História Distance - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Ao no Exorcist
Personagens Personagens Originais, Rin Okumura, Yukio Okumura
Tags Drama, Rinxyukio, Romance, Yukioxrin
Exibições 86
Palavras 1.674
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Foi mal demorar para postar mas estava com preguiça. Pode ter um pouco de omegaverse ( Abo, ou seja , alfa beta e omega , omegaverse é a versão em inglês pelo que entendo)

Capítulo 8 - Quem?


Fanfic / Fanfiction Distance - Capítulo 8 - Quem?

Yukio

- Yukio, nós não te explicamos direito tudo. Sabe como a marca ela serve para saberem que você já tem um companheiro. Sendo assim outro demônio não poderá toma-lo para si.- diz  Sophie

- E por que está me dizendo isso? - digo olhando fixamente para ela - Eu não ficarei com nenhum demônio.

Ela suspira cansada, mas não diz nada e então volta a tagarelar sobre algo aleatório.

'Eu não ficarei com o Rin, mas ela não podia estar se referindo a ele, neh? Aliais por que me disse isso? Será que sabe algo...'

Saio de meus deavaneios quando ela me cutuca com o cotovelo, levo um susto pois a mesma estava de frente para mim. Vejo agora o quanto estava perdido em pensamentos, porque não ouvi ela trazendo a cadeira.

- Yukio, como falaremos com Mephisto sobre o ocorrido? - pergunta como se apenas quisesse saber se falaria na verdade sobre ela e Landrec.

- Não falarei sobre você e eles se essa é a verdadeira pergunta. 

Ela suspira novamente em tom de alivio - Bem, Mephisto sabe que eu estava com um nome falso, mas ainda não podemos confiar em dar uma informação desse porte para ele.

Fico meio cético - Então, por que você contou para mim? Sophie-chan?

- É porque... - não consegue terminar pois seu 'companheiro' a interrompeu.

- Não acho que deveríamos te falar sobre isso ainda. Agora tenho que ir baixinha. - diz por fim dando um beijo em sua bochecha e dando com a mão em sinal de adeus.

- Tchau. - diz ela - Conversaremos mais tarde?

Ele acena e sai para fora da casa em que estávamos, havia se passado praticamente quase um dia do que aconteceu.

- Como vocês conversam?

- Não te falamos? É pela espada, fizemos uma conexão entre esse mundo e o dele. Assim como eu era do fogo agora estou sendo do gelo. Porque um pouco de sua essência está nessa espada.

- E o que acontece se essa espada quebrar?

- Poderia encerrar nossa conexão , mas ele ainda sentiria se estou em perigo por causa da marca.

- Ah,entendi.

- Você tem que ver como ele fica quando está no cio! - diz com uma cara de pervertida que chega a dar um pouco de medo.

Fico com medo de perguntar, mas mesmo assim o faço - C-como assim? - temo sua resposta.

Agora ela volta ao normal para me explicar - Simples, todos os demônios tem um período para acasalar. Quando esse período chega ficam querendo transar com seu companheiro ou alguém aleatório. Para passar esse calor.

Fico de boca aberta sem poder responder - Mas isso pode ocorrer mais para demônios do sexo feminino , masculinos não são muito afetados. E assim elas engravidam em seu período fértil. - faz uma pausa e volta - Não necessariamente apenas nesse período que podem engravidar , mas ocorre mais nesse período.

Ainda sem poder responder ela grita histericamente - Ai meu deus, isso é como nas fanfics de 'ABO'. 

Deixo uma gota cair de minha cabeça sabendo que agora é apenas eu e uma maluca.

~~Distance~~

Deixo um relatório na mesa de Mephisto enquanto Sophie explica toda a situação e que resolvemos os problemas. Mas claro cortando e substituindo partes.

Estou comprando um livro em uma livraria que fica um pouco afastada da universidade. Resolvo comprar alguns livros de medicina.

Pago tudo e saio para voltar, mas já era o entardecer do sol. Então apresso os passos para chegar rápido.

Quando sou abordado por um alguns indivíduos suspeitos, que me levam para um beco escuro com apenas um poste de luz falhando.

Me encostam em uma parede, começo a chuta-los , paro quando me sinto ficar lento e meio cansado. Ouço uma bela voz como uma canção de ninar, me fazendo parar de lutar como se estivesse sendo controlado. 

Um com cabelos pretos e chapéu chega perto de mim , ele era um pouco mais alto que eu.

Encosta se braço junto ao meu pescoço me olhando ameaçadoramente, chega um pouco mais perto lambendo minha orelha. Sinto um arrepio percorrer meu corpo.

Minha respiração estava descompensada, não sei onde está minha sacola com meus livros. Começo a sentir um pouco de desespero.

De repente apago totalmente ainda ouvindo aquela música.

Quando acordo sinto que estou com minhas mãos presas para trás de minhas costas com meus pés também presos em forma sentada.

Retornando aos poucos a consciência, olhando em minha volta quando minha visão se estabiliza, vejo que realmente estou sentando preso em uma cadeira de madeira com correntes ne envolvendo.

Ouço a porta rangindo e sugiro que esta sendo aberta em algum lugar aqui desta sala. Esta meio escuro, vejo um homem se aproximando de mim era o mesmo de cabelos preto e chapéu.

Ele está de terno bem formal com um cigarro no canto da boca.

Se aproxima bem perto de mim erguendo meu queixo mais alto, diz soprando um pouco de fumaça.

- Sabe, não tenho nada contra você, mas me contrataram para brincar com você. 

Com isso retira uma faca de seu bolso, pasando por minha camisa a rasgando colocando-a aberta forçadamente.

- Não sei que tipo de brincadeira estava se referindo , mas vou brincar do meu tipo~~.

Diz cantarolando enquanto solta minhas mãos e pernas em um instante. 

- Também sei que pode engravidar que legal, neh?! Pena que não posso te dar esse prazer de ter um filho meu.

Ele me joga contra uma parede, sei que com essa força não pode ser humano.

'Droga'

Penso amargamente, que maldita sorte eu tenho. Ele vem andando devagar. Puxa um punhado de meus cabelos m forçado a olhar para cima. Sinto que um pouco de sangue escorre pelo canto de minha boca.

Ele então me ergue segurando meu pescoço, começo a sentir a falta de ar tentando em vão tirar sua mão dali.

Solta meu pescoço colocando agora uma de suas enormes mãos sobre as minhas as segurando não tenho forças para lutar.

Estou ainda me recuperando de seu último ataque.

Ele pega de novo sua faca passando pela minha barriga chegando a meu pescoço e então para. Sinto aquela dor passando pelo meu corpo.

Consigo me concentrar em chutar no meio de suas pernas ele me solta assim caiu no chão. Ele me olha furioso após se recuperar.

Penso um pouco e abre um sorriso maldoso. Pega novamente aquela faca, mas agora com um brilho no olhar.

- Pensava em não precisar pegar pesado com você gracinha, pena que você não quis isso. 

Ele enfia a faca em minha mão profundamente em minha mão esquerda. Solto um grunhido que o faz aumentar o sorriso.

Ele a tira da mão para coloca-la novamente lá. Então tira a faca e a joga em algum lugar, ouço ele abrir o zíper da calça, então a abaixa, retirando o resto de sua roupa. Jogando seu chapéu.

Sinto uma coisa dura perto da minha perna, mordo o lábio inferior. Ele rasga toda a minha roupa me deixando completamente sem nada.

Ele me vira colocandando-me de joelhos, pega a cadeira sentando na mesma. 

- Chupe. - diz apontando para seu pênis ereto. Ele era grande com veias pulsantes com um pouco de gozo escorrendo. 

Sinto repulsão, não irei fazer isso.

- Eu disse chupe, sua putinha.

Ele puxa meus cabelos , colocando me de frente para seu pênis. Mordo novamente meu lábio sabendo que se não o fizesse ele poderia fazer algo pior.

Coloco minha boca em volta daquele membro pulsante, ele puxa meus cabelos um pouco mais enfiando seu membro no fundo da minha garganta. Engasgo, querendo tirar aquilo de lá sem poder.

Começo a chupar raspando um pouco meus dentes, ele então rosna puxando meus cabelos fortemente. Estou com lágrimas nos olhos, quero que tudo acabe, que não passe de um pesadelo.

- Use essa sua lingua para algo e cuidado para não raspar seus dentes.

Aceno. Começo a chupar rodando minha lingua por seu membro, depois fazendo vai e vem. Indo para sua glande e voltando.

Ele envolve seus dedos em meu cabelo puxando e dando estocadas em minha boca enquanto geme de prazer.

Ele então solta um ultimo gemido e goza na minha boca. - Engula tudo. - diz tentando estabilizar sua respiração.

Eu engulo então aquela coisa viscosa, ainda com um pouco escorrendo no canto da boca.

Ele me da um tapa em meu rosto, concerteza deixando uma marca vermelha.

- Eu disse para engulir tudo, mas está bom por agora. Vejo que não tem tanta experiência.

Aceno, ele então me vira de bruços, enfiando de uma vez seu membro em mim. Me sinto ser rasgado ao meio.

- Ahn... Você é apertado para uma putinha.

Começa a estocar rápido, não quero isso.

- P-para por f-favor...

Imploro em meio a dor. - Você quer isso não está v-vendo ahnn?

Sinto meu membro ereto, meu corpo está me traindo, eu não quero. Não quero reagir positivamente a isso.

Estou com lágrimas em meus olhos, sinto um soluço engasgado sair de minha boca quando ele acerta minha próstata. Vê então que eu gemo alto com aquele pedaço de prazer e começa e estocar apenas naquele lugar. Enquanto me maturba. Gozo em sua mão, ele não para.

Parece ainda não estar satisfeito logo endureço novamente, ele parte para meu mamilo o apertando duramente. Não consigo não gemer de prazer e dor.

Não tenho mais forças para nada, apenas gemer tanto de dor como de prazer. Não sei nem mais a diferença entre eles com minha mente embaralhada.

Gozo novamente e novamente e de novo e de novo. Sei que ele não se cança e então finalmente goza.

Sai de mim colocando rapidamente suas roupas me deixando ali destruído.

Mas antes de sair diz:

- Nunca mexa com quem não devia.

Olho para ele interrogativamente com meu pequeno fio de consciência.

- Quem sabe talvez, Okumura Rin.

Sinto mais lágrimas.

'O que eu fiz Rin para fazer isso comigo?'

Assim caiu na inconsciência.

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Explicação : parece um pouco com ABO, mas não tem alfas , betas , omegas. Não terá outros do sexo masculino engravidando , mas não sei futuramente. Não sera aquele tipo de cio ok? Eu posso ter exagerado ou não decidam e me digam o que acham!


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