História DNA - Interativa - Capítulo 6


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Categorias Originais
Tags Drama, Fanfic Interativa, Ficção Cientifica, Hibridos, Interativa, Rihanna
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Palavras 1.236
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olha quem voltou! Depois de meses!
Eu mesma, Yasmin Mello rsrsrs
Eu demorei muito mesmo e isso faz com que eu me sinta uma vadia, devem achar que existem coisas mais importantes que ler desculpas esfarrapadas que parecem copiadas de outras desculpas esfarrapadas. Mesmo assim, eu sinto muito!
Sem enrolações e espero que gostem desse bbzinho aqui!
TCHAU ! ! ! !

Capítulo 6 - Hung Up


DNA

VI – Ligada

 

O tempo passa tão devagar para quem espera

Não há tempo para perder

Aqueles que se apressam parecem ter toda a diversão

Estou cheia

Eu não sei o que fazer

 

Eu já nasci pronta, Eddie. Não tenha dúvidas.

 

Brittany arrumava-se para ir para casa, estava exausta! Aquelas crianças ridículas haviam acabado com seu dia, mês, ano. Suspirou exausta pela milésima vez e bebericou mais um pouco daquele chá sem açúcar, precisava dormir por uns cinco dias seguidos, no mínimo, e quem sabe ir a um salão de beleza.

– Definitivamente, estou morta! – exclamou ao olhar-se no espelho, algumas rugas começavam a aparecer e desconfiava que os fios brancos aos poucos fossem surgir.

Arrumou as últimas coisas e saiu, iria embebedar-se parar esquecer seus múltiplos problemas.

 

Eles ainda permaneciam naquela sala suja e com um odor repugnante, o sangue transformava o ambiente em algo mórbido.

Todos estirados ao chão com as roupas tão rasgadas quanto à própria alma, ossos quebrados e poças de sangue, como alguém podia ser tão sádico assim?

Aaron foi o primeiro a despertar.

– Caralho! – esbravejou irritado cerrando os punhos, o menino estava tão desesperado ao ponto de esquecer-se do maldito pedestal em que, frequentemente subia. 

Lembrava-se de tudo, havia agido como um animal (mesmo que, em partes, fosse um).

Os soluços e gritos agudos de Kathe despertaram outros e deixaram Aaron ainda mais inconformado com os atos de Brittany. Bem, mesmo que ele fosse um verdadeiro duas-caras, estava fragilizado, humilhado.  A pequenina abraçava a si mesma com pesar, a dor externa e interna misturavam-se em espasmos violentos.

– O que foi que eu fiz? – Catalina sussurrou tão baixinho que apenas Hunter ouviu, estava mordiscando os próprios lábios para não desmanchar-se em lágrimas. – Filha da puta, maldita! Vadia oportunista!

O ódio em seu coração tomou proporções inimagináveis, queria matar aquela vagabunda nojenta com as próprias mãos e quem sabe, tacar fogo na porra toda, literalmente. Estava tão machucada que as lágrimas pareciam mais fortes que ela, e, aparentemente, todos estavam naquela situação humilhante.

Para quem gostava tanto de brigas, Catalina parecia cair aos pedaços.

Hunter apenas observava tudo com uma expressão neutra e atípica. Não sabia o que dizer, o que pensar ou o que fazer. Nós agimos como animais, quase nos matamos, concluiu angustiado.

Estava tão sem palavras quanto Aaron, que o encarava de um modo nocivo.

– Idiota. – murmurou.

Zeus não era aquele tipo de pessoa (ou espécime), não mesmo! Medo era algo quase que desconhecido para ele, queria saber o porquê de tudo aquilo. Suas asas estavam aos frangalhos e sua autoestima destruída, depositava sua confiança nelas, sua perseverança parecia diminuir a cada doloroso segundo.

Observou os outros com pesar, apesar dos pesares, se preocupava com aquele pequeno grupo. Fitou as próprias mãos encharcadas de sangue seco, o seu próprio sangue e o dos outros, seu estômago embrulhou e revirou-se em um movimento violento. Mas mesmo assim, Zeus não vomitou. Iria ser forte!

– Talvez, só talvez, tudo melhore! – Miya disse dirigindo-se a Zeus.

– Acredita nisso?

– Sim, - engoliu a própria saliva e continuou. – é melhor acreditar em alguma coisa do que não acreditar em nada e perder as esperanças. Mesmo que se sinta dilacerado, quebrado, ou o bagaço da laranja, a esperança é a melhor opção.

– Obrigado, Miya.

Orgulhou-se de si mesma.

Era estranho reconhecer que seu pequeno e curto discurso não parecia tocar seu próprio coração, e, mesmo assim, tocasse o coração de Zeus. Talvez, ser forte não se tratasse apenas de força bruta, quem sabe se tratasse de esconder a própria dor para ajudar alguém não tão próximo assim.

– Acalme-se, respire! – Elesa tentava a todo custo reconfortar Kathelin que, visivelmente, era o espécime mais alterado e sem controle no recinto.

–Eu não consigo, está doendo muito! – repetiu mais uma vez.

Kathelin abraçou Elesa em busca de conforto, chorou ainda mais ao entrar em contato com o corpo frio (que não pareceu a incomodar tanto assim) da morena, era estranho e bom não sentir-se mais a mercê da dor.

Kyra observava a cena com o coração partido, compreendia inteiramente Kathelin. Ela era uma ótima atriz! Se não conseguisse forcar-se tanto, ou controlar seus próprios sentimentos, provavelmente estaria em uma situação parecida. Ou pior!

Estava em pé, apoiada na parede e refletindo.

Como administrar meus próprios desejos e sonhos? É tudo tão incorreto e sanguinário, morrer é uma possibilidade e o medo uma opção válida, esses ferimentos vão me matar, mais cedo ou mais tarde. Eu não quero e não posso morrer, refletiu.

Mesmo assim, pegou-se caindo em paranoias multiplicáveis e destrutíveis.

Sentia uma dor agoniante, mas ia manter-se de pé! Seu ato possuía duplo sentido e ela orgulhava-se de pensar em algo tão esperançoso assim, apesar de estar em uma condição não muito favorável.

E Tom, apenas inspirava e expirava.

Iria acalmar-se e depois colocaria a cabeça no lugar, o lobo sentia nas veias o ódio descomunal de Brittany contaminá-lo – assim como Catalina, eles tinham um ponto (destrutivo) em comum –ele espumava pela boca como um vira-lata.

 Sorriu para o nada ao apreciar o gosto metálico em sua boca imaginando ser originário de Brittany. Quando colocava algo na cabeça ele, Tom, dificilmente mudava de ideia e naquele momento indigente, a vingança parecia reluzir como ouro.

– Me aguarde, vadia!

 

Indía odiava Brittany, odiava ter que rastejar naquele pequeno e imundo sistema de tubulação, e odiava AINDA mais pensar que talvez aquele plano fracassasse e ela morresse.

A poeira a incomodava, profundamente, espirrava a todo instante e vez ou outra se engasgava com a própria saliva, era tão difícil respirar ali e estava confinada naquele cubículo há uns três dias, no mínimo.

Eddie e ela passaram todo aquele tempo espreitando a presa e usando os dentes, obtiveram conhecimento o suficiente para saber o que fazer e formular um plano quase perfeito. Era um plano simples e naquele momento, estava em pratica!

Tinha exatamente cinco minutos para chegar ao local marcado, em cima da sala onde os outros híbridos estavam presos, contava os segundos com uma paciência extraordinária! Carregava uma corda improvisada, feita de lençóis e fronhas, e uma pequena chave de fenda. Era o necessário e o necessário parecia instiga-la!

Chegou ao local e conseguiu visualizar os outros, um fedor insuportável tomou suas narinas e a fez sentir uma enorme necessidade de vomitar. Todavia, não poderia dar-se a esse luxo! Faltavam apenas três minutos, muito tempo e pouco tempo.

Uma pequena grade os separava, Zeus conseguiria atravessa-la? Suas asas eram enormes e o caminho estreito, era uma falha enorme naquele plano quase perfeito! Dois minutos! Desparafusou os parafusos e retirou a pequena grade, agora era com Eddie.

 

Eddie sorriu maníaco ao ver que era o seu momento de agir, aparentemente tudo seguia sem erros. Retirou a grade, como Indía havia feito, e pulou caindo em cheio na sala de controle.

Eram muitos fios, botões e painéis!

Não tinha tempo parar sentar-se e ler um manual de instruções, precisava ser rápido e objetivo. Observou os vídeos de segurança e viu onde os guardas estavam e os pontos cegos das câmeras, sabia que dentro de quatro minutos um guarda invadiria aquela sala para recomeçar seu turno.

Havia uma caixa de força quase escondida, entre uma lixeira e a parede, abaixou-se e começou a ‘’se divertir’’. Em poucos segundos tudo se apagou e ele – com a ajuda de uma cadeira – voltou novamente ao sistema de tubulação.

Agora era com Indía, todos estavam nas mãos dela! 


Notas Finais


Músicas citadas na História:

Capítulo 1 - Beautiful Little Monsters - https://www.youtube.com/watch?v=lqZxbr_0cSY
Capítulo 2 - Come To Mama - https://www.youtube.com/watch?v=GJNxahOXhiM
Capítulo 3 - You Know You Like It - https://www.youtube.com/watch?v=aBn7bjy9c4U&oref=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DaBn7bjy9c4U&has_verified=1
Capítulo 4 - Bad Kids - https://www.youtube.com/watch?v=lxhjHz9FYQE
Capítulo 5 - True Disaster - https://www.youtube.com/watch?v=GMsok5m5yD4
Capítulo 6 - Hung Up - https://www.youtube.com/watch?v=EDwb9jOVRtU


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