História Direct • boy - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Coupleflex, Instagram, Jikook, Jimin, Jungkook, Texting
Visualizações 287
Palavras 2.061
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Escolar, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Um ano e meio depois....

Capítulo 7 - Seven


Fanfic / Fanfiction Direct • boy - Capítulo 7 - Seven

- Hyung você não acha que está levando pouca coisa?- Perguntei fitando seu sorriso enorme com sua mala em uma das mãos e uma mochila presa no ombro.

 

Estávamos​ no aeroporto esperando um ao outro para podermos fazer o check in e embarcar no avião que partiria para Busan em poucos minutos. Eu fui o primeiro a chegar e carregava comigo muita coisa, já Jimin, parecia um idol kpoper muito famoso, com vestes bonitas, óculos escuros, uma touca, além do sorriso presunçoso que eu tanto adorava.

- Eu acho que você está levando coisas demais JungKookkie.- Respondeu rindo dá minha expressão chateada.

Havia se passado um mês desde a nossa conversa sobre a possível mudança de cidade e realmente foi preciso porque o pai de Jimin havia falecido no hospital dias após, ao saber daquilo juntos concordamos em nos deslocar e tomar conta dos negócios até que tudo estivesse ajustado, e também porque Jimin não iria deixar aquele legado nas mãos de Jisoo. Entregamos o projeto junto do loiro e após o recebimento das notas máximas trancamos a faculdade, tinha tudo sido planejado e decidido em conjunto, afinal cada um tinha a própria vida, mas agora pareciamos dividir uma só.

- Ainda dá tempo de desistir.- Jimin disse limpando o meu queixo sujo de molho já que eu comia um lanche, havíamos acabado de achar nos nossos lugares no avião e nos acomodar nas poltronas separadas.

- Não, você já pagou a passagem.- Digo brincalhão mordendo outro pedaço do delicioso hambúrguer.

Já havia perdido a conta de quantas vezes confirmei que iria sim com ele, este super ansioso e inseguro, mas que também parecia muito feliz por não estar sozinho. Tudo na minha rotina tinha mudado de forma drástica, naquela noite que fui atrás de Jimin e descobri que ele era alguém muito diferente do que aparentava ser, ele me explicou que essa treta de dinheiro acontecia desde as gerações passadas na família Park, que o pai dele havia lutado muito para ficar com a empresa e faze-la crescer, e mesmo não sendo tão próximos Jimin o considerava muito. De toda forma, ele também me contou que não se importava com as implicâncias de sua irmã, ele era acostumado a estar sozinho e fazer as coisas por si mesmo, e talvez agora me ter em sua vida estivesse o fazendo ver o mundo de forma diferente.

- Só você para desistir dá faculdade e entrar nessa loucura de governar uma empresa comigo.- Falou observando as minhas bochechas cheias, eu deveria parecer um coelho.

- Eu não desisti, só tranquei, e essa aventura me parece mais interessante.- Falei e Jimin sorriu.

- Obrigado, eu acho que se tivesse vindo sozinho estaria enlouquecendo.- Confessou.

- Eu sei, a essa altura deveria estar chorando.- Zombei levando um soquinho sem força do mais velho.

Após a decolagem as próximas três horas de voo foi tranquila, ficamos o tempo inteiro ouvindo música em meus fones de ouvido que compartilhava com o Park, o iPod tocava uma playlist cheia de Tori Kelly e Troyer Silvan, Jimin parecia uma criança em sua primeira viagem, intercalava seu olhar entre a janela e a mim, sempre sorrindo, tirou até umas fotos, ele definitivamente estava bem.

Agora não precisávamos​ mais de um aplicativo para manter contato, havíamos​ traçado um trajeto com uma​ mudança que nos manteria diretamente e pessoalmente conectados. Suspirei feliz ao ter a minha mão agarrada com força, Jimin tinha esse costume, sempre procurava algo para preencher as mãos, mesmo que inconsciente e ultimamente buscava por mim. Era um tanto estranho mas muito confortante, eu não costumava estar tão imerso numa relação, eu odiava contato obsessivo, gente no meu pé, ou ter de ficar entitulando as coisas, entretanto, eu queria ser obsessivo com Jimin, queria saber seus passos, seus sentimentos e dar um título aquela coisa que estávamos tendo baseada em beijos e sexo e uma puta atração.

Logo que chegamos partimos para o apartamento que pertencia a Jimin, era bem próximo a empresa e onde ele residia antes de ir para Seul. Observei tudo com muito cuidado achando aquele lugar muito agradável, eu tinha a casa dos meus pais para ficar, ou até poderia arrumar um lugar separado, entretanto, após muita insistência Jimin conseguiu me convencer a ficar consigo no enorme espaço que possuía.

- Quero que você fique a vontade aqui JungKook.- Jimin disse olhando a forma como eu parecia estar tímido.- Essa casa agora é sua, sério, e vamos ficar no mesmo quarto.

Sorri admirando seu rosto um pouco corado, as coisas tinham mudado muito após a morte de seu pai, ele estava mais manhoso, sensível e fazendo de tudo para ficarmos mais perto, e eu não poderia negar que gostava, só não queria lhe trazer problemas.

- Tudo bem.- Respondo largando a mochila no chão e me deitando desajeitado no sofá, mostrando a ele o meu jeito confortável de ficar em casa e arrancando dele uma risada.

- Aigo, está do mesmo jeito que eu deixei.- Disse olhando ao redor.- Até o quadro torto.- Apontou para um grande quadro expressionista.

- Jimin.- Chamei roubando sua atenção.- E agora?

- E agora o que?- Devolveu a pergunta vindo até mim.

- O que você pretende fazer?- Ele me encarou curioso sentando ao meu lado.

- Bom, eu preciso me apresentar ao juiz, haverá um reunião onde serão repassados as divisões de bens, e aí terá outra reunião com a empresa também, com os sócios, familiares e outros para decidir com quem ficará o comando.- Disse em um tom preocupado.

- Você imagina o que deve acontecer, tipo, o que fazer e dizer para conseguir ficar com o comando?- Questionei acariciando seus cabelos bagunçados, ele tinha acabado de tirar a touca.

- Ah... Meio que sim, é complicado mas já é algo certo, eu sou o filho mais velho, mas como nunca me interessei pelos negócios talvez os sócios impliquem...- Disse fechando os olhos e brevemente deitando por cima de mim, aproveitando o carinho.

- Tô imaginando você engomadinho em um terno.- Digo e ele começa a rir.

- Eu fico muito bem tá!- Implicou.- E por falar nisso, não pense que só eu vou me engomar, porque o senhorito irá comigo.

Essa é nova.

**

Acordei com o sol incomodando meus olhos, já passava das três dá tarde e eu não tinha a mínima vontade de levantar. Esfreguei o rosto tentando me acostumar com claridade e só então fui capaz de ver Jimin deitado de barriga para cima, mexendo no celular. Ele tinha os cabelos super bagunçados, o rosto inchado, o corpo nu e em parte coberto pelo lençol vermelho, a noite foi boa, fiquei um bom tempo o observando, a forma como ele mordia os lábios, como seus olhos encaravam fixamente a tela brilhosa e em como tudo em si parecia encaixar bem. Sorrio bobo, ele é tão lindo, e nem percebe que estou aqui a muito tempo admirando seu conjunto único, suas expressões preguiçosas, sua perna entrelaçada com a minha... Ah droga de paixão.

- Eu deveria me preocupar com esse seu olhar psicopata em mim?- Ele perguntou divertido sem tirar a visão do aparelho.

- Deveria...- Respondi rouco, embargado de sono.

Ele dá uma risadinha e larga aquela coisa inútil para só então se virar e me dar atenção, acaricia meu rosto com sua mão pequena e me faz fechar os olhos instantâneamente, aí eu não sou capaz de lidar com esse tipo de contato tão singelo e puro.

- Parece um bebê.- Ele diz se referindo a minha expressão deleitosa conforme seus dígitos se apossavam dos meus poros.

- Assim eu perco o meu lado sedutor...- Digo revoltado.

Jimin dá outra risada desistindo de me dar carinho e eu reclamo, mas deixo o muxoxo de lado quando ele puxa o lençol e revela meu tronco completamente nu e exposto ao ar gélido. Fico arrepiado na mesma hora, até mesmo me movimento buscando o calor do lençol, mas como ele é um filho dá mãe resolve me provocar ainda mais e jogar todo o pano para fora dá cama.

- Olha aí o seu lado sexy.- Diz se referindo a minha irritação e também ao meu corpo a mostra.

-Maldito...- Me faço de bravo e ele continua suas brincadeiras até me pegar de surpresa, em menos de segundos ele sobe em cima do meu corpo e me faz abrir um grande sorriso.

- Olhe para mim garoto sedutor?- Ele pede e na hora que me viro ele está com o celular na mão tirando fotos minhas.

- O que você está fazendo?- Pergunto o óbvio sorrindo e olhando para a câmera, ele me fotografando nu enquanto tem o quadril encaixado ao meu.

- Tirando fotos para minha coleção de nudes seu.- Responde e o olho fazendo diversas poses que julgava ser sexy.

- Ow, espera aí.- Digo parando com aquela seção.- Eu não tenho nenhuma foto sua ainda, você não me mandou o nude!!!- Reclamo e ele faz um expressão derrotada.

Então ele ajeita o cabelo e com a câmera em modo selfie começa a fotografar a si mesmo, e cara, eu acho que fiquei louco. Jimin está sentado bem em cima do meu quadril, ele faz caras e bocas, capturando seu corpo nu e consequentemente parte do meu, estou hipnotizado até ele se mover em um ângulo que pegava nós dois, então eu agarrei sua cintura com força, sorri do modo mais sujo que conseguia enquanto ele tinha um olhar inocente.

- Gostei.- Ele disse.- E mandei no seu direct.

Eu não conseguia acreditar que ali estávamos nós trocando aquele tipo de carinho, vivendo tal situação, nos divertindo e agindo como dois bobos.

- Jiminnie se você ficar mais um minuto sentado aí...- Ameacei e ele largou o celular de novo, apoiando ambas ao mãos em meu peito e sorrindo sapeca.

- Vai fazer o quê?!- Provoca mordendo os lábios.

E sem pensar resolvi dar uma lição naquele hyung que na cama parecia uma criança arteira, segurei seu quadril com força, o ajeitando, e ele sabendo das minhas intenções resolveu colaborar com o castigo próprio, empinando a bunda para que meu pênis acordado pudesse se encaixar entre as bandas cheias dele.

Wow socorro.

O maldito Park era louco, safado, um gostoso dá porra, ele mesmo tratou de me colocar em seu interior quentinho.

Ultimamente fazíamos sexo constantemente, mas cada vez parecia ser melhor, droga eu não tô bem. Senti suas paredes comprimindo meu membro teso, aquele aperto que me causava arrepios constantes, e sem muito demorar ele se pôs a sentar com força. Park Jimin sentava tão gostoso que me levava a outro mundo, segurei sua cintura com ambas as mãos lhe dando mais apoio e velocidade, ele deslizava para cima e para baixo num ritmo delirante, torturante e até mesmo fora do comum.

Beijei sua pele sensível, tebdo meus ouvidos preenchidos pela voz macia que parecia me fazer um carinho, respirei com dificuldade, banhado naquele prazer que me descontrolava. Gemi rouco ao ter o peito arranhado, a boca mordida, descontos de seus sentidos em mim, a essa altura ele estava beirando o caminho entre o certo e o errado, mas quem liga para o que é certo ou errado quando se trata de sexo?

Pois bem, nós não ligamos, e prosseguirmos tornando aquele ato uma coisa louca, de um jeito único que parecia ter sido inventado por nós e para nós. Tratei de me afundar nele com força, explorando aquela cavidade que me acolhia e me expulsava, virei para olhos, abri a boca, chinguei o ar, dei um tapa forte em sua nádegas porque simplesmente não conseguia lidar com suas investidas certeiras. Era fácil, difícil, errado, certo, sujo e a coisa mais linda que eu poderia ver na vida, Jimin suado, ofegantes, de cabelos ainda mais desgrenhados, pele rubra, músculos contraídos e boca entre aberta, os olhos fixos aos meus, movimentos afoitos, voz presa entre a garganta e a atmosfera, bastou pouco para ele atingir seu limite. Tentei ao máximo prolongar seu ápice, dando atenção ao seu membro, aos seus lábios inchados e finalmente me desfazendo dentro dele.

- Jung...kook...- Falou manhoso e eu apenas acariciei seus cabelos, cansado.- Namora comigo? Eu prometo ser fiel, te amar em todas as circunstâncias.- Disse ainda ofegante e eu só conseguia sorrir.

 

 

 

 

 

- Sim... O que você...Quiser.- Ditei firme e ele me beijou feliz.


Notas Finais


Então, após essa reviravolta eu pergunto a vcs, q seistão achando?
Até o próximo 💋


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