História Dəmónio Número 15 - Capítulo 7


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Yukino Aguria
Tags Assassinato, Demonios, Ficção Cientifica, Lucy, Rogue, Sting, Stingxlucyxrogue, Stinluro, Universo Alternativo
Exibições 100
Palavras 1.566
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Voltei minna, bem eu não sei o porquê de achar que esse capítulo é meio confuso, porem ao mesmo tempo revelador. Mas vai, espero que gostem.

Capítulo 7 - Demónio número 1


Distrito 1

Sting demónio 3


O loiro acordará com a respiração acelerada, olhara para frente vendo uma loira acorrentada na parede, ela parecia estar dormindo!

Olhou para seu lado e viu o moreno com a cabeça encostada na parede, ele olhava o gato dormindo em seu próprio colo.

- Teve um pesadelo? - o moreno perguntou sem encará-lo e sua voz mostrava total desinteresse.

- Como sabe? - o loiro perguntou ao franzir o cenho em dúvida, Rogue suspirou e o encarou.

- Você estava se debatendo enquanto dormia! - respondeu.

O loiro encarou o moreno por alguns segundos, a pele dele parecia ainda mais pálida e agora ele tinha olheiras profundas.

- Não dormiu? - disse o encarando e viu quando Rogue deu de ombros como se dissesse que aquilo não era importante para ele - o que esteve fazendo a noite toda?

O moreno não respondeu, apenas voltou a olhar Frosch que dormia serenamente.

O que esse gato tem de tão importante?

O loiro pensou, porem deu de ombros afastando aquilo.

Olhou novamente para a loira e viu que a mesma encarava Frosch. Os olhos da garota brilhavam ao ver os mínimos detalhes do gato, como se o analisasse.

A sala foi aberta e de lá entrou um dos cientistas.

- Vamos fazer testes de rotina - disse sério, olhando para Sting com um pouco de ódio, o loiro cheirou o ar e percebeu que o humano tinha um fraco cheiro de lágrimas misturado com um cheiro doce. Sting já havia sentido aquele cheiro, em algum lugar. Espera, era o sangue daquela loira que ele matou, como era o nome dela mesmo? Lu... Lúcia... Luciane... Luna... Lua...? Isso era Lua.

- Oh então alguém amava aquela vadia?! - um sorriso surgiu em seus lábios, o homem o olhou com um misto de raiva, desprezo, repulsa, nojo e ódio. Seu sorriso alargou, adorava ver aquele olhar nas pessoas. Adorava ver a vontade de vingança, a sede de sangue o que para si era insaciável.

Distrito 1

Doutor Edward


O homem que aparentava ter uns quarenta anos de idade, estava sentado em frente a tela do computador, vendo algumas gravações antigas.

Era do distrito 12 o dia em que Zeref morreu, na verdade mostrava a morte dele.

- Isso fora um grande erro - sussurrou para si mesmo.

- Doutor ? - o homem de cabelos grisalhos olhou para a porta vendo seu assistente Tom segurando uma pasta preta.

O garoto estendeu a pasta ao mais velho que a pegou, para logo abri-la.

- Sente-se Tom - mandou e o menor concordou com a cabeça mesmo sabendo que Edward não veria.

- Então doutor, por pediu para que eu pegasse as informações de Zeref? - perguntou o assistente que ainda não compreendia o interesse repentino do doutor no garoto, que já jazia morto.

- Uma dúvida minha - suspirou pegando um dos arquivos - Zeref Dragneel veio trabalhar nesse laboratório por um motivo especifico...! - parou de falar e encarou Tom - você sabe que motivo é esse?

- Na verdade, eu não sei! - o garoto não compreendia aonde o mais velho queria chegar, não entendia o porquê desse interesse em uma pessoa que morreu. Para Tom, Zeref não passava de uma pessoa que fora usada para testar os limites do demónio número 15.

- Zeref tem um irmão chamado Natsu, Natsu Dragneel - parou por um estante constatando algo na folha a qual segurava - Natsu tem uma doença rara e desconhecida, e para tentar salvar o irmão mais novo Zeref decidiu vir para o laboratório, o próprio fundador desse laboratório de estudos sobrenaturais Vicent estudou essa doença antes de falecer.

- Dever ser uma doença bem grave! Se até o doutor Vicent estudou e não descobriu algo complexo - falou o garoto impressionado, pois já ouvira falar do grande génio que criou tudo aquilo, Vincent era um ótimo médico, porem sua insistência com seres sobrenaturais destruiu sua reputação, para pessoas que o viam de fora da clínica diziam que ele era apenas uma pessoa louca, obcecada por algo inexistente, que tinha, alucinações. Porem para quem convivia com o doutor sabia que era diferente, que ele era um génio.

- Realmente, o doutor Vicent não conseguiu descobrir nada... Ainda não sabemos o que bem é essa doença, porem o próprio nome diz o quão terrível pode ser E.N.D uma doença desconhecida e sem cura - colocou a pasta em cima da mesa, ficando em sua mão apenas uma foto onde estava Zeref com um jaleco branco ao lado de uma enfermeira baixinha e loira.

- E.N.D - sussurrou Tom - fim...? Quem deu um nome desse a essa doença?

- O próprio Zeref - o garoto arregalou os olhos, como ele pode ter dado um nome a uma doença? Pensara que Vicent a descobrirá, vendo isso doutor Edward riu fraco - foi o próprio Zeref que descobriu que o irmão tinha uma doença desconhecida e rara, disseram-me que ele passou noites em claro, pesquisando doenças e seus sintomas, curas e de tudo, porem nunca, descobriu nada.

- Mas se Zeref morreu, quer dizer que as pesquisas sobre essa doença vão parar? E se mais pessoas tiverem? Não podemos deixar isso acontecer! - Tom se exaltou e Edward sorriu olhando para a foto.

- Tinha outra pessoa além de Zeref cuidando dessa pesquisa! Mavis Vermilion uma cientista do distrito 5 e também amiga de Zeref - voltou a olhar para a foto - porem não vim aqui para falar da doença de E.N.D e sim sobre algo sério.

- O quê doutor? - pergunta o menor sem entender, pois achava que o assunto fosse sobre a doença rara.

- Vicente vinha pesquisando a muito tempo, antes de eu vir trabalhar aqui ou qualquer outro - parou pegando uma pasta que estava em uma gaveta - a dezoito anos atrás fizemos uma experiência com quarenta bebes, porem somente três sobreviveram, mas você já parou para pensar uma coisa?

- No quê? - perguntou o garoto confuso.

- Se sobreviveram apenas três bebes, então sobraram trinta e sete corpos não é verdade?! Então onde estão esses corpos? - sorriu - eu me perguntei isso por um tempo, então quando minha curiosidade chegou ao limite resolvi pesquisar, fui a fundo nessa investigação e descobri trinta e seis corpos de bebes e me perguntei o que aconteceu com um deles?

- Você acha que Zeref poderia ter sido esse bebe? - Tom arregalou os olhos, estava surpreso nunca tinha parado para pensar nisso. Estranhou o fato de Edward rir com seu comentário balançando aa cabeça negativamente.

- Não, na ficha de Zeref contatava que ele tem vinte e três anos e os demónios criados aqui no laboratório tem dezassete e dezoito anos de idade.

- Espera, o Zeref tinha vinte e três anos? Não pode ser, ele parecia ter no máximo dezoito - diz o assistente.

- Também achamos isso estranho, ele parecia não envelhecer lembro que quando chegou aqui a oito anos atrás, quando ele tinha quinze anos de idade ele era idêntico a de quando morreu - disse o doutor sério, e o seu assistente havia ficado surpreso - e voltando ao fato do corpo desaparecido achamos que alguém a dezoito anos atrás pegou um dos bebes após a mutação, porem não podemos comprovar nada!

- Isso é relativamente estranho - sussurra Tom - mas voltando ao assunto anterior, você estava falando de uma pesquisa feita pelo doutor Vicent antes de todos nos começarmos a trabalhar aqui!

- Sim, a quarenta anos atrás quando o doutor Vicent tinha vinte e cinco anos ele iniciou uma pesquisa como principal objetivo encontrar o elixir da juventude, ou como falam a tão sonhada Imortalidade - diz Edward colocando a foto de Zeref sobre a mesa enquanto abria a pasta - nessa época ele usou um garoto de dissésseis anos como experimento, por um longo tempo esse menino sofreu com alucinações, transtornos e surtos. Ele foi o primeiro demónio criado o primeiro demónio que a própria humanidade criou. O demónio número 1.

- Então foi realmente criado um demónio antes desses três?! - o assistente parecia começar a entender a situação.

- Esse primeiro demónio era conhecido como Spriggan o demónio que possuía a tão desejada imortalidade - o doutor sorriu - porem esse era mais violento não tinha sentimentos, era como se ele fosse um demónio de verdade, não criado por humanos. Porem Vicent compreendeu que sua cobaia já era quase um adulto e que se quisesse melhorar teria de fazer suas pesquisas com crianças, porem o governo não apoiou, falavam que ele estava louco.

- Então a quarenta anos atrás ele não começou as pesquisas sobre seres sobrenaturais, ele conseguiu isso por acaso, pois o que ele realmente queria era achar a imortalidade?! - fala Tom e Edward assente com a cabeça.

- Ele criou os laboratórios de pesquisas sobrenaturais, e começou uma busca incansável pele "perfeição", era assim que ele chamava os demónios. Ele falava que eram seres que podiam ir além dos limites criados por si, criados por todos... Porem ele morreu faz dois anos e eu ainda não acredito que foi de enfarto - sussurrou a última parte fazendo com que seu assistente não ouça.

- E o que aconteceu com o demónio número 1? - pergunta o mais novo.

- Ele simplesmente sumiu! Não encontramos nem um rastro que possa nos levar ao paradeiro dele! Os relatórios, os documentos, tudo que era relacionado a ele sumiu - explicou.

- Como se sumisse do nada! - Tom sussurra para si, estava ficando cada vez mais fascinado com aquilo, os demónios eram seres surpreendentes!

Continua...



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