História Digimon: Royal Trigger - Capítulo 1


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Categorias Digimon
Tags Digimon
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Palavras 1.679
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Seja bem-vinda(o)!

Essa é a primeira vez que me proponho a escrever uma fanfic. Eu amo Digimon, logo, vou tentar escrever uma fanfic sobre, espero que gostem. Aos poucos vou tentar melhorar minha escrita, hmm, acho que é isso. Qualquer outro aviso eu coloco aqui. :)

Capítulo 1 - Capítulo 1


Tokyo, 25/12 10 P.M.

O inverno chegou há alguns dias no hemisfério norte, a temperatura era de -10oC na cidade de Tóquio os animais se aconchegavam em seus ninhos para fugir do frio. As pessoas evitavam sair de casa à noite devido ao frio e, também, pela data festiva em que a noite se passava: Natal. Porém, para algumas pessoas esse não era o caso. Akira era uma mulher com longos cabelos loiros lisos e soltos, sua altura era mediana, por volta de um metro e sessenta, seus olhos eram castanhos claros e seus lábios eram finos e sempre estavam protegidos por um batom vermelho sangue. Estava vestindo um terno e uma saia vermelhos, os seios eram protegidos por um sutiã preto que se destacava, pois o terno era desabotoado na parte do busto, além disso, vestia uma meia-calça preta e um jaleco branco com um crachá contendo informações sobre a moça. Andava rápido pelos corredores do que parecia ser uma empresa.

“Preciso me apressar antes que eles me vejam...” Akira pensava enquanto cogitava começar a correr ao invés de andar rápido. O que realmente a impedia de andar rápido eram seus saltos. “Merda, porque eu fui escolher justo hoje pra usar salto alto... Bom, ser bonita tem seus preços”.

A mulher passou pelos guardas que protegiam a entrada do elevador e entrou nele.

“Vai, fecha logo antes que eles percebam que sumiu.” A mulher agitava sua perna impaciente enquanto as portas do elevador não se fechavam.

 “Odeio aquela sensação de que quando estamos com pressa tudo parece estar em slow motion.”  Pensava enquanto clicava repetidas vezes no botão do térreo. Depois de afundar o botão o elevador começou a descer e Akira parou de agitar sua perna.

“Agora é só esperar alguns segundos até o elevador chegar no térreo, por que essa desgraça de laboratório tinha que ser no 30º andar?” O elevador começou a ranger e Akira teve um mau pressentimento, o elevador parou no 10º andar e a porta abriu. Ela saiu e procurou a porta de emergência, Akira encontrou a porta e assim que sua mão encostou na maçaneta as luzes se apagaram e a luz de emergência, de cor avermelhada, acendeu e isso só podia significar uma coisa: “Eles descobriram.”

Akira abriu a porta desesperada e começou a descer a escada violentamente, então depois de descer um andar de salto este quebra e a faz rolar escada a baixo. “Puta que pariu, eu não acredito que eu esqueci dessa merda.” Ela tirou seus saltos para começar a correr, mas quando ela estava chegando na parte do quarto andar a porta de emergência foi aberta por um guarda e imediatamente, antes deste poder ver qualquer coisa, Akira atirou um de seus saltos na cara do guarda. O homem ficou um pouco tonto e deixou uma brecha para que Akira pudesse passar por ele e continuar correndo. Porém, a mulher teve de parar com a corrida, pois todas as portas ou escadas estavam bloqueadas por grades.

Só havia uma saída: “As janelas!!”. Sem hesitar Akira jogou seu outro salto com toda sua força na janela mais próxima e a trincou. Akira começou a correr para quebrar a janela e assim o fez. Quebrou a janela, porém, quando estava no ar, o guarda que fora atingido pelo salto havia se recuperado e rapidamente sacou uma arma e soltou um tiro.

A bala seguiu seu trajeto até o ombro esquerdo da mulher. “Filho da puta!!!”

A mulher gritou como nunca na vida. Akira então sacou do bolso de seu jaleco um objeto que se assemelhava a um cubo. Este cubo tinha um botão no meio que a moça loira apertou e o deixou cair.

Porém, durante a queda do objeto cúbico, ouviram-se explosões vindas dos andares bases do prédio seguidas de gritos e sirenes. Enquanto os andares explodiam, um a um, Akira não pôde fazer nada além de observar o caos que acontecia em poucos segundos. O objeto explodiu e abriu um portal de coloração verde, a mulher caiu dentro dele e assim o portal se fechou.

Em algum lugar em Freezeland

Alguns Icemons e Hyogamons estavam de guarda nas redondezas de uma base no meio de um deserto de gelo. Eles estavam atentos para qualquer tipo de movimentação que, para eles, fosse hostil. Dentro da instalação algumas pessoas trabalhavam arduamente em computadores, outras monitoravam os monitores e acompanhavam tudo o que passava pelo Digimundo até onde os olhos das câmeras que eles possuíam alcançavam. Mais adentro, numa sala de reuniões que apenas algumas pessoas seletas podiam entrar, um jovem de cabelos brancos vestindo uma camisa preta e calça jeans estava andando de um lado para o outro:

—Aquela idiota!- Gritava- Será que ela não consegue fazer nada com discrição?!- O homem deu um soco na parede enquanto olhava o televisor que tinha várias janelas abertas com notícias de um prédio famoso explodindo.

—Mizuki! Acalme-se!- Uma mulher de cabelos longos e morenos, vestindo um terno azul, tentava acalmar o jovem - Ela é uma das melhores caçadoras que temos, seja aqui no Digimundo ou no mundo real. E não me parece do feitio dela explodir as coisas no mundo real...

— Quem mais você acha que poderia ter feito aquilo?! É uma catástrofe! Se as pessoas descobrirem quem ela é, ou o que foi roubado nós estaremos correndo um grande perigo!- Mizuki continuava a gritar, cada vez mais alto, até que um portal se abriu na frente do televisor e Akira saiu voando em alta velocidade do portal e esbarrou com Mizuki, levando ele até a parede onde os dois ficaram até recuperar o fôlego.

—Akira! Você conseguiu pegar...?- Perguntou, aflita, a mulher de terno.

—S-sim, chefe. – Akira levantou sua mão e a abriu revelando um pen drive.

—Akira! Seu ombro está sangrando muito! – A mulher correu para socorrer sua amiga. – O ferimento não parece muito profundo, como isso aconteceu? – A chefe perguntava enquanto examinava o ferimento.

—Eu fui baleada enquanto estava no ar.

—Aposto que se você não tivesse sido tão descuidada e explodido o prédio isso não teria acontecido – O jovem nunca perdia uma oportunidade de implicar com sua companheira.

—Não fui eu quem explodiu o prédio. Os andares começaram a explodir enquanto eu estava no ar, do nada...

—Nós nos preocuparemos com isso mais tarde. Agora, Mizuki, leve Akira para a sala de repouso e prestes os devidos atendimentos a ela. – A chefe ordenou com um tom sério.

—S-sim senhora! – Mizuki então se ofereceu de apoio para sua companheira e a levou até o outro cômodo para trata-la.

Enquanto isso, na sala de reuniões, Sakurai se trancou na sala e começou a vasculhar o que tinha dentro do pen drive. Havia apenas dois arquivos no pen drive:

—Perigo Biológico e Projeto G-AT. – Sakurai resmungou o nome dos projetos e logo em seguida e ela esboçou um sorriso. – Então era isso que o Doutor K. queria alcançar... – Após ter se dado conta sobre o que os projetos se tratavam a mulher foi até o telefone mais próximo e fez um telefonema.

Depois de horas conversando sobre os arquivos e as possíveis aplicações Sakurai desligou o telefone e destrancou a porta:

— É hora da revolução!!!

Três anos depois, Tokyo, 01/03

Era a primeira segunda-feira do mês, e o primeiro dia de aula. Numa casa simples em Minato, morava um garoto chamado Ren Ichida. Ele tinha cabelos e olhos castanhos. Naquele momento estava na cozinha da casa, tomando café da manhã e ouvindo sua mãe reclamar:

— Você dorme demais todo dia, tem que aprender a ser mais responsável. – dizia ela emburrada.

— Ah, mãe, a escola é aqui do lado. Dá tempo de chegar lá. – justificava-se Ren – Você que me acorda cedo demais.

— Hoje é o primeiro dia de aula. Você devia levar mais a sério.

— Todas as escolas estão de férias ainda e só a minha começou as aulas mais cedo.

Desanimado, Ren vestiu a jaqueta preta do uniforme, pegou sua mochila e foi. Mal saiu de casa e viu um garoto descendo á rua. Aquele era Yuki Hara, o melhor amigo de Ren, um garoto de cabelos loiros e chamativos que viviam despenteados e olhos pretos. Era um pouco mais baixo que o amigo e também mais novo. Eles se conheciam desde pequenos, eram como irmãos.

Os dois amigos se cumprimentaram e começaram a caminhar em direção á escola.

— Mal posso esperar para chegar na escola! – disse Yuki animado – Cara, eu vou me divertir muito nesse semestre.

— Bem que elas podiam começar semana que vem, como uma escola normal. – respondeu Ren emburrado.

— Se anima Ren! O pessoal disse que alguns alunos foram matriculados, esqueceu? – lembrou Yuki.

— E daí? As pessoas que entram nessa escola nunca são interessantes mesmo. – retrucou o outro.

— Nunca são, é? Aposto que é porque suas habilidades com pessoas são horríveis! Eu pus todo meu esforço praticando no The Sims nessas férias, e posso garantir que consigo fazer amigos com mais facilidade do que você! – o garoto gritava, chamando a atenção de quem passava na rua.

— Se você tem tanta certeza disso, vamos fazer uma aposta! – disse Ren, já um pouco mais animado. – Quem fizer algum amigo até o final da aula paga o almoço!

— Apostado!

Já na sala de aula, Ren e Yuki colocaram suas mochilas nas suas carteiras e conversaram um pouco, até que um professor entrou na sala acompanhado por um homem baixinho, calvo e vestindo um terno. Aquele era o diretor da escola, Hiroshi. Quando ele entrou na sala todos instantaneamente se calaram.

— Alunos do primeiro ano. – começou o diretor, com sua voz fina e esganiçada – Como sabem, este é o primeiro dia letivo do semestre. Vim para desejar-lhes bons estudos e pedir que se esforcem, para não manchar a reputação desta escola. Além disso, uma nova aluna foi matriculada nesta turma. Por favor, apresente-se.

Uma garota de cabelos dourados e olhos cor de mel entro na sala. A menina vestia o uniforme da escola: uma saia azul e uma camisa de botão branca. Ela escreveu seu nome no quadro e depois se apresentou:

— Bom dia. Meu nome é Tomiko Hanazawa.


Notas Finais


Este capítulo começou um pouco diferente do usual. Começou agitado e depois fomos conhecendo um pouco de cada personagem. Peço desculpas se ficou um pouco confuso, mas vou tentar colocar tudo nos trilhos assim que possível!


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