História Dimensões (TaeTen) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Black Pink, NCT 127, NCT Dream, NCT U
Personagens Jaehyun, Lisa, Mark, Taeyong, Ten, Winwin
Tags Taeten Nct
Exibições 72
Palavras 1.028
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Gula


Fanfic / Fanfiction Dimensões (TaeTen) - Capítulo 2 - Gula

~ Pov's Taeyong

(...)

Depois da morte do meu irmão, o meu contato com Ten depois daquele dia no parque foi quase extinto, visto minha convivência tristonha desde então. Tentava fazer esportes na escola para ver se me animava um pouco, mas ainda não me sentia bem após o incidente que foi um tornado na minha família, meu irmão caçula, o Mark, morreu.

- Sinto muito não ter falado com você ultimamente  - por sermos de classes diferentes e pelo meu estado mental, nosso contato foi reduzido com somente cumprimentos quando nos víamos na escola.

- Você está de luto, é compreensível que você queria se isolar - disse Ten tentando entender meu lado.

Ten tenta com força retirar o anel de suas mãos, sem sucesso ele faz mais força até seus dedos tomarem o tom vermelho.

- Que estranho, eu não sentia que ele fosse tão apertado quando eu coloquei - revela

- Deixa eu tentar - Pego seus dedos com delicadeza segurando firme o anel e seu dedo para tentar retirar o objeto da sua mão, quanto mais força fazia, mais o anel aparentava se apertar no dedo dele. Logo desisto.

- É, ele gostou de você - digo

(...)

Depois da montanha russa, lá estávamos no nosso segundo encontro, sentado numa sorveteria aguardando Ten fazer o pedido quando me surge um sorvete na minha frente, de creme.

- Eu não sabia qual sabor você ia preferir - aparece Ten mostrando seu lado amigável.

- Eu prefiro a companhia, lembra - respondo. Ten sorri e se senta na minha frente da mesa observando a rua através da janela tentando puxar algum assunto enquanto saboreava o sorvete.

- Aonde você conseguiu esse anel? - ele me pergunta - É tão bonito.

- Eu consegui de um monge lá em Busan - confesso a origem da esmeralda

- Busan? Isso é longe, por qual motivo você teria ido pegar isso de um monge - Ten para por um momento de apalpar o sorvete.

- O monge me disse que eu poderia ver meu irmão de novo - Pego a colher e eu começo a selecionar a massa de sorvete sem muita animação para abocanhar, deixando Ten confuso com a minha declaração.

- O Mark? - Ten me olha preocupado como se eu precisasse de ajuda psiquiátrica - Vindo de um monge isso é bem estranho, você está bem mesmo?

- Você sabe que eu não estou sã, não ver o Mark na hora do jantar... Ainda não me acostumei com a ausência dele - logo perdi o apetite.

- Esqueça o sorvete, vamos andar - Ten viu que eu precisava fazer outra coisa.

(...)
  

~ Pov's Ten

- Obrigado por me acompanhar até aqui Ten - o dia havia passado chegando a enoitecer o céu, estávamos chegando na casa de Taeyong, a sua casa tinha um jardim bonito bem florido e cheio de verde e uma garagem para um carro que estava estacionado. O sobrado havia uma enorme janela que daria vista a toda rua.

- Eu fiquei curioso - admito - como esse suposto monge disse que você veria o Mark de novo com esse anel? - Aquela história maluca realmente me deixou mais preocupado com Taeyong, o que será mais que ele teria feito?

Taeyong encosta a chave no portão e olhava para baixo triste.

- Somente com algum sentimento verdadeiro, ele disse - logo continua - Mas provavelmente não é minha saudades, deve ser outro sentimento.

Ten ainda sem acreditar na história tenta brincar um pouco com Taeyong.

- Não seria amor? - Logo deduzo com meus olhos fugindo para os lados, não escondendo mais meu sentimento por ele desde aquele dia na montanha russa.

- Não sei, talvez - se posiciona em frente ao portão não dando a mínima para minha suposta declaração.

- Poderíamos tentar não? - Minha investida foi direta dessa vez, os olhos de Taeyong ficaram atônitos.

- Como assim? - Me aproximo lentamente colocando minha mão sobre seu semblante triste e encosto nossos lábios num minuto profundo que pareceu segundos, sentindo sua respiração e seus doce sabor, ainda de sorvete. Taeyong não se mexia com a minha ação mas lentamente foi respondendo ao nosso contato, movimento meu rosto para sentir a extensão da sua boca, pondo uma das minhas mãos a sua cintura e a outra nos seus cabelos brancos semi-molhados. Enquanto isso, o anel cintilava um brilho verde mas estávamos distraídos demais para notar. Logo, afasto nossos rostos e enxergo seus olhos ainda fechados e abrindo devagar tentando entender a situação.

- Eu sinto muito Taeyong - confessei com minhas mãos lhe dando mais espaço, indo para a cintura - o seu irmão nunca mais vai voltar, mas eu estou aqui e do mesmo jeito que naquele dia você me trouxe segurança eu quero te retribuir - Me declaro oficialmente a Taeyong vendo sua expressão levemente confusa.

- Ten... - ele começa a falar mas o seu pai chega no portão da casa.

- Oi meninos, quem é esse Tae, seu namorado? Vi vocês se beijando agora a pouco - O pai de Taeyong não era bobo, o quanto será que ele viu/ouviu nós dois? Entretanto, aquela pergunta nos deixou constrangidos, e num súbito movimento me afastei mais de Taeyong cumprimentando o pai de Taeyong com uma referência.

- ...Ele é da minha escola - tentando dar outra desculpa.

- Muito prazer. Tae, eu vou entrar, estou muito cansado! - Taeyong se despediu de mim acompanhando seu pai, chegando na porta ele vira e me fala.

- Logo conversamos... - Ele solta o mesmo sorriso que me dera naquele dia da montanha russa.

~ Pov's Taeyong

Quando adentrei na casa, ouvi minha mãe me chamar para o jantar, tirei meus tênis branco esportivo na porta como de costume, fui até meu quarto, troquei de roupa e me dirigi para a mesa observando os três membros da minha família já comendo o frango e arroz que minha mãe me preparava. Quando me dei conta do número ali, três, eu olhei ao meu lado e lá estava Mark comendo o frango com as mãos e com a maior nojeira nos dedos...


Notas Finais


Eu acho que quis trazer mais explicações para esse capítulo mas acabei dando foi mais é dúvidas kkk


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