História Dirty Minds - Capítulo 33


Escrita por: ~ e ~Heytay

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Álcool, Drogas, Sexo, Violencia
Exibições 158
Palavras 1.359
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noitinha goxtosas da Babi. Como vocês estão? Que saudades!!! Eu não canso de pedir desculpas pela demora e sempre continuar demorando, parece que tá no sangue fazer isso kkkk desculpas de novo. Enfim, espero que vocês gostem 💙

Capítulo 33 - Plains


Fanfic / Fanfiction Dirty Minds - Capítulo 33 - Plains

Points Of View Lívie Murray

Depois de muito conversar com aquele homem, ele me chamou para sair. Decidi que eu precisava ir, afinal, eu teria que ter um tempo com meu pai.

Era estranho chamar alguém de "pai", já que vivi a vida inteira sozinha, mas a ideia não caiu tão mal assim, afinal, ele me parecia ser um homem muito bom. Decidimos ir para um restaurante jantar.

— Me empresta seu carro? — perguntei para Justin. O meu foi queimado junto com a explosão da casa.

— Não vai com seu pai? — arqueou a sobrancelha.

— Prefiro que vamos em carros separados, mas se não quiser emprestar... — deixei no ar.

— Para de ser boba — me puxou pela cintura — O que é meu, agora é seu — selou nossos lábios.

Não sabia muito bem o que estava sentindo por Bieber, mas era algo bom. Talvez Jensen visse isso como uma traição, mas eu não podia fazer nada... estava gostado dessa praga chamada Justin Bieber.

— Obrigada — retribui o beijo.

— Lívie, eu me arrependo muito de ter te feito sofrer por causa do Jensen — me arrepiei ao ouvir o nome do meu ex namorado — Mas só isso. Só me arrependo por você ter sofrido tanto, mas não me arrependo de tê-lo matado. Sabe por quê? 

 — Por que?

— Porque se ele estivesse vivo eu não teria a oportunidade de te conhecer melhor e me apaixonar por você — sorri com aquela declaração — Você me mudou muito, garota. Tenho vontade de te dar uns tapas! — ele riu.

Me aproximei e beijei seus lábios. Se eu pudesse mudar o passado, teria feito de tudo para salvar Jensen, mas como já passou, agora eu tenho que curtir o momento e esperar o futuro, e algo me dizia que meu futuro seria ao lado de Bieber. O assassino do meu amor, mas infelizmente eu não posso lutar contra meus sentimentos.

Empurrei o garoto na parede e ataquei seus lábios com mais força. Chupava sua língua com vontade, sentindo o gosto do cigarro com um aroma de menta: meu sabor favorito. Senti sua ereção e me afastei. Ele me olhou sem acreditar e eu sorri: ahhh, Bieber!!! Vai ficar durinho ai.

— O que eu faço com você, Murray? — me aproximei novamente e sussurrei em seu ouvido.

— Me espera pelado — sorri, selei seus lábios e deixei-o ali, duro e sozinho.

(...)

Desci as escadas, já arrumada. No corpo eu vestia uma calça de cintura alta com uma blusinha de ceda, nos pés, eu calçava um salto rosa de bico fino. Ganhei aquela roupa de Bel, foi uma forma dela pedir desculpa sem usar palavras. Até aquele momento eu não tinha achado uma ocasião melhor para usar tais roupas.

Brandon estava nos pés da escada. Usava uma calça jeans escura, camiseta preta e uma jaqueta de couro. Parecia até mais novo que certamente era, e eu podia dizer que meu pai era um homem muito bonito e de presença. Me surpreendi ao perceber que ele usava supras no pé, como Justin; assim que ele me viu, sorriu. Estendeu as mãos para me ajudar descer os últimos dois degraus e quando eu já estava perto o bastante, ele beijou o topo da minha cabeça.

— Você tem alguma preferência de restaurante? — neguei.

— Não costumo ir em muitos restaurantes. Para mim o que você escolher está bom.

— Conheço um que acho que vais gostar, só seguir meu carro.

— Tá bom. — sorri. 

Ultimamente eu estava sorrindo muito.

Brandon dirigia uma Lamborghini azul marinho. Nunca tinha visto um carro daquele naquela cor, parecia... exclusivo. Eu fui na Ferrari de Justin. Mesmo morrendo de saudades do meu carro, eu tinha que admitir: aquele carro era demais. Quem ele eu não fique com nele pra mim? Justin já tem muitos carros e, talvez, não se importe que eu fique com a Ferrari só pra mim.

Entramos em uma rua bastante movimentada, foi difícil passar pelos pedestres espalhados no meio da rua, mas nada que algumas buzinadas não resolvesse. Brandon parou no final da rua, fiz o mesmo que ele e ambos demos nossas chaves para os manobristas. Ele veio em minha direção e apontou para o letreiro em cima do prédio.

— Esse era o restaurante preferido de sua mãe: Leighton. Sempre vínhamos aqui quando você era pequena.

Forcei minha memória, tentando, em vão, recordar o ambiente, mas nada me veio à cabeça. Talvez eu fosse muito pequena para conseguir lembrar; Brandon me tirou do devanio quando colocou suas mãos em minhas costas.

— Vamos entrar. Se você achou bonito por fora, tem que ver por dentro.

E de fato ele estava certo. Enquando Brandon anunciava a nossa reserva, até o momento que sentamos, eu admirei cada detalhe daquele restaurante: as paredes beges davam uma impressão moderna. Lustres pratas, mesas de vidro e cadeiras revestidas com um estofado vermelho. Um pequeno palco estava instalado ao fundo e músicos tocavam e cantavam ao vivo. Impressionante. 

A garçonete nos levou até os nossos lugares, bem pertinho da banda. Legal! Brandon mal me conhecia e já tinha ganhado um ponto pelo lugar escolhido. Acho que ele percebeu a minha admiração e sorriu ao comentar:

— Pensei que tivesse puxado a sua mãe, ela adorava músicas.

— Eu gosto. — sorri. De repente eu estava me sentindo um pouco envergonhada, mas, acima de tudo, eu estava feliz. 

Lívie Murray agora tinha um pai, jantava em restaurantes chiques e estava feliz. Que grande reviravolta.

— Você quer pedir ou prefere que eu o faça?

— O que minha mãe mais gostava de comer? 

— Camarão. — seus olhos brilharam. Poxa vida, ele se lembrava mesmo.

— Então eu vou querer camarão. A bebida você pode escolher.

— Quantos anos você tem mesmo?

— Quase vinte. — concordou com a cabeça.

— Então será champanhe. temos que comemorar.

(...)

— Então você se casou de novo? 

Depois do maravilhoso jantar e uma ótima sobremesa, resolvemos dar uma volta pelas ruas, para nos conhecermos melhor.

— Sim, sou casado a dez anos com Isabel. 

— Você tem filhos?

— Um menino de sete e uma princesa de três anos e meio. — sorri. Ele parecia um paizão. Talvez sua família já estivesse cheia demais. — Marcus não teve mais filhos?

— Se teve,vnão assumiu. Nunca tive uma madrasta e nem irmãos. Sempre foi só eu.

— Não me parece que você está tão sozinha. Seu namorado parece bastante preocupado com você. Acho que se eu tivesse dito não, ele teria feito eu conhecer você do mesmo jeito.

— Sabe, você não precisa fazer isso se não quiser. Como eu disse, passei bastante tempo sozinha, podemos fingir que isso nunca aconteceu.

Brandon parou de andar e segurou em meus ombros para que eu o olhasse com mais atenção.

— Sua mãe foi a mulher que mais amei durante toda a minha vida. Eu amo minha mulher, você não pode ter dúvidas disso, mas eu acho que cada pessoa tem uma alma gêmea e a minha foi a sua mãe. Saber que ela se foi me machucou muito, mas saber que deixou uma parte dela, preencheu o grande buraco no meu coração. Quero muito fazer isso dar certo. 

Senti meus olhos olhos encherem de lágrimas. Amor de pai foi algo que eu nunca tinha sentindo antes. Brendon me abraçou e secou minhas lágrimas.

— Vamos filha, vamos tomar um sorvete. — segurou minhas mãos como se eu fosse uma criança e saiu me puxando junto consigo.

— Agora me fale sobre você — pedi.

— Prefiro continuar falando de você — pareceu desconfortável.

— Qual é, Brandon? Você é meu pai, preciso saber sobre você — ele olhou ternamente para mim e sorriu.

— Você pode ficar um pouco impressionada...

— Eu sou uma das chefes do tráfico daqui, nada mais me surpreende.

— Nem que seu pai seja o chefe de uma das famílias da yakuza? — arregalei os olhos com tal confissão.

Yakuza era uma das maiores gangues de todo o mundo. Tem famílias em alguns lugares, mas as maiores e mais antigas se localizam no Japão. Eu havia percebido os olhinhos puxados de Brandon, mas nunca pude imaginar que ele pudesse ser o chefe de uma família tão poderosa.

— Uau — foi tudo o que consegui falar, mas rapidamente minha cabeça voou e eu lembrei de Julian — Isso é ótimo! Você pode me ajudar! — bati palminhas e ele pareceu confuso.

Agora você me paga, Julian.

Notas Finais


AGORA SIM O BICHO VAI PEGAR!!! essa reta final promete!! O que estão achando? Eu e a Tay estamos tristes de estar terminando essa fic, mas já queremos ssse final maravilhoso! 💙


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