História Discovering Love - Capítulo 6


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Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Céline Herondale, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Lady Camille Belcourt, Luke Graymark, Magnus Bane, Maia Roberts, Raphael Santiago, Simon Lewis
Tags Ceo, Clace, Hot, Os Instrumentos Mortais, Romance
Visualizações 261
Palavras 1.936
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, para quem não sabe a demora é porque estou superando uma depressão, então sejam pacientes por favor <3
Sobre o cap, estou meio enferrujada mas espero que gostem!
bjssssss

Capítulo 6 - Compromisso


Fito minha mala angustiada por precisar ir embora. Esses dias com Jace tem sido incríveis, claro que não saímos por ai de mãos dadas nem nada, mas quando a porta do quarto se fecha, eu sinto que este homem maravilhosos  e enigmático pode realmente ser meu um dia, basta ter paciência.


 

-Pronta? - Jace pergunta me tirando dos devaneios.

 

-Acho que sim. - tento soar o mais confiante possível, mas é em vão.

 

-Você precisa me dizer o que te preocupa, sempre. - Jace diz, quase me repreendendo.

 

-É só que… Quando voltarmos as coisas também deverão voltar ao normal.

 

-Eu concordo. E o normal pra mim é te ter na minha cama quando eu acordar, de preferência todos os dias.

 

-Bom, acho difícil sua secretaria passar todas as noites em seu apartamento e não chamar atenção de pelo menos um paparazzo. - digo quase sem esperanças.

 

-Hey. - ele segura meu rosto entre as mãos. - Nós daremos um jeito, nada me fará abrir mão de ficar com você.


 

Jace me beija e passa toda a segurança que preciso por seus lábios. Minhas mãos voam até seu cabelo, arranhando levemente seu pescoço no caminho. Ele me para, fazendo-me suspirar.

 

-Eu odeio dizer isso, mas precisamos mesmo ir.


 

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Imprevistos aconteceram na empresa, fazendo com que meu lindo chefe tenha que trabalhar durante nosso voo. Mesmo assim Jace se manteve ao meu lado, trabalhando em seu notebook com apenas uma mão, enquanto a outra acariciava meu cabelo até que eu adormecesse.

 

Chegamos no domingo a noite ao aeroporto de Seattle. Elias estava nos aguardando, mas Jace o dispensou e disse que dirigiria ele mesmo. Assim que entramos no carro Jace me fez um pedido.

 

-Por favor, durma comigo hoje? - seu tom era serio, quase angustiado.

 

-Minha amiga está me esperando, eu realmente preciso voltar. - Jace fechou seus olhos por um instante, então os abriu e começou a dirigir como se nada tivesse acontecido.


 

Paramos em frente ao meu prédio, Jace me deu um beijo rápido, então saiu do carro, abriu a porta para mim, pegou minhas malas e foi embora.

 

Para minha surpresa Maia estava em casa quando cheguei. Ela me deu calorosas boas vindas.


 

-Tenho uma otima noticia! - ela me diz empolgada.

 

-Estou louca para saber. - tento ser tão entusiasmada quanto ela.

 

-A partir de agora somos donas do nosso próprio nariz, me pais não pagam mais esse aluguel! - ela estava tão feliz e eu a entendia. Era muito importante para Maia sentir-se totalmente independente, isso significava que sua escolha de ser modelo tinha dado certo. -Você não se importa né? É que com esse seu novo emprego e eu estou pegando cada vez mais trabalho bacanas achei que seria a hora de cortar os laços, mas se tiver problema… - eu a interrompi.

 

-Não há problema nenhum, isso é perfeito! - ela me abraçou, depois me afastou e encarou-me.

 

-Amiga, preciso te dizer que esse seu bronzeado não combina nada com uma viagem de negócios. - ela disse debochada. - Anda logo, me conta tudo. - Disse tudo a ela, as coisas que me incomodavam e as que me encantavam, meu medo de estar envolvida demais, e a reação de Jace ao negar seu pedido. - Olha eu amo você, e adoraria passar a noite fofocando sobre sua viagem incrível com aquele deus grego, mas acorda! Vai agora atrás dele!

 

-Você acha que devo mesmo ir, passamos esses dias juntos, não precisamos de um tempo ou algo assim?

 

-Você quer um tempo dele? - ela me pergunta calmamente.

 

-Não.

 

-Bom, ele também não parece louco para ter um tempo de você, então vai!


 

Resolvo seguir o conselho dela, na verdade essa mulher consegue me convencer de qualquer coisa. Arrumo uma pequena bolsa para passar a noite e roupas para trabalhar amanhã, tomo uma ducha, visto um vestido preto tubinho e saltos combinando, e desço do prédio para apanhar um táxi. Passo o caminho me questionando se deveria mesmo ter vindo. Será que ele já dormiu? Ou está ocupado? Mais rápido do que eu gostaria, o táxi para em frente ao edifício de Jace. Certo, agora não tem mais volta.

Entro em seu magnífico predio e sou saldada pelo porteiro.

 

-Posso ajuda-la, senhorita? - pergunta ele com uma voz gentil.

 

-Sim, estou aqui para falar com o Sr. Herondale. Sou a Sra. Fray, sua secretaria.

 

-Só um instante. - Tira uma chave do chaveiro pendurado em seu cinto e me entrega. - O Sr. Herondale solicitou que te entregasse a chave para a cobertura, é só inseri-la no elevador.


 

Subo o elevador desconfiada que Jace já esperasse por minha visita. Assim que as portas se abrem vejo a sala vazia, e um pânico sobe pelas minhas veias com a possibilidade de que ele tenha alguma outra visita inesperada.

 

-Sr. Herondale. - digo em voz alto. O senhor esqueceu de assinar alguns papéis urg… - paro com a imagem de Jace surgindo na sala apenas de toalha.


 

-Eu estou sozinho. - ele ri. -Mas essa sua desculpa de vir aqui para que eu assinasse papéis ao domingo à noite, quando nos vemos em algumas horas no escritório, não iria funcionar com ninguém. - ele se aproxima de mim e me dá um beijo quente. Seu corpo quente me deixa instantaneamente molhada, subo minhas mãos pelo seu cabelo, quando ouço um estalo.

 

Olho para o chão e percebo que deixei a chave cair. Pego-a e estreito meus olhos para Jace.


 

-Aqui está. - ponho a chave em sua mão, ele me lança um olhar confuso. - Como sabia que eu vinha?

 

-Eu não sabia. - seu olhar estava ainda mais confuso.

 

-Ah é, então porque tinha uma chave esperando a Sra. Fray?

 

-Essa chave está esperando por você desde o dia que veio aqui a primeira vez.

 

-Você quer dizer, depois que me trouxe para cá depois que eu bebi demais? - ele concorda com a cabeça. -Eu não entendo. - digo confusa.

 

-Essa chave é sua Clary, estava esperando por você porque eu tinha esperanças de que voce voltaria. - eu o beijo apaixonadamente.

 

Jace me puxa para seu colo, cruzo minhas pernas em volta de sua cintura, e sinto-me sendo levada para algum lugar. Jace interrompe nosso beijo quando me lança em sua cama.

 

-Eu fantasie muito em te-la na minha cama. - ele diz com a voz rouca.

 

Engatinho até a beira da cama, onde Jace está de pé, e puxo o nó de sua toalha, deixando seu membro duro a mostra. Seguro a base de sua ereção firmemente com minha mão e roço levemente meus lábios na ponta da cabeça. Sou recompensada com um gemido, que me deixa extremamente molhada. Então abocanho seu pau, sugando-o e ao mesmo tempo prendendo-o entre minha língua e céu da boca. Quando Jace tentou se afastar, aumentei a pressão, fazendo-o ficar onde estava.

 

-Clary, porra meu bem, eu preciso te comer agora. - olho em seus olhos, ainda com seu pau em minha boca, mas resolvo obedecer. Jace arranca meu vestido, jogando-o em um canto qualquer. Vai até sua gaveta e coloca um preservativo em seu membro pulsante. Retira bruscamente minha calcinha, e me puxa de encontro a sua cintura, seu pau posicionado na entrada da minha abertura, ele de pé e eu deitada, um perna de cada lado de seu corpo servindo como alavancas para que me puxe até ele. Assim que ele puxa minhas pernas para trás, seu pau desliza em meu interior, a dor da surpresa me atinge, mas logo é substituída pelo prazer. - Porra, você é maravilhosa.


 

Jace começa a estocar, cada vez mais rápido, cada vez mais fundo, quanto mais forte, mais meu clitoris roçava nele, mais perto eu chegava. - Jace, eu vou… - como se lesse meus pensamentos Jace foi ainda mais fundo, aumentando o impacto entre ele e meu clitoris. - Jace! - um orgasmos imenso me invadiu, fazendo com que minhas pernas tremessem nos braços de Jace. Ele veio em seguida, gritando meu nome enquanto gozava.


 

Ele sai delicadamente de mim, tira a camisinha amarra-a e joga no chão, então se deita na cama e me arrasta até seu peito.

 

-Independente de qualquer coisa que acontecer daqui pra frente, você precisa saber que isso que acontece entre nós dois é um compromisso pra mim, muito maior do que qualquer um que eu poderia fazer em frente às câmeras.

 

-Eu acredito em você. - Jace beijou a minha testa.

 

-Posso te fazer uma pergunta? - ele diz serio.

 

-Sim.

 

-Por que disse que não erraria duas vezes? - eu não podia fingir que não sabia do que ele estava falando. Resolvi que era hora de contar um pouco sobre meu passado.


 

-Quando eu estava na faculdade comecei a namorar um garoto, Robert Dias. Quando terminei a faculdade descobri que estava grávida, ele fugiu, sumiu do mapa. Então eu voltei para casa dos meus pais. Contei somente para minha mãe, mas ela não queria que ninguém soubesse da minha gravidez, era uma cidade muito pequena, e isso não era coisa de família de respeito. Minha mãe me propôs um acordo, armou uma viagem para meu pai durante os meses da gravidez, e quando ele voltasse ela diria que era dela. Eu concordei, porque não tinha para onde ir, mas eu tinha meu próprio plano. Quando meu bebê nascesse eu iria fugir com ele. - Senti o aperto de Jace se intensificar em volta de mim conforme minhas lágrimas encostavam em seu peito nu. - Bom, aos meus 6 meses peguei uma gripe forte, minha mãe se negou a chamar um médico, essa gripe se tornou uma pneumonia e eu o perdi. Sem escolha ela chamou um médico e todos na cidade descobriram. Quando meu pai soube, minha mãe deu ao entender que a ideia era minha, que eu tinha vergonha de estar gravida. - agora eu soluçava em seu peito. - Eu perdi meu bebê e a culpa foi toda minha... Se eu tivesse dito ao meu pai ao invés da minha mãe as coisas seriam diferentes.


 

-Shhhhh… Não se culpe meu bem, a vida traça caminhos estranhos para nós as vezes, voce não pode se culpar por eles. - ele me abraçou ainda mais forte e fez carinho em meus cabelos até que eu adormecesse em seus braços.


 

Acordo e olho meu celular. Merda, já são dez horas, estou atrasada. Vou até o banheiro e encontro um bilhete preso no espelho da pia.

 

“Não quis te acordar, te vejo no escritório.

 

J. H.”


 

Tomo um banho, visto minha roupa, uma saia lápis e uma blusa de seda branca, e decido pular o café. Quando desço, Elias está me esperando do lado de fora.


 

-Bom dia, Srta. Fray.

 

-Bom dia. - digo com um sorriso e entro no veículo.


 

Quando chego ao escritório, arrumo minha mesa então uma mulher loira sai do elevador. Ela deve ser a mulher mais bonita e elegante que eu já vi na vida, isso incluindo a tv e as revistas de celebridade.


 

-Você é a nova secretaria? - ela diz assim que para em minha mesa.

 

-Sim, sou Clarissa Fray.

 

-Sou Camille Belcourt. Não deixe que ninguém nos incomode. - ela se virou em direção a sala de Jace mas eu interrompi.

 

-Com licença, eu preciso anuncia-la. - disse calmamente.

 

-Acredito que a noiva dele possa entrar sem avisar. - ela com um falso doce na voz.

 

-Desculpe, o que voce disse?

 

-Sou a noiva dele querida. - puta merda.

 

Enquanto olhava Camille entrar em seu escritório, tudo que eu pude fazer foi pegar minha bolsa e ir embora.

 


Notas Finais


Me digam o que acharam desse babado! haahahahah
bjsbjs


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