História Do crime... Para o amor. - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Tags Canaxbacchus, Gravidez, Gruvia, Jerza, Mavisxzeref, Miraxus, Nalu
Exibições 545
Palavras 1.441
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Último cap de hoje e amanhã!!
Boa leitura!!

Capítulo 19 - Eu... Posso te abraçar?


Fanfic / Fanfiction Do crime... Para o amor. - Capítulo 19 - Eu... Posso te abraçar?

Igneel:

-Que seja... Não posso ignorar a filha de meu empregado. Entre... Mas espero que o assunto seja profissional. Já que não temos nenhuma ligação.

Lucy:

-Serei o mais breve possível. Prometo.

Assim... Mais uma vez, entrei naquela enorme mansão... Minha presença tinha sido autorizada pelo próprio dono da casa. O que não tinha gostado foi que ficamos nos mesmos lugares, que da última vez...

Igneel:

-Então... Diga que quer comigo... Eu sou um homem bastante ocupado... Então, por favor. Rápido.

Lucy:

-Só quero te dizer três coisas. Primeira: Eu não quero que herde o Natsu novamente. Não entenda errado que vim te pedir. Segunda : Eu sei de tudo... Que você me odeia... Que Natsu era pra cuidar de tudo isso aqui... E que você o ama. Porque, querendo ou não, você é o pai dele. E a terceira: Perdoe o Natsu... Receba ele de volta como um membro da família. Não digo o dinheiro... Digo afeto. Ele sente falta. Ele pode não afirmar. Mas eu sei que sente. Sabe que o grande motivo, do porque vocês brigaram? Um... O dinheiro. A obrigação. A herança. O trabalho de ser um Dragneel. Ele só queria ter um pai que o apoiasse e pudesse recompor o vazio que já tinha por ter perdido a mãe. Mas você o abandonou... Sinto que ele quer um estilo de vingança... Por isso está agindo como um garoto mimado, adolescente e rebelde. Ao mesmo tempo, comigo, tenta bancar o experiente... Maduro e sensato. Isso não combina... Ele está vivendo uma contradição... Desde aquele dia... Então... Por favor... Se nunca mais quiser me ver. Tudo bem. Mas, não deixe o Natsu novamente... Ele já sofreu muito. Diga para ele o que realmente você sente. E eu sei que sente. Bem... Pela sua cara... Não vai comentar nada... Eu vou embora. Obrigada por me ouvir... E desculpe a intromissão.

Igneel:

-Natsu sabe que você está aqui? Sabe que está dirigindo?

Lucy:

-Não e não. Eu vim por conta própria... Porque não aguento ver uma família que está viva, se considerar morta.

Igneel:

-Já que a senhorita... É bem corajosa, a ponto de vir tirar satisfações comigo... Vou lhe dizer algumas coisas... Que talvez você já desconfie... Você tem ideia de como a mãe do Natsu faleceu?

Lucy:

-Não...

Igneel:

-Natsu... E todos... Pensam que ela morreu da doença que tinha... Mas não foi bem assim. Minha mulher, tinha recebido alta aquele dia... Eu ia buscá-la... Enquanto Natsu ainda estava na creche... E meu filho mais velho, em casa. Chegando no hospital... Não tinha percebido que estava sendo seguido. Por um criminoso, que havia prendido e já havia sido solto... Um inimigo da família Dragneel. Eu entrei no quarto dela, ajudei-a com as malas... Com tudo. Ela estava feliz. Quem não estaria? Com certeza o infeliz... Eu sempre tive muitos desafetos com todos nessa  vida. O homem, ao mirar em mim, por ser a primeira vez que pegava em uma pistola, acabou errando. E acertou a minha esposa... Infelizmente... Não conseguiram salvar e ela faleceu na hora... Tinha muito sangue. Muitos sentimentos... Muita fúria e ódio a mim mesmo. Eu afastei a todos... Meu filho mais velho. O enviei no mesmo minuto para o exterior, começou como um intercâmbio... E logo depois... Ficou por lá morando com uma babá. Já Natsu, pelo seu tamanho, eu teria que esperar mais... Mesmo assim... Cada vez que me aproximava dele, sentia como se a morte de minha esposa voltasse a minha mente e via o mesmo destino ao meu pequeno filho. Na época... Eu trabalhava mais e mais. Eu prendi o homem. Ele se suicidou dentro da prisão. Mesmo assim... Não conseguia. Natsu era cuidado apenas por babás e empregados. Quando era maior... Tentei a mesma coisa que com Zeref. Mas, Natsu não se acostumou com aquilo... Eu deixei ele voltar... no entanto, coloquei num internato. Nada mais dava certo... Sei que por um tempo... Ele foi morar com Gray. A partir daí perdi contato com meu filho. Pensei que fosse melhor assim... Uma família nova para ele. Parecia ser uma boa ideia. Uma bem longe de mim. Só que ele não conseguia... Por mais que o fizesse sofrer... Via em seus olhos que tudo que ele queria era escutar um elogio e estar comigo. Ele entrou na academia de polícia... Fez concursos. Ficou bem forte e amadureceu. Tínhamos vaga na delegacia. E mais uma vez... Foi meu modo de protegê-lo. Eu sentia, que se pelo menos o tivesse ali comigo. Diferente de antes... Pela lei, poderia zelar por sua segurança, já que força tinha conquistado por própria batalha. Meu filho mudou... Ele virou bem responsável... Nós estávamos nos entendendo... Foi aí que estraguei de vez sua vida... Eu o acrescentei como meu herdeiro da família Dragneel... Mas, para isso... Sacrificaria sua liberdade. Como antes... Viajar... Estar sempre ocupado. Manter vida dupla. De rico, mas manter pose humilde. Não ligar pra grana, mas cuidar dela. Ensinei tudo a ele. Só que não imaginava que ele não estaria preparado ainda. Realmente... o relacionamento de vocês... Me instigava um pouco. Se os outros membros descobrissem da história, poderia mexer no histórico da família... Mas eu pensava que tudo bem... Já que via Natsu tão feliz contigo. Mas essa sua gravidez... Isso não seria algo perdoável para eles. Eu nunca quis me afastar de Natsu. Nunca quis que vocês se separassem... Só não queria essa criança atrapalhasse aquilo que meu filho demorou tanto para conquistar. Porém... Mais uma vez errei... Natsu se tornou alguém tão admirável... Pois ele é tão humilde, apaixonado e forte. Que foi capaz de largar tudo, para cuidar da família que ele gerou... Eu queria ser forte suficiente, para fazer o mesmo quando minha mulher faleceu. Mas não havia ninguém para me substituir... Diferente de Natsu que tem Zeref. Não podemos cuidar desse seu filho, como membro... Mas... Lucy... Gostaria de poder ser avô de um filho seu com o Natsu. Mesmo que fosse adotado. Agora... Você entende que não posso fazer isso? Mesmo que eu deseje. Minha vida não há mais solução... Espero que Natsu seja feliz com a liberdade que conseguiu criar ao largar essa família. Preferia que ele também largasse a vida policial... Mas quanto isso. Ele tem o dom. Só rezo todo dia... Para que ele nunca mais se machuque. Que vocês tenham sorte e saúde. Por favor Lucy, minha querida, faça Natsu feliz... E não o arraste para desgraça dessa casa novamente. Não diga a ele que eu o amo... Porque daí me sentirei culpado de não podê-lo abraçá-lo e prometer que o protegerei de tudo. Quando na verdade eu sou a razão de toda e qualquer desgraça em sua vida. Agora Lucy... Vá. Natsu deve estar preocupado com você. E não chore mais... Isso o deixará triste.

Lucy:

-Desculpa... Desculpa ser intrometida... Desculpa estar chorando... Mas... Eu sabia que devia existir uma explicação para seus atos... Só que, me desculpe novamente, terei que discordar do senhor... Acho que o amor paternal, não deve ser contido por medo... Esse seu amor é o maior sentimento de proteção que pode proporcionar a seus filhos... Vocês se amam. Juntos... Ninguém pode enfrentá-los. E eu já disse a saída... Você não precisa herdá-lo novamente. Você disse vida dupla, não é? Pense então o contrário. Que a delegacia era tua família. E os Dragneel, sua profissão. Só vá, ligue para o Natsu agora... Diga tudo que disse a mim. Diga que o ama. Que sente muito. Ele vai te perdoar. E assim que se encontrarem... Diga a ele seus sentimentos e abrace ele, como gostaria de ter feito em todos anos que o afastou. Por favor... Eu sei que ambos precisam disso.

Igneel:

-Oh meu Deus... Mas você é mesmo intrometida... Huf... Sabe que você tem razão né? haha... Quem diria... Tomando "chá de moral de uma pirralha". Obrigado Lucy... Por tudo que me disse. Eu procurarei Natsu assim que eu conseguir convencê-lo a falar comigo...

Lucy:

-Se você ligar e insistir... Ele dará o "braço a torcer". Igneel... Posso te chamar assim?

Igneel:

-Pode... Afinal... Agora nossa relação não tem nada a ver com os Dragneel. Somos da mesma sociedade... Nos tratamos pelos nomes próprios.

Lucy:

-Kkkk Tudo bem... Então... Posso te abraçar?

Igneel:

-Que?... Han... Que dizer... Eu acho que não sinto algum tipo de afeto direto assim... A alguns anos... É... É... claro... Por que não? kkkk

Lucy:

-Valeu...kk

Eu o abracei... Senti como se ele precisasse daquilo e eu senti que estava finalmente aceita como a mulher de seu filho. Mas estava tão bom aquele abraço... Igneel era quente como o Natsu...Eu estava com tanto frio... 


Notas Finais


Que acharam???
Bem.. Até domingo gente linda!! :*


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