História Discovering Love - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Céline Herondale, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Lady Camille Belcourt, Luke Graymark, Magnus Bane, Maia Roberts, Raphael Santiago, Simon Lewis
Tags Ceo, Clace, Hot, Os Instrumentos Mortais, Romance
Visualizações 144
Palavras 1.425
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente escrevi no cel então desculpa os errinhos.

Capítulo 7 - Chefe


Eu precisava fugir, precisava sair de perto daquela mulher aparentemente perfeita, precisava sair de perto da noivo do homem por quem eu estava fodidamente me apaixonando.


Assim que alcancei o elevador, pude ver a porta do escritório de Jace se abrindo, sua cara de surpresa ao ver Camille, e seu olhar buscando-me em minha mesa e em seguida encontrando-me dentro do elevador. Tudo isso aconteceu durante os dez segundos que as portas do elevador demoraram para se fechar.


Assim que cheguei na rua peguei um táxi direto para casa. Maia não estava, e eu fiquei feliz por isso. Precisava de um tempo para processar isso. O que eu ia fazer agora? Não posso me demitir, não depois da Maia dizer aos pais dela que seríamos donas de nossos próprios narizes, então eu precisava manter meu emprego para pagar metade do aluguel.


Certo Clarissa, você pode fazer isso. Só precisa iguinorar qualquer coisa que não seja relacionado ao trabalho.


Meu celular começou a tocar, era ele. Não ia atender, de jeito nenhum. Eu chorei tudo que precisava antes que Maia chegasse, se ela me visse assim tão despedaçada não iria me deixar voltar a trabalhar.


-Amiga, achei que você ainda estaria na empresa. Está doente? - ela correu até mim e pôs sua mão em minha testa.


-Eu precisei sair mais cedo. - respirei fundo e resolvi soltar a bomba de uma vez. -A noiva de Jace apareceu. - seus olhos se arregalaram.


-Porra! Mas que cretino de merda. Aquele desgraçado, mentiroso! Quer saber? Ele não era nem tão gato assim. - ela conseguiu me fazer rir.


-Eu te amo, obrigada. Mas eu descobri que não me importo tanto assim, não vou me importar de vê-lo todos os dias.


-Como assim vê-lo todos os dias? Você não pediu demissão?


-Não! Temos um aluguel para pagar.


-Eu posso dar um jeito amiga, qualquer coisa eu digo aos meus pais que não deu certo… - eu a interrompi.


-Eu posso dar conta, confie em mim.


-Não gosto disso.


-E do que você gosta?


-Bebidas, na boate, hoje. Nós duas precisamos.


-Como assim nós duas? O que houve Maia?


-Simon, ele está apaixonado.


-Pensei que não se importasse.


-Achei que não me importava. Mas é por uma garota linda, bem sucedida, é diretora de alguma coisa em uma empresa grande.


-Qual o nome dela? Talvez eu conheça.


-Isabelle Lightwood.


-Merda, é a irmã de Jace. - Maia arregalou os olhos.


-Me diz que ela é uma megera.


-Na verdade ela é super simpática. - falei em voz baixa.


-Agora é oficial, iremos para a noitada hoje.


Eu disse não, diversas vezes, enfaticamente. Mas como sempre Maia vencia e aqui estou eu, em um vestido dourado curto, sentada em um táxi.


Chegamos a Pink, estava lotado. Fomos direto para o bar e decidimos começar com tequila. Dançamos durante horas e bebemos um drink seguido do outro. Eu me sentia bem, ainda parecia que meu peito tinha sido rasgado e despedaçado, mas eu me sentia confiante para seguir em frente. Como as últimas horas meu celular não parava de tocar, mas dessa vez não era Jace e sim Isabelle.


-Oi. - gritei ao telefone.


-Estou te vendo com sua amiga, posso me juntar a vocês?


-Claro! - minha boca bêbada respondeu antes de meu cérebro.


Isabelle se aproximou e eu fiz as apresentações. O que eu pensei que seria uma saia justa, se tornou uma deliciosa noite entre amigas. Não sei se era o efeito do álcool mas Maia e Izzy se adoraram. Maia confessou tudo a ela, que era ex de Simon, e ficou intrigada com a nova namorada dele, mas que decididamente não gostava dele mais. Isso me deixou imensamente feliz, que só uma de nós sofra por amor.


-Gente eu já vou. - disse Isabelle. - Estou tão bêbada que tive que pedir ao meu irmão para me buscar. - ela disse entre risos e soluços. Meu coração desparou.


-Quem? Alec?


-Claro que não. Ele é certinho demais. Chamei Jace, disse que estava com umas amigas.


-Se importa se eu for embora antes, ele é meu chefe, não quero que me veja assim.


-Claro,vai logo, ele deve estar chegando.


Claro que Maia estava se agarrando com alguém. Ela oficialmente tinha superado Simon. Eu não tinha tempo para esperar, mandaria uma mensagem me explicando.


Sai correndo, não havia nenhum táxi na rua. Pensei em andar algumas quadras, mas estava bêbada demais e acabei caindo no chão. Sinto um corpo vindo de encontro as minhas costas e uma voz grave falou ao meu ouvido.


-Deixa eu te levar para casa docinho. - disse uma voz grave, com um forte hálito de vodka.


-Por favor, me solta. - eu disse o mais firme que podia.


-Eu só quero te fazer bem docinho. - o bêbado insistiu.


-Ela mandou solta-la. - disse uma voz rouca e profunda.


Eu não sabia se me sentia aliviada ou em pânico. Jace arrastou o homem para longe de mim, em seguida me pegou no colo.


-Você está bem?


-Me larga. - eu gritei.


-Está bêbada. Vou te levar para minha casa.


-Não. Vá buscar Isabelle, eu vou pegar um táxi.


-Você estava com ela? Se ela tivesse me dito estaria aqui no início da noite. Passei horas na porta do seu apartamento, pensei que estivesse me ignorando. - ele me desceu de seu colo, encostou sua testa na minha e segurou meu rosto. - Eu amo você.


-Não, você não tem o direito de me dizer isso. - me afastei o máximo que eu pude. - Se você tem o mínimo de respeito por mim, comece a me tratar apenas como sua secretária, porque é isso que eu sou.


-Você precisa me ouvir, eu posso explicar tudo.


-Explicar o quê? Eu fui sua amante, isso me enoja tanto, faz com que eu me sinta suja. Sabe Jace, quando todos em minha pequena cidade Natal descobriram sobre minha gravidez, apontavam para mim como se eu fosse uma vagabunda, por um tempo eu acreditei neles, então eu jurei a mim mesma que nunca mais me sentiria assim. Foi assim que me senti hoje quando descobri sobre sua noiva. - seu rosto perdeu a cor, ele estava prestes a se aproximar de mim de novo, mas Isabelle apareceu.


-Demorou Jace. - ao me ver em lágrimas, ela se apressou ao meu lado. - O que houve querida?


-Um bêbado estava tentando se aproveitar dela. - disse Jace. Isabelle ainda me olhava, esperando que eu confirmasse a história.


-É verdade, foi horrível. - disse a ela.


-Céus querida, não fique assim. Que com que Jace apareceu. A gente te leva para casa.


-Nao precisa, sério.


-Seria um absurdo deixa-la ir sozinha. Você vai conosco. - ele disse firmemente e eu não tinha mais forças para discutir. Não depois de ver Jace mudar comigo em um piscar de olhos, apenas porque alguém apareceu. Aquilo não era amor, e eu vou me convencer de que o que eu sinto também não é.



Na porta do meu prédio Jace pediu para que eu o deixasse subir, para se certificar que cheguei em segurança. Apenas concordei com a cabeça e me despedi de Isabelle.


Assim que entramos no elevador ele me puxou em seus braços.


-Eu amo você Clary, por favor não se sinta mal. Todo o meu ser está comprometido a você, eu quero viver ao seu lado.


-Claro que quer, quando sua noiva e família não estiverem por perto. - seu rosto endureceu.


-Você não entende. Esse noivado não é nada… - o elevador se abre, eu saio e ele vai atrás de mim. -Eu amo você, amo você. Você é a mulher da minha vida, se me ouvir por um segundo…


-Não. Se você não for embora agora, eu conto a todos sobre​ nós. - isso faz com que ele congele. Parte de mim, a maior parte, espera que ele fique, que me explique que nada é mais importante, que ele vai gritar para todos que eu sou dele e me peça perdão pelo tempo que tivemos que nos esconder. Mas isso não acontece. Ele se afasta, eu abro a porta de casa e ele fala atrás de mim.


-Só não pense mal de você, por favor. Os dias que passamos juntos só me fizeram te admirar e te amar ainda mais, você é a mulher mais incrível que eu conheci.


Entrei em casa e fechei a porta. Eu não ia voltar atrás, não por um homem que me esconda, que já tem um compromisso com alguém. Passei o restante dá madrugada aos prantos, logo já era hora de me arrumar e voltar ao encontro de Jace, ou melhor, ir ao encontro do Sr. Herondale, a única coisa que ele seria para mim agora é meu chefe.




Notas Finais


Tá meio paradinho mas o próximo eu agito, okay? Digam se gostaram, bjssss


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...