História Dividida ll - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias David Luiz, Demi Lovato, Originais, Thiago Silva
Personagens David Luiz, Demi Lovato, Personagens Originais, Thiago Silva
Tags Drama, França, Revelaçoes, Romance, Vidas Passadas
Exibições 31
Palavras 2.331
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Amoras está aqui para vocês o penúltimo capitulo
Preparam o core?
boa leitura
vejo vocês nos comentários;

Capítulo 14 - Erro


Fanfic / Fanfiction Dividida ll - Capítulo 14 - Erro

Não estou pedindo uma segunda chance

Eu estou gritando no topo da minha voz

Dê-me razão, mas não me dê escolha.

Porque eu cometerei o mesmo erro outra vez

 

 

 Era a segunda rodada de cerveja que tomávamos em menos de uma hora, estavam todos reunidos em minha sala na nova casa em vila Isabel.  Jessica com Jon, Alain e Erica que aparentemente estavam ficando e Lucas que voltou da sua longa temporada com seu avô.

  Minha família estava reunida e me sentia feliz como nunca, David sumiu por um momento e eu entendia seu luto. Assim que cheguei à sala Jon estava tocando tempo perdido de Legião urbana.

 Sentei ao lado de Lucas que estava mais forte e bronzeado, segundo ele, se apaixonou por uma garota que conheceu na quinta da boa vista.

Eu me sentia um pouco deslocada no meio de tantsa certezas e minha pessoa com algumas duvidas ainda.

- Ficou com saudades de mim né, Carol. - Ele me agarrou me dando um beijo na bochecha. - Claro, seu idiota. - eu retruquei.

- foi só eu ficar um mês fora que o esquentadinho te trocou por outra esquentadinha. - Ele indagou olhando para os pombinhos que não desgrudavam o olhar do outro.

- Eles se mereciam. - eu concluo. - eu e Alain terminamos faz mais de seis anos e então não teve troca.

- Mas que ele babava em você...

Então Erica percebeu que estávamos falando dela e se pós entre a gente.

- Algum problema amores?- Ela perguntou.

- Nadaaa... – respondemos sem graça.

 Seus olhos azuis estavam brilhantes. Boa parte devido a bebida, então, puxou minha mão me levando pra cozinha.

- Acho que estou apaixonada, não queria isso. Sei La pega seu ex., mas ele é perfeito e nunca me senti na forma como sinto agora. - Erica comentou meio envergonhada.

- você fala isso agora que já se pegaram em meio Rio.- Eu brinquei com ela, e depois coloquei a mão em seu ombro.- Relaxa, o modo que ele te olha. Ele é seu.

 Ela ficou vermelha e deu um sorriso de felicidade. E damos um abraço cúmplice de amigas e voltamos para sala.

Jon se levantou gritando:

- Vamos tirar uma foto nessa porra.

Assim nos reunimos me abracei com Lucas, os casais feitos e deu o take.

“Dizer que admiro e gosto de vocês é muito pouco, porque uma amizade como a nossa merece mais, merecia ser descrita no infinito para que todos pudessem entender o que realmente ela representa na vida de cada um de nós” 

 

Horas depois...

 Após o dia inteiro relembrando a adolescência, os micos, as notas horríveis, as fugas e os dissabores. Eram quase nove horas da noite, geral teve que ir embora cedo por causa do trabalho e faculdade. Enquanto lavava a louça, ouço o telefone tocar e atendo colocando-o no ombro.

- Alo

- Aqui é Lucy, Caroline. Preciso falar com você me encontre no hospital barra door. É sobre sua filha Isabel.

E desligou. Parei na hora a louça e me apoiei na pia, como ela sabia? O que ela queria falar comigo? Eu tremia e não sabia o que fazer. Lucy conhecia minha filha, minha filha que morreu há quatro anos e poucos sabiam da existência.

  Pouco me permiti pensar e liguei imediatamente para um taxi. E com aquele sentimento que algo daria muito errado nessa historia.

                                                                           [...]   

  As enfermeiras do hospital me encaminharam ate a sala que Lucy estava internada e depois me deixaram sozinha no quarto. Eu limpei as lagrimas que havia derramado e então tomei coragem.

   Entrando no quarto e avistei deitada com um olhar perdido, a pele estava cinzenta e os lábios secos. E seus olhos castanhos escuros se voltaram para mim.    

 Ela deu um sorriso sem graça.

- se aproxime Caroline. Na situação que estou não posso fazer nada contra você.

- não tenho medo de você.

- O perigo não sou eu, você sabe quem é o perigo...

Então explodi.

- Que porra você quer comigo. - e andei rapidamente na sua situação agarrando seus cabelos.- o que você sabe sobre minha filha.- eu gritei exasperada.

Ela me olhou assustada.

- FALA!- então me joguei no chão, nervosa e sem saber o que fazer.

Ela soltou a frase que me cortou.

- A criança que eu estava esperando foi assassinada, assim como a sua.

O zumbido no meu ouvido estourou. Não era possível, Isabel morreu de febre. Não podia aceitar isso, não era verdade.

- Thiago pensava que a criança fosse de David e com ódio de você contratou uma baba para dar Arsênico para criança. - ela falou com a voz fraca.- Ela se chamava Maria castelhana.

 Uma faca penetrou meu coração e me rasgou. Eu descobri o motivo de Isabel não está em paz, morta pelo próprio pai. Minha respiração era descompassada e minha cabeça doía, e então me virei para Lucy com um profundo ódio.

- você sabia tudo, sua vagabunda. - Eu inquiri friamente e comecei sacudi-la.

- Não fui não eu. Escuta-me. Eu sei que está fragilizada.

Eu me encostei-me ao canto da cama.

- como posso acreditar em você?

- Thiago está no Rio. Eu descobri recentemente. Eu queria te contar e ele me ameaçou e cumpriu sua promessa. - ela desceu a mão até a barriga e me entregou um papel. - eu não posso fazer nada.

  Era o endereço de Thiago. Não fiz questão de olhar para ela, aquilo tudo fora o suficiente e assim que entrei na sala de espera me sentei para chorar como nunca chorei na vida. Eu não queria acreditar, não podia acreditar. Embora tudo mostrasse que fosse verdade.

Assim tomei uma decisão, e não iria descansar enquanto não cumpri-la. O oco que sobrou em mim me deu força e tinha endereço pronto: Ipanema.

                                                             [...]

Eu batia insistemente na porta, não tinha tempo a perde. Por que ele não atendia logo, cada minuto que passava eu ficava mais sufocado. Então, Ele atendeu com os cabelos desgrenhados com short e camisa branca.

- Pensei que nessa hora tivesse dormindo. O que houve Carol!- Alain falou bocejando e abrindo a porta.

 Ele estava tão sonolento que mal percebeu meu estado, revistei a casa inteira, Alain chega por trás.

- o que está acontecendo?- ele pergunta preocupado passando a mão no meu ombro.

- nada... E, podemos conversar no seu quarto. - eu inquiri fingindo inocência.

 Ele assentiu e caminhamos até seu quarto. Então pude vê-la em cima da mesa de escritório. Aproximei-me sorreitamente e antes que pudesse pegar ouvir indaga.

- o que você quer com isso? Carol, você bebeu. Olha para seu rosto.- ele segurou  meu rosto analisando minuciosamente.

Eu estava fria demais e ao mesmo tempo não.

- preciso dele emprestado. - foi tudo que pude responder, e coloquei dentro da minha calça.

Alain veio na minha direção tentou tirar de mim e segurei seu braço.

- preciso fazer algo importante. Você não vai me impedir. - eu rugi para ele.

E Caminhei para fora do apartamento e ouvi Alain gritar.

- você perdeu a sanidade, você não ira sair daqui com isso. - Ele estava preste a me segurar, e num reflexão apontei a arma na sua direção.

Alain empalideceu com meu ato, só que não arreguei, permaneci com a arma na direção na sua cabeça.

- não quero fazer isso, então fica onde estar. - eu ameacei fria.

Com Alain rendido finalmente pude ir embora.

                                                                       [...]

 Ele estava sozinho aparentemente, não havia indícios de empregados e ninguém conhecido. O que me restava era esperar por Thiago, olhar nos seus olhos pela ultima vez. Tremia cada vez mais e meu coração queria pular para fora do meu peito.

 Ouço a porta se abrir e luzes se acenderem na sala. Thiago estava com roupas casuais e seu olhar fincou em mim por um longo tempo.

- Caroline, como entrou aqui?- Ele perguntou desconfiado.

Eu ergui os olhos determinada.

- como você entrou na minha vida: sorreitamente e sem avisar. E depois deixando um grande estrago.

Eu me levantei rondando ele.

- Lembra-se da nossa transa?- eu inquiri com rancor a ele.

Ele me olhava com certo receio e sem entender nada, mas de alguma forma estava preso a teia que tinha criado, assentiu com a cabeça. Dei uma risada sarcástica.

- Eu não lembro, mas você deixou algo comigo, para que eu lembrasse todos os dias o que eu fiz. - eu retruquei com culpa de mim mesma.

  A tempestade que via era da cor dos seus olhos castanhos, ele pareceu entender o que eu quis dizer e então perguntou de forma sombria.

- você ficou grávida?- Eu não respondi. Seu rosto ficou vermelho de raiva. - você teve um filho meu e escondeu esse tempo todo.

Seus gritos não me causavam comoção, e então ele vinha até mim  com certa agressividade. Assim saquei a arma e apontei. Ele recuou, mas permaneceu invicto.

- Onde está meu filho, Caroline?Quero ver meu filho- Ele gritou nervoso com as lagrimas descendo e eu comecei a não entender.

- Isabel morreu. - Eu vociferei. -  E a culpa é sua. Seu mostro!

Ele levou aquilo com um baque. Ficou sem reagir e sem o que dizer.

- o que você quer de mim? - Thiago falou com a voz embargada.

- Eu quero que você morra!- eu joguei fora toda dor que tinha no peito.

Eu não sabia atirar, mesmo com essa inexperiência, preparei o gatilho.

- Eu não matei Isabel, acredite em mim. Caroline! Eu teria amado-a com todas as minhas forças, assim como amei você.

Toda vez que ouvia sua voz era pior.

- Que tipo de amor, Thiago.

- Foi Lucy. Aquela desgraçada. Tínhamos um caso na época e ela tentava engravidar de mim. Provável que descobriu de você. Eu vou acabar com ela. - Thiago andava para todos os lados perturbados com as mãos nas temporãs, enquanto minha cabeça girava.

Apoiei-me na parede fraca e comecei ouvir vozes gritando na minha cabeça, a arma escorregou e antes que tivesse tempo de pensar Thiago a pegou. Sua sanidade desvaneceu e dizia a todo o momento que iria matar Lucy.

 - você não fará isso. - eu gritei.

 Tentei puxar a arma dele com toda força que tinha, ele bateu na mesa de cabeceira e escorregou me fazendo cair junto. Só que não desistia da arma e eu insistia lutando tentando evitar um desastre.

Ouvi um disparo e senti o sangue escorre com uma dor aguda no meu peito.

A flor mal nasceu, morreu
E ao beijar o chão, suspirou e se rendeu.

 As lagrimas escorreram por todo meu rosto, Thiago estava estendido com o ombro atingindo que sangrava copiosamente. Joguei-me em cima do seu corpo tentando estancar o sangue e pedindo a deus que não permitisse o pior.

- Thiago, por favor! Sobreviva. Você não pode ir. - eu implorava a ele.

 Então peguei o celular para ligar para ambulância, e sinto algo puxa-lo de mim. Vejo Thiago me olhar intensamente.

- você não pode fazer isso, irá ser presa. - ele falava com a voz fraca.

- você ira morrer!- eu chorava em cima do seu peito e ergui olhando para seus olhos castanhos que perdia a cor.

- Eu nunca pedi pra ter um final feliz, só não posso ir embora sem antes ter seu perdão, por favor! Perdoe-me por tudo Carol. - Thiago ficava com a voz mais fraca e ofegante.

- Saiba que te amei, do meu modo errado, mas amei. Quero apenas que me perdoe...

Eu vi que seu tempo estava ficando curto e tomei a decisão, assim segurei sua mão e beijei.

- Te perdoo.

Ele me faz um sorrisinho de canto que havia me conquistado nas primeiras vezes que o vi e então seus olhos perderam o foco. Ele havia partido.

Nós dois temos os mesmos defeitos
Sabemos tudo a nosso respeito
Somos suspeitos de um crime perfeito,
Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos.

Pra ser sincero não espero que você
Me perdoe
Por ter perdido a calma
Por ter vendido a alma ao diabo

Eu dei um longo suspiro e olhei para cima.

- Thiago, Eu te amo.

Olhava desfocamente para o vazio que tudo se tornou, eu causei toda essa tragédia, a culpa que me corroia era horrível.

- Carol, o que você fez?- Alain gritou assustado atrás de mim.

- Eu não quis... - eu lamuriei quase chorando.

Mesmo assustado, ele fez pouca perguntas, apenas me segurou nos braços,

- Agora não importa tempos que ir embora daqui o mais rápido possível.

                                                   [...]

Alain me levou para seu apartamento onde tirou minhas roupas e enfiou numa sacola dizendo que iria colocar fogo, a água do chuveiro escorria tentando limpar um pouco do sangue que carregava.

Ele ficara assustado com a historia que ouvira e chegou até ligar para o hospital que estava Lucy. Mas ela fugira.

 - Venha. - ele abriu o Box me embrulhando numa toalha e me pegando no colo.

Levou-me até a sala me pondo no sofá onde fiquei quieta. E ele me abraçou beijando minha testa.

- Não se preocupe, Eu darei um jeito em tudo.

- Alain, vou me entregar.

Ele me deu um olhar irado e segurou meu rosto fortemente.

- você não fará isso. Eu não deixarei aquele desgraçado arruinar sua vida.

Assustei-me, só que me manti firme.

- Eu o matei. Mereço ser punida. Isso é crime.

Alain segura meus pulsos me fazendo olhar diretamente pra ele. Algumas lagrimas caiam por seus olhos azuis.

- Carol por eu te ama o tanto que te amo que vou fazer isso. - ele estava frágil pela voz.

Então ele me segurou a força, eu me sacudi, mas ele não atendia minhas suplicas. Levou-me até seu quarto e me jogou na cama. Corri imediatamente para porta, só que ele trancou.

- o que você pretende fazer?- eu gritei batendo na porta desesperadamente.

- Salvando sua vida pela ultima vez.

                                                                                                          continua...


Notas Finais


Espero que tenha gostado, e aguardem o ultimo capitulo.
por favor preciso dos comentários de vocês.
terá final feliz sim
mas com suas consequências
aguardo vocês
beijosss


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