História Dissonância - Undertale - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~cecifrazier

Postado
Categorias Undertale
Personagens Asgore Dreemurr, Chara, Frisk, Toriel
Tags Charisk, Undertale
Exibições 192
Palavras 1.289
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Usagi17 -

Heeeeeeeeeeey~~~~~~~~~~♧

Oi brotinhos de maracujá, aqui está mais um capítulo.
Espero que gostem.
Boa leitura. ❤


cecifrazier -

Alou
Aqui vai mais um capítulo.
Boa leitura. ❤

Capítulo 8 - Capítulo 8 - Conforto


  

Chara sentiu a língua de um deles tocar seu pescoço e deslizar até sua clavícula, o outro deslizou a destra até o sutiã da menina, então apertou seu seio com força, provavelmente encontraria uma marca roxa   no dia seguinte.    

 

Arregalou os olhos e tentou mexer ainda mais o corpo, os outros dois rapazes que estavam ao lado de Malyna soltaram uma risada fraca, então se agacharam em frente a Chara, um deles mordia sua cocha enquanto o outro lambia e chupava seu quadril.   

  

   Ela não conseguia gritar, estava estática, apenas viu Malyna dar as costas e ir embora com suas amigas, apenas ria e corria para a sala.   

  

   Era horrível, cada toque era repugnante, não era como os beijos de Frisk ou seus carinhos, simplesmente sentia nojo, raiva... Sentia as lágrimas desceram pelo seu rosto, mas não conseguia gritar.   

  

—  Ei, vocês aí! —  Escutou alguém gritar, mas não pôde adivinhar quem era, muito menos virar o rosto para ver.   

  

   Os garotos apenas a soltaram e correram para longe, sentiu o corpo ser amparado por mãos gentis, pode ver o rosto do rapaz que tirou as dúvidas de química com ela no dia anterior, mas Chara não disse nada, apenas começou a chorar e abraçar o rapaz que a ajudou.   

  

   O corpo estava cheio de hematomas, se assustava com o pensamento do que poderia acontecer se o rapaz não tivesse chegado, ela não conseguia nem ao menos se mexer.  

  

Jesse era seu nome, ele pegou Chara no colo e resolveu levá-la para a enfermaria. Essa não era a primeira vez que vira Malyna aprontar para outras garotas, mas nunca achou que ela faria algo tão pesado assim.   

  

— Por que está me ajudando? — A garota pergunta com frieza.  

  

— Se isso acontecesse comigo eu gostaria que alguém me ajudasse. — Jesse dá um sorriso gentil para Chara, que no impulso, retribui o sorriso.  

 

Assim que estavam chegando na enfermaria, Frisk andava apressado, provavelmente procurando por sua gatinha.  

  

— Chara! — O moreno correu em direção aos dois. — O que aconteceu?!  

  

— Malyna. — Foi a única coisa que a menina conseguiu responder.  

  

— Se eu não tivesse chegado a tempo, ela poderia ter sido estuprada por dois garotos. — Jesse desce a garota fazendo-a ficar de pé.  

  

— Obrigada. — Ela sorri gentilmente.  

  

Frisk não diz nada, ele não parecia confiar muito no garoto e também não gostou dele tê-la carregado.   

  

— Obrigado. — Frisk fala seriamente e entra na enfermaria com Chara.  

 

Chara não disse nada, apenas olhou uma última vez para o menino e entrou na enfermaria. Logo, a senhora que estava ali cuidou muito bem dela, tratou cada machucado com zelo e ainda murmurava algumas palavras de conforto para a menina.   

  

O mais difícil foi Chara contar a coordenadora e a diretora o que aconteceu, por sorte, os vídeos de segurança mostraram tudo o que ocorreu, fazendo então os homens serem expulsos e Malyna acabou suspensa por um bom tempo.   

  

Toriel e Asgore cuidaram muito bem da filha, a secretaria até mesmo seu a Chara e Frisk alguns dias de "descanso", pois ela não queria ficar longe do irmão, dizia que se sentia protegida. Os pais não falaram nada, esperariam a filha de recuperar para conversar sobre qualquer coisa.   

  

Quando chegaram em casa, a primeira coisa que Chara fez foi jogar aquelas roupas no lixo, cada peça que estava ali, não queria vê-las nunca mais. Tomou um banho demorado, chorou ainda mais no chuveiro e se enrolou em um roupão branco e fofinho, ela contou aos pais sobre quem a salvou, mas que não sabia o nome dele, Asgore disse que chamaria o rapaz para agradece-lo cordialmente assim que o encontrasse.   

  

A garota saiu do banheiro e apertou a faixa do roupão, então quando percebeu que estava sozinha, uma onda de pânico preencheu seu corpo, ela não conseguia se mover, estava congelada de medo.   

  

Se perguntou o motivo de não ter lutado, ela sabia se defender muito bem, podia ter matado cada um deles, mas ficou parada, como uma donzela indefesa que precisou ser salva por um menino de cabelos loiros.   

  

Determinada, ela avançou em passos rápidos até o quarto do irmão, então abriu a porta com velocidade e a fechou. Viu Frisk a olhar preocupado, mas a garota apenas correu até os braços do amado e se permitiu chorar mais um pouco.  

  

Frisk se sentia culpado por não tê-la protegido, sentia culpado por não tê-la salvado quando precisou e odiava vê-la daquele jeito.   

  

Chara era o que mais importava para ele, ela tinha seu coração e ele o dela, não tinha palavras para descrever o quanto a amava e gostaria de sempre estar ao seu lado.  

  

Sem demora, o mais alto a envolveu em um abraço apertado e começou a fazer carinho em seus cabelos.  

  

— Não chore, meu amor. — O garoto sussurrou a fim de acalma-la. — Eu estou aqui agora.  

 

— Promete que nunca vai me deixar sozinha? — Chara falou em meio de soluços.  

 

— Prometo. — Frisk não pensou duas vezes em responder. — Eu te amo, gatinha eu não vou deixar ninguém te machucar.  

 

Dito isso, Chara se aconchegou ainda mais nos braços do irmão e deitaram-se na cama. Ele continuou a brincar com suas madeixas e fazer carinho no rosto da mesma.  

 

— Eu também te amo... — A garota direcionou seu olhar aos olhos azuis de Frisk. — ...amor.  

  

O garoto então selou seus lábios com os dela, depositando ali um beijo suave e gentil. Logo, Chara abriu sua boca e deixou a língua do mais alto adentrar na sua.   

  

Era quente, molhado e... Viciante.   

  

Deixou sua língua acompanhar a dele, fazendo assim, uma 'dança' entre elas.  

  

Logo o corpo de Chara relaxou por completo, aquele sim era o beijo que ela tanto amava, os toques que ela tanto desejava, Frisk era quem conseguia lhe proporcionar absolutamente toda a felicidade do mundo.   

  

Sempre que ouvia ás palavras "eu te amo", não se importava muito, mas quando pronunciadas por Frisk, ela não conseguia sorrir ainda mais, era simplesmente perfeito.   

  

— A única para que tem o direito de me tocar daquele jeito, é você. — Ela murmurou mais para si mesma do que para Frisk, sentiu às mãos do mais alto tocarem seu pescoço e um beijo foi depositado em uma marca roxa em sua clavícula.   

  

Era possível ver a tristeza no olhar do mais alto e por mais que também estivesse assustada e triste com o que aconteceu, não queria ver Frisk assim, ela o amava e tudo o que queria era ver aquele sorriso que anteriormente à deixava irritada, mas agora, trazia apenas felicidade para ela.   

  

— Você é todo meu. — Ela sussurrou, quando Frisk a olhou, Chara arqueou a sobrancelha e encostou os lábios no queixo do irmão. — Eu amo te possuir de vez em quando, lembra?   

  

Ela perguntou na tentativa de vê-lo sorrindo.  

  

O garoto soltou um sorriso fraco, mas sincero.  

  

— Na verdade... — Frisk murmura com uma voz rouca e se posiciona por cima da garota. — Eu que vou te possuir agora.   

  

Chara sentiu seu corpo estremecer e seu coração bater aceleradamente, mas deixou a timidez de lado e puxou a gola da camisa de Frisk, selando seus lábios com os dele.  

  

Eles estavam tão concentrados no que estavam fazendo, que nem ouviram a porta se abrir.  

  

Asgore observou os dois por alguns segundos, estava pronto para tirar a filha dali e brigar com ambos, mas lembrou-se das lágrimas, do choro desesperado da filha quando estava na escola.   

  

O mais velho recuou, então encostou a porta e caminhou até o quarto, se era assim que ela ficava feliz, depois conversaria sobre isso.   

  

O mais velho ouviu um gemido rouco vindo do quarto, foi seguido de um "shiiiu", eles iriam mesmo fazer aquilo? Chara queria que ele fosse o primeiro?  

 

O pai mal sabia, mas para Chara, ele seria o primeiro e o único.  

 

 


Notas Finais


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