História Ditado Popular - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Ditado Popular, Jungkook Chatinho, Quase Jihope, Taehyung, Taehyung Naja, Taekook, Yoonmin
Exibições 486
Palavras 2.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


bem que podia sair att hoje né oooPAAAAAAAAA
gente me perdoa mesmo por demorar tanto :( desculpa os vacilo. MAS ENFIM AQUI ESTAMOS NÓS COM AS AVENTURAS DE TAEHYUNG NAJA E MÃE DO TAEHYUNG MAIS NAJA AINDA. Ignorem qualquer erro e boa leitura :D

Capítulo 11 - Casarás e amansarás


{◦•◦}

 

 Demorei alguns segundos para conseguir raciocinar direito e lembrei que era domingo. Lembrei também que amanhã tinha aula, e que ia me foder de novo por não ter feito a tarefa de ciências - que havia sido passada há quase três semanas.

 

 Então, depois de levantar e descer as escadas com Jungkook - pronto para receber algum sermão ou algo do tipo -, me deparei apenas com Haeun e Hyunwoo assistindo televisão, os dois debaixo de um cobertor cor-de-rosa e vidrados na tela.

 

 Nem sinal da mamãe.

 

 - Se você for perguntar, hyung, mamãe saiu bem cedo e não voltou até agora - tomei um susto com meu irmão falando sem sequer ter me visto.

 

 - Como você sabia que eu ia perguntar isso? - bufei, indo para a cozinha - Aliás, como sabia que eu estava aqui?

 

 - É que você é gordo, consegui ouvir seus passos da escada - desvencilhou-se do cobertor para sorrir para mim - E você também é o mais desinformado da casa.

 

 - Não precisa jogar na minha cara, Hyunwoo - resmunguei, puxando uma cadeira para me sentar, e Jungkook fez o mesmo - Eu sei, eu sou tudo isso e muito mais, mas pode ficar aí com a Dora, tá?

 

 Meu irmão apenas riu e voltou a atenção à Dora  Aventureira. Haeun pareceu não ter ouvido uma palavra sequer da nossa discussão, e não tirava os olhos do desenho em momento algum.

 

 Acho que ela se recusa a crescer.

 

 O melhor disso tudo é que Hyunwoo cuida dela por mim. Mesmo que me doa o coração, nem ferrando que eu assistiria Dora com minha irmã mais nova. Tá certo que eu adoro animações e essas coisas, mas Dora Aventureira já é apelação.

 

 E o raposo me dá medo.

 

 Além disso, eu duvido que meus irmãos estejam aprendendo inglês com ela. Acho que eles só assistem porque não tem mais nada para assistir, mesmo.

 

 - Eu não sei se vou conseguir me acostumar com essa família - Jungkook disse, rindo baixinho e se sentando na cadeira ao meu lado.

 

 - Você se acostuma, sim. Eu já me acostumei, então você consegue também.

 

 Ele deu de ombros e concordou. Então, todos nós nos assustamos e demos um grito em uníssono quando a porta abriu de uma vez, revelando uma mulher encharcada da cabeça aos pés e que, um dia, acreditei ser minha mãe.

 

 Haeun e Hyunwoo saíram correndo do sofá e subiram as escadas com pressa, gritando feito loucos e deixando a Dora falando sozinha. Jungkook parou de berrar e começou a rir, enquanto eu quase me enfiava debaixo da mesa. O ser estranho se aproximava de nós, soltando fogo pelas ventas.

 

 - Taehyung! - tremi da cabeça aos pés. Como aquilo sabia meu nome? - Você roubou o Jungkook sem ao menos pegar a mochila dele? Como diabos ele vai pra aula amanhã?

 

 E foi aí que eu reconheci e voz da mamãe. Ela estava me dando uma bronca por ter esquecido de pegar a mochila e os materiais escolares dele. Enquanto eu levava sermão, Jungkook ainda ria e batia a mão na mesa, sem fôlego.

 

 Depois, descobri que a senhora Jeon tinha empurrado a mochila nela - mamãe diz que pediu educadamente, mas como ela reagiu desse jeito, ela começou a ficar irritada. Ela começou a brigar com a mãe do Jungkook. A senhora Jeon sumiu para dentro da casa e jogou um balde d'água nela.

 

 Ela ficava mais e mais brava ao contar os detalhes da cena, e nem se importou com o filho da mulher bem ali ouvindo os xingamentos e as pragas que jogava nela. Mas Jungkook parecia nem ligar - e aposto que ele estava se segurando para não se juntar a ela e xingar a mãe -, e só conseguia rir.

 

 Eu ainda estava debaixo da mesa, com medo daquela criatura raivosa e que só sabia falar cuspindo as palavras com desgosto.

 

 Depois de me levantar e de mandar minha mãe trocar a roupa molhada, percebi que ela tinha trazido a mochila do Jungkook intacta. Não tinha nem um pingo d'água nela, o que era estranho. Eu acho que a senhora Jeon primeiro jogou a água e depois entregou a mochila, vai entender.

 

 - Eu queria dizer obrigado, mas acho que ela pode arrancar um pedaço da minha cara - o moreno disse, se levantando da mesa da cozinha e migrando até o sofá, deitando-se no cobertor cor-de-rosa dos meus irmãos.

 

 - Eu também acho. Ah, mas a senhora mamãe não vai escapar de me dar umas explicações...

 

 E ela escapou. Um ''eu fui buscar porque eu me importo com Jungkook e você não'' foi o bastante para me calar. Eu acho que ela guardou essa cena com a mãe do Jungkook na mente dela, bem marcada mesmo. Talvez ela jogue isso na cara de alguém no futuro.

 

 Mamãe ficou emburrada e só falou comigo de novo quando nos chamou para almoçar.

 

 {◦•◦}

 

 De tarde, recebi uma ligação do Jimin. Hesitei antes de atender, porque ainda estava um pouco puto com ele, vocês sabem. Mas resolvi atender, já que minha mãe gritou dizendo que meu toque era enjoado e que deveria ou atender ou desligar logo.

 

 - Fala, filho de satã.

 

 - Me respeita, Taehyung - disse, irritado - Eu ia te chamar para um dia divertido entre amiguinhos, mas você não tá merecendo.

 

 - Tá. Tchau.

 

 - Eu tava blefando - disse antes que eu pudesse desligar, num tom de voz de derrota - Seokjin me chamou para passar um dia no shopping com ele e o namorado, e disse que eu podia te chamar. Não sei como ele conseguiu gostar de você.

 

 - Seokjin? - meus olhos brilharam na hora. Eu adorava o primo do Jimin, e tento até hoje descobrir como os dois são parentes - Tudo bem, eu vou.

 

 Eu já estou enjoado daquele shopping, mas eu não podia deixar essa chance passar. Seokjin era mais velho, mais experiente, mais educado, mais tudo. Queria ser, sei lá, filho dele. Ou irmão. Mas não, a vida vai lá e bota ele na família do Jimin e não na minha.

 

 Mas tudo bem, eu vou conseguir lidar com isso. E também estou ansioso para conhecer o namorado dele.

 

 - Legal. Aparece lá tipo umas três horas.

 

 - Mas já são duas e meia.

 

 - Então apressa, meu filho. Tchau.

 

 - Tchau...

 

 E desligou.

 

 - Jungkook, quer ir ao shopping?  - claro que a primeira reação que eu tive foi chamá-lo.

 

 - Só nós dois? - sorriu.

 

 - Ah... Não. Jimin e o primo dele vão também.

 

 - Entendi... - seu sorriso morreu na hora - Pode ir sem mim, hyung. Bom passeio.

 

 E eu fiquei com cara de tacho.

 

 - Por que você não quer ir?

 

 - Porque eu não gosto do Jimin.

 

 - Nem eu, mas eu relevo isso. E vocês são bem grudados, isso é sandice.

 

 - Ah, mas ele vem te decepcionando tanto - olhou para o chão - Eu não gosto de te ver chateado, então...

 

 - Mas ficar puto com o Jimin é normal pra mim. Vai lá, se arruma.

 

 - Taehyung, eu não vou. Por favor, não insista.

 

 Óbvio que eu insisti. E me arrependi, porque ele ficou bravo e se enfiou debaixo da coberta rosa que ainda estava no sofá - e que ninguém tinha força de vontade para tirar de lá. Desistente, tomei banho e botei a costumeira roupa despojada estilo Taehyung.

 

 E também tive que ir a pé, porque estava todo mundo puto naquela casa e minha mãe não quis me levar de carro.

 

 {◦•◦}

 

 Quando cheguei, estava suado e ofegante. Eu não sou muito de esportes mas também não sou tão sedentário assim, então eu normalmente devia aguentar caminhadas curtas como essa, mas eu estou totalmente esgotado.

 

 Avistei Jimin com o primo dele e um cara nem tão desconhecido assim na praça de alimentação, e corri até eles.

 

 - Finalmente, né? O pneu do carro furou, foi?

 

 - Eu não vim de carro - puxei uma cadeira para me sentar junto a eles, parando para tomar fôlego - Minha mãe não quis me trazer.

 

 - É bom te ver, Taehyung - ouvi a voz dócil de Seokjin me chamando e levantei o olhar para ele, sorrindo - Esse é Namjoon - apontou para o garoto ao seu lado, que também sorria.

 

 - Eu sei, eu conheço ele.

 

 Jimin e Seokjin ficaram chocados. Mas eu realmente o conhecia, eu até tinha o número dele. É filho de uma amiga da minha mãe, que descobri que estava fazendo faculdade de filosofia. Então, pedi ajuda com as tarefas dessa matéria - a minha nota anual em filosofia é alta graças a esse ser humano maravilhoso que Deus jogou na minha vida.

 

 Mesmo não tendo tanta intimidade assim, me limitei a apertar sua mão e cumprimentá-lo amavelmente. Então, Jimin me deu uma cotovelada e perguntou de onde eu tinha tirado tanta educação.

 

 - Do mesmo lugar onde você guardou a sua inteligência.

 

 Todos riram, menos ele. Jimin ficou emburrado e se escondeu atrás do sundae gigante de sorvete de chocolate, e agora eu tinha deixado mais uma pessoa puta da vida comigo. Resolvi só ignorar - já que ele não valia a pena - e chamei o garçom bonitinho que tinha cabelo cor-de-rosa.

 

 - Fala aí, gordo - puxou um bloquinho e uma caneta - O que vai ser?

 

 - Que linda a maneira que você trata o seu amigo - revirei os olhos.

 

 - Vai se ferrar, cara. Só pede logo.

 

 Yoongi era meu melhor amigo do segundo ano, até ele largar os estudos e virar um empregado do shopping. Eu sempre o via quando vinha aqui, mas é raro manter um diálogo firme e normal com ele sem acabar levando patada ou sermão.

 

 - Milk-shake.

 

 - Menta?

 

 - Menta.

 

 - Tá.

 

 Saiu, guardando o bloco e passando as mãos no cabelo, contornando as mesas esparramadas e passando pelo balcão, depois sumindo para dentro do estabelecimento que um dia ele disse ser um frigorífico de gente morta pra me dar medo - mas depois descobri que era só o lugar onde eles preparavam os sorvetes.

 

 E só depois eu fui ver o Jimin olhando pra bunda dele que nem eu olhei para a do Jungkook outro dia.

 

 Foi minha vez de dar uma cotovelada nele.

 

 - Oferece um copo d'água pra ele, vai.

 

 - Kim Taehyung, eu te odeio por nunca ter me apresentado a esse menino.

 

 - Se ele te conhecesse ia querer se jogar de um prédio.

 

 Permaneceu em silêncio, enfiando a colher no sorvete e levando até a boca com raiva.

 

 Seokjin conversava com Namjoon usando palavras difíceis e algumas que eu nunca ouvi na minha vida. Eles pareciam se gostar de verdade, e eu fiquei com uma certa inveja. Queria ser o Namjoon.

 

 Tá certo que eu tenho o Jungkook e não o trocaria por nada, mas puta que pariu. É Kim Seokjin, cara. Deus deve ter usado todo o estoque de perfeição quando foi criar ele.

 

 Yoongi voltou dentro de alguns minutos com o milk-shake, e depois anotou alguma coisa numa folha do bloquinho, arrancou-a e entregou para Jimin. Não me importei com o assanhamento dos dois e levei o canudo até a boca, quase cuspindo quando Jimin virou o papel para me mostrar o que ele tinha escrito:

 

 Você pareceu gostar  da minha bunda. Estamos quites, eu gostei das suas bochechas. Me liga.

 

 E o número do telefone dele estava logo abaixo.

 

 Jimin estava vermelho que nem uma pimenta, e nós rimos dele. Parece que alguém tinha, finalmente, fisgado esse baiacu.


Notas Finais


SERÁ MESMO HEIN
SOCORRO EU TÔ RINDO.


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