História District of Broken Hope - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias One Piece
Personagens Brook, Donquixote Doflamingo, Donquixote Rosinante "Corazón", Franky, Monkey D. Luffy, Nami, Nico Robin, Portgas D. Ace, Roronoa Zoro, Sabo, Sanji, Shanks, Tony Tony Chopper, Trafalgar D. Water Law, Usopp
Tags Lawlu, Lulaw, One Piece, Romance, Universo Alternativo, Zosan
Exibições 68
Palavras 1.387
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Acho que demorei menos dessa vez. k
Espero que gostem! ♥

Capítulo 3 - Sobre um Marimo e um Cozinheiro Idiotas e Bravos Guerreiros


Fanfic / Fanfiction District of Broken Hope - Capítulo 3 - Sobre um Marimo e um Cozinheiro Idiotas e Bravos Guerreiros

- Um tartelete de uva para a bela senhorita – o garçom disse ao colocar seu pedido com cuidado a frente de Sugar, fazendo-a sorrir e com que sua pele se avermelhasse.

Ele deixou o pedido de Trebol com elegante descaso, e saiu com um sorriso final em sua direção, deixando-a ainda mais feliz.

- Nhe, eu não ficaria assim tão feliz, Sugar. Ninguém elogiaria de verdade uma garota esquisita como você.

A expressão da garota tornou-se fria – Idiota. Morra.

- Behehehehe!

- Morra – repetiu, fazendo-o rir de novo. Os dois continuaram nessa discussão por alguns instantes, até ela distrair-se com sua comida, voltando a sorrir logo que o fez.

xXx

Faltava pouco para Sanji sair quando seu celular vibrou, chamando sua atenção. Pegou-o para ver que Zoro havia mandado uma mensagem e franziu o cenho. Era raro que o marimo o contatasse no trabalho, então se preocupou. Mas logo sorriu ao ver que ele apenas dizia que o esperava fora do baratie.

Caso alguém lhe perguntasse ele negaria, mas após ler o recado atendeu os últimos clientes com um sorriso mais brilhante que de costume. Especialmente uma bela garotinha de cabelos esverdeados que lhe lembrava levemente do homem que o aguardava fora dali.

Saiu rapidamente assim que teve a chance, ignorando os comentários de Zeff sobre sua pressa, sem perder o carinho em seu semblante. Encontrou Zoro encostado próximo a saída do restaurante, sorrindo presunçoso.

- Ai está você, ero cook.

- Qual é a graça, marimo de merda? – questionou e recebeu apenas uma sobrancelha arqueada como resposta - Que tipo de resposta é essa? Quer brigar?

 Por um momento pareceu que ele diria sim, porém em vez disso ele murmurou algo como “nah” ao sacudir a cabeça negativamente e aproximou-se do chef, roubando um beijo antes que ele pudesse reagir.

- Eu prefiro fazer isso – declarou ao separar-se do loiro, que espelhava o tom avermelhado que possuía em suas bochechas.

Passaram alguns momentos em silencio depois disso, nos quais Sanji começou a caminhar para longe do estabelecimento, tomando a liderança sem confiar no sentido de direção do outro sem se importar com quantas vezes ele já havia feito aquele trajeto.

- Eu continuo impressionado que você chegou aqui.

- Haha, você nunca se cansa de falar disso?

- Não, porque seu senso de direção é péssimo e você sabe.

- Não é.

- Claro, continue se dizendo isso – rolou os olhos.

- Calado, cozinheiro de merda.

- Cabeça de musgo.

- Sobrancelhudo.

Os dois brigaram por algum tempo, sentindo-se à vontade com a situação tão recorrente e pararam tão normalmente quanto começaram, confortáveis, mudando de tópico.

 - Como foi seu dia?

- O mesmo de sempre no dojo. Depois saí com o Luffy e com o Usopp. – encolheu os ombros – Eu estava com eles até pouco tempo, mas os dispensei antes de vir pra cá, trazer o Luffy até um restaurante pra não comer nada não parece algo que daria certo.

- Suponho que você não disse que vinha pra cá?

- É – assentiu – Eu disse que iria pra casa dormir e que você não estaria lá quando eles pensaram em vir junto. Eles acabaram desistindo depois de algum tempo.

Em resposta o cozinheiro riu e murmurou algo que soava como “aqueles idiotas...”

- E o seu dia?

- As coisas foram bem normais no restaurante. Tinham várias belas damas – suspirou sonhadoramente.

- Pervertido. É por isso que você estava com aquele sorriso mais cedo?

- Não era nada disso, seu idiota – chutou-o, ofendido. Não fora um golpe forte, mas era o suficiente para envolverem-se em mais uma pequena briga.

- Eu só estava feliz – comentou após ambos se recomporem e continuou contando sobre seu dia, as amáveis clientes, os irritantes chefs.

- Ah, tinha uma garota com cabelos verdes hoje. Uma das últimas clientes que atendi. É incrível como algo pode ficar tão adorável em uma amável lady e ser tão patético em você.

- Isso é só porque você é um tarado.

- Eu não sou! E eu não disse isso assim marimo de merda,era uma criança e não ouse sugerir isso!

- Eu não ia, cozinheiro idiota.

- Hmp - resmungou, caindo num silêncio estranho por algum tempo enquanto o outro esperava que ele voltasse a falar.

- Isso... Não é muito normal, sabe? Então acabei pensando em como seria... - disse, corado e com um pouco de receio.

Zoro não precisava que ele terminasse pra entender -  Hm, seria - concordou.

Não costumavam falar sobre esse tipo de coisa. Não costumavam falar muito como um todo na verdade. Quando se conheceram tudo que faziam era brigar e mesmo que isso tenha mudado e já estivessem juntos há um ano ainda tinham algumas coisas das quais nãos costumavam conversar. Não era ruim quebrar algumas dessas barreiras de vez em quando e por mais que Zoro achasse que ainda era cedo para pensarem em certas coisas como o que havia ficado implícito nessa breve interação, era bom, principalmente quando isso fazia Sanji feliz.

Mudaram de tópico e em pouco tempo sua conversa caiu em um ritmo confortável, com Zoro seguindo o loiro em silêncio enquanto ele falava animadamente, comentando vez ou outra. Quando perceberam já estavam em frente ao prédio em que moravam.

Fizeram o caminho para seu apartamento e somente quando os dois estavam lá dentro que Zoro quebrou esse padrão, chamando “Sanji” baixo e suave.

O cozinheiro virou-se para seu namorado que se encontrava consideravelmente mais perto e teve pouco tempo para processar o que estava acontecendo antes de ter seus lábios roubados mais uma vez. Relaxou o beijo assim que a surpresa passou, aprofundando o contato. Uma mão do espadachim foi até seu rosto, acariciando sua bochecha e a outra para o seu pescoço, dedos brincando um pouco com o fim de seu cabelo. Moveu suas mãos para a cintura deste, trazendo-o para mais perto.

Demoraram a se separar, mantendo-se perto mesmo quando o fizeram, olhos fixados um no outro.

- Pra que foi isso? – questionou, respiração um pouco descompassada.

Ele deu de ombros – Eu só quis.

Balançou a cabeça, sorrindo - Marimo estúpido.

- Cozinheiro pervertido.

xXx

- E então eu, Usopp-sama, derrotei todos os inimigos com um tiro preciso e certeiro e salvei a vida dos meus pobres companheiros, Zoro e Luffy, que não conseguiram fazer nada perante a eles.

- Parece ter sido realmente incrível - Kaya sorriu.

Ele assentiu vigorosamente - Nada menos que o esperado de um bravo guerreiro como eu.

- Claro que sim -  concordou

- E como vão as coisas na faculdade?

- Vão bem. Logo vou virar uma medica e vou poder te consertar depois das suas grandes batalhas.

- Hehe, não precisa se preocupar com o grande Usopp-sama, os meus inimigos é quem precisarão de cuidados.

-  É verdade, eles certamente estado num estado  pior  depois que você e seus 8000 homens acabarem com eles.

- Uhum.

Os dois riram da referencia a antiga historia que ele costumava contar a ela quando eram criança, onde gabava-se de seus vários homens e de sua coragem como um grande guerreiro do mar.

A partir daí passaram por vários tópicos, misturando a realidade com a fantasia como sempre fizeram. Isso era uma das coisas que Usopp mais gostava em Kaya, sua facilidade de interagir com suas histórias e viajar pelo mesmo mundo de imaginação que ele. Era como se estivessem na mesma sintonia, o que por muito tempo fez com que gostasse dela, embora agora a visse mais como uma irmã.

- Você precisa tomar cuidado com essas coisas estranhas que estão acontecendo  -  disse após contar a ela sobre o estranho assassinato do qual havia ouvido outro dia.

- Eu vou, pode deixar, mas isso parece uma coisa de uma das suas histórias, tem certeza que é verdade?

- Sim! Eu tenho fontes confiáveis.

Ela franziu o cenho, duvidosa -  Tem?

- Você dúvida de mim e dos meus homens?! - levou uma mão ao peito, ultrajado - A Nami me contou.

- Nami, é?

- De novo isso? - corou.

- Você adora ela!

- Claro que não! N-n-nós somos só amigos...

- Mentiroso! Você vai acabar sujando a reputação dos seus 8000 homens com essas suas mentiras! - brincou, claramente se divertindo com a vergonha dele.

- Idiota - exclamou, rindo.


Notas Finais


Quem chegou até aqui, obrigada por ler!
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