História Dirty Work - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Tags Naruhina, Naruto, Sakura, Sasuke, Sasusaku
Exibições 216
Palavras 2.181
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi! Então gente... É meu primeiro hentai, então não sei se ficou muito bom. Sim, tem sacanagem logo no primeiro cap pq achei que ficaria melhor AHUSAUSUHAS
No mais, espero que gostem. >u<

Capítulo 1 - Prólogo


Os corpos se moviam freneticamente, chocando-se uns contra os outros por conta da falta de espaço. Todos estavam suados, e o cheiro de álcool misturava-se com muitos outros cheiros, característicos demais e que me excitavam. Era inebriante estar ali, naquele meio, que mais parecia uma gaiola repleta de loucos. Sentia que fazia parte de algo, sentia-me completa enquanto me balançava no ritmo da música eletrônica que preenchia o ambiente. Sentia meu corpo vibrar mais à cada batida, cada loop. Eu estava completa.

— Sakura!

Sinto um puxão em meu braço, e quando noto, Ino está parada ao meu lado. Seu rosto está levemente corado, o que deixa claro sua embriaguez. Estranhei como ela conseguia ficar parada enquanto todos à nossa volta se moviam de forma desesperada, mas ela parece não perceber meu olhar confuso. Espremendo-se ao máximo para conseguir chegar perto o suficiente, ela grita em meu ouvido:

— Eu vou lá atrás com Sai. Você ficará bem?

Encaro seus olhos azuis tentando conter uma risada. Ino muitas vezes me tratava como uma criança, coisa que eu já não era há muito tempo. Não a culpava — estávamos em uma cidade nova, na nossa primeira noite após uma mudança cansativa. Tendo em vista o que havia acontecido comigo nos últimos dias, entendia muito bem o motivo daquele receio impregnado em seus olhos delineados.

— Tudo bem, eu te ligo — gritei de volta, recebendo um aceno positivo em resposta.

Ela se virou, desaparecendo rapidamente no mar de corpos que continuava até a porta de saída. Após perdê-la de vista, senti minha garganta seca. Encarei o bar do outro lado da pista, perguntando-me se realmente valia todo o esforço e a quantidade de trombadas que levaria. Suspirei, passando uma das mãos em minha testa, afastando o suor.

Tropecei algumas vezes em vários pés saltitantes, mas ninguém parecia se importar. Todos estavam anestesiados o suficiente para não sentirem dor alguma, ou sequer notar a presença de alguém ao redor de si.

Cheguei ao bar e me sentei na primeira cadeira que vi. O bar não estava muito cheio, grande parte das pessoas ali dentro já estavam embriagadas o suficiente para aguentarem mais álcool. Não os culpei — tudo ali era realmente tendencioso àquilo. Rapidamente, um homem de madeixas escuras veio me atender. Ele não aparentava ter mais de 20 anos, e era uma montanha enorme de músculos.

— Vou querer um Martini duplo, por favor — pedi, e ele se encaminhou para dentro do bar novamente.

Observei o movimento fraco do bar, e agradeci mentalmente por não estar cheio como de costume. Poucos minutos depois, o garçom voltou ao balcão, trazendo minha bebida juntamente com uma comanda preenchida. Berberiquei o líquido, desatenta demais para notar alguma coisa ao meu redor.

— Com licença, está sozinha? — Ouvi alguém dizer perto de mim. Sequer me dei ao trabalho de olhar quem poderia ser, mantendo toda a minha atenção na taça à minha frente.

— Por acaso está vendo mais alguém por aqui? — Indaguei, revirando o enfeite de sombrinha. Uma risada fraca e rouca fora minha resposta.

— Desculpe, não foi uma pergunta inteligente.

O tom relaxado em sua voz me pegou de surpresa. Geralmente os homens não gostavam muito do meu jeito mais bruto, e sentiam-se acuados o suficiente para tentar qualquer tipo de investida. Curiosa, resolvi olhá-lo e senti meu queixo cair automaticamente quando meus olhos pousaram na figura à minha frente.

Um par de astutos olhos negros me encarava, e uma expressão divertida dominava o rosto pálido, emoldurado por grossos cabelos também negros. As bochechas rosadas denunciavam seu provável estado de embriaguez, e um copo cheio de uísque residia em sua mão. Seus lábios finos se esticaram no sorriso mais bonito que eu já havia visto, e tentei controlar minha provável cara de idiota na frente dele, desviando o olhar para o chão.

— Q-quer dizer... Ér... — Vamos, Sakura. Fale algo coerente!

Ele riu novamente, e naquele momento eu só queria me enfiar debaixo da terra. Ou debaixo dele, quem sabe.

— Uma bela dama como você estar sozinha em uma noite dessas chega a ser um desperdício — automaticamente o encaro novamente. Ele termina de beber seu uísque mantendo seus olhos fixos em mim, e senti minha garganta secar.

Antes que eu pudesse pensar, meus lábios falam quase automaticamente.

— Acredite, estou melhor assim.

Praguejo em silêncio. Sem dúvidas agora ele vai se levantar dessa cadeira e vai embora, de volta para a pista. Merda, Sakura!

Entretanto, um sorriso cruza seus lábios e eu sorrio de volta, estanhando daquela reação. Ele estende sua mão pálida para mim, e rapidamente a seguro. Seu toque é quente, e os dedos longos envolvem os meus com facilidade.

— Sou Uchiha Sasuke — ele diz, e aperto levemente sua mão, em cumprimento — Como se chama?

— Haruno Sakura.

Ele leva minha mão até seus lábios e deposita um beijo ali. Rio com sua atitude antiquada, mas não consigo conter a admiração perante o gesto.

— É um prazer conhecê-la, Sakura.

 

Como eu havia ido parar naquele lugar? Nem eu mesma sabia.

Sasuke puxou-me para um beijo, a urgência em seus lábios fez com que um gemido rouco escapasse de minha garganta. Senti sua pele desnuda roçar na minha e logo puxei seus cabelos negros, trazendo-o para perto de mim, desejando mais daquele contato. Nossas línguas travavam uma luta intensa, e não demorou muito para que eu sentisse os primeiros indícios da excitação me consumirem.

Estávamos bêbados, e isso era fato. Após alguns vários drinks e muita conversa fiada, ele disse que estava indo para casa e requisitou a minha companhia. Eu não sei como aceitei, mas agora estou aqui, dando uns amassos no cara mais gostoso que eu provavelmente vou pegar pelo resto da vida.

Ele me levantou, e automaticamente enlacei sua cintura com minhas pernas. Pude sentir um volume por debaixo das calças pressionar levemente minha intimidade coberta pela calcinha — à esta altura, encharcada. Em um movimento rápido, ele fechou a porta atrás de nós, e fomos tomados por uma escuridão temporária. Eu não me importava com aquilo, na verdade, estava pouco me fodendo para o que estava à nossa volta. Meu centro se contorceu, e Sasuke retirou seus lábios dos meus para levá-los até o lóbulo de minha orelha, provocando-me arrepios.

— Você é tão gostosa — sussurrou, com sua voz rouca em meu ouvido. Seus dedos longos apertaram minhas nádegas, e automaticamente pressionei minha intimidade contra a dele.

Por Deus, o que ele estava esperando?

Sua boca passou de meu lóbulo para meu pescoço, onde ele chupou com avidez, e me controlei para não arrancar a roupa dele naquele instante. Segurando-me firmemente contra seu corpo, ele deu alguns passos e logo em seguida se abaixou, depositando-me na cama com urgência. Minhas mãos procuraram rapidamente pela barra de sua camisa, puxando-a de uma vez só e exibindo seu tronco nu e definido. Permiti que mais um gemido irrompesse por meus lábios — aquele homem era magnífico.

Não demorou muito para que meu vestido caísse sobre o colchão macio, deixando-me apenas de calcinha e sutiã na frente dele. Sasuke se livrou da calça, e observei o volume de seu membro, sentindo minha boca salivar. Eu o queria dentro de mim, minhas entranhas gritavam por aquilo.

Ele me puxou novamente para junto de si e com um movimentar rápido de dedos, retirou meu sutiã, deixando meus seios à mostra, tão enrijecidos que doíam. Seus olhos se perderam neles por um instante, e os orbes ônix queimaram de desejo.

— Porra — ele murmurou, brincando com o bico enrijecido de meu seio. Gemi, e ele levou seus lábios até a ponta rosada, chupando-os com vontade.

Puxei seus cabelos negros, fazendo com que o contato de sua boca em meu seio se intensificasse. Senti seus dedos ágeis deslizarem para dentro de minha calcinha e acariciarem de leve o meu clitóris, logo inclinei meu corpo para frente, ansiando o contato. Eu precisava foder com ele loucamente, ou não iria me dar por satisfeita tão cedo. Ele se demorou ali, até circular minha entrada com um de seus dedos, enquanto continuava a me acariciar com o outro. Senti minha entrada pulsar, querendo-o dentro de mim.

— Sasuke... — murmurei, como em súplica para que aquela tortura parasse de uma vez por todas.

Meu quadril automaticamente se remexeu, forçando a entrada de seu dedo em minha intimidade, completamente molhada. Ele iniciou lentos e deliciosos movimentos de vai e vem em uma tortura delicada, e meus quadris acompanhavam, obedientes ao ritmo que ele impunha. Ele foi aumentando o ritmo e eu quicava em seus dedos de acordo, rebolando o máximo que conseguia enquanto gemidos roucos escapavam de meus lábios.

Quando eu estava próxima ao meu ápice, ele retirou seus dedos e se afastou, deixando-me com uma careta de frustração no rosto. Afastou minhas pernas com brusquidão, e se posicionou acima de mim, beijando-me de forma feroz enquanto enfiava seu membro de uma vez só dentro de mim.

Gemi alto, arranhando suas costas, enquanto um ritmo lento de estocadas se iniciava. Seu membro saía e entrava em mim com força, e senti minhas pernas bambas quando ele resolveu ir mais rápido, e meu corpo parecia querer se desfazer em milhões de pedaços, libertando-se.

Naquele momento, eu soube que estava no paraíso.

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Enrolei uma mecha solta de meu cabelo enquanto esperava pacientemente em uma sala totalmente branca. Aquela empresa era enorme — um prédio de vinte e quatro andares, localizado no melhor ponto do centro de Tóquio, completamente revestido de vidros espelhados e uma fachada luxuosa. Aposto que apenas a calçada desse lugar deve valer o que eu ganharia com uma vida de trabalho.

Eu sabia que estava devidamente vestida para a ocasião, mas não sabia se as marcas em meu corpo estavam perfeitamente cobertas pela base que Ino aplicou em mim às pressas. Um suspiro involuntário escapou de meus lábios quando me lembrei do rapaz de olhos negros, como ele havia dito que se chamava mesmo?

Sasaki, Suzuka, Sora...?

— Haruno Sakura?

Escutei uma voz enjoada chamar por meu nome, e não consegui evitar uma careta rápida. Eu provavelmente jamais iria me lembrar, e talvez devesse ter passado a manhã com ele ao invés de sair antes mesmo do amanhecer. Levantei-me ajeitando a saia, enquanto tentava parecer totalmente confortável naquele ambiente.

 Uma ruiva alta e bem vestida — idêntica às secretárias de filmes pornôs —, caminhou até mim e apertou levemente minha mão. Seu sorriso superficial não me convenceu, e eu poderia jurar que ela não havia ido com a minha cara. Resolvi ignorar aquilo, eu não estava ali para ser necessariamente bem quista pela primeira que me visse.

— É um prazer. Sou Uzumaki Karin, peço que me acompanhe — os olhos avermelhados me analisaram por completo, e me senti como um caminhoneiro perto de tanta delicadeza.

— Tudo bem — forcei um sorriso, tentando parecer simpática.

Caminhei lado a lado com a Sra. Água de Salsicha, observando atentamente cada movimento delicado que ela fazia. Aquela mulher era mesmo de dar inveja, do alto de seus scarpins com saltos de quinze centímetros. Desfilava elegantemente pelos corredores, como se não fosse esforço algum andar empoleirada naquilo, o que me assustou. Ela entrou em alguns muitos corredores, até chegar a um que era completamente vazio e cheio de portas chiquérrimas, o que pensei se tratar dos escritórios pessoais dos sócios. Seus passos diminuíram e notei que todas as portas tinham a imagem de um leque de papel entalhado na madeira.

— Aguarde um momento — ela disse, parando em frente á uma porta de madeira gigantesca. Ao contrário das outras portas, naquela não havia uma placa que indicasse quem era a pessoa lá dentro, o que só aumentou meu nervosismo. Puxei a saia para baixo, respirando fundo enquanto observava os detalhes daquela estranha imagem no entalho. Karin deu dois toques leves na porta e não pude deixar de notar suas unhas bem cuidadas. Automaticamente escondi minhas mãos, sentindo a vergonha me inundar a cada segundo.

— Entre.

Karin abriu a porta, entrando na sala e fazendo um gesto para que eu a seguisse. Obedeci, entrando em um escritório gigantesco, que era simplesmente composto por algumas prateleiras e uma mesa de mármore negro no centro. Olhei de soslaio para a ruiva, que agora dava um aceno tímido para mim e se retirava silenciosamente do escritório, fechando a porta com um baque surdo.

Limpei a garganta, encarando firmemente a cadeira giratória negra virada para trás. A pessoa sentada ali provavelmente deveria ser o dono de todo aquele pequeno império, mas o estofado escuro não me permitia ter uma noção de quem se tratava. Respirei fundo. Eu definitivamente precisava daquele emprego.

— Bom dia — anunciei, minha voz falhando miseravelmente — Meu nome é Haruno Sakura e estou aqui para o estágio de contadora.

A cadeira negra lentamente se virou, aumentando ainda mais a minha tensão. Segurei o envelope pardo mais firmemente contra o corpo, sentindo cada músculo de meu corpo retesar em protesto. Minhas mãos suavam, e aos poucos observei uma cabeleira negra e bagunçada surgir da figura sentada bem à minha frente.

— Então é você... — a cadeira terminou de girar, revelando um par de olhos ônix que me encaravam repletos de surpresa, e automaticamente senti meu queixo cair — A enviada por Tsunade Senju?


Notas Finais


Pedras? Críticas? Sugestões?
oshiete!


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