História Dimensões - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Naruto, Saga Crepúsculo
Personagens Alec, Alice Cullen, Aro Volturi, Bella Swan, Caius Volturi, Carlisle Cullen, Deidara, Edward Cullen, Emmett Cullen, Esme Cullen, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hidan, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jasper Hale, Kakashi Hatake, Madara Uchiha, Naruto Uzumaki, Rosalie Hale, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha
Tags Bella, Crepusculo, Cullens, Dimesões, Edward, Naruto, Ninja, Vampiros
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Palavras 2.523
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Orange, Romance e Novela, Violência
Avisos: Canibalismo, Cross-dresser, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, mais capitulo... Espero que não esteja muito confuso... (Não sou muito boa com dramas, hehe) e desculpa qualquer erro *-*


Boa leitura!

Capítulo 4 - O que?!


Fanfic / Fanfiction Dimensões - Capítulo 4 - O que?!

POV- Bella/Mebuki

 

Ainda não sei se a noite passada... realmente foi real...

 

Eu e minhas irmãs somos de outra dimensão?

Existe outras dimensões?

Eu tenho poderes?

Eu faço parte de uma linhagem de guerreiros protetores?

Meus pais, não são meus pais de verdade?

Meus pais biológicos morreram numa guerra ninja?

 

- Mebuki... Eu sei que é difícil descobrir tudo isso, assim, de uma vez. Não se preocupe... Renée e Charlie sempre serão nossos pais, ligação sanguínea nem sempre conta tanto assim. – ela disse e me abraçou.

 

Ela lê pensamentos? Merda...

 

Mebuki... Meu nome é Mebuki - Pensei aflita.

 

- Eu queria ser forte... Mais eu estou com tanto medo... Diz que isso tudo é um pesadelo e que logo eu acordo... – minhas lagrimas começaram a transbordar. As visões que Dyh me passou giravam na minha cabeça. As guerras se confundiam com a imagem da gente brincando na praia.

 

- Ei! Não vamos deixar nada de mal te acontecer. Tudo bem? – ela me soltou limpando minhas lagrimas.

- Você me protege tanto, esse tempo todo... mais quem protege você e as nossas irmãs? – perguntei fungando.

 

Ela riu. – Eu me defendo bem. Não se preocupe comigo e elas são mais treinadas do que eu. – ela me soltou. – Mais agora chega de choro. Temos entrevistas para fazer e daqui a pouco a Alice chega pra nos levar. – ela disse já arrumando algumas coisas para o café da manhã.

 

- Ah claro... as entrevistas... Sabe, acho que não estou com cabeça pra isso... – Eu disse baixinho subindo as escadas.

- Mais precisa. Trate de melhorar. E lembre-se do que eu disse, tente ser carismática e mostrar que pode ser uma boa funcionaria, se não a melhor. – ela disse com um sorriso. Como se fosse a coisa mais fácil do mundo... subo as escadas.

- Tá bem, vou tentar. – Falei alto, antes de me trancar no quarto.

Andei alguns passos e sentei na cama. Os pensamentos a mil. As imagens em reprise.

Sacudi a cabeça, tentando não pensar muito na minha “nova” história de vida. Precisava focar no meu presente e futuro. Em arrumar minha vida. O resto, com calma se ajeita.

 

Eu espero...

 

Levantei e fui ate o guarda-roupa, separei uma camisa de botões clara florida de manga curta, um jeans escuro e lingeries azul claro e uma sapatilha bege. Peguei a toalha e destranquei a porta indo tomar banho.

 

Quatro horas depois...

 

Ligação ON – Mebuki para Temari

- Dyh? Quer dizer, Temari? Onde você tá? Já terminei as entrevistas... – perguntei assim, que ela atendeu.

- Calma muié, já to chegando. Vou desligar, to dirigindo. – ela riu e disse antes de desligar, na minha cara.

 

VACA! Ela não sabe dirigir... ou sabe?

 

Fui andando para a frente da loja dos Newton a qual eu tinha feito a entrevista. Eles ficaram de me ligar depois de amanhã para confirmar se eu seria chamada para assumir o cargo de vendedora. Na lanchonete não tive muita sorte, ontem tinham contratado uma pessoa.

Logo o carro de Alice aparece virando a esquina em vindo em minha direção.

 

O carro pára à minha frente e destrava as portas. Temari estava no volante e sozinha no carro.

Entro e a olho interrogativamente. Por estar com o carro de Alice sem ela dentro e por ver ela dirigindo. Pois achei que ela estava brincando no telefone. 

- Ela me emprestou, pois teve uns assuntos urgentes para tratar e não queria deixar a gente à pé. E quanto a dirigir, já tem um tempo que aprendi. – ela sorriu sacana e voltou os olhos para a estrada.

- Ta bem. – suspirei.

 

Já vi que vou demorar nessa longa adaptação... Dyh... Temari... São pessoas diferentes, essa ao meu lado parece meio bipolar. As vezes fica pensativa e “fora do ar” e do nada fica irritada ou faz como se não tivesse nem aí pra nada e ultimamente anda protetora como se eu fosse de vidro. Na verdade, só conheço a Dyh. Minha irmã caçula e pestinha. Que era sempre alegre e vivia se metendo em encrenca na escolinha até fim do primário, a que fazia todas as tarefas sem reclamar, mais se não ganhasse chocolate a mais que as outras irmãs, ficava muda, literalmente depressiva. Já que a gente não fazia as tarefas sem reclamar.

 

Mamãe até fez um estoque de chocolate para compensar... Ah... mamãe... Até dói pensar que não sou sua filha de sangue. Primeiro perdi o meu pai. Agora minha mãe, de certa forma...

 

Por que eu? Por que nós?

Assim... do nada? Praticamente tudo a minha volta mudou de cor, de rosto, de história, e de vida...

 

De repente o carro para, me tirando de minhas lamentações.

- Chegamos.... – Olho para a janela ao meu lado e vejo nossa casa - E porfavor, se acalme. Eu sou e sempre serei a pestinha da família. – como? Ah é...Ela lê pensamentos. Aff nem minha privacidade eu tenho mais...

- Tudo bem que eu ocultei minha vida quase toda pra você. Mais não dava para te contar antes. Se agora, que não é tão criança, você está desse jeito. Imagina contar tudo isso pra uma criança ou adolescente? Se coloca no meu lugar... – ela gesticulou apontando pra si, com a voz levemente embargada - Eu também não escolhi nada disso, não escolhi ter poderes, nem comandar exércitos pelas as dimensões, vendo vários dos meus amigos e irmãos morrerem em batalha sem poder fazer nada. Nem ser caçada pra ser feita de escrava desde os meus 12 anos! – ela gritou e eu me assustei - Mais é o que eu sou. É a minha vida, minha realidade. E por mais que você não queira você faz parte dela. - ela desabafou enxugando uma lagrima.

 

Fiquei calada.

Olhou pra baixo e encostou a cabeça no volante. – Me desculpa, não ser a irmã que você conhece. Eu tentei segurar a barra. Tentei te dar o máximo de tempo a mais com a família que te criou, contrariando as regras do tempo, o tempo que nenhuma de nós teve, mais já não dá pra continuar assim, sinto muito, mais eu não posso te proteger totalmente aqui. Tem ameaças poderosas atrás de nossos poderes e essa dimensão e muito grande pra controlar tudo e todos que chegam perto de você. Não quero que você passe o que eu já passei... – ela continuou sem me olhar. Esperei ela terminar. Respirou fundo e soltou o ar – Tenho que te levar embora da Terra. – Olha me olhou pesarosamente soltando também a frase que eu já temia.

 

Cansei.

 

- O QUE ?! – exasperei – Não. Não quero ir. Seu eu sou um fardo pesado demais, me deixa aqui e vai pra onde você precisa ir.  – Murmurei saindo do carro. E andando a passos rápidos até nossa casa. Eu sabia que estava agindo como uma tola rebelde. Mais eu já estava cansada de ser tratada como uma invalida, que precisa de proteção e cuidado o tempo todo.

Antes de abrir a porta, ouço os pneus do carro cantando e o mesmo sumindo de vista.

Onde será que ela foi?

 

Rum. Quer saber? que se dane! Entrei e bati a porta.

 

 

POV – Temari

 

 

Ela saiu do carro pisando duro como uma criancinha mimada que não ganhou o que queria. Aff isso já ta me tirando a paciência! Sabia que tava bom demais pra ser verdade aquela reação dela na casa dos Cullens.

 

Falando neles, vou devolver o carro da Alice.

 

Troquei de marcha e arranquei com o carro em direção a floresta dos Cullens.

...

Cheguei perto da garagem e vi Rosalie embaixo de um jeep e Emmett lhe passando as ferramentas.

Saí do carro e Edward apareceu ao meu lado.

- Que historia é essa de levar ela embora da Terra? – ele perguntou visivelmente irritado.

- Bom dia pra você também. E mude o tom mocinho. Não sou tuas negas! – falei e dei as costas pra ele que bufou depois de uma risada de Emmett.

 

- Eu posso mante-la segura aqui. – ele disse colocando a mão em meu ombro bruscamente na intenção de me fazer parar de andar. Aquilo me irritou, idiota prepotente. Me soltei de seu aperto e o empurrei a uns vinte metros.

 

- Se você ouviu minha pequena discussão com a Mebuki, deve saber que não estou com paciência para isso, então me poupe. E não sei se você sabe. Mais o Volturi tem aliados fortes e bons rastreadores a seu serviço. Hoje mesmo tive que despistar o cheiro dela na cidade o mandando pra Seattle. Então se você quer protege-la a convença que ir embora daqui é o melhor pra ela. – Rumei de volta a estrada que dava acesso a saída da floresta.

 

- Voce não vai me afastar de Bella de novo! Tudo o que aconteceu é culpa sua! – ele gritou furioso e correu em minha direção.

- Ah... então você quer brigar? Tudo bem. Tava mesmo querendo quebrar alguma coisa. – falei ficando em posição de ataque.

 

E ele chegou me acertando em cheio. Me jogou em direção a uma arvore. Sorri. E fiquei invisível.

Um chute. Mais outro. Som de metal de se partindo. Voltei a minha forma visível.

 

- Qualé... é tão fácil assim arrancar sua cabeça? – ele estava jogado no chão e eu encima de suas costas forçando seu pescoço que já tinha trincados. – Acha mesmo que pode proteger sua querida Bella? – perguntei com sarcasmo. – Voce não consegue nem se proteger direito Edward. – debochei e o soltei mais o mantive imobilizado, sentei em suas costas e pisei em sua cabeça, enquanto ele se debatia humilhado. – Shiii calma gatinho medroso. Não vou te matar. Esme não me perdoaria e nem Mebuki. No entanto você merecia uma lição. Voce, caro Edward, não é forte o bastante. Talvez em alguns anos, mais não agora. – Cheguei perto de seu ouvido esquerdo - Então que fique bem claro: FIQUE. FORA. DO. MEU. CAMINHO! – gritei perto do seu ouvido e em seguida, teleportei para a cozinha da minha casa.

 

Como já estava mentalmente fraca, não cheguei ao chão e sim ao teto da casa. Resultado? Desabei no chão da cozinha igual uma ovo cru. Fazendo um barulho razoável.

 

A emburrada que estava mais calma, desceu as escadas correndo para ver o que tinha acontecido.

 

- Meu Deus que barulho foi esse? Por que você está esparramada no chão? – ela andou rápido mais parou ao me ver no chão e ficou chocada com a minha aparência. Eu estava suja de terra e com alguns roxos e vergões na pele. – Dá pra explicar o que aconteceu com você? – sua expressão mudou para irritada.

- Depois eu que sou a “bipolar” – falei me sentando e encostando as costas num armário, depois de fazer aspas no ar. E Mebuki fecho a cara.

- Não muda de assunto! – ela me acusou.

- Seu amiguinho Edward escutou nossa conversa no carro mais cedo e ficou irritadinho. Quando cheguei la pra devolver o carro da Alice ele já veio dando uma de machão, querendo satisfações. E na boa mana, não devo satisfações a bofe de ninguem. Ele não ficou contente e partiu pra cima de mim. Resumo? Ele apanhou e eu teleportei pra ca. – Falei dando de ombro. Ela me olhou chocada e depois irritada denovo. Viu? Bipolar é ela!

 

- Edward? Como assim brigou com ele? Porque brigou com ele?   - eu briguei? Aff

- Ei surda. ELE veio pra cima de mim. Eu so me defendi. Não tenho culpa se ele não sabe brigar e perdeu humilhantemente. – dei uma risadinha e ela fecho mais ainda a expressão.

- Ainda não sei se acredito em você, Edward não é do tipo de pessoa que parte pra briga. – ela defendeu ele? É isso mesmo produção? Ah que fofo! (Sinta a ironia)

 

- Não faça isso Mebuki... Não defenda quem você acha que conhece. Não pra mim. E principalmente, não AGORA! – Acabou minha paciência. – Caralho ! – chutei a perna da cadeira que caiu de lado. Me levantei e a agarrei pelos ombros a fazendo olhar em meus olhos que a essa altura estavam vermelhos no sharingan*.

 

– Eu dei o maior duro pra te proteger e é assim que você me agradece? com essa rebeldia toda? Para de ser mimada e cresce Bella! – a sacudi e ela me olhou assustada -  Bella não é? É assim que você gosta de ser chamada? Tudo bem, olha so. O mundo que você conhece não é tão perfeito e cor de rosa assim. Pelo contrario. Ele mal, perigoso e perverso. O seu precioso Edward não só mente pra você, como pra família toda. Ele finge ser aquele bom moço, mais no íntimo dele nada mais importa do que sangue. É so o que ele quer. É so o que ele ama. – gritei mostrando as imagens dele com bolsa de sangue humano nas mãos a tomando num beco qualquer de Seattle e depois da família dele caçando animais, lhe mostrando a diferença entre eles. 

 

- Não... não pode ser verdade Dyh. Ele não faria isso... ele não é mentiroso. – ela me abraçou chorando. – Me mostra direito, eu sei que você pode. – ela pediu. E eu mostrei. Os contrabandistas de órgãos e sangue, as notas de cem dólares nos pacotes de dinheiro, as caixas térmicas cheias de bolsa artesanais de sangue humano, ele bebendo e seus olhos ficando levemente avermelhados, ele na floresta caçando animais unicamente para mudar a cor dos olhos, ele indo para um apartamento e saindo de la com uma muda de roupa da mesma cor da outra, porem limpa. Mostrei os planos dele de fazer Bella como bolsa de sangue ambulante, uma vez que o cheiro dela o atraía mais que qualquer outro.

 

- Eu pensei isso também, ate cheguei a pensar que ele poderia te fazer feliz como merece algum dia. Mais depois de hoje... depois de ter todas as memorias dele gravadas em mim... não posso deixar você perto dele. Sinto muito Bella. – me separei dela. E ela me olhou com lagrimas nos olhos. – Eu sei que não sou muito diferente dele, sei que menti pra você, sei que destruí sua realidade, mais me deixa te mostrar o meu mundo Bella, fora daqui existe o mundo de onde você veio. Sua verdadeira casa... Aqui o risco é muito grande de te perder, e não, não pense que so quero evitar que fique aqui por causa dos seus poderes, eu nao ligo pra eles. Posso tira-los de você a qualquer momento antes de você evoluí-los. O que importa é a nossa família. Eu quero você segura. É minha irmã. E assim como cuidei de Hanate e Katsuya eu cuido de você, que ainda não pode se cuidar sozinha. – ela revirou os olhos mas me abraçou denovo.

 

- Promete... Por favor... que nunca mais vai esconder nada de mim. Que não vai mentir mais. Que vai me deixar saber quem realmente é minha irmã caçula? Promete pra mim, Temari. Promete? – ela soluçava em meu ombro e eu a abracei mais forte.

 

Respirei fundo. É... isso vai dar trabalho. Mais eu no lugar dela pedira pela mesma coisa.

- Sim, Bella. De Lotuz para Lotuz, eu prometo. – disse firme. - E eu nunca quebro uma promessa.  


Notas Finais


* Para que não assistiu o anime NARUTO. Sharingan é um poder ocular passado por herança genética (geralmente entre um clã), ou quando se faz um transplante de globo ocular como no caso do personagem HATAKE KAKASHI.

- Espero que tenha gostado ^^ ... Minha intenção nessa fic é juntas as coisas que gosto de ler e assistir. Mais que (por incrível que pareça) nunca às achei juntas em uma fic... Então até o proximo.


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