História Distance - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
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Palavras 1.457
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


vorteiiii, sei que esta uma bosta mais eu me esforço para conseguir sair alguma coisa
nem que fosse um palavra ja e um começo.
espero que gostem.

Capítulo 3 - Os sinos tocam.


Fanfic / Fanfiction Distance - Capítulo 3 - Os sinos tocam.

[segunda- feira, 10h30min 20 de fevereiro de 2016]

 

— E serio? — Surpreendeu-se. Seu queixo fora a despencar-se de seus lábios para abater o pescoço. — Você gosta dele?

A ruiva revirou os olhos, com sua pele ruborizada, permitiu-se se envergonhar, ao ouvir o som ser tão vibrante em seus ouvidos.

— Se eu lhe dissesse que eu não sentiria nada por ele, estaria mentindo drasticamente. — A ruiva fitou-o com seu peso empregado na parede, contudo, as vibrações do garoto, sua voz direcionada a uma garota que estava à mercê de seus comandos.

— Isso e realmente um empecilho. — Ela murmura contragosto percebendo o olhar lamentável da ruiva, perdida em seus devaneios. — Estais me escutando? — Apertou a clavícula da ruiva, que exprimiu um grito de susto.

— Perdoe-me, mas eu não presto atenção em nada no momento. — Inclina-se recebendo a visão do garoto, que percebeste que fora embora. — Foi-se embora. — Desanimou-se.

A azulada Fitou-a seus orbes pretos encontravam-se perdidos, sua expressão neutra que não demonstrava-se reações. Sentir algo como um bater de asas em seu coração, pulsando tão ligeiramente que nem senti-lo ela conseguia, Era sem duvidas pior que sentir-se esfaqueada.

— Imprescindível. — Ela resmunga, seus orbes fitam a loira que acabara de sair de sua aula. — Lucy!

A loira entorpecida pela povoação do refeitório. Fita os cantos falhando em encontrar a voz conhecida. Bambaleia para o canto, recomprando a consciência.

— Desculpe-me eu pedir-me nesta povoação. — Ela recolhe o olhar entorpecido. A ruiva com diligencia, em um ato pega a lata acima da mesa. — E...

A azulada nega, permitindo-se repelir toda e quaisquer pergunta que fora em relação à ruiva.

— Nem pergunte-me, ela esta assim desde que me constaste uma historia bombástica. — Fitou a loira nos olhos, a garota pressionou seus olhos e Levy entendia aquilo; ela queria saber. — Que acontece? — Ela sorri, não lhe daria as respostas diretas.

— Diga-me. — Ela disse, pressionando os lábios desta vez.

— Viste o novo professor? Ele e realmente depressível, seu ego e nojento. — Ela muda ao assunto, provocando a loira que refez um bico. — Bem, todos tem o mesmo gênero. Cadê o algodão doce?

O som de seu descontentamento desfere um puxão da camisa da azulada, que a loira segurou com as pontas dos dedos que avermelharam-se.

— Levy.

Ela da um meio sorriso.

— Desculpe-me. Eu realmente não resistir. — Lucy aperta os dedos em volta das orelhas da garota, que desfaz um grunhido. — A erza esta perfeitamente melosa e isto não e de sua natureza, e depois de algumas investigações...

— Direto ao ponto. — Ela pede.

— Esta apaixonada pelo jellal Fernandes do ultimo ano. — A loira destrava uma expressão assustada e severamente sem reação, a pequena assentiu. — Estive na mesma situação.

— E olha, eu posso ouvir vocês. — Ela rosna. — Estou do lado de vocês!

— Tanto faz a merda ainda esta feita. — A pequena profere com audácia e raiva, para si era como uma traição apaixona-se por alguém que sabes que não ira lhe retribuir.

— Não e culpa minha! Eu não optei por amar um idiota. — Ela abaixa o tom, conforme seu instituo a induz a fugir do assunto.

A pequena de pequenos cabelos ondulados e azuis cor dos céus, arqueia a sobrancelha em sua postura rígida que aprendes-te com a ruiva em seus sermões.

— Isso e verdade, se crés que não obtiverá opção quem nos somos para lhe acusar disso? — A loira que acabas de sair de seus devaneios chocados, sorri docemente para a ruiva a consolando. — Se queres saber não lhe condeno por gosta de alguém assim, só creio eu que eres péssima em escolher e por esses e outros motivos que não permito de maneira alguma que tu escolhas minhas roupas. — A ruiva estreita o olhar. — Mas se ele lhe faz bem. Eu estou muito feliz por ti e lhe ajudarei nisso.

— Obrigado, Lucy. — Ela da um sorriso adocicado e regressa seu olhar para a pequena que aparentemente esta borbulhando de raiva.

— Não acredito que estais dando corda pra isso. — Balbucia com a afiação de uma lamina. — Isto e apenas um efêmero não tem nenhuma importância quando isto acabar?

— Não e um efêmero, e algo duradouro não eres tão fácil de sair com apenas um sopro de mentiras. — Ela inspira o ar, como se suas palavras foram apreensivas. — Compreendo seu desgosto, mas não eres sua decisão se ela deveria desistir ou insistir.

Calou-se, sua mente compreendia que estava sem recurso para debater, mas seu peito ardia como brasa em saber que presenciava abominável sentimento.

— E respondendo sobre o natsu que temas em chama-lo dos piores nomes do mundo. — Levy deu uma larga risada, seus nomes improvisados a deixavam mais instigada a realizar outros piores. — Ele esta com Gray e seu lindo moreno de cabelos de mulher.

— Não começa! — Berrou, cutucou os braços para conforta seu estado. — Ele e homem! Só apenas não corta o cabelo.

— Ah, mas será que ele realmente e homem? Ouvir falar de transgênero? — Erza balbucia, provocando a pequena que manteve seu olhar serio. — Ele pode identificar-se como homem, mas nasceu mulher.

— E verdade! — Lucy da uma erguida em seu tronco, formulando palavras de cama para a pequena. — Aprecio pessoas assim, que isto es algo muito raro. — Ela fita a garota. — Mas não significa que ele pode ser.

— Ainda tenho minhas duvidas. — implicou, mas acabou por perde o senso. — Ele e alguém normal que não corta o cabelo, com certeza devem ser de família.

Levy despenca da cadeira, optando por fugir do assunto indesejável pelo seu corpo. Em pensar que elas seriam tão cruéis comigo. Isso não chega nem perto.

*Trin* Ouve-se o som das baladas mais agonizantes, o som do desespero montado no medo, o momento decisivo do lazer para o terro.

— Puff. Era isso que eu queria que acontecesse. — A ruiva murmura com raiva. — Por que meu azar nestas horas imprestáveis da minha existência não me atinge?

— Se funciona-se assim eu não poderia nem pisar no chão de casa. —  A loira levanta seu dedo e direciona a saída. — Podia aparecer um dos meus familiares dizendo que preciso descansar para algum exame.

— Podia aparecer a morte pedindo para levar-me num passeio pelo mundo dos mortos e volta-se na calada da noite.

Seus corpos automaticamente direcionaram-se a porta do inferno sem direito a voltar.

 

[*]

 

— Quem e aquela garota? — Perguntou o moreno de longos cabelos pretos e com um sorriso abalador. — E ela esta olhando para nos?

— Lhe desafio a pegar a garota em dois dias. — Gray o garoto de cabelos curtos e pretos com olhar mais obscuros que a noite, sorria com malicia.

— Não provoca-me, posso completa-lo em menos de dois dias. — Seus lábios batem nos dentes incitando o garoto a lhe instigar a aceitar.

— Vocês estão falando da ruiva de olhos verdes? — Natsu escolheu bem as palavras e as formulou com um cuidado de uma navalha. Os garotos assentiram manuseando o olhar curioso.  — E a Bianca, eu fiquei com elas algumas vezes.

— Como!? — Todos berraram, assustando a si e o rosado que acelerou o coração em êxtase. — Nos conte isso direito!

O som dos passos do professor adentrar a sala turbulenta, fora uma desculpa bem convincente para o rosado escapar do argumento. Droga dei mole, se eles falarem para a Lucy que eu fiquei com a pior amiga dela ela ira me comer frito e mal passado.

[*]

 

— Como foram suas aulas? — O rosado pergunta, quebrando o silencio agonizante do percurso ate suas casas.

 A garota parecia pensar no que dizer, repensava varias e varias vezes antes de respondê-lo, sentira sua vontade de conversa com eu melhor amigo, mas sua raiva e tolerância sobre terem brigado ainda tinha fragmentos.

— Desculpa. — Foi o que saiu dos lábios secos do garoto. — Não deveria ter lhe deixado durante as férias, se pelo menos tivesse lhe dito sobre as aulas não estaríamos assim.

A garota assustada coma desistência do rosado, procura barrar um sorriso de convencida dos lábios. Sempre da certo.

— Eu também lhe devo desculpas, mas eu não tenho que dizer para você agora. — Ela sorri, e agarra a mão quente e confortante do rosado. — Comemorar e a primeira etapa.

— E?

— E lhe contarei sobre meus novos “crush” e o Sting pediu-me em namoro na frente de todo mundo da sala.

Natsu deu uma pequena hesitada, mas logo prosseguiu a ouvindo.

— Ele tomou atitude? Estávamos esperando isso há dois anos e logo hoje ele decidi de pedir? — Desconfiou, seu instinto dizia que havia algo de errado. — Algo de errado não esta certo. — Ele murmura.

— Não agora, seus ciúmes de amigo não vá a estragar meu momento perfeito. — Ela agarra com força a mão do rosado soltando um grito de felicidade. — Estou namorando!

O rosado da um meio sorriso, por mais que lhe achasse estranho não deveria machucar sua melhor amiga com desconfianças sem provas.

Felicidades para você.

 

Proximo capitulo: as batidas da metade de um coração.


Notas Finais


pessosooooas diga-me o que acharam para poder melhor.


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