História Divergente - Stay With Me - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Divergente
Personagens Beatrice "Tris" Prior, Tobias "Quatro" Eaton
Tags Amor, Fourtris, Jovens, Separados
Exibições 173
Palavras 3.359
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha eu aqui meu povo. Mais um capítulo para vocês.
Obrigada pelos comentários nos de mais capítulos, e sem muitas delongas, ai vai mais um.

Capítulo 14 - Capítulo Quatorze: Quase não resistindo


Beatrice: POV

Eu já imaginava que assim que eu chegasse à escola acompanhada de Tobias, todos os olhos estariam fixados em mim. Mas não imaginava que o burburinho fosse grande, quando nos viram de mãos dadas e sorrindo feitos dois bobos apaixonados. Todos ao nosso redor pararam para observar o casal que passava. Meu rosto pegou fogo é claro. Não estava acostumada a ser o centro das atenções, mas ultimamente eu estava sendo. Primeiro Peter com sua depreciável cena de sexo com a aluna de uma outra séria, a qual eu não tenho interesse nenhum de conhecer. E depois Tobias com seus ataques, e agora esse momento romântico.

Seu dedão circulava nas costas da minha mão, e esse pequeno movimento, fez algo dentro de mim se mover de forma intensa, assim como de manhã quando acordamos. Meus sentimentos por Tobias afloraram tão intensamente, que eu não imaginei que o amor, fosse fazer florescer o tesão e o desejo por ele, e só de pensar em como ele é intenso e como me beija, eu já me sinto ficar de pernas bambas.

Ao longe, vi meus amigos observarem a cena assim como todos os de mais alunos. Olhos esbugalhados e boca aberta em surpresa. Não pude deixar de sorrir, e só depois vi que Molly caminhava para a gente, sua expressão era a de que me devoraria em segundos se pudesse, porém algo fez com que ela refreasse, e voltasse para o lugar de onde havia vindo. Eu só não sabia o que tinha feito a garota voltar para seu lugar.

Meus amigos, ainda entorpecidos com a cena estavam eufóricos e eu sabia que o dia seriam de perguntas seguidas de mais perguntas, mas, um par de olhos escuros me encarava como se sorri se. Zeke, não estava tão surpreso como os de mais, e algo me diz que ele estava adorando tudo aquilo, o que aliviava minha cabeça.

Não precisei me aproximar muito deles, quando senti Tobias me dar um beijo, e então um par de mãos morenas me puxarem para longe dele. Não pude deixar de sorrir, das expressões que minhas amigas tinham na cara, meu dia seria longo como nunca.

- Pode contar tudo dona Beatrice, e não esconder nada de nada da gente! – Exclamou Christina com a curiosidade transbordando dos olhos. Sorri para elas sentindo meu rosto corar novamente.

- Meu Deus, ela esta corada! Que fofa! – Shauna ri, e me aperta contra seu corpo, em um abraço carinhoso. Christina arregala os olhos, e eu já imaginava qual a pergunta ela iria fazer. Entervi antes que o constrangimento saísse pelos lábios vermelhos de minha amiga.

- Não fizemos nada disso que esta pensando Chris! – Digo, vendo a mesma revirar os olhos e Shauna sorrir. – Nós apenas acertamos os ponteiros.

- Sinceramente, não acredito que deixou aquele Deus Grego sem um carinho quente! – Debochou a morena.

- Ela ainda é virgem Christina! – Irritou-se Shauna.

- Ele disse que se eu quisesse, teria que pedir com todas as letras para ele. – Disse baixinho, ganhando a atenção da experiente Christina.

- Nossa, que tesão amiga! Acho que se eu falo isso assim para o William, ele sobe as paredes como uma lagartixa! – Rimos juntas.

- Mas você pretende dizer isso à ele? – Perguntou-me Shauna e eu a encarei.

- Gosto dele. Desde sempre, eu gosto dele, e bem... Hoje quando acordamos, eu quase não resisti. Abrir meu coração para ele foi o mesmo que atiçar o meu corpo para ele também. – Sorrio para minhas amigas, e em seguida olho para Tobias que conversava algo com Zeke. Os dois sorriem um para o outro, e se dão tapinhas nas costas, antes de se virarem para seguirem até onde estávamos. Os olhos de Tobias encontram os meus por um minuto e meu corpo inteiro reage à ele.

-Terra chamando Beatrice! – Christina estala os dedos na frente do meu rosto, trazendo-me à realidade. Mordo os lábios constrangida quando as vejo rindo de mim. – Esta toda apaixonada por ele.

- E Peter? – Pergunto, lembrando que conversaria com ele.

- Ele esta por ai. Acho que entrou em uma briga com alguém. Esta machucado, mas acho que escondido de você e do mundo. – Respondeu Christina. – O que quer com ele?

- Preciso acertar umas coisas com ele. – Digo tranquilamente.

- Acha que é uma boa idéia? Você esta com raiva, sabemos, mas, esta com Tobias agora. Acha que ele vai curtir isso? – Shauna pergunta e posso ver a preocupação em sua voz.

- Já falei com Tobias sobre isso. Ele não gostou muito no inicio, mas acabou cedendo. Preciso apenas dar um ponto final ao relacionamento. – Falo tranqüila, enquanto minhas amigas assentem.

A mão de Tobias segura em minha cintura, meu corpo se arrepia ao senti-lo me tocar. Olho para ele dando um sorriso de canto enquanto ele cumprimenta uns amigos que passam por ele.

- Posso te roubar um pouquinho para mim? – Me pergunta baixinho, conforme andamos atrás dos outros. Assinto com a cabeça, e sem aviso ele me empurra para dentro de uma sala escura, fechando a porta em seguida.

Não dá tempo de pensar em muita coisa, apenas sinto os lábios de Tobias cobrirem os meus de forma desejosa, e em seguida ele puxa minha coxa, modelando o meu corpo ao dele. Meu coração bate acelerado conforme nos beijando, e poderia jurar que a escola inteira estaria ouvindo o batuque frenético dele dentro do meu peito. Tobias tem desejo, e eu vou sucumbir se ele permanecer assim.

Durante à aula, notei que maioria dos alunos me olhavam, tentei ao máximo ignorar, porém eu não era a única ficando incomodada com aquilo. Christina estava furiosa e toda vez que alguém se virava para me encarar, ela encarava de forma igual, enquanto eu abaixava à cabeça evitando os olhares. Peter havia entrado na sala um pouco depois de mim, e quando seus olhos encontraram os meus, encontrei fúria, e raiva, e não vergonha ou qualquer tipo de sentimento que mostrasse que ele estava arrependido de ter me traído de forma tão vergonhosa.

- Nossa, viu o jeito como ele te olhou? – Perguntou Christina atraindo minha atenção para ela. Assenti enquanto ela bufa. – Ele é sem noção. Faz coisa errada e ainda quer se achar no direito de estar certo?

- Ele esta mesmo se achando. – Úriah comenta, tirando os olhos do livro de biologia. – Escutei ele conversando com uns garotos, ele te viu entrando com o Quatro, e a expressão que ele fez, não foi a das melhores.

- Era só o que me faltava. – Digo. – Ele me traí descaradamente e de forma traisueira, e ele ainda quer se fazer de bom moço? – Pergunto sentindo meu rosto queimar.

- Sabe que não precisa se importar com o que ele diz, certo? – Pergunta Úriah, e eu o encaro. Será que esse babaca esta falando de mim por ai?

- Explica isso direito Úriah. – Peço. – Peter tem falado de mim pelas minhas costas?

- Tris, eu só escutei ele falando com uns amigos. Não sei com quem ele falou, mas você sabe como o povo é.

- Não tem que se importar com isso Beatrice. – Christina fala. – Ele é um babaca sem noção, e deveria receber de você desprezo.

- Eu sei disso. – Encaro meus amigos. – E é isso o que Peter terá de mim.

Peter: POV

Eu estava envergonhado pelas coisas que tinha feito à Beatrice. Ela era uma pessoa importante para à minha vida, ela não era só minha namorada, era também minha melhor amiga, e com o tempo, eu acabei vendo ela mais assim do que como uma mulher. Eu sabia que ela tinha problemas com essa coisa de namorados, porém se ela queria ter um relacionamento, algumas coisas precisavam acontecer para tudo fluir majestosamente bem.

Eu sou homem, e como todo homem eu precisava me aliviar. Não que eu quisesse ela apenas para o ato, eu a queria comigo. Também sabia que havia alguma coisa entre Tobias e Beatrice, que não era explicado. As implicâncias constantes dele para com ela, eram irritantes, mas era difícil não acreditar que eles tinham alguma coisa, quando todo o mundo sabia que eles moram em baixo do mesmo teto desde crianças. Eu vi o jeito como ela olhava para ele, e como ela agüentava calada as gracinhas dele. Aquilo me deixava furioso, porém nada poderia me deixar mais furioso ainda, do que ver ela entrando com ele na escola, como se fossem um casal de apaixonados. As poucas pessoas que estavam próximas a mim, me encararam e alguns soltaram gracinhas como “olha o boi passando”. Senti meu sangue fluir com tanta emergência, que eu poderia ir até aquele babaca do Eaton, apenas para lhe tirar aquele sorriso besta da cara.

Segui pisando duro até a sala de aula, ela já estava lá e conversava com seus amigos. Todos me encararam feio, mas eu não estava nem ai. Era para ela que eu estava olhando. Era direcionado para ela à raiva que emanava de dentro de mim, e eu iria por um fim em toda aquela palhaçada. Beatrice querendo ou não ainda era minha namorada, e eu não ia aceitar ser o corno da escola.

Eu estava pouco me fodendo em relação ao vídeo, e estava cagando para Cara. A garota parecia ter virado um carrapato. Me ligava de cinco em cinco minutos, até mesmo quando eu estava com Tris, e eu sabia que se continuasse, Beatrice ia acabar sacando a porra toda, e até explicar e formular uma história plausível, eu iria me ferrar, e de certo modo, não era o que eu queria.

Quando por fim o sinal avisando do termino da aula tocou pela escola, Beatrice e sua trupe seguiram sem olhar para mim porta à fora, e é claro que o maldito Eaton ia estar lá esperando por ela. O idiota me olhou como se fosse dono do mundo, me enfrentou com ela em seus braços como se ela fosse um troféu, um maldito troféu que eu deixei passar por entre meus dedos. Mas as coisas não iam ficar assim, ia ter volta, e Beatrice ia voltar para o meu lado. Eu não ia sair por baixo dessa merda toda. Que se foda o resto!

Eles então seguiram para o refeitório, e se sentaram juntos e animados em uma mesa, enquanto eu apenas observava em um canto afastado, como um maldito idiota que eu era. A verdade e o que eu tinha vontade de fazer, era de ir até aquela mesa, e pegar Beatrice pelo braço para mostrar para aquele imbecil, que ele não era ninguém para ela, a não ser um babaca que sempre a deixou aos cacos com suas gracinhas. Estava muito puto da vida para ir para casa deixar a mente esfriar para depois tomar um passo adiante. Eu ia arrumar essa bagunça toda, era só questão de deixarem Beatrice sozinha por um segundo, que eu iria fazê-la ver que as coisas não iam ser fáceis como eles estavam achando que seria.

Uma mão segura em meu ombro, me trazendo para realidade do mundo. A raiva era gritante em meu rosto, e pude perceber que qualquer um veria, bastava me olhar para nem precisar perguntar. Molly esboçava um sorriso debochado no rosto, e eu sabia que ela tinha me compreendido perfeitamente. Bufo em frustração para ela que revira os olhos para mim, aumentando ainda mais minha raiva.

- Você e Tobias são dois idiotas. Não sei porque todo esse chove e não molha com essa garota. Ela é seca e sem sal. – Reclama indignada Molly ao meu lado. – Nita vai adorar saber que foi dispensada pelo Eaton por conta dessa loira aguada.

Não estava dando muito ibope para Molly com seu falatório, até que ele mencionou esse pequeno fato. Olhei a garota atentamente, esquecendo completamente, que Beatrice e Tobias agora estavam se encarando como um casal bobo de filme romântico.

- O que disse? – Perguntei encarando Molly, e ela respirou fundo.

- Não ficou sabendo que o Tobias dispensou a Nita? – Perguntou-me ela enquanto eu negava com a cabeça. – Pois bem, fofoca do século. Quem estava presente na festa viu. Ele não estava muito bem, disse para Nita ir até ele como quem não quer nada, e puxá-lo para dançar, quem sabe se rolasse alguma coisa, eu não participasse também? – Ri debochadamente. – Mas, ele não a quis. Saiu rapidamente do local, com seu carro cantando pneu pelo asfalto. Nita ficou louca, acabou com a festa no mesmo momento, e ainda não tinha entendido o que havia feito ele recuar. Mas, agora eu meio que sei. – Ela encara a mesa onde eles estão.

Tobias podia não ser o cara mais galinha da escola, haviam outros caras na frente dele, porém ele não ter feito nada com Nitta e de se surpreender. Nitta é linda, perfeita e muito gostosa, ela é o delírio de todos os caras, nem imagino o quanto possessa ela deve estar por ter perdido o manézão para uma garota que apesar de linda, não é grande coisa. Preciso encontrá-la, e fazer com que ela leve Tobias junto com ela para o inferno ou para onde eles quiserem.

- Onde é que a Nita esta? – Pergunto já me virando de costas para a cena nojenta deles, e Molly sorri quando sem precisar dizer muito, ela entende onde quero chegar.

Tobias: POV

Zeke é um amigo que adotei como um irmão quando as coisas na minha vida estavam bagunçadas e embaralhadas. Ele sempre fora o tipo de cara que conseguia me colocar para cima, quando eu fodidamente fazia merda atrás de merdas só para chamar a atenção do mundo e dela. E ali em pé falando com ele sobre ela, eu notei que eu nunca estive em meu juízo perfeito.

- Por que esta me perguntando isso?

- Eu vi o modo como vocês se olharam agora. E, eu já vocês dois juntos antes... – Sou interrompido por Zeke e sua mão.

- Cale a boca seu Mané! Não sei da onde tirou isso, ou se o seu ciúme sem sentido falou por você. – O vejo revirando os olhos. – Beatrice é linda e uma pessoa gente boa para caralho. Só que eu vi o modo como ela ficou quando eu disse que você ainda guardava umas fotos dela na sua gaveta.

- Disse isso à ela? – Pergunto frustrado enquanto ele ri.

- Claro. Joguei verde para colher maduro. Queria saber se era só coisa da minha cabeça, como você esta fazendo agora, ou se eu estava certo na minha teoria de que ela curte você.

- E a sua conclusão foi...

- Minha conclusão é de que você é um perfeito babaca sem noção, que não se preocupou com os sentimentos dela. Mas que todos os modos ela gosta de você, e que faria qualquer coisa por você, desde que estivesse dentro dos limites de coisas de garotas, e é isso. – Ele me diz com um ar de deboche no rosto.

- Podia ter me dito essa sua conclusão antes então. Teríamos evitado essa droga toda! – Respondo enquanto meu melhor amigo revira os olhos.

- Conheço você Quatro. Sempre soube que gostava dela, eu so não sabia o quanto gostava. Não coloque merdas na cabeça. Tris é gata e fico feliz que vocês dois tenham se acertado. Minha flecha esta mirado em um outro alvo, e era nela que eu queria chegar quando me aproximei. Entretanto as coisas foram acontecendo, e me dei conta de que você era mesmo um babaca sem noção por querer ficar longe.

- Não vai me dar um tipo de desconto?

- Quer desconto? Como? Esta com a garota com os dedos entrelaçados em sua mão, e ai tu vem me perguntar se eu tenho algo com ela?

- Ta bom Ezekiel eu já entendi. – Respondo de mau humor. Não quero que Tris escute que fiz essa merda de pergunta.

- Beleza! – Ele cruza os braços e fica olhando em direção onde Tris e as amigas conversam. Ele deve estar interessado em uma delas. Mas qual seria?

- Não me diga que esta interessado na Christina!

- Deixa de ser Mané! Christina é do Will, a Tris é sua e eu não sou o tipo cara que fura olho do amigo. – Responde divertido.

- Então esta afim...

- Falaremos sobre isso em outro momento. Vamos para perto das garotas.

A aula em seguida passou lentamente, ou eu estava com saudades dela, e só queria chegar logo em sua porta para lhe roubar para mim. Quando o sinal tocou, eu nem esperei por Zeke, juntei minhas coisas jogando de qualquer jeito dentro da mochila e corri porta a fora, para chegar logo na porta da sala dela.

Eu escutei sua voz antes mesmo de vê-la, e quando apareceu na porta com seu cabelo amarrado em um coque, eu não pude me conter e aproximei-me dela para senti-la em meus braços. Ela veio receptiva, carinhosa e com o rosto corado. Gostei daquilo, mexeu comigo, e foi maravilhoso o que senti.

Ao olhar por cima dela, vi Peter parado na porta da sala, encarando-a com raiva. Não gostei daquilo, nem do modo como ele me encarou querendo me enfrentar. Ali foi um duelo silencioso, mas ainda assim, não gostei de me sentir enfrentado. Ela não se deu conta do cara ali nos encarando, mas até que ele virou as costas para a gente, eu o observei. Ainda ia ter uma conversa com ele.

No final daquele dia, quando chegamos em casa, Johanna havia deixado um recado avisando que iria visitar uma amiga e que voltaria logo mais a noite. Havia nos deixado lanche e a refeição pronta, caso tivéssemos fome. Tris me encarava com os olhos curiosos fazendo-me rir, e então aproximei-me dela, puxando-a para mim pela cintura.

- Estaria sendo abusado com você se dizesse que quero ficar no quarto aproveitando o máximo do silêncio da casa?

- Eu só quero que saiba que eu ainda não estou...

Eu sabia o que ela iria dizer, e não queria que ela se preocupasse com aquilo. Eu já havia dito que não pularia nenhuma barreira imposta por ela. Eu a esperaria dizer as palavras e ai a tomaria para mim. Cubro os lábios dela com os meus, em um beijo calmo e tranqüilo, mas ainda assim cheio de significados ocultos. Tris não recuou quando minha língua passeava pela boca dela, porém seu corpo em contato com o meu parecia ainda mais quente do que de costume.

Seus braços ficaram sobre meus ombros, enquanto uma de suas mãos subia para a minha nuca deixando-me arrepiado com seu contato. Prensei seu corpo na parede com o meu, sentindo a respiração dela fazer cócegas em meu rosto.

Desci meus lábios até seu pescoço, saboreando o gosto da pele dela, e sentindo o cheiro do seu perfume, puxei sua coxa fazendo com que ela se ajeitasse em mim, e acabei puxando ela para cima, fazendo com que suas pernas envolvessem em minha cintura. Tris ofegou e quando dei por mim, já estávamos no balcão da cozinha nos deliciando com o desejo um do outro.

- Tobias... – A voz rouca de Tris ecoou próximo ao meu ouvido, e aquilo me levou ao céu. – Tobias... – Escutei ela me chamando novamente fazendo-me freiar os movimentos. – Desculpe, eu só não...

- Tudo bem Tris. – Olho nos olhos dela segurando em seu rosto. Sorrio para ela. – É melhor eu ir tomar um banho para relaxar, porque sinceramente eu acho que ia perder o controle, mesmo se você não dissesse as palavras. – Sorrio encostado meu rosto ao dela.

- Desculpe, eu só quero que a gente vá com calma... – Dou um beijo longo em Tris, fazendo-a se calar. Não quero que ela se desculpe. No fim, se eu fizesse algo que ela não gostasse, no fim, eu teria que arcar com as conseqüências dos meus atos.

Prontamente ela retribui o beijo, fazendo um carinho em meu rosto e sorrindo no final de cada selinho. Nos afastamos apenas para que cada um fosse para seu espaço pensar com mais tranqüilidade. Eu esperaria por ela, porque a amo, e não faria nada que ela não se sentisse pronta ou a vontade. 


Notas Finais


E então o que acharam?


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