História Dirty Paws - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance Lgbt
Visualizações 13
Palavras 1.071
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hey leitores do meu coração, uma nova historinha pra vocês! E essa é bem diferente...

Boa Leitura e Aproveitem !!

Capítulo 1 - Prólogo


Christian, 18 anos, estudante de medicina veterinária, era um excelente aluno só tirava notas boas e sempre apresentava todos os trabalhos que os professores pediam e era cobiçado pelos próprios que deixavam todos os outros demais alunos com inveja. Além de ser um bom aluno ele tinha uma boa aparência, suas belas madeixas castanhas, combinavam com o verde do seu olhar que resplandeciam como pedras de esmeraldas a luz do sol no seu pôr e o seu sorriso branco como a neve se igualava a sua lisa pele que deixavam pessoas de queixos caídos por ter tanta beleza. Nascido e criado em Jersey, é britânico com um sotaque que deixa qualquer garota apaixonada, o mais velho de três irmãos contando com ele, Christopher e Allef, são gêmeos e tem 10 anos, seus pais sempre os amaram, até antes de receber o ''grande baque'' de Christian com apenas 16 anos de idade, passou por coisas que nenhum adulto aceitaria passar.
FlashBack On

- Pai e mãe, eu... preciso contar algo a vocês -ele diz com os olhos marejados.
- Diga, meu amor -sua mãe diz com um olhar de preocupação.
- Eu... ah, eu.... -ele deixa umas lágrimas cair.
- Filho, estamos com você, pra tudo e com tudo e te amamos apesar de tudo -seu pai pega em sua mão, aperta e solta.
- Eu sou gay, mãe e pai... eu sou gay -ele não segura o choro e logo se desaba.
- Amarei você do mesmo jeito, você é meu -sua mãe lhe abraça.
- O que? Não pode ser, não pode. Logo você, o mais velho, o que tem que dar o exemplo para os mais novos -ele chora.
- Não diz assim -ela tenta abraçá -lo;
- Não... Você não é mais o meu filho, eu te criei pra ser um HOMEM, e não uma MARICA, eu não quero um filho gay. NÃO QUERO -ele dá um tapa na cara de Christian.
- Já chega, saia daqui, Agora, saia daqui -ela joga a chave em cima dele e abre a porta.
- Você é minha esposa, não pode fazer isso comigo -ele a olha com raiva.
- A casa é minha, o filho é meu e você NÃO É PAI DELE. Saia agora -ela bate em seus braços.
- Sim eu sei -ele aumenta o tom de voz.
- SAIA LOGO DAQUI. -ela grita
Logo o seu marido sai, triste e com raiva, pois não queria que o filho fosse o que queria ser, mas Christian não deixou isso te abater.
- Vai ficar tudo bem, meu filho -ela o abraça forte
- Eu acho que sim mamãe -ele seca as lágrimas e limpa o sangue de sua boca.
FlashBack Off

George, 19 anos, estudante de fotografia, era o extrovertido da sala e até demais, matinha suas notas na média da faculdade, apresentava os trabalhos por obrigação e era o ignorado ás vezes pelos professores. George era bonito, seus cabelos ruivos com um corte militar pareciam estar em chamas e combinavam com o azul forte de seus olhos que pareciam o oceano, sua pele queimada pelo sol era uma mistura tão linda de se ver. Mas ele era diferente, toda noite acontecia uma coisa que nem ele sabia o porque daquilo estar acontecendo, mora sozinho dede os 16 anos, era filho único saiu de casa ao 16 para saber o motivo de toda noite aquilo acontecer com ele. Toda santa vez que sabia que ia acontecer, questionava a sua mãe, mas nada era resolvido ou ao menos desvendado.
FlashBack On

- Mãe, é essa noite né!? -ele senta no balcão da cozinha.
- Sim, meu filho infelizmente é hoje a noite -ela suspira, fazendo o jantar.
- Hoje é dia 21, e é noite de lua cheia e sei que você vai me prender na dispensa de novo, mas... porque toda vez isso acontece ? -ela toca em seu ombro.
- Olha meu amor, você tem apenas 10 aninhos, tá.. e quando chegar a hora certa de você saber, eu te contarei, tudo bem !? -ela beija sua testa e volta a fazer o jantar.
- Tá bom mamãe -ele desce do balcão e vai para seu quarto.
FlashBack Off

George e Christian, hoje em dia são melhores amigos, mas não sabem muitas coisas sobre a vida um do outro, mas esteve nos piores e melhores um do outro, quando a mãe de George faleceu, Christian estava lá com ele, com seu ombro amigo pra ajudar no que quisesse, mas um sente um sentimento diferente pelo outro, mas nenhum dos dois sabem.
- Hey brother! -George grita ao ver o amigo.
- Fala amigo -ele o abraça.

- Tá tudo bem? -ele retribui.
- Sim, e eu... tô atrasado pra prova que eu tenho... agora. Tchau -ele corre.
- Tchau -ele acena.

George
Eu não sei, se é real o que eu sinto pelo Christian, sentimentos são coisas que não tem uma linha de explicação, afinal eu sou gay e eu gosto do Christian e não sei se ele é ou não, apesar de eu ser do jeito que eu sou, não parece garotas caem ao meus pés e até pedem para tirar fotos comigo, mas eu não quero que o Christian saiba que eu sou gay porque não quero que a nossa amizade acabe por causa disso, pois acho que ele não é. Eu sou, o que eu sou mas não sou bicho, neste sentido não.
As pessoas acham que só porque somos gays, ou lésbicas ou seja lá qual for a opção sexual dela, somos bichos, não somos não, somos todos iguais por dentro. Nós somos de ossos, nervos, articulações,órgãos e pele, então não deviam nos tratar como bicho, porque não somos. Não posso mandar no meu coração, eu sinto que amo o Christian, eu me sinto bem ao lado dele e me sinto como se estivesse no paraíso quando estou com o Christian, quando ele me abraça, quando sinto sua respiração, o cheiro de seu perfume, a sua pele é tudo mais mágico possível, quando ele me abraça sinto vontade de guardá -lo só para mim mas não posso, isso me dá muita vontade de contar a ele, mas não se é o certo a se fazer. Afinal amanhã contarei a ele sobre mim e será que ele aceitará eu como sou, ou não? Somos seres humanos, erramos e acertamos... Afinal somos só seres humanos


Notas Finais


Até o próximo...


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