História Divergente - Hush - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Divergente
Tags Caleb, Drogas, Four, Tris
Visualizações 67
Palavras 1.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ooooooooooooooi meu povo

Passando só para deixar um capítulo para vocês.

De pouco em pouco, vou atualizando todas as histórias.

beijos

Capítulo 7 - Então é você?


Fanfic / Fanfiction Divergente - Hush - Capítulo 7 - Então é você?

- Four?  Que surpresa boa... O que faz por  aqui?

Susan tinha um coração sempre muito bondoso, ela não via a maldade nos olhos de ninguém, ela se sentia segura até para deixar as portas de sua casa sempre aberta para qualquer pessoa que precisasse dela. Não havia ninguém no mundo que tivesse alguma coisa para dizer daquela adorável garota. Definitivamente ela era um anjo e todos que a conheciam e que ainda conheceriam concordavam comigo.

Sorri o meu sorriso de lado para ela, sabendo que ela amava sempre que eu fazia aquilo. Fingiu um suspiro e um sorriso cheio de dentes brotou em seus lábios. Como de costume, ela apenas abriu os braços e me recebeu como sempre fazia.

- Estou feliz que tenha vindo até aqui. – Disse ela. – Faz tempo que não te vejo por essas bandas. – Afastou-se um pouco, ainda mantendo os braços em mim, e passou o tempo a me encarar, avaliando minhas expressões; Assenti para ela, dando um beijo casto em sua testa, sem deixar de vaguear com meus olhos pela casa tão sempre arrumada de Susan. Ela percebeu. – Esta acontecendo alguma coisa? Sua expressão esta me deixando um pouco receosa.

- Preciso falar com o seu hóspede Susan. – Comecei segurando em suas mãos . – Poderia chama-lo para mim?  - Sua testa vincou-se em preocupação, os seus olhos me avaliaram mais a fundo, ela buscava alguma coisa em mim, e sua preocupação para com o rapaz foragido, era incomum para mim.

- O que houve dessa vez? – Perguntou ansiosa de mais.

- Não houve nada. – Garanti. – Apenas preciso falar com ele, sobre algumas coisas que não estão sendo certas.

- Como o que por exemplo? – Perguntou em um misto de curiosidade e preocupação. Respirei fundo para minha amiga, que não merecia nenhuma resposta grossa da minha parte. Encarei-a, enquanto ela ainda me sondava. Não desistiria fácil.

- Eu vou falar com ele na sua frente. Não se preocupe. Você saberá do que se trata. – Pisquei para ela, me soltando de suas mãos para em seguida caminhar até a sua sala.

A casa de Susan era uma herança de seus pais que morreram em um acidente trágico de avião. Sua família era dona de uma joalheria, que ainda se mantém de pé graças aos esforços de Susan. Ela soube superar os traumas, soube não temer ao pior, e nunca precisou demitir a nenhum funcionário. Mesmo com tantas lembranças na casa, Susan deixou a mesma, exatamente como era na época em que seus pais eram vivos.

- Não estou gostando disso Four... – Sussurrou ela, pegando-me desprevenido.

- Como assim Susan?

- Ele esta passando por uma situação difícil. Eu sei que existem muitas pessoas atrás dele, e eu sei que ele fez coisas erradas, mas eu sei que posso ajuda-lo a superar, é só você deixa-lo aqui comigo o tempo que ele achar necessário, e se ele não quiser ficar, deixarei ele livre para fazer o que quiser. – Os olhos castanhos de Susan brilhavam conforme ela falava. Eu sabia exatamente o que estava acontecendo, desde o dia em que ele viera morar aqui com ela. Eu só não imaginava que ela pudesse se render aos encantos e facínios dele. Assim como eu não imaginaria que ele teria qualquer tipo de envolvimento com ela.

Não que ela não fosse bonita, ou elegante, mas, pelos modos do cara, pela transformação que ele tivera quando foi achado. De certo modo eu não queria nem deixa-lo ficar aqui com ela, mas fui convencido por todos de que ela daria conta do recado, e de certo modo, ela realmente deu conta.

- Não me diga que esta sentindo algo por ele... – Joguei para ela que  se manteve em silêncio. Mexeu os ombros envergonhada e as mãos se apertaram por ela estar nervosa.

- Vamos deixar isso para um outro momento, tudo bem? – Pediu-me ela. – Eu só quero entender o que esta acontecendo agora, para saber se ele saberá lidar com o que estar por vir.

- Eu sabia que não podia ter deixado ele aqui. – Suspirei apertando a ponta do nariz, até que senti os braços de Susan me apertarem a cintura.

- Você fez a melhor coisa, quando decidiu deixa-lo aqui comigo. – Respondeu abraçando-me como uma criança que acabara de ganhar um presente.

- Esta apaixonada por ele. Consigo ver isso .

- Você não tem como saber. – Afastou-se sorrindo para mim. – Nunca se apaixonou verdadeiramente. – Piscou para mim, e depois afastou-se por completo.

Como uma criança , subiu as escadas em direção ao quarto, deixando-me só no andar de baixo. Joguei-me no sofá de sua sala, pensando nos problemas que viriam pela frente. A garota loira, irmã de Caleb iria me dar um trabalho da porra, eu já estava pressentindo isso. Ela estava mesmo afim de achar o cara, e não recuou em nenhum momento. Bateu de frente comigo, como se eu fosse alguém do tamanho dela.

Teimosa, seria a palavra perfeita para justificar tamanha audácia comigo, na frente de todo mundo no bar.

Ela apareceria novamente por lá, eu tinha certeza, e como tal eu ia aguardar pela aparição dela. Eu só não saberia ainda como iria lidar com a sensação esquisita que ela causa em mim, sempre que resolve fazer das suas graças.

Shauna é claro, assim como Zeke e Tori, abriram os braços para ela, como se fossem amigos de muitos anos, e não sei se estou pronto para ter aquela teimosa em forma de gente ao meu alcanço a todo tempo.

- Four? – A voz de Shauna ecoa, assustando-me de leve.

Olho para ela e seu hóspede, e dele para ela, vendo de fato o que eu não queria ver. Susan estava mesmo apaixonada por ele, e eu não sabia se ele sentia o mesmo por ela. As feições angelicais de Susan repeliam no semblante fechado do loiro.

Mas, bastou olhar para ele, para lembrar da irmã teimosa, e de que agora eu estava de posse de algo dela. Não pude deixar de sorrir, e acabei atraindo olhares estranhos dos dois a minha frente. Ignorei como sempre fazia, e voltei a analisar os dois.

Aquele cara que chamávamos de hospede, na verdade tinha um nome, e uma irmã cuja a teimosia era sua maior qualidade.

- Então quer dizer que você é Caleb Prior?

 



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