História Dissensão: As Guardas Vorazes - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Eldarya
Personagens Ezarel, Jamon, Keroshane, Leiftan, Mery, Miiko, Nevra, Valkyon
Tags Ação, Aventura, Diversão, Eldarya, Ezarel, Game, Gravidez, Jogos, Maldição, Milo, Neto, Nevra, Romance
Exibições 26
Palavras 657
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, sejam bem vindos a fanfic!
O começo pode parecer clichê, mas o desenvolver da história nao será igual ao game.
Espero que vocês gostem!
Boa Leitura! ❤

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Dissensão: As Guardas Vorazes - Capítulo 1 - Prólogo

Estava encostada a um tronco de uma árvore tentando buscar palavras para escrever em meu diario, tais palavras que decidiram fugir de forma instantânea de minha mente. Eu nao tinha certeza do que estava fazendo, aquele era para ser um fim de semana diferente, longe da cidade e tudo o que estava me incomodando nos ultimos dias. Meus pais me trouxeram até a praia, devia estar me bronzeado, ou entao nadando, quer dizer, tentando nadar, eu nao conseguia nem fazer isso. 

Ah, enfim, simplismente nao consigo deixar a escrita, mamãe disse que eu tenho chances de ser escritora no futuro e prefiro acreditar que sim, afinal, devo servir para algo. -guardei meu dirario na bolsa já que estava tendo aquilo que as pessoas costumavam chamar de bloqueio criativo. - Levantei-me e comecei a caminhar, felizmente nao estava sob o sol quente -minha pele era muito sensivel a ele- nem sobre alguma especie de areia, nao gostava muito da praia, mas preferi nao contradizer meus pais.

Estava num lugar mais calmo, rodeado por belas palmeiras, uma grama fina estampada ao chao. Quando num jesto curioso deparei-me com um circulo de cogumelos. "Bruxaria!" , diria Becca, minha irmã, ela acreditava bastante em crendiçes. Mas eu nao, até achei aquela cena fofa.

Vagarosamente aproximei-me do círculo, aquilo estava estranho, porém encantador. Coloquei meus pés dentro dele, olhei ao redor para ver se algo acontecia, mas nada. Senti-me confortável o suficiente para deitar-me dentro dele, então vi vagalumes aproximarem-se de mim, levantei minha cabeça olhando ao redor, que tipo de magia era aquela? Porque só podia haver algum tipo de magia para o que estava acontecendo. Os vagalumes vagarosamente se posicionaram ao meu redor, deitei minha cabeça ao chao novamente. O rodear das luzes me deixaram tonta, então minhas pálpebras pesaram e eu me vi obrigada a fechar os olhos. Eu lembro apenas de um bocejar e depois apaguei.

Ao abrir meus olhos acordei com uma claridade imensa em meu ollhar, quando fui me acostumando com aquela luz, logo uma imagem da qual desconhecia veio em minha mente. Onde estava? Nao era mais aquele mesmo cenario. Havia uma espécie de cristal ao centro e janelas de vidro em volta. Levantei-me procurando por alguém, mas não havia nada, nem ninguém. Entao fui atraída pelo brilho do cristal, cheguei o mais perto que pude e tentei tocá-lo, quando uma voz me interrompeu.

-Mas o que você está fazendo?

Quando virei-me para olhar, deparei-me com uma mulher que possuía um rabo de raposa.

Balbuciei, mas nao fui capaz de dizer nada.

-Responda! -tornou a falar, mas num tom mais autivo.

-Eu... Eu só...

-Se afaste do Cristal! -ela acendou uma espécie de fogo azul.

Eu a obedeci.

De repente ela começou a me olhar da cabeça aos pés. Sua expressao de séria mudou para assustada.

-Você, você é uma humana? 

-É... Sou? E o que você é?

-Isso não é da sua conta. -assegurou com desprezo.

-Miko!

Um homem de cabelos loiros e vestimenta estranha apareceu. 

-Quem é ela? -ele pareceu pasmo ao me encarar de repente.

-Leiftan, ela é uma humana! -eu percebi que de um jeito estranho, aquela moça de cabelos longos, ela temia a mim.

Enquanto isso ficava perguntando-me: Onde estou?  E quem são essas pessoas? Mas nao encontrava resposta.

-Como isso pôde acontecer? -o homem loiro parecia bravo.

-Eu nao sei... -a moça pareceu perdida. -Só ha uma explicação para isso!

Eles ficavam discutindo enquanto os observava, parece que eu nem estava ali. Tentava raciocinar cada palavra, aquilo era muito estranho.

-A que se refere, Miko? -perguntou o homem virando-se para ela.

-A profecia, a profecia só pode ser real. -admitiu sem encará-lo, parecia nao ter forças para isso.

Aquele homem, cujo nome achava que era Leiftan como a moça citou, ele virou-se tão rápido e com um furor no olhar que fez eu encolher-me. Estava assustada. Por que discutiam de tal forma? Que profecia era essa? Onde eu estava?...



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