História Do esquimó ao francês - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~ggukmin

Postado
Categorias Big Bang
Personagens G-Dragon, T.O.P
Tags Fluffy, Gdtop, Ggukmin, Gtop, Maria Zeverbrucker
Visualizações 150
Palavras 1.052
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, amores!

Como prometido no capítulo anterior, a fanfic não foi esquecida no churrasco.

Tenham todos uma boa leitura <3

Capítulo 5 - Beijo francês.


Fanfic / Fanfiction Do esquimó ao francês - Capítulo 5 - Beijo francês.

“É aquele beijo que começa calmo, com um simples selar e com o tempo ganha espaço. É dominar e se deixar ser dominado, é conhecer e explorar cada canto da boca alheia e sentir como se fosse a primeira vez. Era gemer e se entregar, de vez, a todo o inferno que existia no céu da boca de Kwon Jiyong.”

 

Já não era segredo algum que eu gostava de todos os beijos de Jiyong, mas nenhum me deixava tão alucinado quanto o seu beijo francês, aqueles que partiam do nada e se intensificavam após um leve toque entre os nossos lábios. As melhores horas do meu dia eram as horas que gastávamos jogados sobre o sofá ou a cama entre beijos, com as mãos errantes sobre os corpos um do outro e as línguas em pleno contato entre os suspiros e ar quente que dividíamos naquelas sessões de amasso.

Jiyong me arrebatava de maneira que ninguém conseguira antes, arrastando-me para o turbilhão de sentimentos que os seus lábios me propiciavam, desde o afago mais rápido e carinhoso sobre a minha testa, até os momentos em que eu não desejava nada além de acabar com todas as suas investidas de quadril contra o meu corpo e segurá-lo ali, daquela maneira que as suas pernas serpenteassem a minha cintura e ele gemesse fraco contra a minha boca já inchada por cada chupão que ele mesmo dera cheio de segundas intenções.

Os seus beijos nunca se privavam apenas aos meus lábios, língua, ou rosto. Ele era dominante, gostava de marcar e ter tudo para si, por isso deslizava a língua ao longo do meu pescoço e chupava bem ali, sob a mandíbula, onde era impossível de esconder e o mundo tinha total atenção sobre os roxos deixados por si ao longo do caminho do meu corpo já totalmente descoberto por si outras vezes. Eu nunca vou superar – e posso dizer isso com toda convicção do mundo – os seus sussurros ao pé do meu ouvido e mordidas no lóbulo da minha orelha, sempre terminadas com um sorriso debochado e uma risada sarcástica ao ver cada pelo do meu corpo completamente arrepiado, igualmente aos meus cabelos da nuca.

Ele sentia prazer em me provocar, mas não tanto quanto eu sentia ao tê-lo completamente nu sob o meu corpo e me puxando de forma apressada para um pouco mais junto de si, pedindo para que eu fizesse com um pouco mais de força, ou acertasse novamente naquele ponto que ele julgava o ideal para deixa-lo de olhos fechados, boca aberta e corpo arqueado. As suas reações eram momentâneas, mas gravadas eternamente na minha mente antes de começarmos tudo de novo, encerrando a cena antiga com uma nova estocada e assim dando inicio a novas expressões de prazer.

Os seus dedos brincavam entre os meus fios de cabelos e me guiavam assim para mais um beijo, juntando outra vez os nossos lábios de forma apressada e completamente banhado pela luxuria. Como Colombo ele descobria novos pontos sob cada parte escondida de mim, e ali fazia a sua morada. Ele me beijava como sempre fazia, todos os dias, mas as sensações eram sempre diferentes e eu sentia sempre um pouco mais de paixão e devoção sob cada um dos seus beijos. Ele invertia as nossas posições e eu arranhava a tatuagem em seu pescoço, deixando sobre as asas desenhadas os meus próprios riscos rosados ao atingir o ápice, gemendo alto ao ouvir o seu gemido rouco, manhoso, e estendido, que denunciava o seu orgasmo.

Ter Jiyong ali comigo era sempre como a primeira vez, os seus beijos eram sempre como os primeiros que demos e eu nunca me cansaria disso. Não me sentia cansado de cair exausto ao sobre a cama e sorrir largo ao ouvir a sua risada debochada, enquanto ele permanecia ali, montado em mim como se não estivesse nem um pouco cansado. As suas bochechas estavam vermelhas, o seu corpo tão marcado quanto o meu próprio e os seus cabelos desgrenhados davam aquele toque de beleza que somente poderia pertencer a Kwon Jiyong naquela altura do campeonato.

Ninguém em sã consciência ficava bem, e bonito, após uma foda.

— Você já está cansado? — Ele me provocava ao acender um cigarro, rindo maroto para a sua própria fala.

— Não é como se você não estivesse também. — Respondo no mesmo tom, passando as minhas mãos sobre as suas coxas fartas e tencionadas devido a sua posição, com os joelhos contra o colchão. — Você é tão bonito.

— Eu sei — deu de ombros — você tem muita sorte.

Ah, até aqueles momentos de ego inflado faziam eu me apaixonar um pouco mais por si e sua pouca altura que era totalmente ignorada.

— Cale a boca, Jiyong.

Ele ria e levava o cigarro aos lábios mais uma vez, deixando que a fumaça escapasse por seu nariz e em seguida pela boca, estando pronto para mais uma tragada. Lá pela quarta tragada eu roubava o filtro da sua mão e levava até a boca, sorvendo um pouco de todo aquele veneno que nós dois éramos tão dependentes, embora soubéssemos que não era certo. A minha garganta ardia e Jiyong revirava os olhos para o quão vermelho os meus olhos se tornavam com o tempo.

— Você ainda não sabe prender a fumaça, amor?

Questionava com um sorriso de lado, roubando de volta o cigarro de maconha e tragando uma última vez antes de deixa-lo de qualquer modo sobre o cinzeiro ao lado da cama. O resto da erva queimava e o meu corpo também ao ter os lábios do Kwon mais uma vez sobre os meus. O seu polegar ficava sobre o meu queixo enquanto ele mantinha a minha boca levemente aberta, somente para ele poder soprar a fumaça contra a minha boca, pedindo para que eu engolisse em seguida. Eu obedecia como sempre fazia, acatando mais uma das suas ordens, deixando-o orgulhoso e me fazendo merecedor de mais um beijo francês que somente ele sabia dar, começando calmo e sem a língua, mas aos poucos dando espaço para todo o prazer e ousadia que somente o meu amante tem.

Era um ciclo-vicioso que nutríamos e mantínhamos como nosso. E o maior vício que eu tenho, e mais nocivo, era essa mania de me apaixonar sempre um pouco mais por todos os beijos de Kwon Jiyong. 


Notas Finais


Isso é tudo, pessoal.

Queremos agradecer a todo o carinho que vocês nos deram nos comentários, e a todo o apoio que deram a fanfic, principalmente. Vocês são muito foda, amores!

Infelizmente a história acaba por aqui (maybe tenha algum extra)i, e esperamos que todos tenham gostado do que foi lido. Perdão pela demora em atualizar algumas vezes, mas são coisas da vida.

E para finalizar:

Se você chegou até aqui, deixe o seu "oi" e faça uma Maria e uma Luisa felizes!!!!! (e sigam @ggukimin).

Até uma próxima oportunidade, nós amamos vocês. Tchau <3


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