História Divergente - Stay With Me - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Divergente
Personagens Beatrice "Tris" Prior, Tobias "Quatro" Eaton
Tags Amor, Fourtris, Jovens, Separados
Exibições 140
Palavras 1.506
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Capítulo Treze: Minha Garota


Tobias: POV

Eu sempre odiei despertadores, minha única vontade era de zuni-los para longe só para ficar mais cinco minutos na cama. Hoje por exemplo eu queria sumir com todos os despertadores do mundo, só para ficar mais tempo na cama com ela. Depois que viemos para cama, e que ficamos nos beijando, nenhum dos dois teve força o suficiente para se manter longe, e acabamos adormecendo juntos na cama. A cabeleira loira de Tris estava espalhada pela cama, suas mãos estavam no travesseiro bem perto ao seu rosto e ela tinha um lindo biquinho. Ela tinha as feições mais angelicais do mundo.

Aproximei meu rosto do dela sem conseguir me manter no lugar, os lábios dela estavam tão convidativos que eu só queria senti-los antes de encarar a realidade do mundo fora do quarto. Comecei com selinhos nos lábios, bochechas e pescoço, senti que ela se arrepiou com meus movimentos, e então voltei a fazê-los, Tris mexeu os lábios em um sorriso de canto e quando notei que ela ia abrir os olhos, cobri seus lábios com os meus, iniciando um beijo cheio de sentimentos. Acredito que de inicio ela tenha se assustado, mas logo ela entrou no clima, e quando dei por mim, já estava sobre ela, puxei sua coxa para que ela se encaixasse em mim, e ela veio de bom grado.

Suas mãos caminharam em minhas costas nuas fazendo o lugar que ela passava ficar quente, apertando-se em mim, sua língua invadia a minha boca pedindo passagem, assim como a minha pedia passagem à ela. Eu estava tentando me segurar, estava tentando me controlar, mas as imagens de Tris nua, gemendo meu nome, estavam me dando forças para continuar com cada movimento, até tê-la de verdade.

Ela me queria, assim como eu a queria. Mas para acontecer, ela teria que dizer com todas as letras, que me quer.

- Tris... – Sussurrei entre os lábios dela, e depois passando para seu pescoço, ela estava quente, seus lábios entre abertos enquanto seu peito subia e descia como se ela estivesse com dificuldade para respirar. Não pude deixar de sorrir com isso. – Já esta na hora de levantarmos. – Digo beijando-a e sentindo a textura de sua pele. – Não sei se quer se atrasar hoje...

- Se você continuar me torturando assim, será realmente difícil sair daqui... e... resistir também... – Diz ela com a voz rouca.

Aproximo meus lábios dos dela, passando a ponta da minha língua em seu contorno, saboreando o gosto dos lábios dela, e sem aviso ela me puxa para um beijo cheio de desejo e amor. Quente e afrodisíaco. O tesão e a vontade de transar com ela ali estavam me cegando, mas não deixaria de seguir com minha promessa.

- Vamos... – Voltou a dizer ela relutante. – Não podemos chegar atrasados e não queremos problemas. Já matei muitas aulas fugindo de tudo e de todos. – Sorri entre o beijo, enquanto eu me ajoelho na cama e a trago para mim.

- Obrigado por dizer isso. Eu não estava mais conseguindo resistir. Ia fazer uma loucura. – Oolho para ela mostrando que o que eu dizia era verdade, e ela sorri amplamente.Seu rosto corado é tudo o que eu mais gosto nela.

Não nos demoramos muito ali, Tris seguiu para o seu quarto fazer suas higienes pessoais, enquanto eu ia fazer as minhas. Claro como água, eu desci para tomar café primeiro que ela. Colocar uma blusa qualquer e uma calça, não era tão complicado como escolher a roupa que combina com o sapato que combina com a bolsa, e etc. Impaciência era meu nome agora.

- Tudo bem com você? – Johanna perguntou me encarando.

- Tudo bem. Tris esta demorando a descer... – Digo de má vontade enquanto Johanna ri.

- Estou feliz por vocês dois estarem próximos assim um do outro. Acho que no fim das contas, ela só precisava de você por perto. – Diz olhando em meus olhos. – Mas sabe, que ela não é igual essas meninas que você trás para cá, não sabe? – Assinto não querendo ter aquela conversa.

- Eu sei o que quer dizer Johanna. Não estou com ela para transformar ela em mais uma das meninas da minha lista. – Digo olhando sério para ela. – Gosto dela. Sempre gostei. Precisei levar uns tapas para finalmente entender que não adiantava mais eu fugir.

- A única coisa que eu quero, é que cuide dela. Os jovens de hoje sabem ser ruins quando querem. – Ela me alerta, não dá tempo de responder que tudo ficaria bem, porque no mesmo momento Tris aparece no topo da escada, linda como sempre.

Ela sorri quando vê meu olhar para ela, e acabo me sentindo um romântico abobalhado.

- Bom dia gente. – Ela diz quando se aproxima da gente.

- Bom dia querida. – Johanna responde, e então Tris se aproxima, dando-me um beijo delicado e em seguida um abraço em Johanna, que ainda me olha de lado. Não estou entendendo essa reação dela.

- Você demorou. Achei que ia ter que ir lá em cima para te buscar.

- Bobo. – Tris responde brincando comigo. – Eu não estou com fome, só vou comer uma fruta, e ai podemos ir Tobias.

- Tem certeza que não vai sentir fome depois? – Pergunto não gostando daquilo.

- Absoluta cavalheiro. – Rimos juntos enquanto Johanna nos encarava.

Já dentro do carro, dei partida em direção a escola, já estava imaginando nas coisas que os de mais diriam, no entanto Tris estava silenciosa e quieta de mais ao meu lado. Alguma coisa devia estar incomodando à ela. Não queria ser intrusão, mas estava curioso de mais para me conter.

- Tris? – Chamo, e a garota se vira para me olhar. – O que foi?

- Não quero te irritar. – Diz simplesmente, deixando-me confusos.

- Me irritar? Não vejo como Tris.

- Se Peter estiver por aqui, vou falar com ele. – Vejo pelo canto do olho que ela me observa, esperando uma reação minha. Eu queria gritar com ela, dizendo que não deixaria ela ir falar com ele, mas não é assim que quero que as coisas comessem. Respiro fundo, estacionando o carro em uma das vagas da escola.

- Não vai dizer nada? – Perguntou ela.

- O que eu poderia dizer Tris? Não sou seu dono. Você já me explicou.

- Vamos ficar bem então não é? – Sua curiosidade me lembra uma criança. – Eu só preciso me libertar de qualquer coisa que envolva ele. – Assinto sem olhar para ela, e em seguida ela me puxa para ela. – Não fica com ciúmes.

- Não estou com ciúmes. – Digo dando um meio sorriso, e ela acaba sorrindo também.

Descemos do carro umas meia hora depois de termos chego ali. A reação dos curiosos ao redor não poderia ter sido diferente do que eu já imaginava. Muitos apontavam, olhavam, cochichavam, mas não liguei a mínima. Molly vinha para falar alguma coisa, mas seus olhos mostravam que ela queria fazer coisas a mais. Balancei minha cabeça negativamente antes mesmo dela se aproximar, e ainda longe, ela bufou e se afastou indo procurar abrigo em algum lugar distante dos meus olhos. Zeke, nos observou de longe, sorriu assim que me viu ao lado dela, e percebi que ela mantinha os olhos nele, como se esperasse que ele disesse algo à ela sobre estar de mãos dadas comigo. Respirei fundo para segurar aquela irritação no meu peito, e caminhei com ela até me aproximar deles.

Christina sorria feito uma boba com Shauna ao seu lado, ambas estavam na expectativa de poder conversar com a minha loirinha, e depois de um beijo demorado, ela se afasta de mim para então caminhar com suas amigas. Não queria ter que fazer aquilo agora. Mas precisava falar com Zeke, e saber de suas intenções com Beatrice. Ela era o amor da minha vida, disso eu não tinha mais dúvida, porém ele era um amigo de uma vida toda, e não poderia deixar o cara se afundar por conta de qualquer sentimento oculto pela minha garota.

Sim, Tris era minha garota, e eu lutaria por ela com unhas e dentes. Não deixaria mais que ela fugisse de mim. Estaria aqui por ela, e para ela, e esperava ansiosamente que ela fosse o mesmo por mim.  

- Finalmente. – Zeke começa. – Achei que não iam se dar essa oportunidade.

- Eu sempre fui um idiota. – Resmungo e ele ri.

- Ainda bem que percebeu isso amigo.

- Zeke, antes de tudo isso, eu preciso saber uma coisa de você. Mas quero que seja sincero comigo. Sou seu amigo de uma vida inteira, e gostaria de ter essa resposta. – Olho para o cara que chamo de melhor amigo a mais de uma década.

- Pode falar de tudo comigo Quatro. Sabe disso.

- Eu vi que você e Tris estavam muito próximos um do outro... Vi o modo como olhou para ela agora, mas, eu quero saber se esta tudo bem... Se, bem, se você tem algum sentimento por ela além de amizade?

Ficamos ali nos encarando, um esperando pela resposta e o outro esperando pela reação.  


Notas Finais


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