eles mais. Quem sabe convida alguns deles pra sair.

                - Humm – Lola pensa um pouco nas palavras de sua parceira – E se eu convidasse as gurias do grupo para irmos ao shopping? Se eu vou começar a conhecer eles nada melhor que o shopping e nada melhor que começar com as gurias.

                - Mas por que só as gurias?

                - Não acho que os guris se sentiriam confortáveis no shopping com a gente.

                - Tu sabe que quase todos eles são gays não?

                - Sério? – Lola se surpreende com a informação de Lopmon – Bom mesmo assim vou convidar as gurias primeiro, começar aos poucos, e vai ser melhor pra incluir a Dih também.

                - Você pensa em tudo não é Lola? – Lopmon sorri para sua parceira.

                - Claro que sim. Eu sou um gênio – Lola ri com Lopmon.

                De repente na TV o canal perde o sinal e quando volta um digimon aparece.

                - O que tá acontecendo?

                - MYOTISMON!? – Lopmon grita em choque ao ver o digimon.

                “- Humanos e Digimons – Um Vilemon surge em frente a Myotismon com um microfone – Deixem eu vos apresentar, o grande, o incrível, o poderoso, o novo governante desse mundo: Mestre Myotismon!”

                - Esse é um dos digimons que a gente tá caçando? – Lola pergunta para Lopmon.

                - Sim – A digimon não consegue tirar os olhos da tela.

                Longe dali na casa dos pais de Ana, a garota se levanta e vai na direção da porta.

                - Vamos Gaomon – Ana fala se preparando para sair.

                Mas de repente uma mão segura seu braço. Era a mãe dela.

                - Por favor minha filha, não vá – A mãe suplica com os olhos cheios de preocupação.

                Ana não consegue desviar os olhos do olhar de sua mãe.

                - Tudo bem, eu fico. Mas se eu sentir que meus amigos correm perigo eu vou ir.

                - Tudo bem – A mãe responde com um sorriso.

                Ana se senta no sofá com os pais assistindo seus amigos enfrentarem Myotismon e Gigadramon.

                A luta era assistida por todo mundo, muitos acreditavam que se tratava de um comercial de um novo filme, mas em Porto Alegre todos sabiam o quão real tudo aquilo era. Ao final da luta os Destinados que assistiam respiravam aliviados por seus amigos terem vencido a batalha. No dia seguinte eles estavam na casa da Delegada Alessandra. Um pequeno apartamento perto da delegacia. Alguns se sentavam no sofá enquanto outros tinham que sentar no chão já que não havia muito espaço.

                - Primeiro me desculpem pelo lugar de encontro – Alessandra se desculpava – eu sei que meu apartamento é pequeno, mas não podemos nos encontrar mais no meu escritório. Se algum policial ver vocês ele poderia os prender.

                - Tudo bem delegada – Aquino fala – Estamos acostumados com lugares desconfortáveis.

                - Meu apartamento é muito confortável! – Alessandra fala levemente ofendida – Mas para uma pessoa, não onze pessoas e dez monstrinhos. Mas voltando ao assunto. O que foi aquele show ontem à noite? Quem eram aqueles monstros?

                - Tudo foi obra de Myotismon – Aquino fala seriamente – ele queria se mostrar para o mundo.

                - Não apenas isso – Ana fala – Ele fez questão de nos nomear, ele falou no nome dos Destinados, e também quis mostrar nosso poder. Perceberam que ele não usou todo o seu poder, ele deixou ser atacado, ele quis mostrar o quão poderosos nós somos, o quanto nós somos uma ameaça tão ou mais forte que ele.

                - Que filho da puta! – Gabriel fala.

                - Ele enganou a gente – Oliver fala relembrando da noite anterior – Ele em nenhum momento quis realmente destruir a gente. Ele sabia que a gente ia lutar com tudo.

                - Ele mesmo falou que a gente causava destruição – Aquino lembrava das palavras de Myotismon – Que raiva! E eu caí direitinho no plano dele.

                - Calma pessoal não deve ser tão ruim – Leona tenta acalmar seus amigos.

                - É muito ruim Leo – Guto fala – Pro mundo Myotismon é um louco fantasiado com poderes sobrenaturais, mas nós somos destrutivos que temos o poder de destruir monstros 10 vezes maiores que a gente, e até mesmo atrair a lua e controlar a gravidade.

                - A coisa ta feia mesmo – Leona fala assustada.

                - Sim as coisas não estão boas pra vocês – Alessandra fala – Mas pelo menos vocês tiveram o bom senso de se disfarçar para não serem reconhecidos. Outra coisa boa foi o fato de que nas filmagens de Myotismon estavam apenas três de vocês, o que acabou confundindo as autoridades, já que não temos um número exato de integrantes.

                - E o que a gente faz agora? – Paula pergunta.

                - Por enquanto vocês devem se manter na encolha, nada de grandes exibições por aí. Então andem por aí como jovens normais e não chamem a atenção enquanto procuram pelo paradeiro do Myotismon.

                - Seria normal um grupo de gurias andando pelo shopping? – Lola pergunta empolgada.

                - Sim – Alessandra responde não entendo a pergunta de Lola.

                - Então que tal as gurias virem comigo para a gente dar uma volta no shopping, fazer umas compras e se conhecer melhor? – Lola pergunta empolgada.

                - Eu não sei – Dih fala meio sem jeito.

                - Vocês não queriam que a gente se enturmasse? Então. É uma chance ótima.

                - Ta bom, vai ser legal – Dih responde animada.

                - Eu não sei, eu tenho umas coisas pra fazer em casa... – Leona fala em tom de desculpa.

                - Eu vou bancar tudo – Lola fala entendendo o que Leona queria dizer.

                - E o que estamos esperando? Bora por Shopping! Uhul! – Leona pula empolgada.

                - Ana? Paula? – Lola pergunta.

                - Olha eu infelizmente não vou poder ir – Paula fala – mas a Ana vai adorar acompanhar vocês.

                - Paula! – Ana olha não entendendo o porquê do que Paula disse.

                - Vai – Paula fala baixinho para Ana – É uma chance de conciliação, vocês passaram por muita coisa, tem muito o que resolver. Vai ser legal.

                Ana suspira e se vira para Lola com um quase sorriso forçado.

                - Vai ser um prazer ir com vocês – Ana fala trazendo um sorriso ao rosto de Lola.

                - Então vamos!

                Lola puxa Ana pelo braço e as quatro garotas saem do apartamento.

                - Guto eu precisava falar uma coisa contigo – Aquino fala meio sem jeito.

                - Tudo bem, vamos ali no café que tem aqui perto.

                Os dois saem também acompanhados de seus digimons. Kelvi olha pensativo.

                - Eu adoraria ir ao shopping – Kelvi fala para si – Mas aqueles dois tão com um baita cheiro de drama.

                Kelvi deixa o apartamento pensativo. Gabriel olha para Oliver.

                - Tem cerveja lá em casa – Gabriel fala.

                - Bora lá – Oliver fala e os dois deixam o apartamento da delegada.

                - Eu gosto de cerveja – A delegada fala sozinha.

                Logo depois, em um dos shoppings da cidade, as garotas adentravam o local com seus digimons disfarçados. Lola carregava Lopmon como se fosse um boneco de pelúcia, Palmon estava usando uma peruca loira, um vestidinho, sapatinhos e muita maquiagem, Gaomon usava um casaco com capuz e boné, Tinkermon apenas escondeu suas asas.

                - Então meninas o que vamos fazer primeiro? – Lola pergunta empolgada – Que tal darmos uma passadinha no salão?

                - Seria legal – Leona fala empolgada – Eu tô a mais de um mês sem retocar a raiz.

                - É eu poderia fazer uma escova – Dih fala.

                - Eu não sei não – Ana fala não parecendo muito interessada.

                - Ah, vamos Ana – Lola tenta incentivar – Quem sabe a gente não faz um alisamento...

                - Tem algo de errado com meus cachos? – Ana pergunta levemente ofendida.

                - Não, não – Lola responde em tom de desculpa – eles são lindos, foi só uma sugestão. Quem sabe uma hidratação? Um mês no Digimundo, deve ter sido difícil de cuidar dos cabelos.

                - Eu não tive tempo pra pensar no meu cabelo – Ana responde – Eu estava ocupada tentando me manter viva.

                - Isso tá indo de mau a pior – Tinkermon fala baixinho para Palmon.

                - Verdade – Palmon ri com Tinkermon.

                - Vamos entrando no salão gurias, lembrem é tudo por minha conta – Lola sorri enquanto elas entram no estabelecimento, assim que as garotas entram ela suspira – Calma Lola, tu vai conseguir.

                - Isso mesmo! – Lopmon fala apoiando sua parceira.

                - Obrigada Lop! – Lola sorri agradecida – Agora quietinha.

                Enquanto isso, na cafeteria próxima a delegacia, Guto e Aquino se sentavam em uma das mesas.

                - Então, o que queria me perguntar? – Guto pergunta curioso.

                - Assim – Aquino fala meio sem jeito – Só tu pode entender o que eu estou passando nesse momento. Ontem eu conheci um guri. Um guri que fez meu coração pular como não pulava a muito tempo.

                - Legal, conta mais.

                - Eu não sei – Aquino ri envergonhado – Assim que eu olhei nos olhos dele eu vi algo que mexeu comigo, não sei o quê. E ele até me deu o número dele.

                Aquino tira do bolso o papel que Bruno o havia entregado na noite passada, o papel estava bem amassado, ficando claro que Aquino ficou o segurando e o desdobrando várias vezes.

                - E por que ainda não ligou pra ele?

                - Por que eu tô me sentindo culpado. Desde que a Lola se juntou a gente eu...

                - Quino – Guto olha preocupado nos olhos do amigo – Por causa do Cauê?

                - Sim.

                - E ai gente qual é o babado? – Kelvi aparece puxando uma cadeira e sentando junto dos dois.

                - O Aquino ta começando a gostar de alguém, mas ta se sentindo culpado por causa do Cauê.

                - Eu sabia que tava rolando um drama por aqui. Aquino posso ser bem sincero contigo? Tu sabe que eu só quero o teu bem né?

                Aquino apenas acena que sim com a cabeça.

                - O Cauê morreu. Ponto. Não tem porque tu ficar se sentindo mal por seguir em frente. Ficar remoendo uma relação que já estava morta a muito tempo não vai te fazer bem, porque desde que a gente voltou ao Digimundo as coisas entre vocês não eram as mesmas. Então pra que fazer isso? Segue em frente mana. É o que o Cauê gostaria que tu fizesse. A vida tá de dando uma nova oportunidade, aproveita viado.

                Aquino sorri com as palavras de Kelvi.

                - Basicamente, o que o Kel disse – Guto sorri concordando com o amigo.

                - Obrigado, vocês realmente me animaram. Vou ligar pra ele sim.

                No shopping o dia passava, após fazerem seus tratamentos de beleza, as gurias desfilavam pelas lojas, comprando roupas e se divertindo, mas sempre que Lola tentava se enturmar com Ana a garota era ignorada ou respondida friamente. Era claro que Lola estava tentando ao máximo iniciar uma amizade com Ana, mas até agora estava sem sucesso. Após algumas horas de compras elas param para almoçar na praça de alimentação.

                - Gente, nunca me diverti tanto – Leona falava devorando um enorme hambúrguer.

                - Verdade, tá muito legal passar o dia com vocês – Dih fala dividindo batata frita com Palmon que estava em seu colo.

                - Ai gurias tudo graças a vocês – Lola estava realmente feliz de estar se dando melhor com as gurias – Eu tô muito feliz de estar passando esse tempo com vocês.

                Ana apenas dá de ombros e parece entediada.

                - Ai Ana eu tô o dia inteiro fazendo de tudo, me esforçando pra tentar ser tua amiga, pra gente desenvolver a química de equipe que tu tanto queria, mas desdo começo tudo o que tu faz é me ignorar ou me cortar. Por quê? – Lola fala realmente ofendida e irritada.

                - Dih eu acho que vi uma blusinha ali que é a tua cara – Leona fala tentando escapar do momento de drama.

                - Eu acho que vi também, vamos lá ver melhor – Dih se levanta e corre junto com Leona.

                - Logo agora que ficou interessante – Palmon reclama no colo de Dih.

                - Sinceramente Lola tua presença ainda me traz lembranças do nosso passado. Ainda mais nesse lugar que é o teu habitat natural, tudo isso só me faz lembrar mais e mais de quanto tu me torturava quando eramos pequenas.

                - Mas eu mudei, e tô me esforçando ao máximo pra te mostrar isso. Ana eu era uma criança estupida, eu fui criada daquele jeito. Meus pais só se preocupavam com a aparência, com como as pessoas nos viam, mal sabiam as pessoas que meu pai era um cafajeste cheio de amantes e minha mãe uma alcoólatra e viciada em remédios. Eu fui criada num ambiente tóxico, e eu descontei todas as minhas frustrações em quem não merecia, em ti e no Cauê. Eu não quero mais ser aquela guria Ana, eu quero te provar que eu mudei, mas eu não posso fazer isso se tu não me der uma oportunidade.

                Ana parece confusa, ela sabe que as palavras de Lola são sinceras, mas seu ego não a deixa baixar a guarda.

                - Ana, me perdoa? – Lola pega as mãos de Ana em cima da mesa – Me perdoa por tudo o que eu te fiz passar? Eu era uma guria insegura e eu tinha muita inveja de ti. Eu nunca teria a força de vontade que tu teve, tu sempre batalhou por tudo o que quis, e sempre conseguiu. Enquanto eu deixei minha inveja me dominar e me tornei um monstro. É tarde demais pra reparar os danos que eu fiz ao meu irmão, mas a gente ainda tem uma chance de se reconciliar. Então?

                Ana olha nos olhos de Lola que estavam cheios de lagrimas, mas de repente algo passa atrás de Lola chamando sua atenção.

                - Não – Ana fala sem tirar os olhos do que passava atrás de Lola.

                - Não? – Lola fala confusa.

                - Não isso – Ana aponta para o que havia visto – lá, olha.

                Lola se vira e vê um Vilemon passando voando por cima das pessoas segurando uma câmera.

                - Aquilo é um digimon? – Lola pergunta limpando os olhos.

                - Se acontecer o que eu estou pensando que vai acontecer, a coisa vai ficar feia. Vamos pegar as gurias.

                O Vilemon voava por sobre as pessoas sem ser percebido, até que chega na entrada do shopping, ele aperta um botão no fone de ouvido que usava, como se fosse um produtor de algum programa.

                - Câmera posicionada – Vilemon fala – 3, 2, 1, Gravando!

                Assim que ele fala todas as telas do shopping começam a exibir as imagens que ele filmava. Então as portas de vidro do shopping são explodidas lançando uma nuvem de fumaça pelo ar. Uma voz anuncia.

                - Senhoras e senhores. Humanos e Digimons. Apresentamos a vocês os irmãos da destruição.

                - Mamemon! – Um pequeno digimon que mais parecia uma bola  prateada com mãos e pés aparece da nuvem de fumaça.

                - MetalMamemon – Uma versão metálica do anterior aparece. Em sua mão direta haviam três garras metálicas e seu braço esquerdo lembrava um canhão.

                - E BigMamemon – O terceiro parecia uma versão gigante do primeiro, ele era o único que tinha tamanho para intimidar alguém.

                Os três fazem uma pose e então se separam e começam a atacar as lojas, destruindo tudo a sua frente, o grande vai direto numa sorveteria e começa a devorar tudo o que vê pela frente. MetalMamemon ataca uma loja de eletrônicos destruindo televisões com suas garras. Mamemon aterroriza as pessoas de uma loja de roupas. As garotas assistiam tudo a distância.

                - O que a gente faz? – Dih pergunta assustada.

                - A gente não pode chegar atacando – Leona comenta – As câmeras vão gravar nossos rostos.

                Ana olha para os lados e vê algo que a faz ter uma ideia.

                - Lola – Ana fala – Precisamos de seu talento especial.

                - Meu talento especial? – Lola pergunta confusa.

                - Sim, teu cartão de crédito.

                As garotas correm para uma loja de fantasias e em poucos segundos voltam prontas para o combate. Dih vestia uma fantasia de Hera Venenosa, com uma peruca vermelha e uma máscara que lembrava folhagens e claro com Toxina já em mãos, completando o look. Leona vestia uma roupa de Kitana do Mortal Kombat, o que combinava perfeitamente com seus leques, usava também uma peruca preta e máscara que cobria sua boca e nariz. Ana estava vestida de Arlequina, com um short vermelho e azul e camiseta amarrada, seu cabelo estava preso dos lados como a personagem, mas por seu cabelo ser cacheado formava dois pompons, ela ainda usava uma máscara preta em volta dos olhos e a Besta em suas mãos. Lola vestia uma roupa de mulher maravilha, mas ao invés dos braceletes eram suas manoplas, ela também possuía uma máscara ao redor dos olhos e uma peruca preta.

                - Acho difícil alguém reconhecer a gente agora – Ana fala confiante – Leona e Dih vocês cuidam dos menores, eu e a Lola cuidamos do grande.

                Os digimons se livram dos disfarces e se preparam para a luta.

                - Carregar Super Digisoul! Evolução!

                Tinkermon Super Digivolve para >>> Kazemon >>> Zephyrmon

                Gaomon Super Digivolve para >>> Gaogamon >>> MachGaogamon

                Palmon Super Digivolve para >>> Togemon >>> Lillymon

                Lopmon Super Digivolve para >>> Turuiemon >>> Antylamon

                Leona, Dih e suas parceiras se aproximam das lojas onde Mamemon e MetalMamemon estavam causando destruição.

                - Eu acho que a bolinha sem garra é mais fácil pra ti, eu encaro a bolinha de metal – Leona fala para Dih.

                - Eu não sei – Dih fala com medo.

                - Não se preocupa, Lillymon vai estar contigo o tempo inteiro. É só se lembrar do treinamento.

                - Ok – Dih fala confiante – Vamos Lillymon!

                As duas parceiras correm até onde Mamemon destruía a loja de roupas.

                - Ei você! – Dih fala – Para de destruir essas blusinhas! Elas são tão lindas! E eu bem que tô precisando de uma.

                - Qual é minha fala mesmo? – Mamemon olha para o Vilemon que filmava tudo.

                - Corta!

                Um Vilemon aparece do nada e entrega um papel para Mamemon. O digimon lê compenetrado enquanto Lillymon e Dih olham confusas, dois Vilemon aparecem e ajeitam a maquiagem delas enquanto isso, deixando elas mais confusas.

                - Ok! Já me achei! – Mamemon fala entregando o script para Vilemon.

                Os Vilemons que faziam a maquiagem saem.

                - Gravando!

                - Há! Uma Destinada! Eu sabia que iriam aparecer. – Mamemon fala com convicção – Mestre Myotismon enviou eu e meus irmãos para destruir vocês e mostrarmos para o Mundo que não há nada nem ninguém que possa protege-los.

                - As lutas de vocês são sempre assim? – Dih pergunta baixinho para Lillymon.

                - Não – Lillymon responde – Eu tô achando isso tão estranho quanto você.

                - Ok. Chega de papo sua bolinha prateada! Nós vamos te parar agora! Lillymon atacar!

                Lillymon voa rapidamente na direção de Mamemon. A digimon tenta vários golpes, mas Mamemon usa seu tamanho e velocidade para escapar, o pequeno digimon soca Lillymon no estomago e a lança em uma arara de roupas.

                - Pare de destruir as roupas que eu gosto! E também pare de bater na minha parceira – Dih fala irritada.

                - Você tem um péssimo gosto para roupas e parceiros.

                Ao ouvir isso o corpo de Dih se envolve com sua Digisoul, a garota avança rapidamente na direção de Mamemon.

                - MEU GOSTO É PERFEITO!

                Dih usa a Toxina e acerta um forte golpe em Mamemon surpreendendo o monstrinho. Ela desfere mais alguns golpes fazendo Mamemon ir para trás para tentar se defender. Dih envolve a perna de Mamemon e puxa para bem perto de si até estar cara a cara com ele. O rosto furioso de Dih assusta Mamemon.

                - Nunca critique o meu gosto. – Dih fala ainda com fogo nos olhos.

                - O-ok! Seu gosto é perfeito! – Mamemon fala assustado, mas então ele sorri – Tão perfeito que você ganhou uma viagem, cortesia dos irmãos Mamemon.

                - Como ass.... – Mamemon dispara voando e por Dih estar com a Toxina segurando sua perna ela é puxada pelo monstrinho – AAAAAAAAAAAAAH!

                Dih é arrastada pela loja, acertando várias araras de roupas, derrubando manequins, e virando estantes.

                - Dih! – Lillymon finalmente se livra das roupas que a cobriam e voa rapidamente tentando parar Mamemon.

                A garota finalmente se coloca em pé, mas continua sendo arrastada. Mamemon percebe que ela não vai largar sua perna decide sair da loja. O digimon arrasta a garota pela escada rolante até o segundo andar, entra em diferentes lojas, mas nada de Dih desistir de segurá-lo. Dih decide ir puxando aos poucos a Toxina para diminuir a distância entre ela e Mamemon. Assim que percebe o plano dela o Digimon decide ir na direção da mureta de proteção do segundo andar, para então largar Dih do alto do Shopping em direção ao chão. A garota percebe o plano e planta seus pés na mureta enquanto Mamemon tenta a puxar na direção da queda para o primeiro andar. A Digisoul brilha forte em volta de Dih e ela puxa o digimon com todas as suas forças e o lança para trás fazendo ele acertar o alto da parede do Shopping abrindo uma cratera, mas por consequência Dih cai de costas no chão do segundo andar. Lillymon finalmente alcança sua parceira e a ajuda a se levantar.

                - Dih, você está bem?

                - Sim, só com uma dor nas pernas e um provável galo na cabeça.

                Mamemon se levanta com dificuldade.

                - Suas feias, estão estragando a minha estreia na TV. – O pequeno digimon fala irritado – Mas agora vão ver! Smiley Bomb!

                Mamemon lança suas luvas na direção das parceiras que pulam para lados opostos, as luvas acertam a mureta e explodem. A explosão destrói o piso e parte da mureta. Dih e Lillymon se olham determinadas em acabar com o monstrinho. Lillymon avança e desfere rápidos golpes em Mamemon, ele escapa de muitos, mas acaba levando um forte tapa que o desnorteia. Dih usa a Toxina e envolve boa parte do corpo de Mamemon. A garote gira o chicote como um mangual e acerta o pequeno digimon no chão e nas paredes do shopping. Dih gira e lança Mamemon na direção da queda para o primeiro andar, o monstrinho flutua no ar, visivelmente machucado.

                - Agora Lilly! – Dih ordena.

                - Flower Cannon! – Lillymon dispara na direção de Mamemon o acertando em cheio e o destruindo.

                Dih cai sentada no chão, exausta.

                - Dih! – Lillymon se preocupa.

                - Eu tô bem, só cansada. Como um bichinho desses consegue fazer tanto estrago?

                Perto dali, Leona entra na loja com Zephyrmon a seu lado. MetalMamemon lançava televisões para cima e atirava com seu braço as destruindo no ar. O digimon percebe que ainda haviam pessoas na loja e começa a tentar acertar as pessoas com os eletrodomésticos, um rapaz fica preso num canto da loja. Ele tinha cabelos castanhos na altura do queixo, levemente ondulados, era magro e alto e possuía a pele clara, seus grandes olhos castanhos mostravam o pavor que estava passando, mesmo sua expressão estando calma. MetalMamemon levanta um micro-ondas e se prepara para lançar na direção do garoto. Antes que pudesse Leona lança um de seus leques que acerta em cheio a mão do digimon o fazendo soltar o aparelho.

                - Ora, ora! – MetalMamemon fala finalmente percebendo a presença de Leona – O que temos aqui? Uma destinada e sua parceira. Vieram aproveitar as ofertas? Tá tudo em promoção, o gerente endoidou.

                - Apesar de que essa TV ia ficar show de bola no meu quarto, a gente não veio aqui pra comprar! – Leona fala focada – Viemos pra defender essas inocentes pessoas! Seu projeto de Wolverine anão!

                - Ah, mas por que não compram alguma coisa? Temos esse incrível lançamento!

                MetalMamemon lança um micro-ondas na direção das parceiras, mas Zephyrmon o intercepta com um chute e atira o micro-ondas contra a parede. O digimon corre na direção oposta delas.

                - Eu vou atrás dele, vê se alguém precisa de ajuda – Zephyrmon fala disparando na direção do monstrinho.

                Leona vai até o garoto que agora estava sentado no chão, aliviado por estar vivo.

                - Tá tudo bem? – Leona pergunta docemente.

                O garoto olha desconfiado para Leona, a fantasia dela não era algo que passava muita confiança a ele. Leona estende a mão e sorri com os olhos para o garoto. Ele aceita a ajuda e se levanta.

                - S-sim, obrigado – O garoto fala ainda desconfiado.

                - Adorei teu cabelo – Leona fala tentando deixar o clima mais leve e mostrar a ele que ela era alguém legal.

                - Obrigado.... Kitana? – Ele olha desconfiado para a fantasia dela ainda sem entender o que acontecia em volta.

                - É uma fantasia, pra ninguém me reconhecer – Leona da uma piscada para o garoto o que arranca um leve sorriso dele – Mas pode me chamar de Leona – Ela tira a máscara rapidamente e sorri para ele e já cobre o rosto de novo.

                - Allan – Ele responde percebendo que Leona era alguém legal – Tu não tem que ir ajudar a outra não?

                - Ah, é verdade – Leona ri de seu esquecimento – Vou lá! Beijinhos!

                Leona corre atrás de Zephyrmon e MetalMamemon. Allan ri não acreditando no que acabou de acontecer com ele.

                Assim que Leona alcança sua parceira, Zephyrmon estava desviando de maquinas de lavar que eram lançadas pelo inimigo, impedindo que ela pudesse se aproximar dele.

                - Pare de lançar maquinas e lute seu covarde! – Zephyrmon falava desviando de mais uma.

                - Isso não é lugar de lavar roupa suja querida! – MetalMamemon fala, ele pega um fogão e lança em Zephyrmon – Por que não faz algo para eu comer, essa luta está me dando uma fome!

                Zephyrmon pula e corre por cima do fogão na direção do inimigo, mas o monstro é rápido e acerta um golpe com suas garras lançando Zephyrmon ao chão. Antes que ele pudesse atacar novamente, Leona lança uma rajada de vento de seus leques o lançando para longe de Zephyrmon, a rajada lança MetalMamemon para dentro de uma máquina de lavar. O monstro destrói a máquina por dentro. Ele pega mais uma máquina e lança na direção delas, mas dessa vez as duas lançam uma rajada de vento combinada que manda a máquina de volta para o digimon.

                - Energetic Bomb! – MetalMamemon no desespero lança uma bomba de seu braço, destruindo a máquina.

                A explosão por ter sido muito próxima a ele, lança MetalMamemon contra a parede da loja. Zephyrmon surge voando da fumaça e ataca o digimon inimigo, ela o lança para o meio da loja de novo.

                - Hurricane Gale! – Zephyrmon lança um tornado em MetalMamemon.

                Leona corre e com seus leques corta o tornado no meio junto com o digimon o destruindo.

                - Agora que terminamos aqui – Leona fala – Será que eu ganho um desconto naquela televisão?

                Zephyrmon ri de sua parceira.

                Enquanto isso, Ana, Lola e seus parceiros perseguiam BigMamemon pelo shopping. O grande digimon saltitava enquanto devorava algo de cada quiosque de comida que encontrava pelo caminho.

                - Temos que parar ele! – Ana fala.

                - Deixa com a gente! – Lola fala das costas de Antylamon – Antyla ao ataque!

                - Espera! – Ana tenta alertar Lola, mas Antylamon salta longe e ela não escuta – que droga Lola!

                Antylamon pula alto e em direção a BigMamemon.

                - Treasure Axe! – Antylamon tenta acertar BigMamemon do alto.

                O grande digimon percebe a aproximação e desvia, fazendo Antylamon acertar o chão. Lola pula das costas de sua parceira e desfere um forte soco com sua manopla no oponente e o lança longe.

                - Cuidado! – Ana passa voando em alta velocidade nas costas de MachGaogamon.

                Lola sem perceber havia lançado o inimigo na direção de um rapaz. O garoto estava distraído e não havia percebido a aproximação do enorme digimon. O garoto possuía um estilo meio emo, vestia roupas pretas, seu cabelo era raspado dos lados e sua franja era longa e colorida de cinza. MachGaogamon voa rapidamente e se coloca na frente do garoto o fazendo cair de susto. Ana pula das costas de seu parceiro e acerta BigMamemon com a Besta o lançando para longe em direção onde as pessoas haviam já fugido. Ana vai até o garoto e o ajuda a levantar.

                - Tu estás bem? – Ana pergunta.

                - Sim, obrigado, isso foi incrível! – O garoto fala impressionado.

                - É melhor tu sair daqui, aqui não é seguro. – Ao dizer isso Ana e seu parceiro correm na direção que ela lançou o digimon.

                - Obrigado! – o garoto acena.

                - Rafa! Tu tá bem! – Uma pessoa se aproxima correndo para checar seu amigo.

                - Tô ótimo! Mas é melhor ouvir a Arlequina e dar o fora antes que o bolão volte.

                Lola e Antylamon se juntam a Ana e MachGaogamon novamente.

                - Lola tem que prestar atenção no que faz! – Ana fala irritada – Podia ter machucado alguém! Tem que pensar antes de agir!

                - Tudo bem! Desculpa! Eu só queria provar que posso ajudar de verdade. Quem sabe assim tu me dê uma chance de provar que eu mudei e que posso fazer parte do grupo.

                Ana para de correr e os outros a passam e param assim que percebem sua ausência a seu lado. Ana caminha até Lola.

                - Lola, tu é uma Destinada, tu foi escolhida pra isso como todos nós, então tu tem capacidade de qualquer coisa que a gente já faz a muito tempo. E tu já é parte desse grupo. Não duvide disso. E quanto ao nosso passado – Ana para e respira fundo – é passado, meu orgulho não me deixa acreditar que tu possa ter mudado, mesmo meus olhos vendo o contrário. Então eu vou acreditar na minha visão. Eu sei que você mudou e eu fico muito feliz em ver isso. E eu confio em ti, senão não teria te escolhido para lutar do meu lado. Então confie no que eu digo, siga as minhas ordens que assim a gente acaba com aquele idiota de vez.

                Lola sorri para Ana que retribui.

                - Que cena mais linda! – BigMamemon aparece com lagrimas nos olhos – É muita emoção. É uma pena que eu vou ter que destruir vocês.

                - Por que não tenta bolão? – Lola fala confiante. – Qual o plano?

                - Lança ele pra mim – Ana fala tranquilamente.

                - Pode deixar! Antyla!

                Lola e Antylamon avançam em BigMamemon, Antylamon pula sobre ele e desfere rápidos socos. O grande digimon consegue se livrar dela, mas não percebe a rápida aproximação de Lola por trás. A garota corre com a manopla levantada e a Digisoul brilhando forte em volta de seu corpo. Lola soca fortemente o oponente e o lança em alta velocidade na direção de Ana. A garota se concentra com a Besta em mãos, ela acerta o inimigo no momento certo e o lança fortemente para cima rompendo o teto do shopping em alta velocidade.

                - Mach!

                - Sim senhora!

                MachGaogamon voa pelo buraco deixado por BigMamemon e o ultrapassa no ar, então ele desce na direção do inimigo com seu punho preparado.

                - WINNING KNUCKLE! – MachGaogamon acerta um forte soco e lança BigMamemon de volta ao chão com tudo.

                O grande digimon desce em alta velocidade fazendo um buraco maior no teto do Shopping e uma grande cratera no chão. Mas mesmo assim ele ainda estava vivo. Antylamon resolve terminar o serviço.

                - Treasure Axe! – Antylamon usa seu golpe final e destrói o monstro.

                - Conseguimos! – Lola comemora e abraça Ana que fica desconfortável com isso, mas não diz nada.

                Dih, Lillymon, Leona e Zephyrmon se juntam a elas. As pessoas vão saindo e se aproximando. Ana percebe algo e corre na direção da multidão. As pessoas se afastam e Ana havia pego um Vilemon com uma câmera.

                - Myotismon eu sei que está assistindo – Ana fala com convicção – Não importa quantos monstros mandar para tentar nos destruir, o final vai sempre ser o mesmo.

                - Sim vocês destruindo tudo – Um homem do meio da multidão fala – Vocês domadores de monstros estão destruindo nossa cidade. Têm que ser presos.

                - Cala a boca – Allan se aproxima da multidão – O que você sabe sobre proteger a cidade? Enquanto tu ficava encolhido igual um gatinho medroso, elas estavam lutando para nos defender.

                - M-mas e os estragos? Toda essa destruição? Quem vai pagar por isso? – O homem continuava a falar.

                - Estragos materiais apenas – Rafa também se aproxima – Imagina quantas vidas seriam perdidas se não fosse por elas. O shopping pode ser reparado, mas não existe reparo pra morte. Os Destinados são heróis, eles lutam para no defender.

                As pessoas em volta começam a aplaudir e mostrar seu apoio aos Destinados, o homem corre com medo de ser linchado.

                - Você pode colocar qualquer pessoa de poder contra a gente, - Ana fala para a câmera – Mas sempre teremos o apoio de quem importa. Foi assim no Digimundo, e é assim no Mundo Real. Seu plano, qualquer que seja, vai falhar. E a Tríade vai finalmente cair.

                - Beijinhos! – Lola se aproxima e com sua manopla soca a câmera e encerra a exibição. 


Notas Finais


E é isso!
As coisas estão se desenrolando.
Qual é o plano de Myotismon?
Quem são essas pessoas que estão pipocando nos últimos capítulos? E será que elas terão alguma importância na história??
Kkkkkkkk
Até a proxima


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