História Divergente - All For You - Capítulo 6


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Categorias Divergente
Personagens Beatrice "Tris" Prior, Christina, Ezekiel "Zeke" Pedrad, Lynn, Tobias "Quatro" Eaton
Tags Acidente Fatal, Casal, Termino, Traição
Visualizações 121
Palavras 1.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Relacionamento Maduro


Tobias

Como de costume, sentei na grama do Campus para esperar a saída de Beatrice de uma de suas aulas. Iria seqüestrar ela para mim pela noite inteira, justamente para que Christina e Cia, não segurasse ela em algum canto e a impedisse de sair para ficar comigo.

Havia a pouco enviado à ela uma mensagem, avisando-a de que eu estaria a sua espera e recebi uma mensagem caloroso e de tirar o fôlego. Minha menina mulher estava me deixando a cada dia mais viciado nela. Tanto no cheiro, como no toque, como na voz e no sexo.

Ela era mil e uma.

- Olá...

Olhei para cima, observando a pessoa que estava em pé próximo a mim. Sorri simpático para ela, que não tardou a retribuir.

- Posso me sentar aqui com você? – Perguntou, apontando o chão ao meu lado. Assenti, uma vez que Tris estava satisfeita em fazer amizade com a garota desconhecida, não havia por que eu a destratá-la ou ignorá-la, como eu fazia constantemente com Christina, quando ela dava uma de maluca.

- Sente ai. – Gesticulei a ela, que rapidamente se acomodou ao meu lado, mantendo uma certa distância de mim.

- Aonde esta sua namorada? – Perguntou jogando seu cabelo comprido para o lado. – Geralmente sempre que encontro vocês dois, é em situações inusitadas. – Sorriu para mim, e eu acabei sorrindo também.

- Tris esta na sala de aula. Estou esperando ela sair.

- Será que ela vai se importar de me ver aqui sentada com você? – Olhei para a garota com o cenho enrugado, sem entender muito bem o motivo daquela pergunta, mas Tris e eu tínhamos um trato de nunca haver ciúmes sem uma conversa sobre algo que nos incomoda. Ela nunca me dera motivos para ficar enciumado, nem mesmo quando eu já morava aqui e ela na nossa antiga cidade. E o mesmo acontecia a ela. – Desculpa a pergunta... – Voltou a falar. – É porque tem meninas que se sentem acuadas quando vêem os namorados acompanhados de outras.

- Não se preocupe com Tris em relação a isso. – Comecei a dizer. – Eu e ela temos um trata sobre essa coisa de ciúmes. Prometemos nunca brigar por motivos desnecessários. – Expliquei.

- Relacionamento maduro. – Elogiou. – Na faculdade, as pessoas costumam assumir personalidades diferenciadas das que as pessoas geralmente estão acostumadas.

- Tris é evoluída, e eu não tenho olhos para outras mulheres. – Comentei neutro, enquanto a garota ao meu lado fizera silêncio.

Não era mentira o que eu falara. Eu e Beatrice evoluímos juntos, desenvolvemos nosso relacionamento para que durasse. Aprendemos muito um com o outro, e quando o ciúme nos atinge, tentamos ao máximo conversar de uma forma que a gente se entenda. Ela era esse tipo de mulher, e eu era fascinado na dela.

- Desculpe se me entrometi... Eu não queria te chatear. – Balançou os ombros para mim.

- Não se preocupe com isso. Você faz parte do grupo agora. Tris te convidou para ser mais uma maluca no meio de um monte de maluco. – Sorri amigavelmente para a garota.

- Ela me chamou porque acreditou que eu poderia denunciá-la para a reitoria. Eu sei disso.

- Esperta.

- Mas de todo os modos, é bom fazer amizades com outras pessoas, quem sabe eu não faça parte do grupo verdadeiramente depois. – Disse com o semblante triste, e de fato eu iria respodê-la, quando ao longe vi Tris chegar com Christina e Lynn.

Minha namorada como sempre sorria ao me ver de longe, era o tipo de sorrio que fazia eu me derreter por completo. Lynn estava sempre com a mesma feição, aprendi a ser amigo dela assim, por mais que a gente achasse ela mais chegada a ser menino do que de fato uma menina, e Christina, bem, ela era um caso a ser estudado.

- Oi gente! – Saudou Tris, assim que se aproximou da gente. Seus lábios tocaram os meus assim que ela estava perto de mim o suficiente para me abraçar e me beijar. Acenou para Nita que sorriu para ela.

- Tudo bem? Como foi a aula? – Perguntei para minha namorada que assentiu balançando a cabeça.

- Foi tudo certo. Tivemos algumas tarefas em grupo, nada de ual... – Riu, me dando outro selinho.

- Nita esta aqui a muito tempo? – Perguntou Christina. Olhamos para as duas.

- Acabei de chegar na verdade. Mas já estou de saída. Tenho algumas coisas para fazer. – Respondeu olhando a todos.

- Hmm, pelo menos dessa vez você não pegou ninguém com a boca na butija né? – Perguntou irônica ao seu modo.

- Chris... – Ia intervir minha namorada, quando Nitta se levantou, sorriu e se despediu, passando a nossa frente, e ignorando por completo o comentário de Christina.

- Você é de mais Chris. – Riu Lynn.

- Por que fez isso com ela Chris? – Perguntei, ganhando uma encarada da morena.

- Tem alguma coisa nela que eu não gosto Tobias. Vocês deviam ficar de olho.

Ignorei o fato de que ela sempre fazia isso quando se sentia ameaçada por algum rostinho bonito, e desejei que Tris não tivesse nada para fazer, e aceitasse ficar comigo em meu quarto.

Beatrice

- Espero que Nitta não tenha ficado chateada com o comentário da Chris. – Suspirou Tris. – Ela esta enciumada, tenho certeza.

- Christina, nunca deixará de ser Christina, temos que convir com isso. – Tobias falou para mim enquanto adentrávamos em seu quarto. Sorri para o comentário dele, jogando-me em sua cama assim que deixei minha bolsa em algum canto de seu bagunçado quarto. Sorrindo parou próximo ao pé da cama, segurou a gola de sua blusa, puxando para cima em seguida.

Seu torço nu bem definido me deixou com água na boca e o sorrio malicioso não passou despercebido, pelos olhos astutos de meu namorado. Não tardou para que ele se aproximasse de mim, exibindo sua boa forma, e em seguida deitando-se entre minhas pernas.

- E esse sorriso ai? – Perguntou baixinho com os lábios roçando em meu queixo, fazendo o meu corpo inteiro se arrepiar.

- Que sorriso? – Minhas mãos agora passeavam pelas costas nuas de Tobias, trilhando um caminho que apenas eu e ele conhecíamos. A boca carnuda que eu amava beijar, brincava em meu pescoço e ombro fazendo com que eu fechasse os olhos para melhor saborear a queimação no meio das minha pernas.

Entre nós dois, não existia medos, ou vergonha. Éramos o que queríamos quando estávamos entre quatro paredes.

As mãos sempre quentes de Tobias, subiram trilhando um caminho delicioso até a barra do vestido que eu usava, para tirá-lo, ajudei a ele arqueando meu corpo para cima, meu namorado sem perder tempo acariciou minha barriga e o vale entre os meus seios para beijar e passar sua língua ágil. Torturou-me profundamente enquanto seus dentes brincavam com meu mamilo, libertando assim os gemidos que estavam dentro de mim. As minhas mãos, agora muito mais ávidas e com experiência, dedilharam um caminho até o botão da calça que Tobias usava e assim que o senti livre da peça, ajudei-o a tirar com meus pés, ficando assim aberta para que Tobias se pressionasse com mais força na minha intimidade.

O calor que nos consumia, era tão gigantesco, que não havia palavras para descrevê-los.

A cueca que ele vestia foi parar em algum canto ao longe, enquanto minha calcinha era posta de lado, e finalmente a pressão que eu mais amava estava liberta para me preencher forte e viril como sempre.

- Eu amo estar assim com você... – Sussurrou Tobias entre meu lábios, enquanto me preenchia com seu pênis, não conseguia me controlar e quanto mais ele me preenchia, mas eu queria dele.

- Me preenche toda amor.... – Implorei para ele, que prontamente fez o que eu pedi, e quando dei por mim, Tobias entrava e saia sem se importar com qualquer barulho, sua expressão era de puro desejo e luxúria, e eu duvidava que etária diferente dele.

Mordia meus lábios e isso parecia deixá-lo ainda mais desejoso de estar ali, e quando caímos na cama suados e cansados, adormecemos nus mesmo. 


Notas Finais


Boa noite meu povo!


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