História Djarum black - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias IKON
Personagens B.I, Bobby
Tags Double B, Maria Zeverbrucker
Visualizações 174
Palavras 771
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Shonen-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Uma madrugada dedicada a conversas sobre djarum black com a @yasbelle e @_bullshit, combinado com ikon nos fones de ouvido, e foi isso que saiu.

Boa leitura.

Capítulo 1 - Só mais um trago e então terminamos a noite;


Fanfic / Fanfiction Djarum black - Capítulo 1 - Só mais um trago e então terminamos a noite;

So I say damn your kiss and the awful things you do 
You're worse than nicotine

Os cigarros que trazias no bolso da jaqueta de couro surrada e escura combinavam com as unhas sujas de esmalte preto, contrastando da forma mais bonita, ao levar o filtro de nicotina para entre os teus lábios, arrancando-me um suspiro sôfrego e um morder no lábio inferior com o simples sorriso de lado que tu se mostrava disposto a mostrar a mim naqueles momentos. O preto era a tua cor, eu não tinha dúvida alguma disso. A sua marca estava impressa naquele tom desde o maço de “djarum black menta e canela” que lhe acompanhava, até os fios negros que lhe cobriam a testa, dominando as pontas antes descoloridas. 

A fumaça escapava por entre os teus lábios e era absorvida com prazer pelas minhas narinas, inebriando-me naquele pequeno instante pertencente somente a nós dois. Naquela calçada, durante a madrugada, sob aquela árvore velha na esquina, ninguém podia julgar a posição nada confortável em que nos encontrávamos. Era satisfatório ter os teus dedos magros e fortes contra a minha cintura, prendendo a minha tez sob a unha ao tocar a minha carne exposta sob a velha camisa do Sex Pistols que eu vestia.

O frio tocava a pele dos meus joelhos arranhados e arroxeados expostos pelos rasgos do meu jeans para o mundo, cobrindo toda a extensão da minha coxa desde as coxas até as canelas cobertas pelos coturnos já surrados que anos antes você mesmo me dera ao arrastar-me junto de ti pela primeira vez para longe do comodismo da sociedade alta e bem educada da Coréia. Sobre as tuas coxas eu achei o meu lugar, acomodando-me da melhor forma possível nas tuas pernas esticadas para a rua sem movimento, enquanto as minhas, um pouco menores e mais fartas, prendiam a tua cintura entre elas. 

A nicotina não tinha o mesmo efeito em mim se não estivesse acompanhada dos teus sorrisos arteiros e que me deixavam tão inebriado quanto à quentura dos teus lábios recém-marcados pelo fumo, ainda amargos pela bebida que tivemos mais cedo e o meu gosto um tanto quanto saliente na ponta da tua língua, impregnado ali de forma resistente em denúncia as aventuras que tivemos mais cedo. O gosto da nicotina não era o mesmo se não estivesse acompanhado do gosto da tua boca, único e que somente eu explorava da maneira mais adequada. 

A fumaça não tinha importância se não viesse acompanhada da tua língua logo em seguida. 

Sob a luz parca do poste você sorria, sugando um pouco mais do gosto do cigarro que nós dois tanto admirávamos, mas que eu degustava de maneira distinta. A fumaça nicotizada escapava por entre os teus lábios ressecados e rachados pelo frio em uma dança única e esbranquiçada, de textura aveludada e convidativa, obrigando-me a render-me sem pensar duas vezes aos seus pestanejos, abocanhando-a e trazendo-a para os meus pulmões. Você sorria orgulhoso, levando o dedo indicador até a minha boca e abrindo-a, despejando um pouco mais do sabor mentolado que se esvaía entre os nossos corpos. 

Sem mais resistência, com centímetros de distância, bêbados, inebriados, e com os pulmões vivos ao saborear de forma tão cancerígena aquele sabor, que ao nosso paladar era bom o suficiente para não deixar-nos preocupados com a morte prematura que nos acompanhava, podendo estar ao virar da esquina ou na próxima caixinha de Black – ou Marlboro improvisado – que compraríamos, nos entregávamos ao beijo de número indefinido e esquecido ao longo do tempo. A tua língua buscava pela minha de forma possessiva, deixando-me pesado, ansiando por mais, ao tocar a palma da minha mão sobre a sua mandíbula e acariciar a área com o metal frio do anel presente em meu polegar – igual ao que tu usavas. 

A minha regata de mangas rasgadas do Sex Pistols  erguia-se a cada investida das tuas mãos contra o meu corpo, enquanto os meus dedos traçavam as tuas costas sob a jaqueta de couro, contornando a fonte calibre 50 que estampava o nome dos Ramones sobre o tecido que cobria as suas costas. Talvez, para o mundo, fôssemos dois garotos sem futuro que fugia de casa para se amar no escuro, buscando alívio carnal um no outro por não conhecer as maravilhas que o mundo prometia aos homens, como mulheres e mais mulheres.

Para mim, éramos apenas dois garotos que amavam velhas bandas de rock e rap atual, sentados sob a árvore sorvendo da melhor maneira possível o amargo presente naqueles cigarros tão requisitados, esquecendo as amarguras sob a fumaça e inebriando-nos não apenas pela nicotina, mas, também, um no outro.


Notas Finais


Apoiem meus filhos, deem muito amor a todos and shipp double b.

Se você chegou até aqui, deixe o seu "oi" e faça uma Maria feliz!

Amo vocês <3


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